Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.

quinta-feira, 31 de março de 2016

Cuidado que a bruxa vem aí !


 
Trechos do artigo de Miriam Leitão "AS AMEAÇAS DE DILMA"

 O GLOBO - 31/03
 
Há 52 anos o país acordou em um pesadelo que permaneceu conosco por 21 anos. É este fantasma que o governo tenta usar para amedrontar os brasileiros. A presidente Dilma Rousseff, ao falar no Palácio do Planalto que se prepara um golpe, deu a senha para que a farsa fosse utilizada em defesa do governo até pelas estruturas do Estado brasileiro.

E Dilma passou a dizer isso toda vez que tem plateia espontânea ou convocada. Alguns defensores do governo usam por má fé a tese do golpe. Outros, sobretudo os mais jovens, acreditam estar vivendo tempos heroicos em que é preciso resistir aos “golpistas”. Diante do funcionamento das instituições e da inexistência de qualquer movimentação militar, a tese é totalmente falsa, mas é repetida por falta de argumentos. O efeito dessa declaração da mais alta autoridade brasileira é extremamente deletério.
 
A presidente invoca seu passado de militante para assegurar aos mais jovens que é isso mesmo que se está vivendo no Brasil, quando o que ocorre é a falência do seu governo por inépcia. SERÁ QUE ELA ERROU TANTO POR VIVER OLHANDO PARA TRÁS AO INVÉS DE OLHAR PARA A FRENTE?

Os dados trazidos ontem pela CNI-Ibope não deixam dúvida do alto grau de rejeição do seu governo. A grande piora na avaliação da presidente Dilma entre as famílias que tem renda de até um salário mínimo aconteceu logo após as eleições. Foi nos três primeiros meses que sua aprovação mergulhou numa queda livre. Isso sugere que eles perceberam uma diferença grande entre o cenário que foi veiculado pela propaganda petista e a realidade que o país enfrentou nos meses seguintes à reeleição. É o custo extra de uma propaganda que não se sabe até hoje a que preço foi contratada.

...

É pela mesma razão que outras regiões e outras classes sociais a criticam. Dilma vendeu um país cenográfico na eleição, para esconder os sinais da ruína econômica que produziu; manipulou o preço da energia e deu um tarifaço logo após o fechamento das urnas; produziu a pior recessão da nossa história. Além disso, seu governo está envolvido num gravíssimo caso de corrupção.
 

"... , as suas manobras fiscais que ficaram conhecidas pelo nome de “pedaladas” infringiram sim a Lei de Responsabilidade Fiscal. Para piorar o quadro, vieram as denúncias de dinheiro de origem não esclarecida em sua campanha ou delações como a do senador Delcídio, que até dezembro passado era o líder do seu governo."
 
 "... . O Supremo Tribunal Federal estabeleceu o rito de impeachment e estará pronto a corrigir qualquer erro cometido. O que ela não pode é inventar um golpe inexistente ... "
 
 
 
Artigo  na íntegra
 http://avaranda.blogspot.com.br/2016/03/as-ameacas-de-dilma-miriam-leitao.html,

quarta-feira, 30 de março de 2016

MUMIFICANDO



O atual governador do Rio de Janeiro (Choro, porque não existem mais motivos para rir!) encontrou a cumbuca vazia


 
Aparentemente,  só agora  ele ficou sabendo sobre a trágica situação em que nos encontramos.  Esse é  o vice-governador, que  se tornou  governador,  e nunca soube de nada, a não ser encontrar cargos para seus apaniguados, como fazia na CVM, por exemplo, embora tudo fosse 'dentro das leis', esse tipo de comportamento indecoroso, mas legal.
 
 


Na mesma situação de Francisco Dornelles se encontra José Ribamar/Sarney, que nasceu nos idos anos de l930.  Já FHC nasceu um ano depois, em 1931.  E vai por aí a fora. 
 
 





Os políticos vão se mumificando
e nossa cumbuca se esvaziando.
 
