Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.

OPINIÃO ELEITORAL

OPINIÃO ELEITORAL

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

RECADO PARA TODOS




Se você acha que não devemos reeleger ninguém e é preciso providenciar a troca de indivíduos que se aboletaram no poder, às nossas custas, fale com todos que aparecerem na sua frente.   Familiares, amigos e até inimigos, mas FALE.  Converse com todas as pessoas, mesmo aquelas que aparentemente não irão dar importância ao que você disser.
 
MAS FALE.
 
 
 
ANULE SEU VOTO
Vamos começar nesta próxima eleição.
E jamais vote em branco, porque você estará dando seu voto a quem  tiver conseguido mais votos.
 
O IDEAL É ESCOLHER O 000.
 
Caso continue não havendo esta escolha,
insista e digite na urna o 000 ,
porque na segunda vez o 000 será aceito.
 
 
 
 
 
 
 

DE OLHO NELES!

Novo texto da repatriação

tira trava que impedia

CONDENADOS de aderir ao programa

Por Painel
 
 "Após a tentativa de livrar alvos da Lava Jato envolvidos em caixa dois, a Câmara prepara mais uma. O projeto que altera a Lei de Repatriação, cujo texto foi distribuído a líderes nesta terça (27), permite a inclusão de condenados por crimes como lavagem e sonegação entre os beneficiários. Pela regra atual, eles não podem aderir ao programa, que legaliza recursos mantidos fora do país. Caso o texto seja aprovado, basta que o valor a ser repatriado não seja o objeto da condenação.
 
Supersimples Um apartamento fruto de sonegação que resultou em condenação não poderá ser legalizado, mas, se além disso a pessoa tiver uma conta na Suíça, o dinheiro fica livre para o programa, diz um deputado.
 
Reforço As alterações foram discutidas com integrantes do Planalto e com Rodrigo Maia (DEM-RJ). A intenção, de acordo com parlamentares, é dar segurança jurídica a quem aderir ao programa e alavancar a arrecadação com os recursos repatriados.
 
....

Artigo completo: http://painel.blogfolha.uol.com.br/2016/09/28/novo-texto-da-repatriacao-tira-trava-que-impedia-condenados-de-aderir-ao-programa/
 
 
 
 
Dizem que
 
"não é a  política que faz um candidato virar ladrão.
É o seu voto que faz o ladrão virar político."
 
 

terça-feira, 27 de setembro de 2016

O cerco vai se fechando !



SÓ FALTA VOCÊ'
 
