Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.

sábado, 30 de abril de 2016

A alma penada de um Brasil inexistente

A mulher que se achava filha de Getúlio, o pai do Brasil Maravilha

e a órfã do golpe que não houve

A doida mansa de Taquaritinga que se dizia herdeira do Banco do Brasil

era mais sensata que o fundador de um país inexistente

e a alma penada que uiva no Palácio do Planalto


Augusto Nunes 29/04/2016

Já contei aqui a história da doida mansa que, no começo dos anos 60, apareceu no portão da minha casa em Taquaritinga para buscar a chave do Banco do Brasil. Ela quis saber se eu era filho do prefeito. Disse que sim. A mulher negra, franzina e maltrapilha informou que era filha de Getúlio Vargas. Achei que aquilo era coisa a ser tratada por gente grande e fui chamar minha mãe.

Ela se identificou novamente e revelou que o pai lhe deixara como herança o Banco do Brasil. Com o suicídio, tornara-se dona da grande instituição financeira, incluídos bens imóveis e funcionários. Como as chaves das centenas de agências espalhadas pelo país ficavam sob a guarda do prefeito, ela deveria apenas, sempre que quisesse ou precisasse, solicitá-las ao chefe do Executivo municipal.
Era por isso que estava lá, repetiu ao fim da exposição. Dona Biloca percebeu que aquilo iria longe, decidiu passar a pendência adiante e transferiu a solução para o primogênito ─ que, para sorte de ambas, trabalhava no Banco do Brasil de Taquaritinga. Depois de ensinar-lhe o caminho mais curto, recomendou que fosse até a agência, procurasse um moço chamado Flávio e transmitisse o recado: “Diga que a mãe dele mandou dar um jeito no problema da senhora”.

O jeito que deu confirmou que meu irmão mais velho era mesmo paciente e imaginoso. Ao saber com quem estava falando, dispensou à visitante as deferências devidas a uma filha de presidente da República, ouviu a história com cara de quem está acreditando em tudo e, terminado o relato, pediu licença para falar com o gerente. Foi ao banheiro e voltou com a informação: a chave estava no cofre da agência. Mas só poderia entregá-la se a filha de Getúlio confirmasse a paternidade ilustre.

“A senhora precisa buscar a certidão de nascimento no cartório”, explicou Flávio. Ela ficou feliz. Avisou que em meia hora estaria de volta com o papel. Reapareceu três ou quatro meses mais tarde, mas no portão da minha casa, de novo atrás do prefeito. Mais uma vez foi encaminhada ao moço da agência, que liquidou a questão do mesmo jeito. O ritual foi reprisado quatro vezes em menos de dois anos. Até que um dia ela saiu em direção ao cartório e nunca mais voltou.

Lembrei-me da doida mansa que coloriu minha infância quando o presidente L. registrou em cartório um Brasil inexistente. Tinha trem-bala, aviões pontuais como a rainha da Inglaterra, rodovias federais de humilhar motorista alemão, luz e moradia para todos, três refeições por dia para a nova classe média, formada pelos pobres de antigamente. Quem quisesse ver mendigo de perto que fosse até Paris e se contentasse com algum clochard.  A transposição das águas do São Francisco havia exterminado a seca e transformado o Nordeste numa formidável constelação de lagos, represas e piscinas. O sertão ficara melhor que o mar. Os morros do Rio viviam em paz, os barracos valiam mais que as coberturas do Leblon. E ainda nem começara a exploração do pré-sal, que promoveria o Brasil a presidente de honra da OPEP e faria da potência sul-americana uma Noruega ensolarada.

No país do cartório, o governo não roubava nem deixava roubar, o Mensalão nunca existira, os delinquentes engravatados estavam todos na cadeia, os ministros e os parlamentares serviam à nação em tempo integral e o presidente da República cumpria e mandava cumprir cada um dos Dez Mandamentos. L. fizera em oito anos o que os demais governantes não haviam sequer esboçado em 500.

Daqui a alguns anos, é possível que um filho do prefeito de São Bernardo do Campo tenha de lidar com um homem gordo, de barba grisalha, voz roufenha e o olhar brilhante dos doidos de pedra, exigindo a devolução da maravilha com firma reconhecida em cartório. A filha de Getúlio tropeçara na falta da certidão de nascimento. O pai do país imaginário estará sobraçando o papel cheio de selos, carimbos, rubricas, garranchos e assinaturas.

Tornei a lembrar-me da herdeira do Banco do Brasil ao ver o que Dilma Rousseff anda fazendo para continuar no emprego que já perdeu. Daqui a poucos anos, poderá aparecer na porta da casa do prefeito de Porto Alegre a mulher de terninho vermelho, calça preta e cara de desquitada de antigamente que, com aquele andar de John Wayne, zanza pelas ruas repetindo o mesmo grito de guerra: “Foi golpe!”

Apesar do juízo avariado, nem ela vai querer de volta o país que destruiu. Só exigirá a chave do Palácio do Planalto. Para livrar-se do problema, os filhos do prefeito devem pedir-lhe que mostre a certidão assinada pelos golpistas. E presenteá-la com um exemplar da Constituição.

