Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

SAMBA DA ELITE DOIDIVANA

 
Além de sermos contrários a tudo o que puder ser considerado racista,
somos realistas. 
Portanto, o
SAMBA DO CRIÔLO DOIDO se torna 
SAMBA DA ELITE DOIDIVANA


 





 
 
 
 
 
 
 

Doidivanas = Pessoa insensata, excêntrica, extravagante, sem prudência.   Pessoa esbanjadora, que gasta dinheiro em excesso.   Sujeito gastador - perdulário.
 

 
 
 
 
 
 

SANTANDER DE NOVO E A CENSURA



 
 

Partido chegou como salvador da pátria e se transformou.

O tapeador PT mostrou que nunca passou de mais um
PQP-Partido Quero Propina



 
 
 
Depois de toda a muvuca criada em torno de um banco, ele aparece,  gratuitamente, nas páginas de um jornal carioca.  Agora o banco se desculpa e distribui mais uma carta, negando 'viés político ou partidário' em sua primeira carta. 
 
 
Cartas do banco a seus clientes em duas etapas
 
1 - Primeira Carta do banco
 
 2- Segunda Carta do banco
 
 
 
 
NADA MELHOR DO QUE UMA PROPAGANDA GRATUITA.
 
 
 
 
 

CONVENÇA O POVO A VOTAR CERTO

 
 
 
 
 
Se você é carioca, arrume suas malas e saia daqui porque, segundo as pesquisas, um garotinho vem aí para fazer mais estragos do que já fez .
 
Porque um sujeito que fez tantos estragos tornará a ser eleito? Por causa da bagunça que ajudou a fazer?  Porque ninguém que aqui vive tem compromisso com o Estado pois, embora viva aqui , pensa que não tem compromisso algum com o Estado?  Ou porque é evangélico?  Ou por ter um nome mais lembrado pelos INGUINORANTES eleitores?
 
 
 
 
 


O QUE FAZER
 
 
 
VOTE NAS PUTAS
PORQUE NOS FILHOS NÃO DEU CERTO
VÍDEO IMPERDÍVEL PARA A ÉPOCA
 

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Em havendo guerra...

 
 
 
Caros amigos
 
Parece absurdo, mas ainda existem pessoas no Brasil, ligadas ou não ao Partido dos Trabalhadores, que querem para nós o triste destino do povo cubano, onde o regime de força da "famiglia Castro" distribui a miséria, a fome e a doença e confisca todas as liberdades, inclusive a de pensar e discordar.
 
O tempo se tem encarregado de transformar o engodo em realidade e de fazer com que os menos ignorantes enxerguem o quanto têm sido ingênuos ou coniventes com o mal chamado PT.
 
A consequência, lógica e democrática, será a sua derrota nas eleições de outubro e a alternância de partidos e propostas no poder da república.
 
Como diz o sábio ditado popular, "não há mal que nunca acabe, nem há bem que sempre dure" e, parece, está chegando o dia em que a democracia indicará o fim desse tempo e a saída deles do poder.
 
Resta saber se, quando efetivar-se a derrota, os vencidos entregarão, conforme manda a lei, os postos e privilégios com os quais se têm locupletado e lambuzado, desde o primeiro mandato da era pós moral, sob a liderança do Sr ////// da Silva e seus muitos ladrões.
 
Os indícios do desconforto dos que não reconhecem a via democrática já são audíveis. Seus temores revelam-se nas manifestações, nas declarações e nas palavras de ordem da militância que, sem subterfúgios, não nega seu desejo de que a “América Latina seja toda comunista”!
 