O jornal da família Marinho enviou o recado por meio da charge de Chico Caruso, publicada na primeira página do jornal O Globo; o desenho retrata José Dirceu atrás das grades com um smartphone, a imagem do ex-presidente Lula e o título da famosa canção 'Agora, só falta você', de Rita Lee; internamente, colunista Merval Pereira afirmou que "já é possível perguntar e discutir se Lula vai ser preso"; antes dele, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, disse que, "se Lula merece ser preso, é de se lamentar porque terá jogado fora sua história"; direita busca inviabilizar eventual volta de Lula em 2018, por meio da via judicial 
...
Internamente, o colunista Merval Pereira afirmou que "já é possível perguntar e discutir se Lula vai ser preso". Merval foi além e disse ainda que "agora resta aguardar para ver se nossa democracia já está madura o suficiente para vermos com naturalidade, embora indignados, um ex-presidente da República sendo investigado por corrupção". 
Leia, abaixo, reportagem da agência Reuters sobre eventual investigação contra Lula: 
PF prende ex-ministro José Dirceu e Lava Jato se aproxima de Lula 
Por Sérgio Spagnuolo 
CURITIBA (Reuters) - A Polícia Federal prendeu nesta segunda-feira o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, apontado como um dos “líderes principais” que instituiu o esquema bilionário de corrupção na Petrobras ainda durante o período em que ocupava o cargo no Palácio do Planalto, levando a operação Lava Jato diretamente ao centro do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 
Segundo os investigadores, o modelo era semelhante ao do mensalão, esquema de compra de votos no Congresso descoberto durante o governo Lula pelo qual o ex-ministro já cumpria uma sentença de prisão domiciliar. 
Dirceu, homem forte do governo Lula durante o período em que comandou a Casa Civil (2003 a 2005), foi preso pela PF de forma preventiva em sua casa em Brasília como parte da 17ª etapa da operação Lava Jato, que recebeu o nome “Pixuleco” em alusão ao termo utilizado para nominar a propina recebida em contratos. 
“Temos uma investigação que busca José Dirceu como o instituidor do esquema Petrobras ainda no tempo da Casa Civil, ainda no tempo do governo do ex-presidente Lula”, disse o procurador do Ministério Público Federal Carlos Fernando dos Santos Lima em entrevista coletiva em Curitiba, onde estão concentradas as investigações da Lava Jato. 
Nesse caso, Dirceu é acusado de enriquecer pessoalmente ao receber propinas de prestadores de serviços da Petrobras, inclusive enquanto estava preso em Brasília, condenado no esquema do mensalão.  
“Estamos diante de um caso de reiteração criminosa em que José Dirceu vem, dentro desse esquema de recebimento de propina, desde as investigações do mensalão, passando pela acusação e passando até por sua prisão”, disse o procurador. 
Entre as acusações contra o ex-ministro está a de que teria recebido 96 mil reais mensais entre 2004 e 2013 a título de propina por conta de um contrato de terceirização na Petrobras. A acusação foi feita pelo lobista Milton Pascowitch, um dos delatores da Lava Jato, segundo o despacho da Justiça que determinou a prisão preventiva de Dirceu.  
Em entrevista coletiva em Brasília, o advogado Roberto Podval, que representa Dirceu, disse que a prisão preventiva do ex-ministro foi desnecessária e que Dirceu tornou-se "bode expiatório".
Na noite desta segunda, o ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), colocou Dirceu à disposição da Justiça Federal do Paraná, permitindo sua transferência de Brasília para Curitiba. 
O irmão do ex-ministro, Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, também preso nesta segunda-feira em caráter temporário, seria o responsável pela coleta do dinheiro nas empresas para a JD Assessoria, de propriedade de Dirceu, enquanto o ex-ministro estava preso, disseram os investigadores da Lava Jato. 
Ecoando comentários recentes do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, Lima discorreu sobre as semelhanças desse esquema com o chamado mensalão.  
“Nós entendemos que o DNA, como diz o ministro Gilmar (Mendes, do STF), é o mesmo do mensalão e da Lava Jato. Nesse caso, creio que José Dirceu é uma das pessoas que decidiu pela criação desse esquema”, afirmou.  
LÍDER 
Mais do que um beneficiário, a força-tarefa busca provar que Dirceu era um dos “líderes principais” na instituição do esquema de corrupção da Petrobras. 
“Queremos mostrar José Dirceu como um dos agentes responsáveis pela instituição do esquema Petrobras ainda no tempo em que... era ministro da Casa Civil”, disse o procurador. 
Dirceu teria sido, segundo o MPF, o responsável pela indicação de dois diretores da Petrobras envolvidos no escândalo: os ex-diretores de Serviços e de Abastecimento, Renato Duque e Paulo Roberto Costa, respectivamente.
Ainda segundo o MPF, Dirceu era responsável por definir cargos na administração da Petrobras e dessa forma instituiu o esquema de pagamento de propinas na estatal, do qual era um dos beneficiários.
“Esse esquema passa pela compra de apoio parlamentar, ele passa por uma facilitação do lucro das empreiteiras, ele passa pelo enriquecimento de diversas pessoas -- no caso de José Dirceu, temos provas de enriquecimento pessoal, não mais de dinheiro só para o partido”, disse o procurador.
 
