Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Linchadores digitais - Pedro Doria

http://link.estadao.com.br/noticias/geral,linchadores-digitais,70002087220



Todas as culturas europeias tiveram, no período medieval, alguma versão do pelourinho. Nos países germânicos, era tipicamente formado por duas placas de madeira com buracos para cabeça e mãos. Na Ibéria, um pilar com correntes que amarrassem pulsos e canelas. Em comum havia o local: os pelourinhos ficavam no canto mais movimentado da cidade, quase sempre o mercado. Em comum, também, o uso. Serviam para exibir pessoas culpadas de crimes menores — calote nos impostos, uma pulada de cerca, fofoca. Um ritual de humilhação pública. Às vezes, eram açoitadas. Normalmente só levavam comida podre na cara, jogada não sem prazer por seus vizinhos.


A internet está se tornando um pelourinho, segundo o escritor Jon Ronson. É uma boa metáfora.


Em 2012, dois programadores que faziam piadas bobas — e machistas — durante uma conferência foram fotografados por uma mulher que se sentiu ofendida. A imagem foi para o Twitter e causou a demissão de ambos. No ano seguinte, houve o caso de Justine Sacco.


Ela era jovem e responsável pela comunicação social de um grupo digital de importância crescente. Tinha uma carreira de sucesso pela frente — e 170 seguidores no Twitter. Só 170. No dia mais trágico de sua vida, Justine se encontrava entediada no aeroporto de Heathrow, Londres, vinda de uma longa viagem que partira da Califórnia e a caminho doutra perna, para a África do Sul. Primeiro reclamou que o alemão a seu lado não usava desodorante. Daí fez uma piada com os dentes ruins dos ingleses. Esperou minutos fatídicos. “Indo para a África”, escreveu. “Espero não pegar Aids. Brincando. Sou branca!”


Meses depois, Justine explicaria que sua intenção era brincar com o estereótipo de um racista tacanho. Talvez seja desculpa, talvez seja verdade. Um de seus 170 seguidores era um jornalista conhecido. Retuitou. A bola de neve cresceu. A moça ainda estava dentro do avião quando se tornou o principal tema da rede no mundo. Alguns dos clientes de sua empresa manifestaram revolta. Virou crise. Seu chefe veio a público: Justine fora demitida. Ela dormia tranquila enquanto um universo de desconhecidos, ávidos, se perguntavam: “ela já pousou?” Alguém foi ao aeroporto registrar o momento em que ela descobriria que, arrancada do anonimato, havia se tornado na pior pessoa do mundo na internet daquele dia.


A onda de linchamentos virtuais não parou. Vários dos linchados mais recentemente são homens muito ricos, muito poderosos, que não se limitaram apenas a piadas racistas num momento de tédio. Harvey Weinstein, o produtor, será processado por violência sexual.


Nem todas as vítimas da internet, porém, são culpadas de crimes. Uns têm ideias que os intolerantes à esquerda ou à direita querem calar. Outros praticam um humor que, de mau gosto há vinte anos, é intolerável hoje. Há, até, quem simplesmente tenha vacilado por nada de grave.  (*)


Mas o ritual de humilhação pública é igualzinho ao de alguns séculos atrás. Quem se junta à multidão para jogar tomates podres ou mesmo pedras parte de uma convicção moral: tem certeza de estar do lado de um bem indiscutível e que o humilhado é culpado de um comportamento intolerável. O linchador tem, também, a certeza do anonimato. É um entre tantos, e se todos agem em bloco de um mesmo jeito, nenhum indivíduo pode ser culpado de algo repreensivo.


Há uma terceira característica. É a do sadismo. Quem parte em conjunto e sem piedade contra uma única pessoa, seja conhecida ou não, lá no fundo tem prazer em ver o sofrimento, o aniquilamento. O prazer de ver alguém tendo sua vida destruída.


Há uma diferença entre nós e os medievais. Nós sabemos que Justiça e multidões não combinam.


 (*) Todos temos o  direito de expor uma opinião ou, como foi o caso,  dar apenas uma sugestão, sem que outros, de idéias contrárias, o ataquem.  Podem até contestar, mas atacar com palavras violentas, não!

"Uns têm ideias que os intolerantes à esquerda ou à direita querem calar."

