Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Sérgio Moro publica artigo ...

 
 
 
...  em jornal de grande circulação e faz um apelo a sociedade.
 
Texto retirado de uma rede social
 
 
Sérgio Moro tem se demonstrado preocupado com as tentativas de interferir na Lava Jato. Em um artigo publicado no Estadão, Moro revela que precisa de apoio popular para aprovar medidas contra a corrupção e frear medidas que beneficiem os criminosos.
 
...
 
"No contexto, importante aproveitar a oportunidade das revelações e da consequente indignação popular para iniciar um ciclo virtuoso, com aprovação de leis que incrementem a eficiência da Justiça e a transparência e a integridade dos contratos públicos, como as chamadas Dez Medidas contra a Corrupção apresentadas pelo Ministério Público ou outras a serem apresentadas pelo novo governo."
 
 
 
Só espero que futuramente Sérgio Moro
não se renda à politicalha que se apoderou de nosso país!

Para um mau caráter um bom advogado


 
 “Se não existissem más pessoas, não haveria bons advogados.” - Charles Dickens                                       
 
 
 
 
“Sem advogado no meio...”
 
Waldo Luís Viana*

 
Poucas pessoas compreenderam ou deram importância à expressão acima, proferida em conversação privada de José Sarney, ex-presidente e senador, com seu (ex)-amigo e interlocutor, o empresário  Sérgio Machado, captada indevidamente por este, apavorado com a possibilidade da própria prisão por investigações e denúncias pela operação Lava-Jato.

         As elites políticas estão apavoradas pela atuação – para elas “desprimorosa” – do Judiciário,  fiando-se nos lenitivos oferecidos pelo instituto do foro privilegiado. Nesse contexto, a severidade do andar de baixo da Justiça seria um padrão indevido a ser evitado por quem sabe que tem “culpa no cartório”...

         No entanto,  sabe-se que, na medida em que se escala a ladeira do poder,  em que os comprometimentos são mais blandiciosos e perigosos, sobem também os custos das defesas dos acusados, sempre NEGANDO quaisquer comprometimentos e jurando inocência, como qualquer prisioneiro pobre e desvalido de nossas penitenciárias medievais.

         ADMITIR CULPA, JAMAIS ! Essa perspectiva não combina com os políticos brasileiros que, antes de se comportarem como situação e oposição agem como máfia.  O seu corporativismo evidente, porém, foi abalado duramente pelas investigações  atuais do poder Judiciário que, de repente, atropelou os hábitos seculares de nossos parlamentares.

         Acuados, eles planejam, na surdina, construir um conjunto de leis que detenham operações indevidas que os levem ao calabouço, aos magotes. Suas necessidades eleitorais, que os irmanam ao poder econômico, em conluio oculto e manifesto com empresários, empreiteiras, bancos e grandes empresas, efetivam um cenário recorrente de ações em que o político “rouba pra se eleger e se elege pra roubar” – como simplificou com brilhantismo o velho e saudoso senador Agenor Maria. Jamais prefeririam modificar tal quadro de impunidade implícita, porque o que dá voto e dinheiro é o que no fundo interessa.

        No entanto, quando se esbarra na Justiça é necessário recorrer a ilustres causídicos para justificar o injustificável. Mesmo assim, as elites políticas lamentam demais gastar seus recursos (em bom português) “coçar o bolso” para pagar a conta dos heroicos e sempre bem pagos intitulados “maiores advogados do país”.

         O maior deles, o falecido dr. Márcio Thomas Bastos, que se notabilizou por defender L. e seus apaniguados  no poder e não levou nada no caixão,  inclusive se regozijava na defesa de senhores digamos no mínimo de “má fama” com especial desenvoltura.  Quanto mais rico e com cheiro de culpado o acusado, mais parecia ser  uma especial e festejada mina de ouro...

         Afinal, com muitas e corajosas exceções, os advogados não pensam idealmente na Justiça, que para eles seria um conceito puramente abstrato, mas nos honorários, objetos concretos de suas ambições e para eles a mais legítima das reivindicações dentro do quadro de múltiplas e honradas atividades.

         É por isso que a elite olímpica brasileira, no fundo, tem ódio deles, porque tais causídicos obrigam os seus integrantes a fazer compulsoriamente distribuição de renda, repatriar recursos do exterior e outras medidas para pagar as enormes quantias exigidas para o exercício de seu mister em suas defesas, às vezes indefensáveis...