COLETA DE PROVAS E PRISÃO
Há tempos se especulava sobre uma eventual implicação de Dirceu nas investigações da Lava Jato, mas autoridades ainda não haviam vinculado o nome do ex-ministro ao escândalo da Petrobras. Isso mudou com o acordo de delação feito pelas autoridades com o lobista Milton Pascowitch.
No começo de julho, a defesa do ex-ministro chegou a entrar com pedido de habeas corpus preventivo junto ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região para evitar que ele fosse preso no âmbito da Lava Jato. O pedido foi negado.
“Estávamos aguardando elementos que permitissem a confirmação das hipóteses que a gente tinha trabalhado, que ocorreu apenas recentemente tanto com acordo do Pascowitch quando do Julio (Camargo, da empresa Toyo Setal), e de algumas outras ações que a gente conseguiu confirmar”, disse a jornalistas o delegado da PF Márcio Adriano Ancelmo.
O ex-ministro é o primeiro integrante de destaque do governo Lula a ser preso como parte da Lava Jato.
Perguntado se o próprio Lula pode ser investigado ou até mesmo detido pelas autoridades, o procurador do MPF disse que “ninguém está isento de ser alvo de investigação”, mas acrescentou que “não existe neste momento nenhum indicativo de necessidade de prisão de quem quer que seja que não esteja atualmente preso”.
Procurado pela Reuters, o Instituto Lula informou que não irá comentar as declarações do procurador.
A PF deve aguardar permissão do Supremo Tribunal Federal para que Dirceu possa ir para Curitiba, já que ele atualmente cumpre prisão domiciliar, por condenação decorrente do mensalão.
Entre os detidos nesta segunda-feira também está o lobista Fernando Moura, ligado ao PT. Uma das suspeitas é que ele tenha exercido influência na indicação de Renato Duque para a diretoria de Serviços da Petrobras. 
Em Brasília, após reunião de coordenação política com a presidente Dilma Rousseff, o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, disse que não há no governo "nenhuma expectativa" de que as investigações venham a se aproximar da presidente ou de sua administração. 
“Em relação à questão do ex-ministro José Dirceu... É uma questão das investigações e todos nós confiamos muito na conduta da presidenta Dilma. Em nenhum momento passa por nós nenhuma expectativa que se aproxime dela qualquer investigação e de seu governo”, disse Kassab a jornalistas. 
17ª FASE
Entre os crimes investigados pela PF na 17ª fase estão corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro, de acordo com a polícia. A PF também cumpriu medidas de sequestro de imóveis e bloqueio de ativos financeiros. Segundo o Ministério Público Federal, serão bloqueados 20 milhões de reais em bens de cada um dos envolvidos nesta etapa.
A Lava Jato investiga um esquema bilionário de corrupção principalmente na Petrobras, no qual empreiteiras formaram um cartel para vencerem contratos de obras da estatal. Em troca, pagavam propina a funcionários da empresa, a operadores que lavavam dinheiro do esquema, a políticos e partidos.
De acordo com investigações da PF e do Ministério Público Federal, o esquema de corrupção se espalhou para outras esferas do poder público, como o setor elétrico.
(Reportagem adicional de Pedro Fonseca e Caio Saad, no Rio de Janeiro; Maria Carolina Marcello e Leonardo Goy, em Brasília; e Eduardo Simões, em São Paulo) 

PERIGO À VISTA: iimpunidade bate à nossa porta

Momento difícil na luta contra a impunidade

Continua a conspiração contra a Lava-Jato e aproxima-se no Supremo o julgamento sobre se penas devem ser cumpridas a partir da segunda instância

http://oglobo.globo.com/opiniao/momento-dificil-na-luta-contra-impunidade-20183570#ixzz4LUERydzC  

Editorial O GLOBO


Enquanto a Lava-Jato avança — depois de indiciar L--- no caso do tríplex de Guarujá, prende outra estrela petista, o ex-ministro Antonio Palocci —, crescem de forma visível articulações para desidratar a operação no Congresso, por meio da aprovação de projetos que, na prática, a tornem inócua ou quase isso. Sem prejuízo de outras manobras. Tudo segue o plano esboçado nas conversas gravadas pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, com o alto-comando peemedebista — Renan Calheiros, que o indicou para a subsidiária da Petrobras, Romero Jucá, José Sarney.
 
A esperta criminalização do caixa dois, item da lista de dez propostas do Ministério Público para tornar mais eficiente o combate à corrupção, era parte desse plano. Criminalizada a doação por baixo dos panos, os beneficiários de dinheiro por fora de empreiteiras, na Lava-Jato, poderiam ser anistiados, com o argumento de que lei não retroage. Esquecem-se, porém, que a legislação eleitoral já qualifica essas operações como delitos. O GLOBO denunciou o truque, e a banda saudável da Câmara abortou a esperteza, de origem pluripartidária: PT, PMDB, DEM, PSDB.
 
O ministro-chefe da Casa Civil, o influente Geddel Vieira, chegou a dar entrevista a favor da tese desta execrável anistia. Não foi seguido pelo presidente Michel Temer, outro peemedebista de quatro estrelas, que considerou a opinião do ministro “personalíssima”. Mas ficou apenas nisso. Foi pouco.
 
Com o presidente do Senado, Renan, falando abertamente contra a Lava-Jato — ele é um dos investigados pela operação —, entre outros, esperam-se mais ataques à força-tarefa de Curitiba no Legislativo. Há pelo menos mais um projeto na agulha, do deputado lulopetista suplente Wadih Damus (RJ), que atrai grande apoio da cúpula do PMDB: o que impede contribuição premiada de quem está preso. Aprovado, na prática esvazia o instrumento da delação negociada com o MP.
 
