Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.

domingo, 23 de abril de 2017

PSICOPATAS

A boca mente, mas o corpo mostra a verdade
 
 
Deboche, ironia, vergonha:
o que as expressões dos delatores revelam
 
 


PSICOPATIA
 "O psicopata não tem sentimentos, mas sabe imitá-los"
https://www.youtube.com/watch?v=xlAW_ca-0K0"

 
 
Da mesma forma que as expressões de delatores mostram  que  eles estão mentindo, quando você falar uma mentira, seu corpo dirá a verdade.

Ratos abandonam o navio

 
 
É engraçado que todo mundo fale do Diogo,
mas o meu Mainardi preferido, na verdade, é o pai dele.
- Rafael Galvão -
 
 
 
LEONARDO BOFF, petista roxo, amigo de L---, militante por anos, excomungado pelo Vaticano por sua Teologia da Libertação; enfim fala do L--- que a sua lucidez custou a convencer-se:
 
 
"L---, por outro lado, mais do que os crimes a que responde,
feriu de golpe a esquerda no Brasil. 



 Ajudou a segregá-la, a estigmatizar suas bandeiras sociais e contribuiu diretamente para o crescimento do que há de pior na direita brasileira. Se embebedou com o poder. 
 

 Arvorou-se da defesa dos pobres como álibi para deixar tudo correr solto e deixou-se cegar. Martelou o discurso de ricos contra pobres, mas tinha seu bilionário de estimação. Nada contra essa amizade. Mas com que moral vai falar com seus eleitores. Saiam todos, por favor. Vocês são maus exemplos a seguir. Despertam ojeriza. Dediquem o que resta de suas vidas a entregar tudo, a detalhar tudo, a terminar de contar o que falta para que o Brasil se estabeleça como uma sociedade mais sadia, menos tóxica. Nenhum país merece que a riqueza seja comandada por quem não tem um mínimo de solidariedade com o país e vive da mesquinharia que alimenta a miséria."
 
 
O QUE EU ACHO?
Esse detestável Boff quase que acertou seu comentário. Disse que o L--- tinha um amigo bilionário. Mas o prório L-- é bilionário, ladrão ele mesmo, tocado pela sua natureza psicopata. O Boff teve muitos anos para dizer metade do que disse agora. A coincidência dele pular fora do pt, neste momento, diz, melhor do que a oposição, do
apodrecimento final do partido.
 
FACEBOOK - Enio Mainardi
 
NB.: Nem me dei ao trabalho (demorado!) de pesquisar para saber a verdade do caso, porque um tremendo articulista como Ênio não colocaria 'sua cara a tapa" na Internet.  Já chega dos tabefes que já leva, mesmo dizendo verdades.
 
 
 
 
 
 
 
 

sábado, 22 de abril de 2017

GRIPE OdebreTCHIM !

 Aliados de L--- admitem que situação do petista se agravou,  mas dizem não haver motivo para prisão

 
 
 
http://painel.blogfol
ha.uol.com.br/2017/04/22/aliados-de-lula-admitem-que-situacao-do-petista-se-agravou-mas-dizem-nao-haver-motivo-para-prisao/
 
 
  Por Painel

No abismo - Aliados do ex-presidente L--- reconhecem que sua situação se agravou muito com o depoimento de Léo Pinheiro, sócio da OAS, a Sergio Moro. Juridicamente, dizem, não há base para decretação de prisão neste momento, mas admitem que o clima político azedou.
Sem L--- não sai  - Petistas também se debruçaram sobre o depoimento de Antonio Palocci. Acham que ele deixou claro que pode levar a Lava Jato a outro patamar, mas têm esperanças de que o ex-ministro esteja tentando negociar delação que não implique ainda mais a cúpula do partido.


Além daquela espécie de gripe que atingiu petistas e diversos parlamentares, chamada OdebreTCHIM!, também a OAS ajudou a piorar a situação do  ex-presidente que  espirra uma honradez que não tem. 

Cuidado com os germes que essa criatura anda soltando por aí, porque têm alto poder de contágio.

GRIPE NELE !