Os compromissos de Michel Temer



".. Não terá condescendência com aventuais desvios de conduta dos integrantes do governo... "
Michel Temer
 

Segundo a coluna de Jorge Bastos Moreno -  que, por seus escritos,  um dia foi petista e deixou de ser (não se sabe bem qual foi o motivo, mas uma coisa é certa, ele deve ter ficado muito injuriado com o partido), em relação ao provável governo de apenas dois anos de Temer:
 
"Com a história,
SEU COMPROMISSO É PASSAR COMO PRESIDENTE DE TRANSIÇÃO
QUE TIROU O PAÍS DO BURACO
E RESGATOU A CREDIBILIDADE DAS INSTITUIÇÕES POLÍTICAS.
 
 
Temer pode até tirar o país desse buraco sem fundo em que o  Partido da Trapaça nos colocou, porém mais difícil ainda será resgatar nossa confiança em Instittuições apodrecidas pela lama em que está chafurdando. 


Temer disse também, segundo o mesmo comentarista, que não pode errar, mas se ele já errou, antes mesmo de começar,  prometendo ministérios e cargos diversos a políticos que, de entendidos nos assuntos não têm nada!   Quem erra logo no início, não acabar bem!  E nós também !

A última década, revista VEJA



Machismo

O que é Machismo: Machismo é o comportamento, expresso por opiniões e atitudes, de um indivíduo que recusa a igualdade de direitos e deveres entre os gêneros sexuais, favorecendo e enaltecendo  sexo masculino sobre o feminino.




O machismo de antigamente não é mais o mesmo machismo atual, numa vida moderna em que até os homens se dão o direito de usar brincos e maquilagem, podendo ser gays sem nenhuma restrição. Em suma, os homens de  hoje podem ser o que quiserem ser, sem precisarem, como antes, ter a desagradável sensação de ter alguma distorção na sua sexualidade ou terem que aturar críticas.  Hoje até se tornou bonito, quase obrigatório, ser metrossexual ou gay . Atualmente a igualdade, um tanto exagerada em determinados casos, passou a ser enaltecida pela maioria das pessoas. 
 
O tão detestado  machismo de antigamente pode ter sido criado pela insegurança masculina ou até pelas próprias mulheres que criavam filhos homens de forma bem diferenciada de suas  filhas meninas.  Enquanto as meninas eram feitas para costurar, bordar e até casar, os homens jogavam bola na rua e frequentavam bordéus.  Ser virgem, para uma mulher era lindo, enquanto ser virgem, para um homem, era vergonhoso e poderia ser visto como uma incapacidade.
 

E ainda reclamam do que elas mesmas ajudaram a criar!
Caso esteja enganada, me desculpem,
mas não deixarei de pensar assim.  

- Opinião de uma vítima do machismo, que pretende se livrar dele. 


Por que as mulheres desejam tanto se casar e os homens não? Deveria ser exatamente o contrário, pois o casamento parece ser um grande aliado dos homens !  

Após passar a vida inteira morando sozinha e resolvendo tudo do meu jeito, com plena independência, vejo-me casada, um crime contra mim mesma, cometido  ao fazer  51  anos de idade.  Foi quando deparei-me com o tenebroso machismo, ao ouvir,  mais de uma vez,  um homem dizer, sem a menor vergonha de proferir tal indecência,  que só falaria com o patrão, ou seja, só falaria com meu marido.  Em suma, eu não era mais ninguém.  O casamento havia engolido minha personalidade.   
 
OBS^: Na primeira vez que escutei semelhante barbaridade quase matei o homem que o dissera. Isso só  não aconteceu, porque meu marido estava presente.  Sorte a dele que não morreu naquela hora e a minha que não fui presa. 
 

AS MULHERES PRECISAM REAGIR E NÃO SÓ RECLAMAR
E NUNCA MAIS AJUDAR O QUE ATRAPALHA SUAS VIDAS
 
 