Em outra esfera, no Supremo, tramita uma questão-chave para também se reduzir a impunidade no Brasil, em especial nos crimes de colarinho branco cometidos na política: o entendimento de que penas confirmadas em segunda instância, por colegiado de magistrados, devem começar a ser cumpridas, sem prejuízo dos recursos. Recorre-se, mas preso, como em vários países desenvolvidos.
 
Por maioria de votos, 7 a 4, o STF, em um julgamento em fevereiro, considerou que o réu deveria cumprir a pena ao perder recurso na segunda instância, como vigorou até 2009. Mas não foi um veredicto com força de súmula, para todos os tribunais. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Partido Ecológico Nacional (PEN) entraram com ações de declaração de inconstitucionalidade contra aquela decisão, a serem julgadas na primeira quarta-feira de outubro, dia 5.
 
Chance de afinal estender-se o veredicto a toda a Justiça — necessário para se acabar com a chicana da protelação ao máximo da execução de sentenças, até a prescrição dos crimes. Ou não. Nesse caso, a Lava-Jato terá grave revés. Os quatro ministros que se opuseram ao então voto vencedor, de Teori Zavascki — Marco Aurélio, Rosa Weber, Celso de Mello e o ainda presidente da Corte, Ricardo Lewandowski — estariam recebendo adesões para este julgamento crucial.
 
Se confirmadas, será péssimo para o combate à impunidade, uma das mazelas do país. Em recente palestra, o ministro Dias Toffoli fez uma comparação dissonante entre a imprescindível atuação da Justiça no enfrentamento da corrupção e a ditadura militar. Os militares se sentiram “donos do poder” e criminalizaram a política. Para ele, a Justiça também não pode exagerar neste mesmo “ativismo”. Mas é o contrário. A Justiça tem colaborado para a restauração da verdadeira política, e deve continuar assim. Já a ditadura suprimiu a própria política. Será péssimo se, por motivos diversos, Congresso e STF tomarem, agora, direções contrárias ao que representa a Lava-Jato.

 
 
 
 

O poder dos sobrenomes

A revista Veja traz esse assunto em: 
 
 
 
Muitos candidatos à vida pública se qproveitam dos sobrenomes que se tornaram conhecidos, mesmo que o motivo de se tornarem famosos sejam os mais escusos, principalmente na vida política.   Aí é que entram as campanhas eleitorais baseadas  na memória de cada eleitor. 
 
Quando o eleitor é desinteressado por política, embora ela seja a responsável por diversos motivos (bons ou ruins)  por que passam suas vidas , na hora de votar é escolhido o nome que vem à memória, sem  maior interesse no que ele fez (ou despez!).   É quando entram os sucessores-aproveitares até dos piores ladravazes que já se conheceu, porque sabem que as falcatruas são esquecidas, mas os nomes não.  Tudo vai depender do tamanho do rombo que deixaram e a divulgação de seu sobrenome (ou nome)
 
Não importa qual o parentesco que tenham com o 'sobrenome'.  Podem ser filhos, sobrinhos, tios, netos, etc.  O que    interessa é qual a quantidade de votos que tal sobrenome pode conseguir.
 
Portanto, se você  deseja se eleger, ainda mais agora que as empresas não patrocinarão sua campanha (?) que tal ser sucessor de um 'trombadinha' qualquer ?  Desde que lhe  permita ser mais lembrado, principalmente pela divulgação de seu ... sobrenome.
 
 
 
 

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

O CERCO VAI SE FECHANDO!



Ex-ministro Antonio Palocci é preso em nova fase da Operação Lava Jato

O ex-ministro Antonio Palocci (PT) foi preso em São Paulo nesta segunda-feira (26) durante a 35ª fase da Operação Lava Jato, batizada de "Omertà". Segundo a Polícia Federal (PF), ele "atuou de forma direta para propiciar vantagens" para a empreiteira Odebrecht quando estava no governo federal, recebendo propina por isso. A força-tarefa também investiga a compra de um terreno que seria destinado ao Instituto L---.

Palocci foi ministro da Fazenda (2003-2006) do governo do ex-presidente Luiz Inácio L--- da Silva e da Casa Civil (2011) do governo Dilma Rousseff. Em 2010, quando a petista se elegeu pela primeira vez presidente, ele foi o coordenador de campanha.