O ESFARELAMENTO DE UMA ESTRELA

 

Ascensão e queda de um mito:  Vou começar por onde Fernando Gabeira terminou, com o brilho habitual, seu artigo de 22 de maio:
 
 
“O Brasil não precisa apenas de um ajuste fiscal, mas de rever todo o modelo que nos jogou no buraco.” Bravo! Mas o Brasil precisa também se livrar do governo do PT, que não é o único, mas é certamente um enorme obstáculo à modernização política, econômica e social. E é o principal responsável pelo buraco.
 
Livrar-se do PT é, bem entendido, uma maneira de dizer. Não há de acontecer com L--- & Cia. nada além do que têm feito por merecer desde que optaram por trair os princípios pelos qual vieram à luz e se transformaram no símbolo de tudo aquilo que se propunham a combater na política. Fraudaram a boa-fé dos brasileiros, que agora lhes viram as costas. É o que merecem.
 
 
A trajetória do PT da esperança ao descrédito é a história da ascensão e queda de um mito. Gestado, nos anos derradeiros da ditadura militar, a partir da bem-sucedida mobilização dos operários fabris da Grande São Paulo em torno da reivindicação de seus direitos trabalhistas, desde sua origem esse movimento, o chamado sindicalismo autêntico, esteve declaradamente focado não nos interesses do País como um todo, mas na defesa dos interesses dos assalariados. Principalmente daqueles que integravam a elite da massa operária: os empregados na indústria automobilística e de autopeças. O líder mítico que surgiu então não foi “L---, o trabalhador”, mas “L---, o metalúrgico”. 
 
 
Desde que começou a se destacar na presidência do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, L---, o metalúrgico, sempre fez questão de manifestar desdém pela atividade política e a firme (E MENTIROSA)  determinação de jamais disputar eleições.
 
 
A posterior influência de intelectuais de esquerda e outros apoiadores acabou convencendo L--- e seus liderados da necessidade de participarem da luta político-partidária, o que supunha conquistar o apoio de um eleitorado mais amplo do que o operariado fabril. 
 
 
Dois anos depois da fundação do PT L--- era candidato a governador de São Paulo, no pleito vencido por Franco Montoro. E então já não falava apenas em nome dos metalúrgicos, mas de “milhões de brasileiros” decididos a “intervir na vida social e política do País para transformá-la”. O manifesto de criação do PT, como que pedindo desculpas pelo fato de os petistas se entregarem ao sacrifício de participar de um jogo político-eleitoral viciado, já explicara que a “participação em eleições e suas atividades parlamentares se subordinarão ao objetivo de organizar as massas exploradas e suas lutas”. 
 
 
Uma das poucas coisas que nunca mudaram no PT é exatamente o tom populista que já permeava o manifesto divulgado por ocasião do lançamento da legenda, em fevereiro de 1980. Um texto obviamente destinado também a explorar o sentimento nacional de resistência a uma ditadura no poder havia mais de 15 anos. Contra um regime “de direita” o PT proclamava generalidades “de esquerda”, tais como “é preciso que as decisões sobre a economia se submetam aos interesses populares” e que “esses interesses não prevalecerão enquanto o poder político não expressar uma real representação popular. Uma questão para a qual, como se vê hoje, os petistas não conseguem dar resposta. 
 
 
Por um bom tempo, pelo menos até a primeira eleição presidencial disputada por L--, em 1989, contra Fernando Collor, o discurso petista, repetindo (REPETE ATÉ HOJE COMO SE NOSSOS OUVIDOS FOSSEM PENICOS e FÕSSEMOS TODOS IDIOTAS) enunciado do seu manifesto de fundação, insistia em que “a democracia plena é exercida diretamente pelas massas”. Uma colocação contraditória, porque uma democracia jamais será “plena” quando o conceito de massas exclui, por exemplo, a classe média não operária ou as tão odiadas “elites”. Ou seja, pura retórica populista a serviço de um projeto de poder que foi gradualmente se transformando num fim em si mesmo.
 