 
 

 

 

terça-feira, 29 de março de 2016

A PresidentA e seu antecessor


De tanto desejar a manutenção do poder a todo custo,
o feitiço virou contra o feiticeiro.
Não adianta Dilma esbravejar dizendo que não renunciará.
Ela simplesmente será chutada para fora do Palácio do Planalto.
(Patrícia Carvalho / Brasília)
 

A presidenta teve a chance de escrever uma carta-renúncia e sair ‘menos’ machucada, porém optou pelo pior caminho.
 
Será lembrada para sempre como a pior presidente da história do Brasil. Estará presente nos livros de história como a governante que ‘agasalhou’ um investigado dentro do governo.
 
Em um futuro próximo, Dilma será conhecida  como a “Presidente de Mentira”; a governante que representava as vontades maniqueístas de um homem tocado e consumido pelo poder […] enquanto L. será lembrado como o primeiro presidente ‘enjaulado’ na história desse país.  (*)
 
O povo já foi manipulado com Copas, bolsa família, PAC, Olimpíadas, enfim, o gigante acordou e resolveu entrar no campo da batalha. Somente os dois não perceberam que a casa caiu, o jogo acabou, o trem chegou no fim da linha […] ou, se perceberam, estão subestimando a inteligência dos poderes públicos e acham que poderão se safar da justiça.

Se Dilma tivesse um resquício de respeito às leis e amor à pátria, estaria redigindo, neste exato momento, sua CARTA RENÚNCIA.
 

Dilma e L.  poderiam aproveitar o momento pré-impeachment e deixar o país na calada da noite, numa espécie de auto-exílio. Ambos evitariam o risco de acabar atrás das grades.

L. poderia encher as malas de quinquilharias, medalhas, garrafas de vinho, pavões, esculturas de Aleijadinho, enfim, tudo aquilo que ele levou nos containeres retirados do Planalto. Ele poderia ter a ‘casa dos sonhos’ longe daqui […] mas preferiu enfrentar a justiça.

Pobre homem! Passará o pouco tempo que lhe resta atrás das grades!

Pobre mulher! Se deixou ser manipulada pelo pobre homem! 

(*) Espero que os livros de história apontem os presidentes do PT como os piores que o Brasil já teve.  Espero também que nenhum livro esqueça de deixar bem claro que Dilma Rousseff só se tornou presidentA por causa de seu antecessor que sempre garantia aos eleitores que nem a conheciam que jamais haveria presidente melhor do que ela.  E FOI GRAÇAS À CONFIANÇA QUE O POVO TINHA EM QUEM NÃO DEVIA  QUE ELA CONSEGUIU SE ELEGER .

“Os 7 Crimes de Dilma” - revista Isto É


RECEBIDO POR  EMAIL
 
A revista Isto É apurou e listou as acusações que recaem sobre Dilma, e pelas quais ela deve ser julgada – como manda a Constituição – pelo Congresso Nacional, neste ou em futuros pedidos de impeachment, ou mesmo pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Seriam SETE crimes. 
 

Confiram a lista :

1 – CRIME DE RESPONSABILIDADE, com nada menos que QUATRO episódios de obstrução de justiça. Previsão legal: inciso 5 do Artigo 6º da Lei 1.079/1950;

2 – CRIME DE DESOBEDIÊNCIA, ao publicar no Diário Oficial a nomeação de Lula, mesmo suspensa pelo Judiciário. Previsão legal: artigo 359 do Código Penal;

3 – EXTORSÃO, segundo delação de Ricardo Pessoa, da UTC, houve ameaças extorsivas para que houvesse doação ao PT em 2014. Previsão Legal: artigo 158 do Código Penal;

4 – CRIME ELEITORAL, por abuso de poder econômico e caixa 2. Previsão Legal: artigo 237 do Código Eleitoral;

5 – CRIME DE RESPONSABILIDADE FISCAL, por conta das “pedaladas” e de decretos não numerados. Previsão Legal: artigos 10 e 11, inc. III, da Lei 1.079/1950;

6 – FALSIDADE IDEOLÓGICA, por ocultar, no ano eleitoral, a verdadeira situação econômica do país, que já estava em crise. Previsão Legal: artigo 299 do Código Penal;

7 – IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA, por utilizar o aparato do governo numa visita de natureza político-partidária a Lula. Previsão Legal: artigo 11 da Lei nº 8.429/1992.

