Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

domingo, 29 de maio de 2016

LEI LAMPIÃO


Houve um caso, dentre muitos, em que uma mulher costumava dar umas bofetadas ou mesmo longas surras em seu marido.  Quando ele ameaçava reagir ela dizia para ele:   "Se me der uma bofetada, recorro logo à Lei Maria da Penha. Coagido, ele engolia em seco e segurava a reação que ameaçava surgir.   Então, apanhava calado.
 
No dia  17 de dezembro de 2014  foi feita uma página sobre os direitos que  os homens também têm, embora ninguém fale sobre isso, nem mesmo os homens.(http://jurema-cappelletti.blogspot.com.br/2014/12/lei-lampiao.html)

 
 
 
 

 
Agora houve um caso que tomou conta das manchetes dos jornais, revistas e chegou até ao ponto de invadir este blog, que não podia ficar tão desajustado e  afastado das últimas notícias.  Na Praia de Copacabana foram colocadas roupas femininas e alguns cartazes.  Uma das frases,  como  podemos ver aí acima,  diz que "as mulheres merecem FLORES ao contrário de merecerem violência",  quando elas clamam por  uma igualdade, inexistente, pois homens são homens e mulheres sao mulheres.   Sem contar que igualdade não existe nem mesmo entre os diversos indivíduos, pois ... cada um é cada um.
 
Já que as mulheres vivem exigindo serem tratadas da mesma forma que os homens, porque não dar a elas um bola de futebol, no lugar de um  ramo de flores?
 
 
 
Quanto à lingua feminina, ela pode destruir sem matar, sem machucar ou sem estuprar, mas é insuportável !
 
Escrito por uma mulher