 
Trinta e cinco anos depois de sua fundação, o PT não tem mais nada que ver com a legenda que sindicalistas “autênticos” fundaram, com o apoio de intelectuais de esquerda e dirigentes católicos progressistas, para combater a ditadura militar e transformar “a vida social e política do País”. Os intelectuais de esquerda verdadeiramente idealistas foram aos poucos se afastando, por uma questão de coerência, depois de L--- ter chegado ao poder disposto a qualquer concessão para lá permanecer. A Igreja Católica está hoje mais preocupada em manter seu rebanho a salvo da sedução dos evangélicos. Sobraram no partido, com honrosas exceções, os oportunistas, que se dividem agora entre os que apoiam o governo e os que lhe fazem oposição, de acordo com seus próprios interesses.

 
Assim, hoje totalmente convertido à prática de um sistema político conveniente a seu projeto de poder, o PT não tem interesse em reformá-lo em profundidade, como o demonstra o fato de que em 12 anos não mexeu uma palha nessa direção.
 
 
Sobre a modernização da economia em benefício da criação de riquezas que beneficiem todos os brasileiros, a evidência de que hoje o País anda para trás se revela em indesmentíveis números e cifras. Mais do que de incompetência, porém, esse fiasco resulta da teimosia de quem, como Dilma Rousseff, não acredita na iniciativa privada para a produção de riquezas e entende que o Estado provedor é a solução para todos os problemas.
 
 
Consequentemente, as conquistas sociais em que o governo do próprio PT avançou nos dois mandatos de L--- estão agora ameaçadas de retrocesso, pois a cornucópia do governo se exauriu.
 
Atendida a urgência do ajuste fiscal, será preciso lutar, portanto, pela revisão de todo o modelo que nos jogou no buraco. E também dar um basta a quem o cavou. O meio para isso é o voto. E a primeira oportunidade para usá-lo se oferece já em outubro do próximo ano.
 
 
*A. P. Quartim de Moraes é jornalista

 

*****
 

No blog LULA AO AVESSO 
pode ser encontrado todo o livro lançado pelo PT em 1981, com alguns comentários pessoais irresistíveis.
 
Abaixo está a 'apresentação'  do livro, transformado em blog para ficar à vista de todos.  Embora tenha sido feita há muito tempo, a ideia exposta na "apresentação" de tal livro continua bastante atual.

Os comentários


REAÇÃO


 
 
Pensamento de um "bichinho de jardim", na  charge acima de Clara Gomes, que saiu hoje no jornal O Globo:
 

Todo dia essas notícias escandalosas de corrupção!
A gente não pode se deixar levar pelo desânimo paralisante...
... Mas uma revolta raivosa pró-ativa até caiaria bem ...

 
 
Uma revolta raivosa pró-ativa não é o mesmo que queimar ônibus numa rua, como já se tornou hábito, pois isso é apenas uma demonstração de vandalismo, onde fica prejudicado quem também sofre com a patifaria reinante nesse país. 
 
 
Revolta pró-ativa é o povo se unir para EXIGIR seus direitos.  Os direitos que são adquiridos mediante o pagamento de diversos impostos, inclusive os que estão incluídos nos preços de artigos que somos obrigados a comprar.  Mas, se você pretende ser um vândalo, ao menos faça direito o seu papel: queime o que merece ser queimado.
 
 
 
 
 
 

Queda de um mito

 

 
Abandono 


Segundo a colunista Mônica Bergamo  (Folha de S. Paulo), nosso destruidor ex-presidente  petista, antecessor de  Dilma, sofrerá mais um abandono.

Agora será a vez do advogado José Roberto Batochio, que deve dar costas à sua defesa, a  cada  dia mais indefensável.


É possível também que uma delação de Palocci atingisse L---, o que obrigaria o advogado a confrontar dois clientes. Caso Batochio deixe a defesa do ex-presidente, ele será a segunda baixa na equipe de advogados do petista. Em março, o criminalista Juarez Cirino dos Santos também deixou de representar o ex-presidente.

  


 
 
Está na mídia a notícia de que o ladravaz Palocci estaria disposto a contar o que sabe. SÓ AGORA?   Será que ele estaria a fim de entrar para a nova moda: AS DELAÇÕES PREMIADAS?