//// da Silva, ao pressentir a derrota, ameaça: "Eles não sabem do que somos capazes!".
João Pedro “Stalinde promete que, em caso de a vitória da oposição, haverá guerra!
O MST, o MTST, os Black “Bosts” - protegidos do PSOL e do PC do B -, os sindicatos comprometidos, o crime organizado, a UNE, os apaniguados e incompetentes aboletados em cargos públicos e "de confiança", os corruptos de todos os matizes e a legião de desocupados, intimidados pela fome, são os meios que podem ser mobilizados para o cumprimento das ameaças e das promessas de negar o direito e a verdade das urnas!
No entanto, caso isto ocorra, ou seja, se ousarem fazer a guerra, não restará à Nação outra alternativa que o emprego das Instituições que, sendo portadoras de suas armas, detém o dever, o poder e a competência para lutar na guerra, fazer valer e cumprir a lei e assegurar a ordem interna.
 
Peçamos a Deus para que estas promessas e ameaças não ultrapassem os limites da bravata e que as Forças Armadas não precisem ser empregadas para defender a vontade nacional, expressa nas urnas!
 
Que a Sabedoria de Deus nos inspire, agora e sempre!
 
Gen Bda Paulo Chagas

Nenhuma ditadura serve para o Brasil!
-  Grupo Ternuma -
 
 
 

Os abutres

 

Argentina pede trégua de 90 dias
 
Na véspera de possível calote, o ministro da Economia da Argentina, Axel Klcillof, voou às pressas a Nova York para pedir aos "fundos abutres" 90 dias de trégua.
 
 
 
Embora exista no mercado financeiro explicação para a atuação de um chamado 'fundo abutre"  (http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/11/1372700-conheca-as-formas-de-atuacao-do-fundo-abutre.shtml) podemos concluir que a  presidente da  Argentina só conheceria, de fato, o que é um abutre caso resolvesse viver no Brasil.
 
Nós brasileiros conhecemos os diversos tipos de  abutres que nos rondam e rondam as empresas que aqui sobrevivem.
 
Esses abutres podem vir fantasiados de diversas formas.  Podem vir travestidos de tributos (prestação pecuniária compulsória, ou seja uma prestação que você é obrigado a pagar queira ou não, que tenha ou não justificativa para existir) ou mesmo de fiscais.
 
Podem também vir em forma de leis aplaudidas pela população, que a dribla assim que pode.  É o caso da elogiável Lei Seca.  Muitos bebem à vontade antes de dirigir, embora não esqueçam de consultar seu celular para saber qual o melhor caminho para os irresponsáveis.
 
Há também sinalizações nas estradas que dizem qual velocidade deve ser seguida  (naquele pequeno trecho apenas), do contrário você será multado.
 
É por aí que acaba nossa privacidade.  Se você insistir em ser um indivíduo com plenos direitos de levar sua vida, cuidado, porque pode ser multado.  Um abutre sempre estará de olho em você.
 
 
 
Não deixe de ler o livro 1984, de George Orwell , onde ele "denunciou as mazelas do totalitarismo e tornou-se um dos mais influentes romances do século 20. De modo profético, George Orwell abordou temas relevantes como a quebra da privacidade. http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/saiba-mais-livro-1984-george-orwell-678177.shtml
 
 
 

 TENHA CUIDADO !
UM ABUTRE PODERÁ ESTAR A ESPIONÁ-LO
PARA FICAR COM SEU DINHEIRO!
 

 

QUANTO VOCÊ TEM EM CASA?


Disse nossa presidenta "socialista", que não deveria falar nunca, que guarda R$ 152.000,00 em casa.
 
Como é muito fácil  ser  socialista com sacrifício dos outros, que passaram vida inteira trabalhando para sustentar vagabundos, principalmente os vagabundos que estão concentrados em Brasília,  gostaríamos de saber qual seria a quantia  que um 'trabalhadô" tem condição de guardar durante um ano inteiro se receber por mês um salário mínimo .
 
As pessoas "comuns",  que não invadem o lugar onde vivem nem têm gatos precisam:
 
- comprar comida básica para sustentar a família;
- pagar aluguel, condomínio ou Impostos do imóvel onde vive;
- pagar luz;
- pagar gás;
- pagar a conta de telefones;
- pagar combustível para o carro, que gasta tanto quanto mais uma família;
- fazer outros pagamentos 
 
 
Quanto tempo seria necessário para quem  ganha um salário no final  de cada mês guardar em sua casa a quantia de R$ 152,00?