Como se vê, não é uma lista pequena. E ela demole a alegação de que pedir o impeachemnt de Dilma seria algo sem base. Com os sete crimes listados pela Isto É (e explanados de forma pormenorizada na reportagem original), dizer que não há motivo chega a ser piada.
 
***

OAB DIZ QUE DILMA ESTÁ OFENDENDO A JUSTIÇA
E A QUER INELEGÍVEL POR OITO ANOS

VOCÊ SABIA?


RECEBIDO POR EMAIL

 
 
"O  governo federal abriu uma turma de direito na UFPR de 60 alunos exclusiva para o MST. Quando me contaram não acreditei, mas achei hoje no site do próprio MST... Com auxílio moradia e outros benefícios... e você teve que enfrentar o VESTIBULAR ou PAGAR pelo ensino.  - http://www.mst.org.br/2014/11/06/ufpr-abre-vagas-de-direito-para-assentados-acampados-e-quilombolas.html" -
 
 
 

Além disso, a nova "ministra" da Casa Civil, Eva Chiavon, é casada com o chefão do mesmo MST. 
 
 
Ou seja,
nada melhor do que invadir o espaço alheio.
 
 
 
 
 
 
 


DOMADORAS




 
Embora as mulheres,  de um modo geral,  aparentem  fragilidade, quem manda são elas.  Elas até podem ser frágeis na hora de abrir, por exemplo, uma garrafa, mas quem dá as ordens numa casa são elas. Aliás, quem esqueceu do termo "DONA da casa"?  Sabem o verdadeiro signficado desse termo ?
 
Algumas mulheres mandam de maneira tão camuflada, que os homens que as dirigem  pensam que estão levando um lindo carro esportivo, mas estão dirigindo mesmo é um tremendo caminhão.
 
O que falta nas mulheres, para dominarem o mundo, é a união, coisa que desconhecem.  Preferem 'lutar' umas contra as outras do que tomar a frente de tudo. 
 
Ponto para os homens que não perdem seu precioso tempo com a besteira de competirem uns com os outros.
 
Não pensem que isso se tornou mais presente hoje em dia, porque as mulheres já são dominadoras desde as eras mais antigas, como foi o caso da minha bisavó que morreu tão idosa (velha, não, pois com mais de noventa anos ela mesma dizia que 'não sabia  o seria dela quando fosse velha'), mas já estava tão idosa, que sua orelha quase tinha chegado ao ombro.
 
Quando os homens defendem ferrenhamente as mulheres, o que costumam fazer, nem sabem que estão defendendo quem poderá os devorar futuramente.
 
 
 
Porque  todos se lembram do dia da mulher 
e ninguém sabe qual é o dia do homem nem o comemora? 
Por elas serem 'frágeis' ou porque só elas dão importância a isso?
 
 
Dia Nacional do Homem- 15 de Julho
O Dia Internacional do Homem - 19 Novembro
 
 
 
 
 
 
 

 

segunda-feira, 28 de março de 2016

A voz rouca da crise - Ronald de Carvalho

 

Quando do alto de um palanque, confessava que era o único capaz de incendiar o país, não mais assustava, apenas revelava
a absurda irresponsabilidade que representa
 
A corrupção no Brasil pode acabar pela própria voz dos corruptos. O juiz Sérgio Moro quer manter as mãos limpas da Justiça, através do sucesso da operação Lava-Jato.
 
A corda da execução está sendo trançada pelo próprio enforcado, e o juiz Moro explica como a transparência do processo e a aliança com a sociedade são fundamentais para resistir às pressões dos poderosos que quer processar na investigação.
 