A MENOR MULHER DO MUNDO - Clarice Lispetor
Nas profundezas da África Equatorial o explorador francês Marcel Petre, caçador e homem do mundo, topou com uma tribo de pigmeus de uma pequenez surpreendente. Mais surpreso, pois, ficou ao ser informado de que menor povo ainda existia além de florestas e distâncias. Então mais fundo ele foi.No Congo Central descobriu realmente os menores pigmeus do mundo. E — como uma caixa dentro de um caixa — entre os menores pigmeus do mundo estava o menor dos menores pigmeus do mundo, obedecendo talvez à necessidade que às vezes a Natureza tem de exceder a si própria.Entre mosquitos e árvores mornas de umidade, entre as folhas ricas do verde mais preguiçoso, Marcel Pretre defrontou-se com uma mulher de quarenta e cinco centímetros, madura, negra, calada. "Escura como um macaco", informaria ele à imprensa, e que vivia no topo de uma árvore com seu concubino. Nos tépidos humores silvestres, que arredondam cedo as frutas e lhes dão uma quase intolerável doçura ao paladar, ela estava grávida.Ali em pé estava, portanto, a menor mulher do mundo. Por um instante, no zumbido do calor, foi como se o francês tivesse inesperadamente chegado à conclusão última. Na certa, apenas por não ser louco, é que sua alma não desvairou nem perdeu os limites. Sentindo necessidade imediata de ordem, e dar nome ao que existe, apelidou-a de Pequena Flor. E, para conseguir classificá-la entre as realidades reconhecíveis, logo passou a colher dados a seu respeito.Sua raça de gente está aos poucos sendo exterminada. Poucos exemplares humanos restam dessa espécie que, não fosse o sonso perigo da África, seria povo alastrado. Fora doença, infectado hálito de águas, comida deficiente e feras rondantes, o grande risco para os escassos Likoualas está nos selvagens Bantos, ameaça que os rodeia em ar silencioso como em madrugada de batalha. Os Bantos os caçam em redes, como fazem com os macacos. E os comem. Assim: caçam-nos em redes e os comem. A racinha de gente, sempre a recuar e a recuar, terminou aquarteirando-se no coração da África, onde o explorador afortunado a descobriria. Por defesa estratégica, moram nas árvores mais altas. De onde as mulheres descem para cozinhar milho, moer mandioca e colher verduras; os homens, para caçar. Quando um filho nasce, a liberdade lhe é dada quase que imediatamente. É verdade que muitas vezes a criança não usufruirá por muito tempo dessa liberdade entre feras. Mas é verdade que, pelo menos, não se lamentará que, para tão curta vida, longo tenha sido o trabalho. Pois mesmo a linguagem que a criança aprende é breve e simples, apenas essencial. Os Likoualas usam poucos nomes, chamam as coisas por gestos e sons animais. Como avanço espiritual, têm um tambor. Enquanto dançam ao som do tambor, um machado pequeno fica de guarda contra os Bantos, que virão não se sabe de onde.Foi, pois, assim que o explorador descobriu, toda em pé e a seus pés, a coisa humana menor que existe. Seu coração bateu porque esmeralda nenhuma é tão rara. Nem os ensinamentos dos sábios da Índia são tão raros. Nem o homem mais rico do mundo já pôs olhos sobre tanta estranha graça. Ali estava uma mulher que a gulodice do mais fino sonho jamais pudera imaginar. Foi então que o explorador disse, timidamente e com uma delicadeza de sentimentos de que sua esposa jamais o julgaria capaz:— Você é Pequena Flor.Nesse instante Pequena Flor coçou-se onde uma pessoa não se coça. O explorador — como se estivesse recebendo o mais alto prêmio de castidade a que um homem, sempre tão idealista, ousa aspirar — o explorador, tão vívido, desviou os olhos.A fotografia de Pequena Flor foi publicada no suplemento colorido dos jornais de domingo, onde coube em tamanho natural. Enrolada num pano, com a barriga em estado adiantado. O nariz chato, a cara preta, os olhos fundos, os pés espalmados. Parecia um cachorro.Nesse domingo, num apartamento, uma mulher, ao olhar no jornal aberto o retrato de Pequena Flor, não quis olhar uma segunda vez "porque me dá aflição".Em outro apartamento uma senhora teve tal perversa ternura pela pequenez da mulher africana que — sendo tão melhor prevenir que remediar — jamais se deveria deixar Pequena Flor sozinha com a ternura da senhora. Quem sabe a que escuridão de amor pode chegar o carinho. A senhora passou um dia perturbada, dir-se-ia tomada pela saudade. Aliás era primavera, uma bondade perigosa estava no ar.Em outra casa uma menina de cinco anos de idade, vendo o retrato e ouvindo os comentários, ficou espantada. Naquela casa de adultos, essa menina fora até agora o menor dos seres humanos. E se isso era fonte das melhores carícias, era também fonte deste primeiro medo do amor tirano. A existência de Pequena Flor levou a menina a sentir — com uma vaguidão que só anos e anos depois, por motivos bem diferentes, havia de se concretizar em pensamento — levou-a a sentir, numa primeira sabedoria, que "a desgraça não tem limites".Em outra casa, na sagração da primavera, a moça noiva teve um êxtase de piedade:— Mamãe, olhe o retratinho dela, coitadinha! Olhe só como ela é tristinha!— Mas — disse a mãe, dura e derrotada e orgulhosa — mas é tristeza de bicho, não é tristeza humana.— Oh! Mamãe — disse a moça desanimada.Foi em outra casa que um menino esperto teve uma idéia esperta:— Mamãe, e se eu botasse essa mulherzinha africana na cama de Paulinho enquanto ele está dormindo? quando ele acordasse, que susto, hein! que berro, vendo ela sentada na cama! E a gente então brincava tanto com ela! a gente fazia ela o brinquedo da gente, hein!A mãe dele estava nesse instante enrolando os cabelos em frente ao espelho do banheiro, e lembrou-se do que uma cozinheira lhe contara do tempo de orfanato. Não tendo boneca com que brincar, e a maternidade já pulsando terrível no coração das órfãs, as meninas sabidas haviam escondido da freira a morte de uma das garotas. Guardaram o cadáver num armário até a freira sair, e brincaram com a menina morta, deram-lhe banhos e comidinhas, puseram-na de castigo somente para depois poder beijá-la, consolando-a. Disso a mãe se lembrou no banheiro, e abaixou mãos pensas, cheias de grampos. E considerou a cruel necessidade de amar. Considerou a malignidade de nosso desejo de ser feliz. Considerou a ferocidade com que queremos brincar. E o número de vezes em que mataremos por amor. Então olhou para o filho esperto como se olhasse para um perigoso estranho. E