 
 
 
 

SUICÍDIO ELEITORAL

 
 ANTI-MARKETAGEM OUTRA VEZ.
 
 
 


Num caso que dura quase uma semana, vemos a carta que um  Banco enviou a seus clientes aparecer mais uma vez em um jornal  (terá sido em apenas um?).
 
Nunca um caso envolvendo uma pequena carta,  onde um banco cumpre sua principal obrigação que é informar seus clientes  do que se tornou óbvio, foi tão  divulgado e ganhou tanta notoriedade quanto esse!  
 
Na confusão criada, uma mera carta serviu aos dois lados. Foi contra e a favor ao mesmo tempo. Atuou como propaganda grátis de um banco e, ao mesmo tempo, uma anti-propaganda da atual presidenta e candidata à reeleição. 
 
O  que vem acontecendo é mais um suicídio eleitoral que uma simples anti-propaganda. 
 
O tal banco pode até pedir desculpas e demitir a funcionária que, no sua obrigação com os clientes, enviou a carta, porém, às escondidas, ele agradece por esse tipo de propaganda da qual não precisou gastar nem um centavo.  Nas ruas, as pessoas se lembrarão sempre do nome do banco, mas esquecerão o que ocasionou sua divulgação.
 
Embora a  atitude do banco não tenha sido aceitável para alguns, embora se tenha dito na carta o que já se sabe, nos cabe perguntar se um banco teria compromisso com o governo ou com seus clientes.  Claro que o governo é prioritário, principalmente quando a democracia está bem mais longe do que alguns pensam!  Além disso, o povo que vota em propagandas enganosas não aplica seu dinheirinho na Bolsa de Valores, até porque dele não sobra o suficiente para fazer mais nada.
 
 
 
Outros assuntos interligados ao suicídio:

- Bancos farão análises mais conservadoras - Instituições financeiras já temem represálias do Planalto

- Inflação muda os hábitos dos consumidores

- Confiança da indústria cai pela sétima vez

- Juro para pessoa física sobe de novo
 
- FMI diz que economia é vulnerável. Por enquanto o FMI não pediu desculpas nem o funcionário culpado por tal absurdo precisou procurar outro emprego!

As notícias acima estão no jornal O Globo.  Um jornal que serve mais para nos ensinar a dizer palavrões, ao ler apenas a primeira página e para fazer Palavras Cruzadas.




 

terça-feira, 29 de julho de 2014

De onde veio o dinheiro?

 
COMO NÃO CABE A ESTE BLOG FAZER CAMPANHAS ELEITORAIS A NINGUÉM, OS NOMES DE CANDIDATOS E OUTROS TIPOS DE POLÍTICOS QUE REPRESENTEM QUAISQUER PARTIDOS FORAM SUBSTITUIDOS.

CABE A ESTE BLOG, JUNTO COM A BURRICE COMPULSIVA QUE AFETA ALGUMAS PESSOAS, FAZER APENAS ANTI-CAMPANHAS.

 
De onde veio o dinheiro, $%$#$?
O EDITOR - 29/07/2014



Ontem a presidente $%$#$ declarou que tem R$ 152 mil em casa.

Em dinheiro vivo. Em papel moeda. Em espécie.

Como contribuinte, gostaria de saber como é que tanto dinheiro foi parar assim vivinho nas mãos de $%$#$.

O seu salário, ao que consta, é depositado em banco, junto com a folha de pagamento dos funcionários públicos federais. Ao que se sabe ela recebe cerca de R$ 20 mil mensais. O dinheiro equivale, assim, a uns sete meses dos seus proventos.

Fico pensando: $%$#$ vai ao banco e saca em dinheiro vivo para deixar guardado embaixo do colchão?

Emite cheques e manda algum assessor sacar? 