Sérgio Moro, dirigindo no império da Justiça e no limite da lei, promoveu a divulgação do conteúdo dos grampos de L. que escandalizaram o país. Esse era o objetivo. Moro tem consciência que administra muito mais do que um simples processo criminal, mas a demolição de uma organização empresarial criminosa com ramificações parlamentares, jurídicas e administrativas. Só com a aliança do povo não correria os riscos cometidos na Itália pela operação Mãos Limpas, dos anos 90.
 
A ironia é um dos melhores temperos da História. Casos de amor terminam em tragédia, e festejados ideais podem ser levados ao esgoto. A portentosa Mãos Limpas, realizada a partir da década de 1980, na Itália, pelos magistrados Paolo Borsellino e Giovanni Falcone, começou pelas denúncias de que Bukovsky, ex-agente da KGB, estava injetando dinheiro no Partido Comunista Italiano e terminou com o testemunho do ex-mafioso Tommaso Buscetta, por ser o primeiro capo da máfia italiana a quebrar o código de silêncio ou a omertà.
 
Qualquer semelhança, não é mera coincidência.
 
Houve um momento em que a população perdeu a capacidade de se indignar. A falta de informação e a banalização dos delitos anestesiaram o caráter do povo italiano.
 
A farsa da História corria o risco de se repetir. O promotor Di Pietro, o homem que inventou a delação premiada na Itália, temeu a repetição no Brasil e, sobretudo, as pressões que Sérgio Moro irá receber. Ele alertou que Moro vai ser criticado e podem querer transformá-lo no inimigo da classe política brasileira e, com isso, desviar a atenção das investigações.
 
Sérgio Moro tem plena consciência de que a divulgação dos diálogos de L.deixaram o mito despido. O povo fala de forma simples e descuidada, mas não gosta que sua mãe, mulher e filhas ouçam grosserias e palavras sujas. L. esqueceu que o povo é pobre, mas é limpo.
 
O juiz, com frieza de cirurgião, estratégia de diplomata e malícia de feiticeiro,
em 48 horas, fez o povo saber
quem é o verdadeiro Luiz Inácio da Silva,
que, com a publicação de meia dúzia de diálogos sórdidos,
provou a seu povo que nunca foi a criatura imaginária que criaram para L. .
 
O rouco e pornográfico Luiz Inácio da Silva traiu o mito L. . Há anos, quando Sérgio Moro era apenas um grande estudioso do processo italiano, que imortalizou Paolo Borsellino e Giovanni Falcone, já sabia o papel que reservaria à opinião pública na hora exata.
 
“A publicidade conferida às investigações teve o efeito salutar de alertar os investigados em potencial sobre o aumento da massa de informações nas mãos dos magistrados, favorecendo novas confissões e colaborações”, já garantia o juiz Moro.
 
A voz rouquenha e o destempero oratório que fizeram de L. o mito popular podem soar como frases musicais de seu réquiem. As palavras impróprias de Luiz Inácio e o inconveniente de entrar nas casas de família traem L., mesmo quando ele tenta falar como o velho líder das multidões.
 
Há pouco, quando do alto de um palanque, confessava que era o único capaz de incendiar o país, não mais assustava, apenas revelava a absurda irresponsabilidade que representa.
 
 
Ronald de Carvalho é assessor especial do governo de Brasília
 
 
 
 

GOVERNO ABANDONADO e INTERESSE NÃO DIVULGADO

PSD libera bancada na Câmara na votação do impeachment;
PP também cogita liberar
 


 
O Governo brasileiro está 'abandonado' há muito tempo, pois existe apenas o interesse em manter o poder nas mãos desse ou daquele partido.  Independente de que vários partidos estão largando prá lá o apoio que deram à presidente Dilma porque ela não os ajudaria mais a ter a simpatia da população e, futuramente (mas não muito), não lhes renderia votos.  
 
DESCULPA (o argumento) - é um governo tão ruim não merecer nem mesmo ter o apoio de outros partidos, tudo isso comentado em politiquês para impressionar algumas pessoas e disfarçar os verdadeiros interesses.  Sendo assim, todos  viram as costas ao atual governo, o que não fariam caso fosse vantajoso continuar na mesma situação em que estiveram até agora !
 