Intolerantes à esquerda são os lulistas ou petistas. Intolerantes à direita são os  "bolsonarenses" ou seja lá que nome levem futuramente.  O fato é que são iguais uns aos outros, estejam torcendo para que lado estiverem.  

É covardia várias pessoas se juntarem
para  agredir uma única pessoa.






Mais politicos presos!

Últimos políticos presos

JORGE PICCIANI
PAULO MELO
EDSON ALBERTASSI  


Na foto abaixo, vemos Picciani no camburão. Além dele mais dois políticos foram para o xilindró. Podem ser soltos ainda hoje, conforme  informa a mídia. 

Eles podem ser soltos, mas seus nomes serão inesquecíveis, principalmente na hora do voto.  É o que espero! Presidiários que foram comemorar junto com Cabral: JORGE PICCIANI, PAULO MELO e EDSON ALBERTASSI. 


TIM, TIM !
 Isso é que é comemoração!






quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Solidão e modismos


Solidão nacional ?



MODISMOS?
 MODA-CHAPÉU

MODA-GARRAFA?

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É moda? Soy contra!

Vejo a considerada moda como uma forma de nos restringir aos 'desejos' alheios.

Não esqueço uma vez em que entrei numa loja que tinha uma linda  blusa na vitrine,  exposta na cor-de-rosa, uma cor que nunca foi do meu agrado.  Foi quando a vendedora disse que rosa era a única cor existente, por ser a cor 'do momento'.  Ao dizer isso, ela acabou de me liberar de tal compra.  

Também houve época em que  bolinhas  eram  moda. Havia acabado de mandar fazer uma saia preta com bolinhas brancas.  A saia ficou esquecida em seu canto até que a mania passou.  Embora fosse na mão invertida, a moda acabou mandando em mim! Moda é uma praga mesmo!

Sempre usei relógio no braço direito, porque eles nunca foram feitos para serem usados do lado esquerdo.  Foi, portanto, determinado que deveríamos usar relógios apenas de um  lado!

"O relógio é um acessório que usamos e foi inventado para marcar as horas. Antes ele era de bolso, mas Santos Dumont, aviador e inventor do avião 14 Bis entre outras tantas invenções, queria saber as horas enquanto voava, por isso inventou o relógio de pulso e como ele era destro, a primeira linha de relógios de pulso, foi produzida para serem usados no pulso direito, esses primeiros relógios eram de corda e o pino para dar corda e funcionalidade como o acerto dos ponteiros, ficava no lado direito do relógio, para que ao ser usado no pulso esquerdo, com a mão direita se pudesse dar corda e acertar as horas.  Isso aconteceu em uma época em que pouca atenção se dava aos canhotos, era comum nas famílias que identificavam um canhoto, obrigarem desde criança o canhoto a usar a mão direita para se tornar destra, ser canhoto para muitos era algo feio ou coisa errada."





Artigo 
"É moda? Soy contra?"







Manifestação 15 de novembro 2007 - RJ.





Enquanto algumas pessoas se reuniam em uma orla do funesto Rio de Janeiro,  mostrando sua insatisfação com esse bando de canalhas que levou nosso país à bancarrota (https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/porque-bancarrota-e-nao-banca-rota/16029) outros passeavam, andavam de bicicleta, patins e patinetes, ignorando tudo o que vem acontecendo vergonhosamente nesse país, como se vivessem em outro lugar, em outro planeta.  Política?  Nem todos gostam (ou aturam?) principalmente essa nojenta políticalha de canalhas que vem nos dizendo como agir.

Não é apenas a imprensa que se cala, 
o brasileiro não exige seus direitos. 
Mas paga seus deveres, bem caladinho.


Rodolfo Conde Moraes Que pena Ana Paula. Também não sou intervencionista e também reconheço no movimento um grito de socorro, um grito de quem, dia após dia, sente os efeitos da falência das instituições absurdamente caras e ineficazes do Estado brasileiro. Esse movimento é um termômetro do grau de desespero de milhões de brasileiros que sofrem as mazelas de um sistema político e jurídico absolutamente falido, glutão e insaciável.



