Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

UMA PÁGINA PODE SER VIRADA, MAS UM CRIME NÃO SERÁ APAGADO!

 
Para  o inocente  Planalto/Dilma Rousseff/PT/criador-criatura, que nunca sabe de nada, muito menos de Economia (se assim não fosse, nossa PresidentA não teria levado à falência uma lojinha com artigos de R$ 1,99), o infeliz pagamento das dívidas contraídas antes, transformaram o impeachment numa página virada .
 
Como não sou economista, nem tenho nenhuma obrigação de salvar o país da falência, a não ser  pagar os impostos exorbitantes que me são empurrados goela abaixo, dou apenas uma sugestão quanto à viração de páginas.
 
É preciso ter muito cuidado ao virar  páginas, porque não sabemos o que vamos encontrar embaixo.   Já imaginaram que coisa horrível virarmos uma página e vermos em seguida um rasgão nos papéis de algumas páginas seguintes que não nos permitirão ler  tudo o que estava ali antes, principalmente, se fossem trechos que gostaríamos muito de ler ? 
 
 
Além do enorme risco que Dilma está correndo, junto com o seu partido, e NOSSO  país,  existe mais um grande problema:  todos os CRIMES já cometidos não serão apagados do nosso passado, seja o que for que seja feito a partir de agora.     Por exemplo, um assassino tira a vida de outra pessoa.  Ele pode até se 'filiar' a alguma Igreja ou seita e ser perdoado pelo que fez, mas a vida que ele tirou, não ressurgirá das cinzas.  Do mesmo jeito será cometer o grave crime de pedaladas fiscais, que pode ser sanado com o atual pagamento, mas o crime de pedalada fiscal foi cometido e jamais será apagado.
 
Existe apenas uma forma de acabar com a discussão se as pedaladas fiscais que foram cometidas pela nossa PresidentA são um crime ou não, são aceitáveis ou não.  É fazer com o governo o mesmo que ela faz e ver como o governo vai reagir a tal situação.  Pena não saber como cometer uma pedadalada, porque do contrário já o teria feito!
 
 
Por falar nisso, alguém já tentou não pagar o Imposto de Renda
ou algum outro imposto ?

SONHO E PESADELO



GOVERNO ZERA AS 'PEDALADAS' - Pagamento de R$ 72,4 bi quita as dívidas, inclusive as de 2015, e leva rombo a R$ 118,6 bi - Este artigo está no jornal O GLOBO de hoje.


"Para o Planalto, pagamento das 'pedaladas' é página virada " - http://www.vgnoticias.com.br/noticias/23873/para-o-planalto-pagamento-das-pedaladas-e-pagina-virada ÔPA! ISSO MERECE UMA PÁGINA ESPECIAL !
 
 
 
Ao pagar as dívidas do Estado,  querendo fingir que não fez o que todos sabemos que fez, o governo  está apenas aumentando o rombo do  nosso país, na quantia que chegou aos R$ ll8,6 BI.
 
Como  a PresidentA e os deputados e senadores vivem num mundo à parte do nosso, construído lá em Brasília, continuam gastando escancaradamente, enquanto nós esprememos tudo o que temos, para cobrir os atuais gastos nababescos deles e os  roubos  (desculpem o erro , não é roubo, o correto é rombo! ) praticados.
 
 
 
 
 

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Maquilagem contábil




Novidades do fim de ano :
JORNAL O GLOBO  DE HOJE, PENÚLTIMO DIA  DO ANO DE 2015


- Bolsa na lanterninha;  - Bovespa encerra o penúltimo pregão do ano com RECUO  de 0,25%;

- Dívida pública federal cresce e ultrapassa os 65% do PIB;

- BNDES amplia financiamento de bens de capital - Crédito pelo Finame cobrirá até 80% ... ;

- Gás canalizado da CEG vai ficar 8,63% MAIS CARO em lº de janeiro ; - Brasil assegura importação de energia do    Uruguai (Com reservatórios baixos, autorização de tranferência vale até o fim de 2018;

 - Índice de REAJUSTE do aluguel atinge 10,54%;

- Descontos de 80% e parcelamento até 20'17, vale tudo após um NATAL 'MAGRO';

- Capa da 'Economist' alerta para QUEDA do Brasil e prevê DESASTRE em 2016

Ao menos uma coisa muito linda, femininamente falando, aconteceu hoje:  parece que, na correria para fechar as contas do ano que está terminando, o governo talvez tenha sido forçado (pobre coitadinho!)  a reabrir um estojo de maquilagem... contábil.  
 