 
 
 
 
 


"Apelação" petista



Governo tenta esvaziar reunião do PMDB que definirá desembarquehttp://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/03/1754738-governo-tenta-esvaziar-reuniao-do-pmdb-que-definira-desembarque.shtml
 


 
Em um trecho da reportagem acima há uma informação que até seria engraçada, caso não fosse dramática : "... A estratégia, discutida nesta segunda-feira (28) entre a Presidente Dilma Rousseff e ministros da sigla, tem como objetivo tentar deslegitimar o encontro com a ausência de “caciques de peso”, como o ex-presidente José Sarney e presidente do senado federal, Renan Calheiros (AL). ...”

O mais incrível é ter como caciques de peso, o ex-presidente José Sarney (nascido José Ribamar), que já deveria estar aposentado há muito tempo e o careca que usou  dinheiro alheio para fazer um trasplante imoral, sem contar que Renan Calheiros é um ladrãozinho de galinhas perto da roubalheira que acabou com a Petrobrás e com o Brasil inteiro.

SEGURANÇA NACIONAL


 
Os senadores que assinam o documento para abertura de processo disciplinar contra o juiz Sergio Moro
  • Ângela Portela  (PT  - CE), 
  • Donizeti Nogueira  (PT MG),
  • Fátima Bezerra   (PT  RN),
  • Regina Sousa (PT  - PI),
  • Humberto Costa (PT - SP),
  • Paulo Rocha (PT - PA),
  • Lindbergh Farias (PT  - RJ),
  • Gleisi Hoffmann (PT  -  PR),
  • Jorge Viana (PT  -  AC),
  • José Pimentel (PT  -  CE),  
  •  Lídice da Mata (PSB-BA),
  • Roberto Requião (PMDB-PR),
  • Telmário Mota (PDT-RR) 
  • Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).
 
 
LEI DE SEGURANÇA NACIONAL
 
 
INCITAÇÃO À VIOLENCIA :  o  ex-presidente, quase preso, quando viu que o cerco estava se fechando para incriminá-lo, em pronunciamento nacional,  convocou o Stédile a colocar exército dos "SEM TERRAS nas ruas, já conhecido pela violência que caracteriza as ações desse bando de anarquistas no campo.

 
Mais recentemente, ele também  declarou publicamente que se quisesse poderia "incendiar este país" numa clara reação de inconformismo por ter sido descoberto e pela sua condução coercitiva  pela PF para prestar declarações na Operação Lava Jato.
 
E a Lei de Segurança Nacional ?
 

Leia Mais:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,senadores-pedem-que-cnj-abra-processo-disciplinar-contra-sergio-moro,10000022725
Assine o Estadão All Digital + Impresso todos os dias
Siga @Estadao no Twitter



olitica.estadao.com.br/noticias/geral,senadores-pedem-que-cnj-abra-processo-disciplinar-contra-sergio-moro,10000022725
Assine o Estadão All Digital + Impresso todos os dias
Siga @Estadao no Twitter