         Assim,  quanto mais culpado o cliente rico, quanto mais evidentes as suspeitas contra ele, mais o advogado fatura em seus escritórios prósperos e bem montados. Neles, evidentemente não entra o povo, a ralé miúda que fica relegada à indigência das defensorias públicas e à prosaica demora na tramitação e conclusão de processos. Nesse contingente sobram os negros, pobres e prostitutas – a rama da sociedade que não merece o bom tratamento jurídico oferecido ao andar de cima.

         Por outro lado, as elites também gastam seus recursos para retardar condenações,  pagando  regiamente para adiar a conclusão dos  processos, ciosas de que as protelações, ao longo do tempo, poderão gerar a prescrição, nulidade ou preclusão das lides que abalam suas reputações e honras disfarçadas, acumuladas diligentemente a custa do Erário e das verbas do Executivo que, de acordo com  elas, “não são de ninguém”...

         Por isso, teoricamente para deter a operação Lava-Jato seria de bom alvitre “não colocar advogado no meio”. Afinal de contas, eles complicam... A solução deveria gravitar apenas na dimensão política, a mais fácil de lidar e delas bem conhecida...

         São tecnicalidades sofisticadas, argumentos retorcidos por um “jurisdiquês” sem fim, que acabam por deixar os poderosos correndo o risco de permanecer em prisão preventiva, como aconteceu com o imperial  Marcelo Odebrecht e afeta também um penca de implicados, dentre eles o marqueteiro João Santana e sua amorável esposa, Mônica, responsáveis pelas últimas campanhas presidenciais petistas.

         Todos sabem, inclusive o senador Sarney, que se eles abrirem a boca,  cansados do “conforto” das celas  da polícia federal em Curitiba, talvez a própria República estremeça e caia de maduro.

         O que será de nós? – perguntam, então, os congressistas. Será que não restará “pedra sobre pedra”, como já declarou certa vez o ministro Teori Zavascki, relator da Lava-Jato no Supremo?

         São dúvidas que assaltam as consciências endinheiradas do Legislativo e preocupam o mercado, sempre sensível às oscilações e desconfianças que cercam a temida possibilidade de perda de dinheiro e investimentos.

         Mas se a grana é tão sagrada, e a política, um meio de faturar propinas e fazer fortunas por outros meios, muito se tem a perder, porque os juízes que afinal estão cuidando desses indivíduos, desde a primeira instância – principalmente o famoso Sérgio Moro (que sabemos já foi ameaçado de  morte e está bem guardado) – eles mesmos  estão jungidos a salários fixos e recursos menos aquinhoados, principalmente se comparados à riqueza dos implicados em grandes negociatas e mamatas. Essas desproporção também é fator de desequilíbrio para as elites, temerosas dos julgamentos até em instâncias superiores.

         Mesmo assim, as “grandes ratazanas” querem permanecer no Olimpo, às expensas das concessões do vetusto “foro privilegiado”, esperando com isso a ocultação dos seus mal feitos e a costumeira venda de virtudes públicas.

         Tudo foi armado por elas,  no Legislativo, para que mantivessem as coisas como estão. Descobrir corrupção, no entanto, e nessa dimensão bilionária, batendo recordes mundiais, não era esperado pelos dirigentes que inauguraram o processo de corrupção sistêmica nesses últimos treze anos e não acreditavam realmente em qualquer punição.

       Mensalão, petrolão e outras operações que poderiam ser multiplicadas no BNDES, CARF e outras instâncias, lançariam, porém, o país em outra dimensão institucional, sem dúvida não desejada pela atual classe política, como comprovam as suas conversações e diálogos privados, ora divulgados.

         Assim, se no frigir dos ovos  ainda pusessem “advogados no meio” o que seria desses ricaços que sempre se locupletaram da convivência com o governo e a cumplicidade com o poder?

         A crença quase religiosa na capacidade desses causídicos, porém,  não tirou o sr. Marcelo Odebrecht da cadeia e os demais poderosos  que ainda não deram com a “língua nos dentes”. Mas falta muito pouco para isso...

         O povo do Brasil assiste de camarote, através de jornais, revistas semanais e do noticiário das TVs,  ao desfecho dessas pantomimas,  sem atinar no que vai dar tudo isso. Até agora, todo o esforço dos políticos deu errado, porque suas estratégias se tornaram explícitas. E sabemos que “malandro adivinhado não é malandro”.

         Até o momento, quanto mais eles conspiram para “melar” a Lava-Jato mais ela cresce e se fortalece.

         Quem sabe,  nessa luta insana,  que estamos presenciando, talvez sobre para o povo brasileiro algum bônus, fazendo-o indiretamente lucrar com a decadência e prisão de tantos poderosos.