Sabemos que a maquilagem serve para encobrir as 'impurezas' e esconder certas imperfeições .  No entanto, é necessário camuflar o feio e realçar os traços mais belos, caso  existam.
 
 
ONDE COLOQUEI MEU BATON ?
 
 
 
 
 

13 DE MARÇO



AOS AMIGOS



Que o próximo ano dê a vocês 
tudo o que desejarem!

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Milagreiro !

 
 
" ...  com três semanas de seu mandato de quatro anos, as amplas reformas econômicas de Macri incomodam a Argentina, acentuando a divisão que ele queria superar e levando alguns argentinos a duvidar de se ele será uma mudança para melhor."
 


Os argentinos começam a duvidar das vantagens trazidas pelas mudanças com o governo Macri.  Mas não pensam, em nenhum momento, em como é difícil pegar um país quebrado, na economia, nos costumes e na Casa Rosada.  Os eleitores querem que as boas mudanças surjam do  dia para a noite, sem que penem pela escolha que foi feita anteriormente.  Sem contar que um presidente como Macri jamais tomaria medidas  consideradas populares, até porque ele não está presidindo a vida de ninguém, mas do país.
 
Já imaginaram como seria, aqui no Brasil, se um outro  candidato fosse eleito no lugar de Dilma?  Vamos supor se tais escândalos estourassem nas mãos  de um  novo presidente  pertencente a  outro partido que não fosse o Partigo da Trapaça!   Alguém poderia acreditar que o antecessor de  Dilma diria as mesmas barbaridades que vem dizendo ultimamente e não usaria sua verborragia para "detonar" o novo presidente?
 
 
Pois o mesmo vai acontecer  com o Brasil,
que passou pelo mesmo estrago.  
 
 
Após a  saída de Dilma, veremos pessoas reclamando, ignorando que anteriormente, por muitos anos,  foram escolhidos  candidatos errados, pertencentes a um  partido de gente medíocre e incapaz, pronto apenas para destruir um país.  Mas todos querem que o novo presidente faça milagres.  Não, ninguém quer um presidente, todos desejam um milagreiro!                      

Ano novo, vida velha - Arnaldo Jabor

 http://oglobo.globo.com/cultura/arnaldo-jabor/

"... ano da incompetência arrogante, o ano em que tudo o que era sólido desmanchou no ar, ..."
 
"... ano em que filhos e próximos amigos de L--- estão caindo enquanto ele pinta o cabelo de acaju."
 
" ... o ano do pixuleco, , o ano das propinas,  ... "
 
" ... o ano dos milhões de analfabetos e de eruditos burros ..."
 
 
" ...  o ano das negações, do nada, do “não sei”, do “jamais roubei”, ... "
 
" ... ano das provas que nada provam, o ano da mentira como verdade ... " 
 
" ...  o ano do grande Sérgio Moro... "

 
 