Gerir
Ana Paula Exatamente, Rodolfo. É como vejo. Acabo de postar um artigo do Vlady Oliver sobre o significado do movimento e a omissão da imprensa. Achei interessante.

CADA UM TEM O QUE MERECE.




"Justiça social"- Inês Teotônio Pereira


Os meus filhos são socialistas…
e os teus? NÃO?

Inês Teotônio Pereira 

Não sei se são só os meus filhos que são socialistas ou se são todas as crianças que sofrem do mesmo mal. Mas tenho a certeza do que falo, em relação aos meus.

E nada disto é deformação educacional – eles têm sido insistentemente educados no sentido inverso. Mas a natureza das criaturas resiste à benéfica influência paternal como a aldeia do Astérix resistiu culturalmente aos romanos. Os garotos são estóicos e defendem com resistência a bandeira marxista sem fazerem ideia de quem é o senhor.

Ora o primeiro sintoma desta deformação ideológica tem que ver com os direitos. Os meus filhos só têm direitos. Direitos materiais, emocionais, futuros, ambíguos e todos eles adquiridos. 


DIREITOS, SIM. 
OBRIGAÇÃO  NÃO! 

É tudo, absolutamente tudo, adquirido. Eles dão como adquirido o divertimento, as férias, a boleia para a escola, a escola, os ténis novos, o computador, a roupinha lavada, a televisão e até eu. Deveres, não têm nenhum.

Quanto muito lavam um prato por dia e puxam o edredão da cama para cima, pouco mais. Vivem literalmente de mão estendida sem qualquer vergonha ou humildade. Na cabecinha socialista deles não existe o conceito de bem comum, só o bem deles. Muito, muito deles.

O segundo sintoma tem que ver com o aparecimento desses direitos. Como aparecem esses direitos? Não sabem. Sabem que basta abrirem a torneira que a água vem quente, que dentro do frigorífico está invariavelmente leite fresquinho, que os livros da escola aparecem forradinhos todos os anos, que o carro tem sempre gasolina e que o dinheiro nasce na parede onde estão as máquinas de multibanco. A única diferença entre eles e os socialistas com cartão de militante é que, justiça seja feita, estes últimos já não acreditam na parede – são os bancos que imprimem dinheiro e pronto, ele nunca falta.

Outro sintoma alarmante é a visão de futuro. O futuro para os meus filhos é qualquer coisa que se vai passar logo à noite, o mais tardar. Eles não vão mais longe do que isto. Na sua cabecinha, não há planeamento, só gastamento, só o imediato. Se há, come-se, gasta-se, esgota-se, e depois logo se vê. Poupar não é com eles. Um saco de gomas ou uma caixa de chocolates deixada no meio da sala da minha casa tem o mesmo destino que um crédito de milhões endereçado ao Largo do Rato: acaba tudo no esgoto. E não foi ninguém...

O quarto tique socialista das minhas crianças é estarem convictas de que nada depende delas. Como são só crianças, acham que nada do que fazem tem importância ou consequências. Ora esta visão do mundo e da vida faz com que os meus filhos achem que podem fazer todo o tipo de asneiras, que alguém irá depois apanhar os cacos. Eles ficam de castigo é certo (mais ou menos a mesma coisa que perder eleições), mas quem apanha os cacos sou eu. Os meus filhos nasceram desresponsabilizados. A responsabilidade é sempre de outro qualquer: o outro que paga, o outro que assina, o outro que limpa. No caso dos meus filhos, o outro sou eu, no caso dos socialistas encartados o outro é o governo seguinte.

Por fim, o último mas não menos aterrorizador sintoma muito socialista dos meus filhos é a inveja: eles não podem ver nada que já querem. Acham que têm de ter tudo o que o do lado tem, quer mereçam quer não. São autênticos novos-ricos sem cheta. Acham que todos temos de ter o mesmo e, se não dá para repartir, ninguém tem. Ou comem todos ou não come nenhum. Senão vão à luta. Eu não posso dar mais dinheiro a um do que a outro ou tenho o mesmo destino que Nicolau II. Mesmo que um ajude mais que outro e tenha melhores notas, a "cultura democrática" em minha casa não permite essa diferenciação. Os meus filhos chamam a esta inveja disfarçada, justiça, os socialistas deram-lhe o nome de justiça social. 