         E “sem advogados no meio...”
 
____
*Waldo Luís Viana é escritor, economista, poeta
 
 

Queda e perdas


 
Queda de Dilma 
 

Ninguém se importa com Dilma no PT.

Um comentário que circulou nos bastidores do seminário internacional da Aliança Progressista, que contou com a presença do ex-presidente neste 25 Abril, em São Paulo.

A fala de um dos membros do partido traduz parte do desespero: "ninguém se importa com a pessoa da presidente Dilma no PT. O problema para o partido será ficar sem a chave do cofre do contribuinte".

O comentário indica que o afastamento da presidente Dilma Rousseff representará um duro golpe para pelo menos 100 mil pessoas ligadas ao PT. A começar pelos membros do partido que ocupam cargos nos altos escalões da administração pública, em estatais e em repartições do governo espalhadas em todo o país.

 São milhares de cargos com salários que podem ultrapassar a casa dos R$ 80 mil por mês. Esta gente toda está desesperada e revoltada com a inépcia de Dilma por ter permitido que a situação chegasse a este ponto.

Os políticos da esquerda que sempre orbitaram em torno do poder também estão apavorados com a perda da influência política, já que se valem do prestígio da relação com o governo e do poder de liberar verbas e fazer indicações como forma de garantir a captação de recursos para suas campanhas e de seus protegidos.

Líderes de movimentos sociais também não estão nada satisfeitos com a perda certa dos recursos provenientes dos cofres públicos. Grupos como MST, MTST, CUT e UNE deixarão de receber generosas verbas federais imediatamente após a queda de Dilma. Todos passarão a contar apenas com os repasses feitos pelo PT.

O problema é que mesmo o PT ficará em maus lençóis com a queda de Dilma. Além de perder todo o poder e influência no governo central, algo que rende muito em termos financeiros, o partido também perderá os 10% que recebe de todos os ocupantes de cargos comissionados no governo.

O número de pessoas diretamente afetadas pelo afastamento de Dilma do governo pode chegar a mais de 100 mil pessoas. O partido perderá uma de suas mais importantes fontes de receitas.

A queda de Dilma ainda causará uma sequência devastadora de desdobramentos na vida de milhares de pessoas que integram o longo programa de aparelhamento do PT.

São mais de 13 anos acomodando aliados em milhares de postos espalhados em todo o país.

O desespero dessa gente nada tem a ver com a democracia, a constituição ou mesmo com alguma simpatia a Dilma Rousseff.
 
 

Revertere ad locum tuum


  VOLTA PARA O TEU LUGAR
 
 
Evidência política é como se fosse uma montanha russa, onde há horas em que estamos em cima e, nas outras, estamos LÁ EMBAIXO .  Ministros do governo Temer que o digam!
 
Podemos constatar essa espécie de montanha russa, na imagem de Luís Inácio. 
 
Ele veio lá de baixo, o que sempre quis deixar bem notório para conseguir  a simpatia do eleitorado.  Até  o determinado momento em que alçou à Presidência da República, viajando pelo  mundo afora, com o dinheiro até mesmo de quem mal o  possuía para ir a um Supermercado!  Mas, depois de ficar à frente de nosso país e começar a destruí-lo, precisou ficar no ostracismo, como um ex-presidente.  
 
Não deu outra, voltou à posição de sindicalista.  Um oportunista, que em sua ânsia de retornar à presidencia da república, saiu descendo, descendo até ir bem para baixo.
 
Foi quando deixou a posição alçada de um grande presidente, para retornar à qualidade de um simples sindicalista.  Um trabalhador que nunca gostou de trabalho, um metalúrgico que sempre ignorou a importância da metalurgia.
 
 
È como diz aquela frase em latim:
REVERTERE AD LOCUM TUUM
 
 
 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 30 de maio de 2016

CASA DE TOLERÂNCIA

 
Economicamente 'falando'
 
 
 
Dilma Rousseff foi afastada de seu cargo, mas ainda não sofreu impeachment.
Temer , interinamente, assumiu o cargo de Presidente da República.
Temos DOIS Presidentes da República.
 
 
Cunha também foi afastado.
Maranhão, interinamente, assumiu o seu 'lugar' (cargo de Presidente da Casa de Tolerância).
Temos DOIS Presidentes da Câmara de Deputados.
 
 
 
Ao invés de sustentar dois 'presidentes' estamos sustentando QUATRO
Isso  é que é economia !
 
 

 

VOTE... no menos pior.