O ano da mandioca, o ano do vento engarrafado, dos pastéis de vento, o ano da mulher sapiens, o ano da incompetência arrogante, o ano em que tudo o que era sólido desmanchou no ar, o ano em que a República ficou com dois poderes em luta — o Executivo chantageado por dois elementos suspeitos de crime no Legislativo —, o ano da “segunda vinda” do Cristo Bolívar, invadindo a América Latina pela janela da Venezuela (um malandro que até o Marx chamava de “personagem medíocre e grotesco”), o ano do bigode do Maduro e do Chávez virado em passarinho, cantando-lhe nos ouvidos, o ano do pixuleco, o ano das propinas, das gorjetas, dos mimos, dos brindes, dos óbolos, dos esbulhos, o ano dos recordes: nunca no mundo alguém tinha levado US$ 90 milhões de “cervejinha”, o ano da cumbuca, da mão grande, o ano em que vimos que o país está pior do que pensávamos, o ano do povo ou obeso ou faminto, o ano dos milhões de analfabetos e de eruditos burros nas universidades pregando stalinismo para jovens indefesos, ano dos heroicos tesoureiros presos, o ano do olho mortinho do Cerveró, da barriga do Ricardo Pessoa, do sorriso estoico do Marcelo Odebrecht, da barba de esquerda do Vaccari, o ano das manifestações abstratas, o ano dos bonecos flutuantes de L---, Dilma e Cunha, o ano em que filhos e próximos amigos de L--- estão caindo enquanto ele pinta o cabelo de acaju, o ano dos cabelos lindos e brancos do Delcídio do Amaral e também o ano do cabelo negro do Lobão, esse perigoso elemento servo do Sarney, que roubou o nome da pobre cidade do Maranhão Ribeirãozinho e se autonomeou município, o ano do amigão Bumlai, que L---renegará três vezes, como fez com Dirceu, o ano das negações, do nada, do “não sei”, do “jamais roubei”, o ano dos “guerreiros do povo brasileiro” em cana, o ano da carne enlatada na Suíça pelo Cunha, mercador de bois e vacas raladas e ano das provas que nada provam, o ano da mentira como verdade ou o contrário: a verdade é tão escrota que parece mentira, o ano das desculpas esfarrapadas, o ano do triunfo de um grande precursor: Maluf, o Criador que deu o salto qualitativo da escrotidão nacional, o ano da metáfora de lama caindo sobre o país, maior tragédia ecológica da nossa história, que derramou 62 milhões de metros cúbicos de bosta eterna (o que não deixa de ser mais um belo recorde nosso...), o ano do mosquito, o ano da saúde doente, o ano das prefeitas prostitutas, o ano do Lamborghini da Dinda que nos deu saudades do Fiat Elba — o calhambeque que expulsou o Collor —, o ano do ex-país do futuro e em que não conseguimos ser o país do presente, o ano da irresponsabilidade fiscal oficial, do PIB zero, das bicicletas e pedaladas, o ano da “nova matriz psicótica” que vem aí e que fará tudo ao contrário do que deveria ser feito, por pirraça ideológica e burrice, o ano da burrice que (não esqueçamos) é “uma força da natureza”, o ano da volta da pior estagflação que será um novo recorde (viva!) do risco Brasil crescendo e do crescimento caindo, o ano do auge da rejeição popular, o ano das desculpas do caixa 2, o ano do triste fim de Joaquim Levy, que foi convocado para Dilma fingir que o obedecia, o ano da ascensão do Nelson Barbosa, dono de uma nova ideologia: o “lulo-capitalismo” — com uma estrelinha vermelha no peito fingindo de “liberal”, o ano de um ajuste fiscal que jamais será feito porque os sindicatos preferem o desemprego dos operários a mexer em direitos dos pelegos, o ano do MST financiado pelo governo, o ano dos 39 ministérios, o ano da certezas teimosas, o ano do dólar disparado, fazendo-nos torcer para o país se fu#&* e o dólar subir mais, o ano em que o PMDB roubou a cartilha do PSDB e os tucanos ficaram sem projeto (*), o ano do grande Sérgio Moro, que provoca rostos em pânico no Congresso, caras de fuinhas, de furões com medo, de cangurus pálidos, de tamanduás trêmulos, uma exposição de bichos covardes, uma feira agropecuária ali na Câmara, usando palavras solenes: “Minha honra”, “aleivosias contra mim”, “minhas mãos limpas!”, todos querendo ostentar pureza, angelitude, candor, com palavras encobrindo o despudor, a secular engrenagem latrinária que funciona abaixo dos esgotos, abaixo dos cientistas políticos, o ano dos intestinos da pátria ao vivo, os aumentos de patrimônio, os carrões, os iates, as casas com piscinas em forma de vaginas, as surubas lobistas no Lago Sul, os “fins justificando os meios” — dólares dentro de maletas pretas com a estrela vermelha do PT, o ano das calúnias, injúrias e difamações, da euforia de advogados enriquecendo e das promessas a Jesus para proteger os congressistas salteadores, as mandingas, os despachos, as galinhas mortas na encruzilhada e as esposas histéricas não comidas e sem amor, o uísque caindo mal, as diarreias, as flatulências fétidas, os arrotos nervosos, os vômitos, o ano em que finalmente vemos a cara suja do Brasil, o ano do Temer com sua cara de mordomo de filme inglês de terror (apud ACM), em quem Dilma não confia, nem ninguém, o ano do cuspe, o ano da porrada na Câmara e nas esquinas, o ano dos palavrões, o ano da “merda” e da “puta que pariu”, o ano da inveja, o ano das bundas, das periguetes, dos nudes, o ano das selfies, o ano dos babacas, o ano da vaca louca, o ano da cachorra no ar, o ano da beira do abismo, o ano da cracolândia, e, principalmente, o ano do satânico dr. Cunha, a prova máxima da decadência pública, com a cara mostrando-lhe a alma e vice-versa, o ano da marcha a ré, o ano dos ladrões “revolucionários”, o ano das alianças sujas, o ano das ilusões perdidas, o ano do renascimento do Supremo Tribunal Federal , o único orgulho brasileiro, com a PF e o MPF bombando, o ano que vai começar mais uma vez e vai terminar mais uma vez daqui a um ano, deixando sempre a sensação de esperança fracassada, até que comece um novo ano trazendo novas expectativas sempre frustradas, até começar um novo ano.
 