teve terror da própria alma que, mais que seu corpo, havia engendrado aquele ser apto à vida e à felicidade. Assim olhou ela, com muita atenção e um orgulho inconfortável, aquele menino que já estava sem os dois dentes da frente, a evolução, a evolução se fazendo, dente caindo para nascer o que melhor morde. "Vou comprar um terno novo para ele", resolveu olhando-o absorta. Obstinadamente enfeitava o filho desdentado com roupas finas, obstinadamente queria-o bem limpo, como se limpeza desse ênfase a uma superficialidade tranqüilizadora, obstinadamente aperfeiçoando o lado cortês da beleza. Obstinadamente afastando-se, e afastando-o, de alguma coisa que devia ser "escura como um macaco". Então, olhando para o espelho do banheiro, a mãe sorriu intencionalmente fina e polida, colocando, entre aquele seu rosto de linhas abstratas e a cara crua de Pequena Flor, a distância insuperável de milênios. Mas, com anos de prática, sabia que este seria um domingo em que teria de disfarçar de si mesma a ansiedade, o sonho, e milênios perdidos.Em outra casa, junto a uma parede, deram-se ao trabalho alvoroçado de calcular com fita métrica os quarenta e cinco centímetros de Pequena Flor. E foi aí mesmo que, em delícia, se espantaram: ela era ainda menor que o mais agudo da imaginação inventaria. No coração de cada membro da família nasceu, nostálgico, o desejo de ter para si aquela coisa miúda e indomável, aquela coisa salva de ser comida, aquela fonte permanente de caridade. A alma ávida da família queria devotar-se. E, mesmo, quem já não desejou possuir um ser humano só para si? O que, é verdade, nem sempre seria cômodo, há horas em que não se quer ter sentimentos: Aposto que se ela morasse aqui terminava em briga — disse o pai sentado na poltrona, virando definitivamente a página do jornal. — Nesta casa tudo termina em briga.— Você, José, sempre pessimista — disse a mãe.— A senhora já pensou, mamãe, de que tamanho será o nenezinho dela? — disse ardente a filha mais velha de treze anos.O pai mexeu-se atrás do jornal.— Deve ser o bebê preto menor do mundo — respondeu a mãe, derretendo-se de gosto. — Imagine só ela servindo a mesa aqui de casa! E de barriguinha grande!— Chega de conversas! — disse o pai.— Você há de convir — disse a mãe inesperadamente ofendida — que se trata de uma coisa rara. Você é que é insensível.E a própria coisa rara?Enquanto isso na África, a própria coisa rara tinha no coração — quem sabe se negro também, pois numa Natureza que errou uma vez já não se pode mais confiar — enquanto isso a própria coisa rara tinha no coração algo mais raro ainda, assim como o segredo do próprio segredo: um filho mínimo. Metodicamente o explorador examinou com o olhar a barriguinha do menor ser humano maduro. Foi neste instante que o explorador, pela primeira vez desde que a conhecera, em vez de sentir curiosidade ou exaltação ou vitória ou espírito científico, o explorador sentiu mal-estar.É que a menor mulher do mundo estava rindo.Estava rindo, quente, quente. Pequena Flor estava gozando a vida. A própria coisa rara estava tendo a inefável sensação de ainda não ter sido comida. Não ter sido comida era que, em outras horas, lhe dava o ágil impulso de pular de galho em galho. Mas, neste momento de tranqüilidade, entre as espessas folhas do Congo Central, ela não estava aplicando esse impulso numa ação — e o impulso se concentrara todo na própria pequenez da própria coisa rara. E então ela estava rindo. Era um riso como somente quem não fala, ri. Esse riso, o explorador constrangido não conseguiu classificar. E ela continuou fruindo o próprio riso macio, ela que não estava sendo devorada. Não ser devorado é o sentimento mais perfeito. Não ser devorado é o objetivo secreto de toda uma vida. Enquanto ela não estava sendo comida, seu riso bestial era tão delicado como é delicada a alegria. O explorador estava atrapalhado.Em segundo lugar, se a própria coisa rara estava rindo, era porque, dentro dessa sua pequenez, grande escuridão pudera-se em movimento.É que a própria coisa rara sentia o peito morno do que se pode chamar de Amor. Ela amava aquele explorador amarelo. Se soubesse falar e dissesse que o amava, ele inflaria de vaidade. Vaidade que diminuiria quando ela acrescentasse que também amava muito o anel do explorador e que amava muito a bota do explorador. E quando este desinchasse desapontado, Pequena Flor não compreenderia por quê. Pois, nem de longe, seu amor pelo explorador — pode-se mesmo dizer seu "profundo amor", porque, não tendo outros recursos, ela estava reduzida à profundeza — pois nem de longe seu profundo amor pelo explorador ficaria desvalorizado pelo fato de ela também amar sua bota. Há um velho equívoco sobre a palavra amor, e, se muitos filhos nascem desse equívoco, tantos outros perderam o único instante de nascer apenas por causa de uma suscetibilidade que exige que seja de mim, de mim! que se goste, e não de meu dinheiro. Mas na umidade da floresta não há desses refinamentos cruéis, e amor é não ser comido, amor é achar bonita uma bota, amor é gostar da cor rara de um homem que não é negro, amor é rir de amor a um anel que brilha. Pequena Flor piscava de amor, e riu quente, pequena, grávida, quente.O explorador tentou sorrir-lhe de volta, sem saber exatamente a que abismo seu sorriso respondia, e então perturbou-se como só homem de tamanho grande se perturba. Disfarçou ajeitando melhor o chapéu de explorador, corou pudico. Tornou-se uma cor linda, a sua, de um rosa-esverdeado, como a de um limão de madrugada. Ele devia ser azedo. Foi provavelmente ao ajeitar o capacete simbólico que o explorador se chamou à ordem, recuperou com severidade a disciplina de trabalho, e recomeçou a anotar. Aprendera a entender algumas das poucas palavras articuladas da tribo, e a interpretar os sinais. Já conseguia fazer perguntas.Pequena Flor respondeu-lhe que "sim". Que era muito bom ter uma árvore para morar, sua, sua mesmo. Pois — e isso ela não disse, mas seus olhos se tornaram tão escuros que o disseram — pois é bom possuir, é bom possuir, é bom possuir. O explorador pestanejou várias vezes.Marcel Petre teve vários momentos difíceis consigo mesmo. Mas pelo menos ocupou-se em tomar notas e notas. Quem não tomou notas é que teve que se arranjar como pôde:Pois olhe — declarou de repente uma velha fechando o jornal com decisão — pois olhe, eu só lhe digo uma coisa: Deus sabe o que faz..
 