 
 
Barato que sai caro - Quando escolhemos a mentira que mais nos agrada poderemos estar votando no que pode parecer barato, mas futurumente nos sairá bem mais caro do que poderíamos imaginar. 
 
 
 
Câmara poupa Waldir Maranhão
 Apesar da denúncia de fraude nas contas eleitorais,
partidos de oposição e governistas optaram por discurso ameno
contra o presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão.
 Por ora, não pretendem processá-lo. (Pág. 6 do Jornal O GLOBO)

 
 
 
Eleições 2016 para cargos de prefeitos e vereadores

Liberdade de expressão.


Neutralidade e liberdade da internet receberam três ataques justamente dos Três Poderes da República  

Internet livre e acessível é fundamental para a liberdade de expressão. Nesse sentido, proteger plataformas de conteúdos permite que pessoas exponham opiniões sem risco de censura. Houve um tempo em que políticas públicas de internet no Brasil estavam entre as mais avançadas. O país é uma das poucas democracias que se esforçam para implementar os Princípios de Manila – políticas de responsabilização dos intermediários on-line – e que exigem ordem judicial para remoção de conteúdo. O Brasil teve software livre em quase todas as instâncias do governo federal, rede social para articulação política, ministro hacker – Gilberto Gil à frente de ações como Cultura Viva –, a perspectiva do Banda Larga Para Todos e o Marco Civil da Internet, colaborativo e inédito ao colocar a internet como um direito.
Recentemente, parece que o jogo virou. A neutralidade e liberdade da internet receberam três ataques justamente dos Três Poderes da República. 1) Legisladores tentam derrubar o Marco Civil na CPI dos Crimes Digitais. 2) Juiz bloqueia o WhatsApp e prende o executivo do Facebook. 3) Anatel só defende as teles – e não os consumidores – ao sugerir a limitação da banda larga fixa. 
Nesse debate, há um ponto ainda pouco explorado: a ameaça ao uso da rede para que cidadãos possam lutar pelo que consideram importante. Como gestores da maior plataforma de abaixo-assinados do mundo, não podemos ignorar o risco a nossa missão: empoderar pessoas, em qualquer lugar, a promover as mudanças em que acreditam. Após criar uma petição, uma mãe de Rondônia conseguiu o suporte para seu filho com deficiência estudar. Uma psicóloga garantiu o serviço para a mãe com Alzheimer andar de avião. Uma transexual fez uma empresa de ônibus emitir seu documento com o nome social. Um pai convenceu a Anvisa a aprovar o canabidiol, de que seu filho precisa. Sem liberdade e neutralidade, essas mobilizações poderiam não ter existido.
Hoje, 150 milhões de pessoas em 196 países usam a Change.org para criar petições e pressionar quem tem o poder de decidir. Cada assinatura gera um e-mail, com uma efetividade indiscutível: registramos a “vitória” de um abaixo-assinado a cada hora. No Brasil, são 7 milhões de usuários e mais de 250 pedidos atendidos. Em sua maioria, essas campanhas são iniciadas por cidadãos comuns, que não têm outra maneira de conseguir que suas vozes sejam ouvidas ou mesmo obter a atenção de governos e grandes empresas. Se não fôssemos protegidos por normas de responsabilização, seríamos forçados a remover conteúdo do criador da mobilização ao primeiro sinal de ação judicial. Com as leis atuais, temos condição de lutar para proteger a liberdade de expressão de nossos usuários. As mudanças em curso colocam essas possibilidades em perigo.
Ao mesmo tempo, estamos orgulhosos das pessoas que usam a plataforma. Nas últimas semanas, muitas se engajaram para defender a internet no Brasil. Dois abaixo-assinados criados pelo Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS-Rio) mobilizam inclusive a comunidade internacional. O criador do Facebook, Mark Zuckerberg (*) , se uniu à campanha. Outra petição, criado pelo gaúcho Sérgio Girardello, pressiona a Anatel para não acabar com a banda larga ilimitada.
Por isso, nós nos opomos abertamente às ameaças que a internet vem sofrendo num país de importância global como o Brasil. Rediscutir o Marco Civil e relativizar avanços como banda larga fixa ilimitada e a liberdade de expressão são retrocessos impensáveis.
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  (*)  É  um tanto estranho que o criador do Feicibuqui tenha aderido à campanha pela liberdade de expressão, pois sua criação é uma rede social em que váriaspessoas são denunciadas pelo que foi exposto, tendo suas idéias imediatamente retiradas, por mais verdadeiras que forem.  Talvez Mark Zuckerberg  não saiba disso !
A liberdade de expressão pode ser vista como uma forma de expressarem apenas o que nos interessa.  Mas é aí que está um grande erro, pois todos têm o direito de expressar o que quiserem.  Caso escrevam o que não nos agrada, basta  não ler e NUNCA DENUNCIAR O QUE FOR CONTRÁRIO ÀS NOSSAS OPINIÕES.

domingo, 29 de maio de 2016

TCHAU, QUERIDA !