Alegação petista: Palocci teve reuniões com Odebrecht sobre submarino nuclear e Itaquerão



 
Agora vão para a prisão Guido Mantega e Palocci,  mas o ex-presidente nunca sabe de nada, embora eles tenham sido seus Ministros da Fazenda.
 
"Ele" pode não saber de nada do que acontece no seu governo,
mas sabe da vida de todos os seus adversários.
SE É QUE EXISTEM ADVERSÁRIOS ENTRE OS POLÍTICOS!
 

ERRAMOS, ERRAMOS, ERRAMOS ...






Enfim o PT trocou O GOLPE, por ERRAMOS... e não acertamos nunca, a não ser quando se trata do bolso do contribuinte!



 
 
A autocrítica que o PT já começou a fazer
para continuar na senda antidemocrática              
          

1 - ERRAMOS quando não tomamos a decisão de impor o controle social da mídia. Agora não é mais possível segurar as notícias desfavoráveis a nós sobre o que fizemos no governo, nas estatais e nos fundos de pensão.

2 -  ERRAMOS quando não forçamos a barra para aprovar uma reforma política que estabelecesse a fidelidade partidária, o voto em lista fechada e predeterminada e o financiamento exclusivamente estatal de campanha.

3 - ERRAMOS quando não conseguimos fazer um plebiscito para convocar uma constituinte de reforma política favorável aos nossos interesses.

4 - ERRAMOS ao não fazer uma aliança mais profunda com as forças armadas, quando não conseguimos alterar o currículo dos cursos de formação de oficiais e quando não assumimos o controle do processo de promoções.

5 -ERRAMOS  quando vacilamos em dar o passo fundamental para transformar a Força Nacional de Segurança em uma guarda pretoriana sob o controle do governo (como era o projeto original de Thomaz Bastos).

6 - ERRAMOS quando não aplicamos o Decreto 8243 que criou novas instâncias participativas dirigidas por nós para cercar a institucionalidade vigente e subordinar a dinâmica social à lógica do Estado aparelhado.

7 - ERRAMOS ao indicar ministros, para o STF e para o STJ, mal-formados ideologicamente, vacilantes e acovardados, que - com medo de sujar suas biografias - acabaram não sendo obedientes às nossas diretivas.

8 - ERRAMOS quando não matamos a operação Lava Jato no seu embrião, quando nomeamos o desfibrado Janot para a PGR, quando deixamos florescer uma geração de jovens procuradores intoxicados pela ideologia burguesa de combate à corrupção e quando não eliminamos tempestivamente ameaças como Sérgio Moro.

9 - ERRAMOS quando não aprovamos uma emenda constitucional (como fizeram tranquilamente todos os países nossos aliados latino-americanos) para permitir um terceiro mandato de L---.

10 - ERRAMOS quando escolhemos Dilma Rousseff (que nem petista de raiz é) para suceder L--- e quando deixamos que ela acreditasse que era presidente de verdade e não apenas uma militante cumprindo uma missão partidária. 

                         
11 - ERRAMOS quando escolhemos o golpista Michel Temer para vice. Melhor seria ter colocado na chapa um empresário aliado como André Esteves ou Marcelo Odebrecht (que não poderiam, então, ser presos).

12 -  ERRAMOS quando aceitamos o resultado da votação da Câmara dos Deputados que autorizou a abertura do processo de impeachment de Dilma. Deveríamos ter resistido, denunciando naquele momento o golpe, nos entrincheirando no Planalto e convocando a população para defender o governo eleito.

13 - ERRAMOS, sobretudo, no timing. E como consequência de vários dos erros mencionados acima, não conseguimos estabelecer - em tempo hábil - uma hegemonia sobre a sociedade a partir do Estado controlado por nós e por isso ficamos vulneráveis ao golpe das elites que nos apeou do poder.
 
SE ERRARAM TANTO, AGORA É TARDE !
Até o Minha Casa, Minha Vida mudou de nome e agora se chama
MINHA CELA, MINHA VIDA...
 OBs.: Guido Mantega não estava acompanhando sua esposa, como disseram mentirosamente, numa cirurgia. Ela estaria, no máximo, fazendo um exame rotineiro no Hospital onde ele deveria ser preso e não foi por causa da mentira .  Agora ele terá mais uma em seu histórico: a mentira diante da Justiça .