 
 
 
 

O RELATÓRIO DA COISA - Clarice Lispector

 
Essa é apenas uma parte de um dos  conto de Clarice Lispector, retirada da página 8 do jornal O Globo,
ao fazer comentários sobre a REPATRIADA CLARICE, que, aparentemene, estava muito à frente de sua época.
 
 
""Aliás Deus não tem nome; conserva o anonimto perfeito:
não há língua que pronuncie o seu nome verdadeiro (...).
Vou agora dizer uma coisa muito grave q ue vai pareer heresia:
Deus é burro. Porque ele não entende, ele não pensa, ele é apenas. ´
É verdadede que é de uma burrice que executa-se a si mesma,
Mas Ele comete muitos erros. E sabe que os comete.
Basta oharmos para
nós mesmos que somos um erro grave.
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sexta-feira, 29 de abril de 2016

À cultura, tudo. Á EDUCAÇÃO, ZERO.


Principalmente em relação à Lei Rouanet, depois que o cuspidor petista José de Abreu (cuja biografia está neste blog) e Jô Soares afirmaram que os artistas incentivados pela Lei Rouanet não recebiam nada, fiz uma pesquisa, como fizeram a ciclovia do Rio que desabou ("nas coxas"). Eis aí abaixo o que foi descoberto. Caso tenha havido grandes modificações que não foram apresentadas, me corrijam , por favor.
Para quem não tem paciência de ler tudo o que parece tão sem graça, basta olhar o que está em ner=grito, porque já dizem tudo.
 
 
Presidência da República
Casa CivilSubchefia para Assuntos Jurídicos
 
 

Restabelece princípios da Lei n° 7.505, de 2 de julho de 1986, institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e dá outras providências.
 
 

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:

 

CAPÍTULO I


 Disposições Preliminares

 

Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:

I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;
II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;
III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;
IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;
V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;
VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;
VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;
VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;
IX - priorizar o produto cultural originário do País.
Art. 2° O Pronac será implementado através dos seguintes mecanismos:
I - Fundo Nacional da Cultura (FNC);
II - Fundos de Investimento Cultural e Artístico (Ficart);
III - Incentivo a projetos culturais.
....

Brasília, 23 de dezembro de 1991; 170° da Independência e 103° da República.
FERNANDO COLLOR
Jarbas Passarinho

Este texto não substitui o publicado no D.O.U. de 24.12.1991
 
 
 

Lei Rouanet - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.   


A Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991), sancionada pelo então Presidente Fernando Collor de Mello é a lei que institui politicas públicas para a cultura nacional, como o PRONAC - Pr. Essa lei é conhecida também por Lei Rouanet (em homenagem a Sérgio Paulo Rouanet, secretário de cultura quando a lei foi criada).
As diretrizes para a cultura nacional foram estabelecidas nos primeiros artigos, e sua base é a PROMOÇÃO, proteção e valorização das expressões culturais nacionais.
O grande destaque da Lei Rouanet é a politica de  INCENTIVOS FISCAIS que possibilita empresas (pessoas jurídicas) e cidadãos (pessoa física) aplicarem uma parte do IR (imposto de renda) devido em ações culturais.
O percentual disponível de 6% do IRPF para pessoas físicas e 4% de IRPJ para pessoas jurídicas, ainda que relativamente pequeno permitiu que em 2008 fossem INVESTIDOS   em cultura, segundo o MinC (Ministério da Cultura) mais de R$ 1 bilhão.
...
A lei surgiu para educar as empresas e cidadãos a INVESTIREM em cultura, e inicialmente DARIA INCENTIVOS FISCAIS, pois com o benefício no recolhimento do imposto a iniciativa privada se sentiria estimulada a patrocinar eventos culturais, uma vez que o patrocínio além de fomentar a cultura, valoriza a marca das empresas junto ao público.
No entanto, há críticas à lei. A crítica principal inclui a possibilidade de fundos serem desviados inapropriadamente[2] [3] . Críticas secundárias afirmam que o governo, ao invés de investir diretamente em cultura (*), começou a deixar que as próprias empresas decidissem qual forma de cultura merecia ser patrocinada Os incentivos da União (governo) à cultura somam 310 milhões de reais: R$30 milhões para a Funarte e R$280 milhões para a Lei Rouanet (porcentagem investida diretamente pela União), enquanto o incentivo fiscal deixa de adicionar aos cofres da união cerca de R$ 1 bilhão por ano (2009).[4]
A lei ainda gera críticas por supostamente ser um meio de comprar apoio político de artístas [carece de fontes?]. Porém, até mesmo críticos do governo, como o comediante Danilo Gentili, já receberam dinheiro através da lei. [5]