 
 
 
Meu pitaco:



 Chega a ser comovente. A predileção que comunistas como Dilma sentem pela cor escarlate é patética para dizer o mínimo. Comunistas, socialistas e petistas usam o vermelho para se identificar com a "esquerda revolucionária". Países já a usaram e a ainda usam em suas bandeiras. A da extinta União Soviética era totalmente vermelha com o símbolo da Foice, representando os trabalhadores na agricultura, e do Martelo, representando os trabalhadores das indústrias, ambos encimados por uma estrela vermelha que representava o Partido Comunista (depois adotada pelo PT). Igualmente vermelha é a da China (RPC), com cinco estrelas amarelas, a maior representando o Partido Comunista, e as menores povo, é claro. Como fica evidente, NADA fica acima do Partido. Engraçado, estou com uma sensação de déjà-vu…
Tudo somado, é perfeitamente aceitável e até compreensível que dona Dilma apareça toda vermelhinha como um tomate passado. Dona Marisa, quando o fez, e ainda de maillot de bain, foi comparada pelo José Simão a uma bomba de gasolina da Texaco. Lembram-se? Pois é, nem a todos ou a tudo o vermelho cai bem.
Eu gosto do vermelho em Ferraris ou Ducatis, mas jamais usaria tal cor numa gravata. Este que sai é um ministério de grande incompetência e muito mau gosto, mas o que se poderia esperar de um ministério de Dilma? Fizeram bem em usar nos pescoços as coleiras da dona.
Já vão tarde, todos eles…
 

Áudios provam o golpe… do PT contra o erário


 
Josias de Souza
28/05/2016

Os historiadores fascinarão os brasileiros do futuro quando puderem se pronunciar sobre os dias atuais sem se preocupar em saber o que vai sobrar depois que a turma da Odebrecht começar a suar o dedo. O relato sobre o apocalipse do PT no poder encontrará a exatidão no exagero. Buscará paralelos na dramaturgia grega ao relatar como o petismo saiu da História para cair na vida.
 
No início desta semana, o PT imaginou que poderia reescrever a história a partir da gravação de uma conversa em que Romero Jucá insinua para Sérgio Machado que a queda de Dilma e a ascensão de Temer poderia resultar num “pacto” para “estancar a sangria” da Lava Jato. Está confirmado o golpe, alardearam Dilma e os petistas.
 
Passaram-se os dias. Sobrevieram as gravações dos diálogos que Machado travou com Renan Calheiros e José Sarney. Veio à luz a delação do ex-deputado Pedro Corrêa, do PP. Antes que pudesse comemorar uma mudança dos ventos, o PT viu-se enredado num redemoinho que o devolveu rapidamente à defensiva.
 
Numa das conversas colecionadas por Machado, Sarney declarou que a própria Dilma pediu dinheiro à Odebrecht para nutrir a caixa registradora de sua campanha e remunerar o marqueteiro João Santana. Previu que madame será abatida numa confissão da turma da empreiteira, “metralhadora ponto 100”.
 
Em sua delação, Corrêa iluminou o submundo em que Lula se meteu para comprar apoio congressual com dinheiro roubado da Petrobras. Estilhaçou a retórica do “eu não sabia” ao relatar reuniões em que o morubixaba do PT apartou brigas dos aliados por dinheiro ilegal e ordenou a nomeação de diretores larápios para a estatal petroleira.
 
Quando puder relatar à posteridade tudo o que sucedeu, a História descreverá uma fantástica sequência de fatos extraordinários acontecidos com pessoas ordinárias —em todos os sentidos. E concluirá que houve, de fato, um golpe no Brasil. Um golpe do PT e da quadrilha que gravitou ao seu redor contra o erário.