O TÚMULO DO VOTO OBRIGATÓRIO

Waldo Luís Viana        
 
Acabou mais uma eleição no país e, como as outras, não deixou saudades. Elegeram-se os mesmos e quase os mesmos. “Quanto mais muda, mais é a mesma coisa...” – dizem os franceses. O ditado vale como uma luva para o Brasil. E o que permanece igual? É a nossa escravidão ao voto, que sempre foi dever por aqui, porque não muda nada. Se realmente mudasse, seria um direito. Assim, em terras de vera cruz as coisas mudam para permanecerem iguais...
         Os direitos podem ser reivindicados, mas jamais impostos. Todos os querem. O brasileiro luta sempre por eles e as elites fingem que os concedem, lentamente e na base das migalhas.
         Foi assim com a abolição da escravatura, com leis sucessivas, numa distensão lenta, gradual e segura até o decreto de Isabel, com um artigo só, terminando com a nódoa que as elites teimavam em defender, pretextando que sem os escravos haveria escassez de mão-de-obra e a nação iria falir. Talvez tenhamos sido a última nação do planeta a decidir que os negros tinham alma e direito à cidadania.      
         Acontece o mesmo com o voto obrigatório. As elites argumentam que se ele for abolido, ninguém irá votar. Sabem, por intuição, que o brasileiro tem tal raiva dos políticos e da política que, para aguentá-los, só mesmo sendo tangido ao matadouro...
         No entanto, obrigatório não é o voto; é o comparecimento. O sujeito precisa ir à seção ou justificar a não presença, por vários motivos de força maior. Assim, o brasileiro resolveu protestar, forçando a abstenção, por absenteísmo, a nulidade ou brancura do voto. Afinal, a única forma de se omitir, de mostrar inconformidade com o velho instituto é lavar as mãos, inclusive no pavoroso segundo turno, em que se deve decidir entre candidatos aparentemente menos desprezados (*)  .
         Ocorre que nossas elites inventaram uma máquina de votar, evitada pelos países mais desenvolvidos do mundo, em que só existe a tecla do voto “em branco”, porque essa não prejudica os candidatos. Ela não provoca desarranjos, preservando a legitimidade do pleito, que deve ser apurado em velocidade recorde no planeta, naturalmente para não provocar suspeitas...
         Dessa vez, as eleições foram ainda mais higiênicas, com a lei da ficha limpa finalmente em vigor. As autoridades, no entanto, não contavam com a opinião dos mais pobres, que impelidos a votar a contragosto adoraram votar em gente de reputação não ilibada. Neste país continua vigendo o princípio não escrito: quanto mais ladrão, mais querido! – e ele vale entre os miseráveis desde vereador até presidente.
         Os pobres, sem oportunidades de educação, e estupidificados  pela mídia, acostumaram-se a conviver com as dificuldades próprias de seu nível de renda, convivendo com a corrupção, os bandidos, traficantes, agiotas e milicianos que pululam em seu dia a dia, não se comovendo  com a palavra “ética”, cujo significado positivamente não lhes interessa. Disso resulta uma representação capenga, mas os políticos porventura eleitos nessa camada ainda são melhores do que o estado social dos seus eleitores. O que sobra é sempre a fome, a seca, as enchentes, estradas mal construídas, falta de educação, saúde, moradia e saneamento.
         As classes médias e os ricos, por outro lado, que pensam em moralidade, bem-estar, qualidade de vida e sustentabilidade, elegem também alguns representantes, mas raramente eles vencem em eleições majoritárias. O discurso tecnocrático de eternos candidatos – como aconteceu em São Paulo – não convence mais a ninguém...
         Assim, na prática, tivemos uma abstenção geral de 20% em quase todo país, demonstrando que o povo já se encheu do voto obrigatório. Mas quem decide por ele ainda não. As elites estão esperando o enterro da oligarquia do atraso, por decurso de prazo, para suscitar a “novidade”, adotada sem dor e risco nas melhores democracias do mundo: a não obrigatoriedade do pronunciamento nas eleições...
Chegamos ao paradoxo de sermos uma democracia de massas, com enorme eleitorado, mantendo os votantes em regime de exigente compulsão, como se isso fosse um flagelo. Quanto mais os políticos se distanciam da cidadania, mais é necessário obrigar o povo a votar neles. Ou seja, aqui construímos o maior fosso possível entre a democracia representativa e a participativa.
Afinal, o matrimônio indissolúvel dos mandatos por quatro anos, chancelado pela Justiça Eleitoral, longe de garantir estabilidade à representação, aliena ainda mais os eleitores que nada esperam dos políticos no intervalo entre as eleições. Eles, no fundo, sabem que serão enganados durante todo o mandato, só restando os protestos difusos em filas de banco, hospitais e em alguns programas de rádio.
Ora, é claro que a população vai sumir dos pleitos nas primeiras eleições sem o voto obrigatório. Naturalmente provará do porre da liberdade e não irá se pronunciar. Esse é o desejo, sem dúvida, da maioria espoliada e revoltada! Algumas eleições depois, porém, o contingente voltará a comparecer, mas nesse ínterim os partidos e candidatos serão outros, muito melhor escolhidos e selecionados. Isso é cristalino como boa água mineral...
Se, contudo, as coisas permanecerem como estão, continuaremos a ver os partidos se replicando como balcões de negócio, como traficantes de minutos no horário gratuito e valhacoutos infectos de registro de candidaturas e manipulação de caixa 2 (dinheiro não contabilizado), 3 (dinheiro no exterior) e fundos partidários. Ou vocês não perceberam certos personagens, aparecendo em toda eleição sempre para perder, e que inacreditavelmente se tornam mais ricos?
O voto obrigatório traz a escória eleitoral para os pleitos. Os pobres nada esperam deles, porque sabem que serão esquecidos depois, atrás dos cordões de isolamento. E os ricos continuarão explorando os políticos para as suas jogadas de superfaturamento e privatização do Estado brasileiro em tenebrosas transações – que ninguém é de ferro!
Na verdade, o mais paradoxal é que o voto obrigatório serve ao pior conservadorismo dos partidos dominantes e que exploram os grotões, que nada têm e nada podem sem o auxílio e a caixa do governo. Em torno dele se coligam os que se dizem progressistas e as piores oligarquias do atraso. E eles sempre dividem o butim tranquilos, sabendo que o tempo passa e o povo continuará, como sempre, anestesiado e desmemoriado.
No Brasil acontece uma coisa muito engraçada: o povo é otimista, mas o futuro é pessimista...
_____
*Waldo Luís Viana é escritor, economista, poeta e como todo brasileiro idiota comparece sempre à sua seção eleitoral...
 