 
 (*) Um governo decente daria prioridade à Saúde de seu povo, ao invés de dar incentivo à "cultura." E a Educação como fica ?  Esse tipo de 'cultura' substitui a EDUCAÇÃO ! VEJA ABAIXO E RESPONDA. 
 
Os 12 projetos mais bizarros aprovados pela Lei Rouanet - http://spotniks.com/os-12-projetos-mais-bizarros-aprovados-pela-lei-rouanet/
 
  
Houve modificações na referida Lei. Essas 'modificações', foram comentadas no site  http://www.snel.org.br/lei-rouanet-sofre-modificacoes/  e tanto a íntegra da lei quanto todas as modificações pelas quais passou estão  no site do Min. da Cultura (MinC): http://www.cultura.gov.br/site/2011/04/26/instrucao-normativa-n-1-2010-indice/

 
 
 
 
 
 
 

Incompetência militar



MILITAR É INCOMPETENTE DEMAIS
 

(O texto abaixo foi atribuído a Millôr Fernandes
 mas não importa quem o escreveu, o que importa é que foi escrito)

 
Militar é incompetente demais!!! Militares, nunca mais!

Ainda bem que hoje tudo é diferente, temos um PT sério,honesto e progressista. e já tivemos  o  PSDB  também. Cresce o grupo que não quer mais ver militares no poder, pelas razões abaixo.

Militar no poder, nunca mais.Só fizeram lambanças.

Tiraram o cenário bucólico que havia na Via Dutra de uma só pista,que foi duplicada e recebeu melhorias; acabaram aí com as emoções das curvas mal construídas e os solavancos estimulantes provocados pelos buracos na pista.

Não satisfeitos, fizeram o mesmo com a rodovia Rio-Juiz de Fora.

Com a construção da ponte Rio-Niterói, acabaram com o sonho de crescimento da pequena Magé, cidade nos fundos da Baía de Guanabara, que era caminho obrigatório dos que iam de um lado ao outro e não queriam sofrer na espera da barcaça que levava meia dúzia de carros.

Criaram esse maldito do Proálcool, com o medo infundado de que o petróleo vai acabar um dia.

Para apressar logo o fim do chamado "ouro negro",deram um impulso gigantesco à Petrobras,que passou a extrair petróleo  10 vezes mais (de 75 mil barris diários, passou a produzir 750 mil); sem contar o fedor de bêbado que os carros passaram a ter com o uso do álcool.

Enfiaram o Brasil numa disputa estressante, levando-o da posição de 45ª economia do mundo para a posição de 8ª, trazendo com isso uma nociva onda de inveja mundial. 

Tiraram o sossego da vida ociosa de 13 milhões de brasileiros, que, com a gigantesca oferta de emprego,ficaram sem a desculpa do "estou desempregado".

Em 1971, no governo militar, o Brasil alcançou a posição de segundo maior construtor de navios no mundo.Uma desgraça completa.

Com gigantesca oferta de empregos, baixaram consideravelmente os índices de roubos e assaltos. Sem aquela emoção de estar na iminência de sofrer um assalto, os nossos passeios perderem completamente a graça.

Alteraram profundamente a topografia do território brasileiro com a construção de hidrelétricas gigantescas (Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipu),o que obrigou as nossas crianças a aprenderem sobre essas bobagens de nomes esquisitos.

O Brasil, que antes vivia o romantismo do jantar à luz de velas ou de lamparinas, teve que tolerar a instalação de milhares de torres de alta tensão espalhadas pelo seu território, para levar energia elétrica a quem nunca precisou disso.

Implementaram os metrôs de São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza, deixando tudo pronto para atazanar a vida dos cidadãos e o trânsito nestas cidades.

Esses militares baniram do Brasil pessoas bem intencionadas, que queriam implantar aqui um regime político que fazia a felicidade dos russos, cubanos e chineses,em cujos países as pessoas se reuniam em filanas ruas apenas para bater-papo, e ninguém pensava em sair a passeio para nenhum outro país.

Foram demasiadamente rigorosos com os simpatizantes daqueles regimes,só porque soltaram uma"bombinha de São João"no aeroporto de Guararapes, onde alguns inocentes morreram de susto apenas.

Os militares são muito estressados.Fazem tempestade em copo d'água só por causa de alguns assaltos a bancos, sequestros de diplomatas. ..ninharias que qualquer delegado de polícia resolve.