Mesóclises e burróclises




MESÓCLISES  -   Falas formais já viraram uma marca de Michel Temer. No ano passado, a famosa carta enviada à então presidente Dilma Rousseff começava com uma frase em latim. Mas o que se destaca mesmo nos discursos do presidente interino é o uso de uma estrutura pouco usual até nas conversas mais cerimoniosas: a mesóclise.
http://epocanegocios.globo.com/Brasil/noticia/2016/05/temer-faz-piada-com-uso-de-mesoclise.html

 
  
 
BURRÓCLISES - A autossuficência do Brasil sempre foi insuficiente." 
 http://liberzone.com.br/as-18-maiores-perolas-ditas-por-dilma-rousseff/ 
 
 
 
 
ATÉ PARA MENTIR
É NECESSÁRIO SER ESPERTO.
 
 
 

Ser gay é ...







1 - Sentir atração por pessoas do mesmo sexo;

2 - Querer impingir aos outros suas preferências sexuais;

3 - Participar de todas as manifestações gays, como a de hoje, por exemplo, sem que isso seja visto apenas como um programinha de quem não tem mais nada a fazer.

4 - Acreditar que ser homem ou mulher é tudo a mesma coisa, sem a menor distinção entre uns e outros;

5 - Acreditar que outro ser do mesmo sexo pode ser seu complemento.







LEI LAMPIÃO


Houve um caso, dentre muitos, em que uma mulher costumava dar umas bofetadas ou mesmo longas surras em seu marido.  Quando ele ameaçava reagir ela dizia para ele:   "Se me der uma bofetada, recorro logo à Lei Maria da Penha. Coagido, ele engolia em seco e segurava a reação que ameaçava surgir.   Então, apanhava calado.
 
No dia  17 de dezembro de 2014  foi feita uma página sobre os direitos que  os homens também têm, embora ninguém fale sobre isso, nem mesmo os homens.(http://jurema-cappelletti.blogspot.com.br/2014/12/lei-lampiao.html)

 
 
 
 

 
Agora houve um caso que tomou conta das manchetes dos jornais, revistas e chegou até ao ponto de invadir este blog, que não podia ficar tão desajustado e  afastado das últimas notícias.  Na Praia de Copacabana foram colocadas roupas femininas e alguns cartazes.  Uma das frases,  como  podemos ver aí acima,  diz que "as mulheres merecem FLORES ao contrário de merecerem violência",  quando elas clamam por  uma igualdade, inexistente, pois homens são homens e mulheres sao mulheres.   Sem contar que igualdade não existe nem mesmo entre os diversos indivíduos, pois ... cada um é cada um.
 
Já que as mulheres vivem exigindo serem tratadas da mesma forma que os homens, porque não dar a elas um bola de futebol, no lugar de um  ramo de flores?
 
 
 
Quanto à lingua feminina, ela pode destruir sem matar, sem machucar ou sem estuprar, mas é insuportável !
 
Escrito por uma mulher
 
 

sábado, 28 de maio de 2016

Machismo e feminismo

Depois da queda SON MOTTA
Caiu marcada por seu estilo grosseiro e autoritário
que a aproxima de uma caricatura dos machões mais truculentos
 
 



Na reta final, uma das acusações mais patéticas aos que não queriam o impeachment de Dilma é a de machismo.


Todo golpista é machista? Todo machista é golpista? Parece papo de Cristina Kirchner no tango do desespero. Quem ousaria tentar depor Margaret Thatcher, Angela Merkel ou Hillary Clinton? É como comparar Michelle Obama com Marisa Letícia. Afinal, Dilma foi eleita pelo machão L. .


Dilma caiu não por ser mulher, mas por seus erros, teimosias e irresponsabilidades, marcada pelo estilo grosseiro e autoritário que a aproxima de uma caricatura dos machistas mais truculentos.


Diz que não é dura, que é honesta, como se os cordiais, os tolerantes, os amistosos não pudessem ser decentes. Ou como se os corretos não pudessem ser durões.


Mas ser honesta não é só não roubar. Será honesto mentir, esconder dívidas, prometer o que não poderia cumprir, acusar os adversários do que depois ela faria, permitir que uma organização criminosa tomasse a Petrobras e outras estatais para financiar um projeto de poder? Para ela e para Lula, não é desonestidade, é “luta política”.


Mas o vale-tudo é só para eles. Na oposição, o PT foi um denunciante e perseguidor implacável de adversários políticos, destruindo reputações, estabelecendo o padrão nós contra eles para a vida política nacional. Sim, a ascensão do bonde do PMDB não inspira esperanças, apenas alívio para uma situação insustentável. Quem sabe o PT seja útil na oposição?

Fiel à sua formação marxista e suas crenças econômicas brizolistas, Dilma decidiu exercer seu poder para baixar os juros na marra e a energia elétrica no grito, certa de que estava fazendo um bem ao Brasil e aos pobres. E à reeleição. Não ouviu nenhuma opinião divergente, mesmo quando as consequências devastadoras de suas decisões já eram evidentes. As maiores vítimas foram os pobres.