(*) - " ... o PMDB roubou a cartilha do PSDB e os tucanos ficaram sem projeto "- Não deveria existir projeto de um Partido , pois qualquer    projeto é feito (ou  deveria ser feito) para o povo que paga o salário dessa gentalha que serve apenas para emporcalhar o Congresso Nacional .
 
 
FELIZ 2016 
PARA QUEM MERECE
 
 
 
 
 
 

Rombo histórico ...


...  de R$ 120 bi

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Qual a palavra mais usada em 2015?


A palavra mais usada, ao menos no Brasil, foi a palavra
CRISE
 
 
Foi crise para todo lado: 
 
Crise na economia;
Crise política;
Crise na educação;
Crise na saúde;
Crise diplomática;
Crise na compostuRa ;
Crise na capacidade.
 
Tivemos CRISE no nosso idioma, depois de eleito por duas vezes um presidente para quem o estudo em nada importava, tendo em seguida uma PresidentA que nunca soube nem falar direito.  Como o povo brasileiro sempre seguiu quem lhe oferecesse alguma coisa, sem se importar com as futuras consequências de sua escolha, parou literalmente de estudar, até porque a CRISE também afetou a educação.
 
Mas a crise explodiu pela escolha que várias pessoas vêm fazendo e até podem fazer futuramente, o que poderíamos chamar de CRISE eleitoral. Ou seria a CRISE da ignorância?
 
Hoje saiu um artigo que nos informava sobre um quarto dos médicos que não atendem mais nem mesmo clientes de planos de saúde, em seus consultórios ; o SUS, então, não passa de um SUS . É a crise da saúde, que resolveu sair da vida pública e se espalhar até a vida de quem paga um dinheirão mensal aos tais Planos de Saúde, como por exemplo, quem paga mais de 1.300,00 reais por mês e nem vai aos médicos ali cadastrados. A que ponto chegou nossa CRISE !        
 
Dizem  os entendidos no assunto que, para fugir da crise que afeta nosso bolso, é preciso saber investir em títulos de capitalização.  Só gostaria de saber se os articulistas  fazem o que  sugerem.. Em suma, é preciso investir certo porque precisamos  fazer muitos investimento para pagar os impostos que o governo nos obriga a engolir.
 
Quanto à crise diplomática, que já está batendo à nossa porta, só espero que os israelenses saibam que o governo federal fica em Brasília.
 
 
 
Alguns artigos de hoje :

 

Crise da impunidade - Bumlai confirma intermediação de palestra com Lula em Angola  

Crise na saúde: Aumento de preços médicos será o maior da história, segundo entidade

Crise na educação - Projetos que estimulam doações à educação empacam no Congresso
Crise eleitoral : no Rio, a crise está afetando as  principais bandeiras do governo Pezão.
 
 
 
CULPADA É A CRISE.
 
SERÁ QUE ESQUECERAM
QUE A NOSSA CRISE É MAIOR QUE AS OUTRAS POR CAUSA DOS
'DESVIOS' DO DINHEIRO DA UNIÃO ?

 
 

Macri X Maduro-quase podre

 Macri dá novo tom ao Mercosul

A estreia do presidente recém-eleito da Argentina numa reunião de cúpula do Mercosul foi marcada por um duro discurso de Mauricio Macri e uma reação ríspida da chanceler venezuelana, Delcy Rodríguez.

 
O presidente argentino foi direto ao ponto e, amparando-se na cláusula democrática do bloco, cobrou a libertação dos presos políticos do regime dirigido por Nicolás Maduro, que preferiu não ir à reunião: “Nos Estados-membros do Mercosul não pode haver lugar para perseguição política por razões ideológicas nem a privação ilegítima da liberdade.” Delcy reagiu acusando Macri de ingerência em assuntos internos da Venezuela.  TODA VEZ QUE SURGE ALGUMA CRÍTICA,  POR MAIS EVIDENTE QUE SEJA O ERRO, A ESQUERDA APELA PARA O SOFRIMENTO DE UMA PERSEGUIÇÃO POLÍTICA OU GOLPE. COITADINHOS!  SOFREM TANTO!  SÓ QUE ... ESSE TIPO DE APELAÇÃO  SE TORNOU TÃO REPETIVO QUE DEIXOU DE FAZER  O EFEITO QUE FAZIA ANTES.