(*)  Podemos nem comparecer às urnas e apenas pagar uma multa ainda barata, por não ser paga pela maioria das pessoas que acreditam  que o voto é uma OBRIGAÇÃO.
 
Afinal,
O VOTO É UM DIREITO OU UMA OBRIGAÇÃO?
 
 
 
 
 

quinta-feira, 24 de março de 2016

AUMENTA A DIFERENÇA ENTRE AS CAMADAS SOCIAIS

 
A diferença entre as  classes sociais está cada vez maior,
embora o partido (oportunista) jure que luta para que
 'mais oprimidos' sejam iguais aos 'elitistas'.


 
 VÁ SER FALSO ASSIM LÁ NO PT QUE O PARIU !
OU FOI ELE QUE PARIU O
PT-PARTIDO DOS TRAPACEIROS
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

quarta-feira, 23 de março de 2016

Barata tonta destruidora



Uma barata-tonta chegou para destruir.  Primeiro destruiu o país, depois acabou com o governo supostamente seu amigão, aquele amigão que é capaz de tudo para livrá-lo da prisão!  Capaz até de ajudar seu impeachment, embora não queira 'largar o osso'.   Mas o pior, mesmo, foi sua voracidade, que o fez destruir sua própria imagem.
 
 
Agora, pretende destruir até mesmo a Justiça. 
Se não acabarem, de algum jeito, com essa barata tonta,
ela não deixará 'pedra sobre pedra'.


 
 
NOTA:  O desenho acima foi inteiramente baseado na fala do ex-presidente quando 'sugeriu"  que os processos a que deveria responder, mas  para  os quais não tem resposta, fossem enfiados no c_ .


BARATA TONTA


VÍDEOS MUITO ENGRAÇADOS!
REUNIÕES DE EMERGÊNCIA 1 E 2

*****
 

O homem amigo

Míriam Leitão  - coluna no Globo

 
 
O ministro Eugênio Aragão está fazendo, ou ameaçando fazer, exatamente o que o ex-presidente L. queria. Em telefonemas, L. falou duas vezes sobre Aragão. Primeiro, pedindo a Edinho Silva que preparasse uma ESTRATÉGIA PARA DEFENDÊ-LO . Segundo, para defini-lo como “nosso amigo” e dizer que deveria ser “homem” no Ministério da Justiça. Aragão pode ter o amigo que quiser, mas não pode fazer o que quiser. SUGESTÃO DE UMA COXINHA: APRESENTE ALGO QUE PROVE SUA DEFESA.