Será possível que alguém que se expressa tão confusamente possa pensar da forma clara, objetiva e analítica que a função exige?


Recordista no anedotário da República, seu estilo se sintetiza na piada final:


“Dilma faz delação premiada. Mas investigadores não entendem nada”.
 
 
 
 

Sócrates nunca soube de nada ?


O que sobrar  - Folha de S. Paulo/RUY CASTRO


 

L. anunciou que montará um "governo paralelo" para fiscalizar a gestão de Michel Temer. É o que os ingleses chamam de "shadow cabinet" - um ministério informal, agindo à sombra do oficial, para ver se este está trabalhando a favor dos interesses da população. Já leu? Pois esqueça. L. disse isto todas as vezes em que foi derrotado numa eleição. O "shadow cabinet" é um de seus factoides, destinado apenas a fazer espuma e adoçar seu minguante eleitorado interno.

Se L. não fiscalizou seu governo, nem o de Dilma, como fiscalizará um governo alheio? Nos 13 anos de PT no poder, houve o aparelhamento e a tomada do Estado, o assalto à Petrobras, o festival de propinas, a farra das montadoras e das empreiteiras, a venda de medidas provisórias, a bacanal fiscal e o rombo nas contas públicas. Tudo isto levou o país para o buraco e, como a Carolina do Chico Buarque, só L. não viu.

L. não fiscalizou as manhas e artimanhas de seus amigos José Dirceu, Delúbio Soares, José Genoíno, João Vaccari, Silvinho Pereira, Delcídio do Amaral e demais cartolas do PT, dos marqueteiros João Santana e Mônica Moura, dos empreiteiros Leo Pinheiro e Marcelo Odebrecht, do pecuaristaJ osé Carlos Bumlai e de outros que ficam, literalmente, na geladeira.

Aliás, L. não fiscalizou nem a si mesmo. Deslumbrou-se com os vinhos e jatinhos da elite golpista loura e de olhos azuis, promoveu reformas em sítios e tríplex que não lhe pertenciam e fez palestras milionárias de que não se conhece uma palavra.

E, agora, L. já não conseguirá fiscalizar seus antigos aliados, que estão presos na Lava Jato e a fim de contar o que sabem para mitigar as sentenças de que não escaparão. Marcelo Odebrecht, por exemplo, quer falar para reduzir os 100 anos de cadeia a que está sujeito e, quem sabe, dividir com L. o que sobrar.



 

País de doidos ou aproveitadores ?

RECEBIDO POR EMAIL
 
 
 É nisso que dá o aparelhamento das nossas Instituições.
Parece coisa de doidos, mas é de aproveitadores.
 Será que o processo de corrupção institucionalizada

também deveria ser mantido pelo novo governo?
 Certos ministros me fazem sentir vergonha da nossa maior Corte de Justiça.
 Grande abraço. Osório

 
          

Ministro do STF dá cinco dias para Temer explicar reforma no governo - 26/05/2016

Luís Barroso tomou decisão em ação apresentada ao Supremo pelo PDT.
Partido afirma que governo Temer é provisório e não pode fazer mudanças.

 
 
 
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta quarta-feira (25) que o presidente em exercício, Michel Temer, preste esclarecimentos por escrito em cinco dias sobre a reforma administrativa que realizou no governo.

A reforma, realizada após o afastamento da presidente Dilma Rousseff em razão do processo de impeachment que tramita no Senado, incluiu nomeação de ministros, fusão e extinção de ministérios e alteração da política externa.

 
A decisão de Barroso foi tomada devido a uma ação apresentada no último dia 23 pelo PDT, que questionou a mudança de projetos e anulação de atos da presidente afastada. O ministro já negou pedido semelhante formulado por um diretório do PT.
 
 O PDT pediu uma liminar (decisão provisória) para suspender as mudanças sob o argumento de que o afastamento de Dilma é temporário (por até 180 dias) e que Temer não poderia mudar o programa de governo da presidente afastada. 
 
 "O vice-presidente da República, que não se encontra investido na titularidade do cargo – pois o exerce temporariamente em razão da admissão do procedimento de impeachment –, atua como se titular fosse e irroga a si atribuições que sequer poderiam a ele ser delegadas (CF, art. 84, parágrafo único), e o faz com usurpação", diz o texto da ação do PDT.
 