Já a presidente Dilma Rousseff manteve a habitual condescendência em relação aos herdeiros de Hugo Chávez no governo venezuelano.

O clima pesado, raro em reuniões diplomáticas, tem sua razão de ser. À medida que a crise econômica toma proporções catastróficas e mina o apoio ao regime, o Executivo venezuelano reage de forma cada vez mais truculenta. Denunciado por crime contra a Humanidade ao Tribunal Penal Internacional, em Haia, na Holanda, e criticado por instituições como o Human Rights Watch e o Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos, o governo Maduro mantém hoje centenas de prisioneiros políticos, inclusive Leopoldo López, um dos líderes da oposição. Há denúncias de tortura e, só nas manifestações de fevereiro de 2014, mais de 30 pessoas foram mortas e cerca de 800 feridas pela polícia e grupos paramilitares.

A “revolução”, idealizada por Chávez, baseou sua política social na distribuição da riqueza oriunda da indústria petrolífera para alguns privilegiados com acesso ao regime. Após a crise global de 2008, a maré virou e os preços da commodity, que oscilavam em torno dos US$ 120 o barril, caíram para o patamar de US$ 30. Dependente do petróleo e com desastrosas intervenções do governo, a Venezuela sucumbiu.

Sua inflação está na casa dos três dígitos; há desabastecimento generalizado, inclusive de itens de primeira necessidade; controle de preços; e um ambiente hostil a investidores. Vários escalões do governo e de estatais estão sendo investigados por suspeita de corrupção e envolvimento com redes de tráfico de drogas.

A situação é tão dramática que, apesar da repressão, a população venezuelana enfrentou o regime e deu à oposição a maioria (dois terços) no Parlamento, no início deste mês.

Na reunião do Mercosul, Macri se impôs como líder: lembrou o valor da liberdade, cobrou Maduro e recomendou prudência à oposição. Por iniciativa de Argentina e Paraguai, o bloco exortou a Venezuela a aderir ao protocolo de Assunção de defesa dos direitos humanos e aprovou um grupo de monitoramento.

Dilma, encolhida, limitou-se a parabenizar “o presidente Maduro e o povo venezuelano pelo espírito democrático”. DESDE QUANDO UM GOVERNO AUTORITÁRIO COMO O DA VENEZUELA, PODE SER PARABENIZADO POR SEU ESPÍRITO DEMOCRÁTICO ? BURRICE TEM LIMITE !


 
 


 

Situação e oposição


Os Ignorantes do Leblon - Gregório Duvivier

Nunca aprendi a rezar o Pai Nosso. Comemorávamos Natal só porque é aniversário da minha mãe. Celebrávamos a Páscoa, mas confesso com bastante vergonha que não faço ideia do que significa. Sim, sei que tem a ver com Jesus. Mas não sei qual era a relação dele com o coelho, e nem por que raios esse coelho põe ovos, e por que diabos são de chocolate.
...
 

Herdei deles a devoção (sem herdar, no entanto, o talento para a música). Às vezes queria me importar menos com isso. Quando vejo as agressões ao Chico – e não estou falando do bate-boca na calçada, mas da campanha difamatória da qual os ignorantes do Leblon são meros leitores –, para mim é como se chutassem uma santa ou rasgassem a Torá. Como sou a favor da liberdade total de expressão, inclusive quando ela fere o sagrado dos outros, limito-me a torcer para que passem a eternidade ouvindo Lobão e Fábio Jr., intercalados com discursos do Alexandre Frota e Cunha tocando bateria. Uma coisa é certa: a oposição e sua trilha sonora se merecem.

 
NÃO ACEITO A  'POSIÇÃO' NEM A SUPOSTA OPOSIÇÃO.
 
TÔ LASCADA,
POIS NÃO TENHO NADA....
EM QUE CONFIAR.
 
O mais perto que tinha de religião lá em casa era a música: meus pais só veneravam deuses que soubessem tocar. Ninguém rezava antes de comer, mas minha mãe botava a gente pra dormir religiosamente cantando Noel e acordava cantando Cartola. Meu pai passava o dia no sax tocando Pixinguinha e a noite no piano tocando Nazareth. Música não era um pano de fundo, era o caminho, a verdade, a vida. Tom era o Pai, Chico, o Filho, Caetano, o Espírito Santo.
 