A minha sorte é que os meus filhos crescem. 
Já os socialistas são crianças a vida inteira.



EXPERIÊNCIA FEITA E JÁ APROVADA:

Deixar que a bagunça no quarto de seu filho vá se acumulando até se tornar  insuportável. Insuportável para ele, pois você deixará a porta do quarto sempre fechada.

Quando se tornar insuportável, ele certamente o arrumará.

Só não se esqueça de tomar fôlego, mas o desespero valerá a pena, pois ele vai representar o futuro de seu pimpolho.


terça-feira, 14 de novembro de 2017

Preconceitos



Houve época em que era até bonito quando um homem galanteava uma mulher.  Seria uma forma de mostrar que ela estava sendo admirada.  


Atualmente, embora as mulheres queiram ser iguais aos homens, tudo o que um homem disser a ela poderá ser visto como "preconceito" ou, pior ainda, como se fosse assédio sexual.  Ainda não entendi direito que igualdade é essa! Deve ser graças à minha burrice. Acho que, para estar na moda, vou entrar com um processo contra mim mesma, ao me chamar de burra!


Certos homens têm até medo de se dirigir a  uma mulher e ter suas palavras confundidas com assédio ou preconceito, o que já foi dito por um homem temeroso.


E o preconceito racial?  Até parece que aqui no Brasil existe uma divisória separando os considerados brancos dos considerados negros que deixaram de ser chamados de negros e passaram a ser chamados de afro-descendentes. Como se no Brasil existissem pessoas inteiramente brancas, já que aqui é tudo é uma tremenda mistureba de raças.


Engraçado é que até agora não se disse nada contra o preconceito tão antigo contra os carecas, os velhos, os gordos e os barrigudos.

Claro que isso é apenas brincadeira no meio de tantas coisas serem vistas como preconceitos, já tão exagerados!





Lembram quando um amigo era chamado de negão?
Pois agora isso é considerado preconceito racial!
Mesmo que o "negão" seja branquelo?

ESTAREI SENDO PRECONCEITUOSA 
AO CHAMAR ALGUÉM DE BRANQUELO?

SOU CRIMINOSA E NÃO SABIA?




A OPOSIÇÃO E OS INGÊNUOS

   
https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2017/11/12/para-quem-vale-a-reforma-trabalhista.htm   


SIM, NÃO, 
MUITO ANTES PELO CONTRÁRIO 



Obras e Reformas  

Oposição é assim: quando o opositor faz alguma coisa, há erros, quando não faz o erro é não ter efeito!  Até que estejam do mesmo lado. 

Enquanto isso os ingênuos pensam que os opositores estão cumprindo seu dever que é representar os otários que neles votaram !


"Obras e reformas são feitas e refeitas." Há reforma da previdência, reforma trabalhista, reformas são feitas menos a reforma dos costumes indecentes de nossos políticos.

Sugerimos uma reforma no caráter.



AMANHÃ É DIA DE MOSTRAR NOSSA INDIGNAÇÃO COM OS LARÁPIOS DOS ÓRGÃOS PÚBLICOS E PEDIR QUE VENHAM INTERFERIR PARA ACABAR COM ESSA MAMATA INDECOROSA!



segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Previsões feitas há dois anos atrás ...


... já estão acontecendo.



Congresso e jogo - MAIS TOSTÕES


Congresso pode legalizar jogo para criar fundo que já existe

https://www.google.com.br/amp/s/oglobo.globo.com/brasil/governadores-propoem-legalizacao-dos-jogos-para-financiar-fundo-de-seguranca-22040200%3fversao=amp#ampshare=https://oglobo.globo.com/brasil/governadores-propoem-legalizacao-dos-jogos-para-financiar-fundo-de-seguranca-22040200

DIA 15, QUARTA-FEIRA,
 IREMOS ÀS RUAS

VAMOS EXIGIR QUE AS 
TRAMÓIAS, TRAPAÇAS, ROUBALHEIRAS
FALTA DE CARÁTER, 
FALTA DE VERGONHA NA CARA
ACABEM

Já comecei a sofrer engulhos ao ler o jornal

 CONGRESSO,
 O VOMITÓRIO NACIONAL







Ricardo Noblat - Coluna de hoje


Ricardo Noblat




(...) Aécio arrebentou o PSDB(osta) com seu gesto de tirar o colega Tasso Jereissati (CE) da presidência provisória do partido. E não o fez para impedir que Tasso se aproveitasse do cargo para eleger-se presidente na convenção marcada para o próximo dia nove.