Ou ela mesma busca no caixa eletrônico, à noite, furtivamente, em inúmeras incursões já que o limite para estas operações é de R$ 1 mil?

A declaração de renda da $%$#$ não informa nenhuma outra fonte de rendimentos que não seja o seu salário. Não há aluguel. Não há herança. Não há participação de lucros em nenhum empreendimento.

Por isso, não só este blogueiro, como grande parte dos brasileiros, está curioso para saber como $%$#$ amealhou tanto dinheiro vivo e por que guarda todo este numerário em casa, desvalorizando, dando prejuízo, numa decisão totalmente antieconômica, mesmo para uma presidente que não é muito prendada nesta área. 

É muita moeda sonante. E muita bufunfa. É muito cacau. Estes R$ 152 mil  equivalem a 210 salários mínimos ou a 1.974 benefícios da Bolsa Família.

" Nós que é pobre", como declarou ... (ex-presidente igualmente petista), ontem,  não estamos acostumados a ver pessoas sérias e honestas com tanto dinheiro em casa. Normalmente, tanto dindin vivo aparece ligado à corrupção, propina e crimes contra o erário, em operações da Polícia Federal.

Para evitar maledicências, a $%$#$ poderia apresentar os comprovantes de saques na sua conta bancária totalizando R$ 152 mil. Um extrato simples. Uma relação com datas e valores. Ou qualquer comprovante que demonstre de onde veio toda esta dinheirama. Apenas em nome da transparência pública. Não deve ser difícil para Dilma Rousseff. Afinal de contas, sendo Dilma a presidente da República, tudo deve estar declarado e registrado nos mínimos detalhes.

Poderia, mesmo, abrir a conta dos cartões corporativos, hoje mantidos sob sigilo, já que eles permitem saques em dinheiro e não só o pagamento de despesas. Apenas para não permitir ilações por parte da Oposição maldosa.

A pergunta é simples: de onde veio o dinheiro, $%$#$? Mostra pra gente, $%$#$. 



 

O que pretendem os radicais? JOSÉ AUGUSTO GUILHON ALBUQUERQUE

 
 O que pretendem os radicais? 


Estamos presenciando a recaída de nosso pretenso partido hegemônico, o PT, na radicalização. Não resta dúvida de que %@#+ está radicalizando, o PT também está e D%@#+ está aos poucos cedendo às pressões para radicalizar. O que resta é a questão de saber por quê. Dúvida pouco relevante nas eleições de 1982, 1989, 1994 e 1998, quando %@#+ foi derrotado por causa do caráter radical de seu programa.

Já a vitória de %@#+ em 2002 deveu-se a fatores que amainaram as aparências mais radicais da campanha. Primeiro foi a substituição de seu programa por uma "carta de princípios" que comprometia um futuro governo petista com o Estado Democrático de Direito e, sobretudo, com a manutenção da política econômica até então vigente.

Segundo, a adoção de um estilo de comunicação e um novo discurso acomodatício, de uma personalidade inteiramente nova, com expressão corporal e vestuário "executivo" - tudo diametralmente oposto ao estilo raivoso e confrontacional do passado. E, terceiro, a aliança "pragmática" com seus adversários ideológicos mais opostos, inclusive ícones do regime autoritário e donos dos currais eleitorais mais atrasados do País.

Ninguém precisou se enganar. A esquerda petista não precisava ser enganada porque entendeu o compromisso como sendo apenas uma diversão tática para chegar ao poder e, em seguida, assumir a hegemonia e impor seu programa aos aliados incômodos, às elites dominantes e às classes médias alienadas. Após as eleições de 2002, todas as bandeiras do partido continuaram vigentes, com parte da linguagem mais radical substituída por eufemismos.