Tiraram-nos o interesse pela Política, vez que os deputados e senadores daquela época não nos brindavam com esses deliciosos escândalos que fazem a alegria da gente hoje.

Os de hoje é que são bons e honestos.Cadê os Impostos de hoje, isto eles não fizeram! Para piorar a coisa, ainda criaram o MOBRAL, que ensinou milhões a ler e escrever, aumentando mais ainda o poder desses empregados contra os seuspatrões. Nem o homem do campo escapou, porque criaram para ele o FUNRURAL, tirando do pobre coitado a doce preocupação que ele tinha com o seu futuro. Era tão bom imaginar-se velhinho, pedindo esmolas para sobreviver.

Outras desgraças criadas pelos militares:  Trouxeram a TV a cores para as nossas casas,pelas mãos e burrice de um Oficial do Exército,formado pelo Instituto Militar de Engenharia,que inventou o sistema PAL-M. 

Criaram ainda a EMBRATEL;TELEBRÁS; ANGRA I e II; INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM.

Tudo isso e muito mais os militares fizeram em 22 anos de governo. Pensa!! Depois que entregaram o governo aos civis, estes,nos vinte anos seguintes,não fizeram nem 10% dos estragos que os militares fizeram. Graças a Deus!Ainda bem que os militares não Continuaram no poder!!

Tem muito mais coisas horrorosas que eles,os militares, criaram,mas o que está escrito acima é o bastante para dizermos: "Militar no poder, nunca mais!!!",exceto os domesticados.

Ainda bem que hoje estão assumindo o poder pessoas compromissadas  com os interesses do Povo.

Militares jamais! Os políticos de hoje pensam apenas em ajudar as pessoas e foram injustamente prejudicadas quando enfrentavam os militares com armas às escondidas com bandeiras de socialismo.

Os países socialistas são exemplos a todos.

ALÉM DISSO, NENHUM DESSES MILITARESCONSEGUIU FICAR RICO
 

ÊTA INCOMPETÊNCIA ! ! ! !!


Ih! Tropecei!
Ainda bem que não sou presidente da República
e não tenho a vida de muitas pessoas em minhas mãos.


Também! Quem tem uma PresidentA

que não para de falar no tempo que já passou !

 

A HORA DA VERDADE


A HORA DA VERDADE ESTÁ CHEGANDO
Luiz Carlos Braga
 
O desespero bateu geral no desgoverno do PT. O país assiste atônito a todo tipo de insensatez e inaceitáveis atos de ameaça explícita. Sentindo cada vez mais perto o pontapé na bunda, Dilma se reúne com seus auxiliares diretos para traçar estratégias de reação contrárias ao seu irreversível impeachment, nunca vistas na história de nenhum país.
 
Abertamente e fazendo do Palácio do Planalto um palanque político eleitoreiro Dilma ataca as Instituições, manda recado de que não haverá transição na transmissão dos cargos, assina decretos de última hora com o propósito de liberar astronômicas verbas para os chamados "programas sociais" agravando drasticamente a já combalida economia do país, tenta denegrir a imagem do país no exterior e como se não bastasse este festival de horrores, comete o incitamento a vários tipos de crimes ao liberar recursos para os líderes Sindicais da CUT, MTST, MST e outros para, através de atos de violência explícita, promover quebra-quebras, invasões em fazendas na zona rural, obstruções de rodovias com a queima de pneus e atos de vandalismo.
 
Se isto a que estamos assistindo é democracia, acho que o Brasil já perdeu a sua identidade. O Brasil inteiro assistiu a algumas manifestações, onde milhões de pessoas vestindo verde e amarelo ocuparam as cidades de forma pacífica e não se verificou um único ato de violência.
 
...  L., Dilma e seus seguidores não estão nem aí para o Brasil e seu povo. O que estamos vivenciando é uma vergonha para todos os brasileiros e joga por terra todos os anos de prosperidade que fizerem do nosso país a sexta economia do planeta.
 
Decididamente, como está no pode continuar e alguma coisa terá que ser feita com a maior urgência.
 
Todos se perguntam: O que está faltando para uma anarquia? MTST e MST são grupos formados por oportunistas, com objetivos meramente político-ideológicos a serviço de um plano de poder a qualquer preço e sem qualquer identidade, haja vista não possuírem CNPJ e nem uma Razão Social que os credenciem ao exercício de qualquer atividade laborativa.
 
Decididamente, A HORA DA VERDADE ESTÁ CHEGANDO. Independentemente da solicitação de um dos poderes constituídos, as Forças Armadas terão que se posicionar e agir em nome da nação e do seu povo. O direito constitucional de ir e vir dos cidadãos, não pode ser ultrajado e cerceado por grupos de foras da lei, sem qualquer identidade haja vista não possuírem CNPJ e nem razão social que os credencie a qualquer atividade.
 
Você gostaria de estar viajando com a sua família e de repente ficar exposto a uma situação com esta? Assista ao vídeo, tire suas conclusões.
 

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Para o Ministério da Economia chamem uma dona-de-casa



Se 'estiverem' a fim de economizar de verdade, é só chamar uma dona-de-casa para ocupar o Ministério da Economia (Planejamento também serve!)  e não atrapalharem seu trabalho. 
 