O ministro Barroso afirmou, na decisão, que existe uma presunção da validade dos atos estatais e por isso Temer deve ser ouvido sobre o pedido do PDT antes de qualquer decisão. Não há prazo para que a ação seja julgada.
 
 
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1 - Se o Ministro do STF negou um pedido semelhante, porque motivo haveria de aceitá-lo agora ?
 
2 - Se o governo atual não pode fazer nada ao seu jeito, se tudo  deveria continuar como era antes, porque, então, Dilma foi afastada de seu método destruidor, ou melhor , da Presidência ?
 
 
 

GOLPE ... de Estado - março/2016


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Como o comandante Villas Bôas impediu
um golpe de estado do PT e de Dilma 
 

Sem sair um milímetro sequer de suas atribuições funcionais as Forças Armadas abortaram o golpe do Estado de Defesa e impediram a geração de um clima de pré-Guerra Civil. 

 No dia 23 de março deste ano o senador Ronaldo Caiado, do Democratas de Goiás, vinha a público com uma notícia bombástica. Dilma estaria pensando em decretar Estado de Defesa.  A notícia foi recebida basicamente de duas maneiras nas redes sociais. De um lado, alguns acusavam o senador de estar criando alarmismo de maneira desnecessária. Já outros, especialmente extremistas de direita e defensores da intervenção militar, chamavam o Comandante do Exército, General Villas Bôas de covarde, traidor, carreirista e mais um monte de outros xingamentos. Ato contínuo, o senador Aécio Neves, do PSDB, tratou de deixar claro que Caiado não estava blefando. O petismo realmente tinha planos golpistas.

Este Sul Connection esteve em Brasília no domingo do impeachment e passou toda a segunda-feira por lá. E então apuramos os desdobramentos das denúncias de Caiado e Aécio e o papel que Villas Bôas e os militares desempenharam durante a crise. Antes de prosseguirmos, faça-se justiça: sem fugir um único milímetro de suas atribuições funcionais, sem conspirar e respeitando rigorosamente a Constituição, o Comandante do Exército, liderando as Forças Armadas, foi um verdadeiro herói da jovem democracia brasileira. Se um dia o leitor desta reportagem encontrar Villas Bôas por aí, bata continência e palmas para o nosso comandante. Ele merece. 

Segundo o que apuramos, tanto Caiado quanto Aécio foram informados pelo próprio Comando do Exército da manobra que se preparava intra-muros no Palácio do Planalto. Foram informados justamente para que colocassem a boca no trombone e esvaziassem politicamente qualquer tentativa neste sentido. Ato contínuo, Villas Bôas chamou à Brasília os comandantes das quatro regiões militares e realizou uma reunião de emergência do Alto Comando. Ele explicou o que se passava e pediu apoio aos seus comandados para ir até o governo e informar que as Forças Armadas brasileiras não aceitariam qualquer ordem que considerassem absurda.

Villas Bôas teve o apoio de seus comandados. E juntos, fardados, foram todos falar com o Ministro da Defesa, o comunista Aldo Rebelo. Aldo foi informado de que o Regimento Militar era muito claro. Ordem absurda não se cumpre. E mais. É dever de todo militar dar voz de prisão a quem ousa expedir qualquer tipo de ordem absurda. Recado mais claro, impossível.

Aldo foi à Dilma e informou que não haveria qualquer apoio para o Estado de Defesa. 

Após abortarem os planos de Dilma, os militares ainda promoveram dois almoços no Comando do Exército em Brasília, tendo Villas Bôas como anfitrião. Um com o senador Ronaldo Caiado. E outro com o senador Aécio Neves. Ambos foram orientados a entrarem pela porta da frente do Comando, sem qualquer medida para ocultar a reunião. O recado foi claro: ninguém estava conspirando e nem fazendo nada de ilegal. Não havia motivo para se esconder. Igualmente claro foi o recado compreendido pelo governo: as Forças Armadas brasileiras não adeririam a qualquer tipo de golpismo. 

Este Sul Connection fez questão de registrar como o impeachment pôde chegar ao seu fim de forma pacífica e serena, sem qualquer golpismo, em respeito à história e à biografia de Villas Bôas. Injustamente atacado nas redes sociais, o general manteve a serenidade e nunca demonstrou qualquer disposição para bater boca com fanáticos de qualquer viés. Cumpriu sua missão militar e institucional. Ajudou a preservar nossa jovem democracia e as nossas instituições. Merece todo o nosso reconhecimento. 

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APÓS 50 ANOS, OS CADETES VOLTARAM...
... VOLTARÃO SEMPRE, ENQUANTO ESTIVEREM EM FORMA!