As chamadas raposas e os "picaretas" também não se enganaram, porque confiavam em sua lendária capacidade para manipular o jogo parlamentar e os corações e mentes da classe dirigente em proveito próprio. Com isso, esperavam lucrar duplamente, primeiro, barrando as iniciativas inconvenientes do governo, seja as mais audaciosas agressões às instituições vigentes, seja as ameaças aos interesses vitais da maioria ou de setores relevantes da classe política. Em segundo lugar, tornando-se livres para chafurdar sem pejo no lodaçal da República, convenientemente rebatizado de "governança".

Seria a quintessência da aliança espúria, o perfeito win-win game, o jogo em que todos ganham mais do que perdem, com exceção do povo. Afinal, o PT teve de ceder quase todos os anéis, mas ficaram os dedos com os quais por 12 longos anos tem-se aferrado ao poder com todas as suas pompas e todas as suas glórias. E nem todos os anéis se foram. Eles retornam intermitentemente em pronunciamentos oficiais e oficiosos do PT e de suas organizações paragovernamentais.

Percebe-se hoje a insatisfação generalizada que corrói até a medula o pacto pelo imobilismo e a mediocridade que mantém a "governabilidade" da aliança lulo-dilmista. E pela razão muito simples de que talvez, mais ainda do que o povo, os stakeholders da aliança são precisamente os mais insatisfeitos.

O PT está insatisfeito porque, ao fim de 12 anos de tão ardentemente esperada hegemonia, muito pouco ou quase nada se concretizou dos esperados atributos de um partido hegemônico. O monopólio da "direção intelectual e moral" da sociedade, o controle da luta ideológica por meio da submissão da imprensa, a subordinação dos demais poderes e a conquista de prerrogativas supraconstitucionais para o partido vêm sendo, a cada revés, adiados para os "amanhãs que cantam".

Do outro lado, os "picaretas" e as raposas também estão insatisfeitos, porque receberam os anéis, mas não podem ostentá-los nem foram convidados ao baile. Recolhem do butim as migalhas, mas se sentem permanentemente ameaçados - e traídos - pela ganância hegemônica do PT. Sua participação no poder serve para limitar as perdas, mas não os exime de ceder às chantagens e compartilhar a culpa pelos fracassos do governo e a impopularidade que daí resulta.

A popularidade vinha mantendo essa aliança dos insatisfeitos. Mas a insatisfação do PT só era contida pela certeza da reeleição. Sem ela, os amanhãs que cantam não seriam apenas adiados para o próximo quadriênio, mas sine die.
A insatisfação da classe política, do empresariado, das classes dirigentes em geral, já não é contida pela falta de alternativas atribuída à inevitabilidade do continuísmo. A alternativa agora é possível: por que, então, as classes dirigentes optariam pelo suicídio?

Se a radicalização e o clima polarizado que ela implica levaram no passado à derrota eleitoral, e se a alternativa de uma coalizão dos insatisfeitos está fazendo água, então essa radicalização não seria para evitar a derrota, mas para evitar a ameaça da alternância no poder. A radicalização do PT não seria um erro tático, mas uma estratégia deliberada para conquistar sua almejada hegemonia fora das urnas e apesar delas.

Como? Criando um clima conflagrado que contrapõe a legitimidade das ruas à legalidade das instituições; impondo o controle "social" à pura e simples liberdade de pensamento e de expressão; concitando a convocação de assembleias constituintes oportunistas para submeter a Carta a maiorias de ocasião; dissolvendo no dia a dia o direito à propriedade individual para satisfazer os interesses dos militantes organizados; invocando a liberdade de manifestação como desculpa para agredir a liberdade de ir e vir, o patrimônio e até a integridade física das pessoas. O resultado seriam eleições tumultuadas, pondo em risco uma transição pacífica de governo.

A posse de marcou a primeira alternância real entre elites no poder depois do período autoritário, como demonstra Leôncio Martins Rodrigues em suas pesquisas recentes. Resta saber se a atual elite governante e seu partido dominante acatarão o veredicto das urnas e a alternância entre elites no poder que daí deverá decorrer: será o teste de fogo para a democracia brasileira.
 