De fato, reagiu à intenção de Tasso de fazer uma auditória na contabilidade do PSDB(osta). Foi demais para Aécio. 
Tasso queria o quê? Expor as entranhas do partido?

Artigo completo: 
                                  https://goo.gl/XjtHbm
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"DIGA-ME COM QUEM ANDAS QUE TE DIREI QUEM ÉS."
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Biografia IMPERDIVEL 
 ALOYSIO NUNES,
                           um de nossos Ministros                           
                    
O terrorista que virou cochinha
Começou a militância política em 1963, quando entrou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco da Universidade de São Paulo. Logo depois do golpe militar de 1964, filiou-se ao Partido Comunista Brasileiro (PCB), que, por ter sua existência proibida, atuava na clandestinidade. Foi presidente do tradicional Centro Acadêmico XI de Agosto e formou-se bacharel em direito em 1968.
Como o PCB se opunha à resistência armada contra a Ditadura Militar que se instalara desde 1964 no Brasil, Aloysio Nunes ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN), organização guerrilheira liderada por Carlos Marighella e Joaquim Câmara Ferreira, o Toledo.
Assumiu na clandestinidade o pseudônimo Mateus. Durante muito tempo foi motorista e guarda-costas de Marighella. As ações da ALN incluíram assaltos para angariar fundos que sustentariam a resistência armada. Em agosto de 1968, participou do assalto ao trem pagador da antiga Estrada de Ferro Santos-Jundiaí. Segundo relatos da imprensa da época, a ação ocorreu sem que houvesse o disparo de qualquer tiro. Aloysio Nunes foi o motorista do carro no qual os assaltantes fugiram do local com os malotes que continham 108 milhões de cruzeiros novos (21 600 dólares estadunidenses), dinheiro suficiente para o pagamento de todos os funcionários da Companhia Paulista de Estradas de Ferro.[ Em outubro do mesmo ano, participou do assalto ao carro-pagador da Massey-Ferguson interceptando o veículo na praça Benedito Calixto, no bairro paulistano de Pinheiros.
Sofrendo um processo penal em que já havia um pedido de prisão preventiva e com a possibilidade de que descobrissem algo sobre suas ações armadas, fugiu para Paris por sugestão de Marighella utilizando um passaporte falso. Foi posteriormente identificado como guerrilheiro e condenado com base na extinta Lei de Segurança Nacional. Pretendia realizar um treinamento de guerrilha em Cuba, mas a gravidez de sua mulher o fez desistir. Tornou-se representante da Ação Libertadora Nacional no exterior e coordenou as ligações desta com movimentos de esquerda de todo o mundo. Filiou-se ao Partido Comunista Francês em 1971 e negociou com o presidente Boumédiène, da Argélia para que brasileiros recebessem treinamento militar de guerrilha naquele país.
Pôde finalmente, em 1979, regressar ao Brasil devido à promulgação da Lei da Anistia, a qual beneficiou todos que cometeram crimes políticos de qualquer tipo, assim como aqueles que torturaram e mataram em nome da repressão e da guerrilha, durante os anos anteriores da Ditadura Militar.
Desfiliou-se do PCB, ainda na clandestinidade, e filiou-se ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), tendo sido eleito por este partido deputado estadual de 1983 a 1991 em seu estado natal. Foi líder do governo Franco Montoro na Assembleia Legislativa em seu primeiro mandato, e líder do governo Quercia em seu segundo mandato durante a redação e votação da Constituição do Estado de São Paulo.
Foi vice-governador de São Paulo, de 1991 a 1994, eleito na chapa de Luiz Antônio Fleury Filho. Acumulou a função de vice-governador com a de secretário estadual de Negócios Metropolitanos. Assumiu provisoriamente o governo quando Fleury viajou ao exterior. Foi o primeiro ex-comunista a ocupar este cargo.
Foi candidato derrotado do PMDB à prefeitura de São Paulo em 1992 por Paulo Maluf. Foi uma eleição polarizada basicamente entre Paulo Maluf e Eduardo Suplicy, tendo sido advertido de que seria quase impossível vencê-la.
De 1995 a 2007, foi eleito deputado federal. Em 1997, sai do PMDB e se filia ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Interrompeu o mandato de 1999 a 2002, ao ocupar dois ministérios do governo Fernando Henrique Cardoso: a secretaria-geral da Presidência e o Ministério da Justiça. Foi o primeiro cidadão de São José do Rio Preto a exercer os cargos de vice-governador de São Paulo e ministro da Justiça.
Aloysio foi secretário municipal de São Paulo durante o governo José Serra/Gilberto Kassab. Durante o mandato de José Serra à frente do governo de São Paulo, Aloysio foi o secretário da Casa Civil.
Em 3 de outubro de 2010 foi eleito senador pelo PSDB de São Paulo, com 11 189 168 votos (30,42% dos válidos), tornando-se o senador mais votado do país, ao superar o recorde do petista Aloizio Mercadante estabelecido em 2002, com 10 491 345 votos (29,9% dos válidos, à época) e tendo ficado bem à frente da também petista Marta Suplicy – também eleita senadora como a segunda colocada com 8 314 027 votos (22,61% dos válidos) – e de Netinho de Paula (PCdoB), os quais até uns três dias antes eram ainda os francos favoritos em todas as pesquisas de intenções de votos.
Na eleição presidencial de 2014, Aloysio foi companheiro de chapa de Aécio Neves e disputou o cargo de vice-presidente da República. No primeiro turno, obteve 33% dos votos válidos, ficando em segundo lugar e disputando a vice-presidência com o candidato à reeleição do PMDBMichel Temer (vice de Dilma Rousseff).
Exerceu a liderança do PSDB no Senado, e foi líder do governo Temer na mesma casa. 
Em dezembro de 2016, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.
Em 2 de março de 2017, Aloysio licenciou-se do Senado após ser nomeado Ministro das Relações Exteriores pelo presidente Michel Temer, devido a exoneração de José Serra da pasta por motivos de saúde. Foi substituído no Senado por seu primeiro suplente, Airton Sandoval.