Basta lhe dar plenos direitos para exercer livremente seu papel.  E sem o oferecimento disso ou daquilo.  Aí, sim, verão o que é a verdadeira economia que irá nos tirar da bancarrota em que nos meteram. 

Digam a ela que o desejo (ou necessidade?) é ela fazer a mesma coisa que faria se o enorme Brasil fosse sua casa.
 
Acostumada a se equilibrar para pagar as contas de uma residência, que não param de crescer, ela saberia cortar os gastos necessários. 
 
Ela jogaria na lata de lixo tudo o que nos custa caro e é supérfluo ao cidadão.
 
 
O brasileiro sofreria muito menos
e as contas do país seriam todas pagas.
 
 
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  1. Deputados e Senadores ganham muito mais do que trabalham e merecem.
  2. Parlamentares e nossa PresidentA usam até jatinho "para irem ali na esquina".
  3. Mesmo os ex (ex isso ou ex-aquilo) continuam mamando nas tetas do Governo Federal.
  4. "É estarrecedor o volume de dinheiro", foi dito sobre a corrupção que assolou o país.
  5. Pimentel, governador de Minas Gerais,  deu cargo à sua mulher.
  6. Contas no Estado têm novo confisco.
  7. Carga tributária subiu em 2015.
  8. Um Ministro deu cargo à tia de sua mulher.
  9. Cargos são distribuídos da mesma forma que o PT distribui mortadela.
  10. Políticos gastam alucinadaente e quem É OBRIGADO a pagar somos nós!
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MÚSICA "JOGA FORA"
É cansei já não dá mais / Você pisou demais
Pra frente é que se anda
...
Vou jogar fora no lixo... / Vou jogar fora no lixo... / Vou jogar fora no lixo...
 

quinta-feira, 28 de abril de 2016

JOSÉ DE ABREU - Biografia

RECEBIDO POR EMAIL
 
 
Fonte: Nordeste libertário.
 
 
 
O passado de José de Abreu
 

 José de Abreu foi militante politico desde a juventude e grande PARCEIRO DE JOSÉ DIRCEU, foram presos em congresso da UNE .
 
Pertenceu à Ação Popular (AP) que assaltou a MÃO ARMADAMATOU pessoas justificando-se pela ideologia comunista e deu "apoio logístico" à VAR-Palmares, Vanguarda Armada Revolucionária (grupo da Dilma) um grupo de esquerda que tinha como pretexto o combate do regime militar.

 Exilou-se no exterior e cinco anos depois foi um dos responsáveis pela introdução no Brasil de drogas lisérgicas clandestinas que o tornou muito popular no meio artístico.

 Participou ativamente do aparelhamento de esquerda de movimentos jovens estudantis da igreja católica JUC e JEC.

 Se diz traído pelo PT ao abandonar o mensaleiro e idealizador do Petrolão na cadeia, Zé Dirceu.

 Aos 70 anos se intitula playboy, mulherengo e bissexual ativo no Brasil, não em Cuba (lá é proibido) onde tem transito politico.
 

 Sempre militou ativamente e escondido nas sombras através do cinema e do teatro, pelo comunismo no Brasil. Nunca aceitou isso publicamente.
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Segundo ele mesmo disse , no Twitter, nunca teve tantas mensagens como agora, depois que cuspiu na cara de um casal em um Restaurante, embora não se saiba direito quem começou a  confusão. Mas que cuspiu, cuspiu!
 
A quantidade de  mensagens numa rede social pode até ter aumentado depois do incidente, mas o número de fãs que ele perdeu certamente excedeu o número de mensagens que recebeu.  Como a Internet não vê televisão, não vai ao cinema nem ao teatro, seu destino como ator é um tanto sombrio.

Henrique Neiva faz arte


RECEBIDO POR EMAIL

CONVITE expo: TRANS | MAZZILLI - dia 4 maio - QUARTA - de 19h às 21:30h - CC UFMG - BH
 
Caro amigo,
convido para minha exposição TRANS com curadoria de Rodrigo Vivas no CENTRO CULTURAL UFMG. São 50 trabalhos realizados  a partir de 2007,  sendo 18 inéditos e recentes criados em 2016.  A exposição é constituída de objetos, fotografias, bordados, colagem, vídeo e instalação que reverenciam a obra de Amílcar de Castro, Lygia Clark, Marcos Coelho Benjamim, Farnese  de Andrade e Tarsila do Amaral. A mostra aborda questões de gênero, etnia, memória e promove diálogos com o tempo presente, além de  possuir forte apelo, mesmo aos não iniciados na arte contemporânea, pela diversidade de materiais utilizados e familiaridade dos objetos expostos como bacias, penico, faqueiro e outros utensílios de uso doméstico.
Espero você e conto com sua ajuda na divulgação. Obrigado.
Grande abraço, 
 
              Mazzilli
              www.mazzilli.art.br 
 
 



Foto do perfil de Henrique NeivaNão irei por ser carioca e estar muito longe de Belo Horizonte,  
mas respeito e muito o trabalho e a criatividade dos artistas.
Por isso, a única forma de reverenciar quem "faz arte "
é divulgar o trabalho que será apresentado. 

Parabéns a todos os artistas
e principalmente ao
Henrique Neiva,
cuja foto coloquei aqui.