JOSÉ AUGUSTO GUILHON ALBUQUERQUE
O ESTADÃO - 29/07/2014




 

 

 

 

 

 

Entrevista com o Papa Francisco - A POBREZA


 

 O jornalista, tentou embaraçar o Cardeal, perguntando-lhe o que ele pensava sobre a pobreza no mundo.
O cardeal respondeu: 
" - Primeiro na Europa e agora nas Américas, alguns políticos têm se dedicado a endividar as pessoas, fazendo com que fiquem dependentes. 
 - E para quê? Para aumentar o seu poder. Eles são grandes especialistas em criação de pobreza e isso ninguém questiona. Eu me esforço para lutar contra esta pobreza. 
 - A pobreza tornou-se algo natural e isso é ruim. Minha tarefa é evitar o agravamento de tal condição. As ideologias que produzem a pobreza devem ser denunciadas. A educação é a grande solução para o problema.
- Devemos ensinar as pessoas como salvar sua alma, mas ensinar-lhes também a evitar a pobreza e a não permitir que o governo os conduza a esse estado lastimável " 
 Mathews ofendido pergunta: - O senhor culpa o governo? 
 " - Eu culpo os políticos que buscam seus próprios interesses. Você e seus amigos são socialistas. Vocês (socialistas) e suas políticas, são a causa de 70 anos de miséria, e são culpados de levar muitos países à beira do colapso. Vocês acreditam na redistribuição, que é uma das razões para a pobreza. Vocês querem nacionalizar o universo para poder controlar todas as atividades humanas. Vocês destroem o incentivo do homem, até mesmo para cuidar de sua família, o que é um crime contra a natureza e contra Deus. Esta vossa ideologia cria mais pobres do que todas as empresas que vocês classificam de diabólicas".
Replica Mathews: - Eu nunca tinha ouvido nada parecido de um cardeal. 
" - As pessoas dominadas pelos socialistas precisam saber não têm que ser pobres" 
Ataca Mathews: - E a América Latina? O senhor quer negar o progresso conseguido? 
"O império da dependência foi criado na Venezuela por Hugo Chávez, com falsas promessas e mentindo para que se ajoelhem diante de seu governo. Dando peixe ao povo, sem lhes permitir pescar. Se na América Latina alguém aprende a pescar é punido e seus peixes são confiscados pelos socialistas. A liberdade é castigada. 
- Você fala de progresso e eu falo de pobreza. Temo pela América Latina. Toda a região está controlada por um bloco de regimes socialistas, como Cuba, Argentina, Equador, Bolívia, Venezuela, Nicarágua. Quem vai salvá-los (a América Latina) dessa tirania?" 
Acusa Mathews: - O senhor é um capitalista. 
" - Se pensarmos que o capital é necessário para construir fábricas, escolas, hospitais, igrejas, talvez eu seja capitalista. Você se opõe a este raciocínio?" 
- Claro que não, mas o senhor não acha que o capital é retirado do povo pelas corporações abusivas? 

- "Não, eu acho que as pessoas, através de suas escolhas econômicas, devem decidir que parte do seu capital vai para esses projetos. O uso do capital deve ser voluntário. Só quando os políticos se apropriam (confiscam) esse capital para construir obras públicas e para alimentar a burocracia é que surge um problema grave. O capital investido voluntariamente é legítimo, mas o que é investido com base na coerção é ilegítimo ". 
- "Suas ideias são radicais", diz o jornalista. 
- "Não. Há anos Khrushchev advertiu: "Não devemos esperar que os americanos abracem o comunismo, mas podemos ajudar os seus líderes com injeções de socialismo, até que, ao acordar, eles percebam que abraçaram o comunismo". Isto está acontecendo agora mesmo no antigo bastião da liberdade. Como os EUA poderão salvar a América Latina, se eles próprios se tornarem escravos de seu governo? " 
Mathews diz: - "Eu não consigo digerir (aceitar) tal pensamento". 
O cardeal respondeu: - "Você está muito irritado porque a verdade pode ser dolorosa. Vocês (os socialistas) criaram o estado de bem-estar que consiste apenas em atender às necessidades dos pobres, pobres esses que foram criados por vocês mesmos, com a vossa política. O estado interventor retira da sociedade, a sua responsabilidade. Graças ao estado assistencialista, as famílias deixam de cumprir seus deveres para obterem o seu bem-estar, incluindo as igrejas. As pessoas já não praticam mais a caridade e veem os pobres como um problema de governo.
- Para a igreja já não há pobres a ajudar, porque foram empobrecidos  permanentemente e agora são propriedade dos políticos. E algo que me irrita profundamente, é o fato dos meios de comunicação observarem o problema sem conseguir analisar o que o causa. O povo empobrece e logo em seguida, vota em quem os afundou na pobreza ".