Controvérsias

Agressão a jornalista

Em 6 de maio de 2014, nos corredores do Senado Federal,  Rodrigo Grassi, arguiu o senador acerca de um suposto envolvimento com acusações de corrupção e formação de cartel nas obras do metrô de São Paulo. O chanceler acusou Grassi de insultá-lo sob encomenda do PT ao tentar associá-lo com falcatruas, enquanto o blogueiro agredido está processando o senador por violência e violação de direitos constitucionais.

Ofendido por assessor parlamentar

Sob o pretexto de entrevistar o senador Aloysio Nunes a respeito de Comissões Parlamentares de Inquérito, Rodrigo Pilha, como é conhecido o ex-assessor da deputada Érika Kokay (PT-DF), ofendeu o parlamentar com grave injúria. Pilha não é jornalista. Essa não foi a primeira vez que o ex-assessor do PT hostilizou alguém. Em abril de 2014, postou nas redes sociais um vídeo no qual insultava o ex-presidente do Supremo Tribunal FederalJoaquim Barbosa. Também insultou repórteres da revista Veja, que haviam publicado matéria a seu respeito.

Investigação pela Operação Lava Jato

Em 2015, durante o interrogatório de investigações da Operação Lava Jato, em seu depoimento, o empresário Ricardo Pessoa, afirmou que fez doação para vários partidos e políticos, entre as doações, quinhentos mil reais teria ido para Aloysio Nunes.
Em 15 março de 2017, após a homologação de diversas delações premiadas, a Procuradoria-Geral da República denunciou diversos políticos por envolvimento em corrupção, entre eles Aloysio Nunes. O procurador-geral, Rodrigo Janot, pediu a retirada do sigilo da documentação que havia sido entregue no mesmo dia ao Supremo Tribunal Federal (STF), sob o argumento de que é necessário promover transparência e atender ao interesse público, o pedido foi acolhido. Documentos liberados pelo STF citam Aloysio Nunes, de ter supostamente pedido e recebido 500 mil reais em recursos não contabilizados da Odebrecht.