Ele disse que trocaria toda a equipe de uma investigação se sentisse “cheiro” de vazamento e que não precisava nem de prova. Pareceu buscar um PRETEXTO para intervir na equipe da Lava-Jato. Mesmo sem ter tido sequer cheiro de vazamento, ele continuou. Circulam rumores de que ele tem uma lista das cabeças que cortará. O “Valor” ontem falou de duas dessas cabeças: Rosalvo Ferreira, superintende da Polícia Federal no Paraná, e Igor Romário de Paula, diretor de combate ao crime organizado no Paraná. Além, claro, do diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello.
 
O que ele quer com esses alvos? Obstruir e atrapalhar os trabalhos de investigação. A Força Tarefa é grande e tem outros policiais que fazem trabalho valioso. Mas se o país deixar esse tipo de violência, ele terá novos alvos e assim sucessivamente até desmontar toda a equipe que tem feito um trabalho excelente para o país. Qualquer pessoa, por mais eficiente que seja, nomeada para esses dois postos de liderança no Paraná, vai demorar a entrar no mesmo ritmo.
 
O ministro Eugênio Aragão tem convicções e já as expressou em outros momentos de estresse da vida nacional, como no mensalão. Agora não é questão de opinião. Qualquer ato seu para trocar pessoas na Lava-Jato terá o resultado oposto do que o país busca, que é esclarecer toda a dimensão do ESQUEMA CRIMINOSO que atacou a Petrobras, se espalhou por outras obras e órgãos públicos, foi manipulado por líderes políticos e desviou um volume escandaloso de dinheiro público.
 
Neste segundo aniversário da Lava-Jato foi possível ver a dimensão do trabalho feito. Quase R$ 3 bilhões voltaram ao país. A segunda operação que mais tinha recuperado ativos trouxe R$ 70 milhões. Os policiais federais já cumpriram mais de 500 mandados de busca e apreensão. Em cada uma dessas etapas os policiais colheram um volume estonteante de provas de corrupção. Onde está o erro da Polícia Federal? Em que os policiais federais Rosalvo Ferreira e Igor Romário de Paula erraram? Se o ministro tem como alvo pessoas que estão fazendo corretamente o seu trabalho, o que se pode concluir? Que este trabalho não deve ser feito, porque não agrada aos “amigos” que o nomearam para ser “homem”.
 
A operação Lava-Jato tem aprendido com erros e acertos de outras grandes batalhas contra a corrupção travadas aqui mesmo e em outros países. Um grande exemplo é a Operação Mãos Limpas. Lá, investigadores e magistrados enfrentaram perseguição, difamação e acusação de abusos nunca provados.
 
Interessa ao Brasil manter a integridade das equipes que trabalham na Operação Lava-Jato. De todos os elos dessa corrente, o mais vulnerável é a Polícia Federal, mas é onde as investigações começam. O ministro Aragão lembrou que a PF não tem independência funcional e está sob “nossa supervisão”. Essa supervisão não pode ser exercida para obstruir os trabalhos da PF. O ideal é que o ministro perceba os limites que estão colocados ao exercício do seu poder.
 
O ministro tem suas opiniões. Ele é contrário às delações premiadas e as compara à extorsão. O instituto da colaboração existe há muito tempo nos países democráticos. Nos Estados Unidos, a plea bargain é muito usada nos casos de crime organizado, lavagem de dinheiro e propinas. E lá os acordos também foram contestados por advogados, que achavam que eram uma espécie de extorsão, mas foram validados por cortes superiores. Ele é livre para ter suas opiniões. Mas ele não tem poder de interferir nos acordos de delação feitos pelo Ministério Público. A PF, contudo, estará vulnerável se ele sair da opinião para a ação. Aragão já deu sinais de querer fazer o que Lula espera que ele faça.
 
(Com Alvaro Gribel, de São Paulo)
 
 
 
 
O medo do ex-presidente foge para todos os lados para se livrar de ser preso!
NÃO ADIANTA FUGIR, PORQUE O DIA DELE VAI CHEGAR!