 
 "O socialismo dura até terminar o dinheiro dos outros
Margareth Thatcher



 

 

SANTANDER, DE NOVO e a 'anti-marquetagem'

 
 
"... o que é inaceitável é um governo, qualquer governo, interferir em uma empresa privada impedindo que ela expresse sua opinião sobre a situação econômica do país.  Sobretudo uma instituição financeira, que tem a obrigação de orientar clientes para que invistam seu dinheiro da maneira mais rentável ou segura possível." - Merval Pereira
 
 
 
 

Dilma disse que comunicado do Santander  é inadmissível

para  qualquer país.



Público e privado - Técnicos  do governo são escalados para auxiliar presidente em debate - Servidores foram orientados a estudar temas de encontro e candidatos (Geralda Docar e Cristinane Bonfanti) 

Antigamente, mas não muito antigamente assim, bastava inserir num 'busca' virtual  qualquer título escrito em algum  jornal ou revista para termos o endereço que colocaríamos para que todos o lessem, pois ele apareceria como se fosse um passo de mágica.  Hoje, não se sabe se tal prática foi censurada devido ao uso e abuso de  textos alheios , embora o  nome do escritor aparece no conjunto, mas a maioria foi substituída por um aviso  que informa "Sua pesquisa - Técnicos do governo são escalados para auxiliar presidente em debate -Servidores foram ... - não encontrou nenhum documento correspondente."
 
Aí vemos , mais uma vez, o que  é uma burra anti-marquetagem.   Se todos os artigos podem ser lidos de acordo com nossa boa ou má intenção,  tal atitude nos  leva a escrever apenas a parte que nos interessa mais, seja por preguiça ou falta de tempo.   É como dizem "pela aí"': nosso país 'merolhô' tanto que foi criada até uma nova profissão: a de anti-marketeiro.  Têm vaga para  mim?

 

SE NÃO  QUER  QUE TODOS SAIBAM DE ALGUMA COISA, NÃO  A   DIVULGUE



 
Desculpas por nada - DORA KRAMER
O ESTADÃO - 29/07/2014
 
Francamente, não deu para entender a razão da polêmica em torno da análise do Banco Santander, enviada a um grupo seleto de clientes, apontando risco de piora da situação econômica caso a presidente Dilma Rousseff venha a ser reeleita.

O incompreensível nesse episódio não foi a reação do PT. Ofendido, o partido falou em entrar na Justiça (contra o quê?) e aludiu logo ao já batido “terrorismo eleitoral”. Isso sempre acontece: qualquer coisa diferente de elogios é vista sob o prisma da ilegalidade e da conspiração.
Esquisito mesmo foi o banco considerar que devia “esclarecimentos” e desculpas às autoridades em geral, à presidente Dilma em particular, por uma análise de conjuntura que nem novidade é. Faz constatações que estão todos os dias nos jornais e estão no radar de praticamente todos os agentes políticos e econômicos.

Se essas previsões são acertadas ou não, são outros quinhentos. Fato é que o desenho de cenários é algo absolutamente normal. O traçado sempre será mais favorável ou desfavorável a alguém.

Se formos ver as coisas por essa ótica, ficam em princípio interditadas quaisquer formas de manifestações porque todas significariam pernicioso engajamento, interferência na decisão do voto. O presidente do Santander houve por bem se manifestar isentando a instituição pela elaboração do informe, acrescentando que os responsáveis serão todos demitidos. Acrescentou que considera o Brasil um “país importantíssimo”.

E o que um cenário de risco com base em dados sobre a condução que esse ou aquele governo dá à política econômica tem a ver com a percepção sobre as potencialidades do país e a capacidade de outras forças que não aquelas momentaneamente no poder têm de geri-lo?

Os analistas do banco traçaram um cenário – trabalho para o qual se imagina que devam ter sido contratados – e serão demitidos por isso. Por quê? Porque o governo não gostou.

E se a situação fosse oposta: se o informe dissesse aos clientes que o risco de deterioração na economia estivesse justamente na possibilidade de vitória de algum dos candidatos da oposição?
Dificilmente essa ou qualquer outra instituição ver‑se-ia obrigada a pedir desculpas aos oposicionistas que, porventura, se sentissem prejudicados. O gesto de retratação decorre da força de intimidação do governo.
Isso, sim, é uma vantagem e não o contrário, como quis fazer crer o presidente do PT, Rui Falcão. Para ele o que houve é proibido. “Não se pode fazer manifestação em uma empresa que por qualquer razão interfira na decisão do voto”, disse. Por essa lógica as consultorias não poderiam se manifestar, as pesquisas de opinião não deveriam ser publicadas, muito menos interpretadas pelos especialistas, veículos de comunicação estariam proibidos de explicitar suas posições e o governo estaria impedido de usar suas prerrogativas para se dedicar em tempo integral a procurar interferir na decisão do voto.
 
 
 
 
 
 

 

segunda-feira, 28 de julho de 2014

DIVULGAÇÃO - Agradecemos penhoradamente


 
 
Há um provérbio que diz:
 
"Merda, quanto mais se mexe, mais fede."
Não é à toa que o malicioso ex-presidente  se cala quando aparecem os erros petistas que não podem ser jogados contra os outros.  Ele se cala sempre  que é evidente a impossibilidade de culpar a camada insatisfeita da sociedade, que cresce cada vez mais, por suas cagadas. Ele pode ter sido péssimo como presidente, mas seria um ótimo marqueteiro.  Só fico pasma quando percebo que ele não explica à sua sucessora que ela deve "se fazer de morta" em casos como o do Banco Santander, por exemplo.     

Há três dias ouço (leio) sobre o efeito nocivo que a carta do Banco Santander (ou seja lá de quem for) enviou a seu clientes.  Primeiro foi a carta.  Depois foi uma reação do vice-presidente.  Logo depois o banco pediu desculpas.  Notícia para cá, notícia para lá e o caso é mais divulgado do que deveria.  Toda essa divulgação foi encomendada ou foi mais um caso 'compulsivo' de burrice?

Resultado: o povo, que nunca sabe de nada mas vota, acabou sabendo do que, mais uma vez, não deveria ser informado .. para usar a 'INGUINORANÇA" diante das urnas.


 

 
 Seja burrice ou encomenda,
agradecemos penhoradamente.




sábado, 26 de julho de 2014

Meu carro, meu teto...


 
 

 
 
 

Governo insiste em medidas ao consumo

 
 
O atual governo pretende ajudar o consumidor pobre ou
as fábricas automobilísticas ? 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Caso verdadeiro:
 Numa enchente um sujeito viu sua casa ruir. Então, ele olhou para o carro que havia acabado de adquirir, com o peito bem estufado, e passou a morar dentro do carro.
 
 
 

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Recado às 'zelite'

Sucesso de Dilma deteriora economia,

diz Santander a clientes ricos 

http://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2014/07/25/sucesso-de-dilma-deteriora-economia-diz-santander-a-clientes-ricos/

 

 

A cognominada "zelite" também vota.  Ao nos unir em torno de um único candidato ... as eleições serão nossas.