 


O bonito que se tornou feio



 INSTITUTO ESTADUAL DO CÉREBRO DO RIO - foi usado como grande exemplo na rede pública;

HOSPITAL DA MULHER  - referência de atendimento às gestantes;

UPA  - Unidade de Pronto Atendimento durante 24 horas  (seriam várias UPAS espalhadas por todo o Rio de Janeiro, fora outros cidades).




Aí temos um pequeno exemplo do investimento feito em campanhas eleitorais que funcionam apenas para arrecadar votos dos mais crédulos.  Esses exemplos foram  apresentados insistentemente em campanhas eleitorais no Rio de Janeiro e provavelmente em outras  cidades.  Porém, depois, ... Os dois primeiros estão fechados, ao menos aqui no Rio (ou Choro) de Janeiro. As UPAS,  quando não estão fechadas, 'trabalham" apenas para atender casos considerados  graves.
 
 
 
AS INFORMAÇÕES ACIMA, COMO NÃO FORAM INVENTADAS, ESTÃO NO SITE
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/12/1723444-crise-no-rio-afeta-principais-bandeiras-do-governo-pezao.shtml


O BONITO ACABOU E O VOTO MURCHOU
 
 

domingo, 27 de dezembro de 2015

Grande experiência... em falências

 Escrito por
REINALDO DE AZEVEDO
 
Na década de 90, Dilma montou duas lojas para vender bugigangas importadas do Panamá. Não deu certo. A gerente do PAC não conseguiu levar o negócio adiante. O “empreendimento” durou um ano e cinco meses. Fechou em julho de 1996. “A gente esperava uma loja com artigos diferenciados, mas, quando ela abriu, era tipo R$ 1,99. Eram uns cacarecos”. A afirmação é de Bruno Kappaun, dono de uma tabacaria no centro comercial Olaria, onde se instalou uma das lojas. E como Dilma explica a sua incompetência? Vocês podem não acreditar, mas aconteceu! Ela culpou… FHC!!! Não por acaso, o nome do empreendimento era “Pão & Circo”. Pão, pelo visto, não rendeu. Mas continua a render circo…
 
...
 
Vale dizer: Dilma teve a sua lojinha de porcariada importada do Panamá no melhor momento da história do Brasil para se ter algo do tipo  — aliás, para se vender importados, para ricos ou para pobres. Como se nota, não só o real não estava desvalorizado como foi o período de maior valorização de sua história. Aliás, os críticos do governo acusavam a valorização excessiva, não o contrário.
 
Querer acusar o governo anterior por um fracasso pessoal revela, sem dúvida, um traço de caráter. Mentir de forma tão abismal sobre um período da economia, afirmando justamente o contrário do que aconteceu, bem, aí já é uma questão que tem também uma dimensão política. E eu fico muito impressionado que uma mentira possa ser dita com esse desassombro, com essa ligeireza, na certeza de que não será contraditada.
 
 
Dona  Dilma  já se mostrou 'expert' no assunto.  Não destruiu apenas suas lojinhas, mas todas as empresas da União que   passaram à sua frente, e , consequentemente, com o país inteiro.  Claro que ela contou com a grande  ajuda de seu antecessor., embora tenha terminado seu trabalho com maestria. Agora chegou a hora da expert em fechamento de  empresas, acabar de vez com o Partido das Trapaças .
 
 
VAMOS LÁ DONA DILMA,
ESTAMOS AGUARDAANDO
 
 
 
 
 
 

Chico Buarque

 
Chico Buarque foi um excelente compositor, mas como pessoa é uma grande merda.

(a opinião é pessoal e, por mais grosseira que possa parecer, é um direito a que não abro mão)

 



RECEBIDO POR EMAIL

Mas, afinal de contas, Chico Buarque é ou não é um merda?

O texto a seguir vai responder à questão lembrando a obra de seu pai. Fernando Holiday, do Movimento Brasil Livre, também se pronuncia.  Quem primeiro chama o interlocutor de “merda” é o cantor; pior: fidalgo desde sempre, o filho de Sérgio Buarque exige credenciais de quem fala com ele. O pai diria que o comportamento de seu rebento é a cloaca moral do “homem cordial” de “Raízes do Brasil” 

Vídeo  do caso [AQUI]
 

 Ninguém deve ser agredido por suas  idéias,
a quem todos temos direito,
por mais que aleguem tudo não passar de indignação.  
 

Reinaldo Azevedo escreveu sobre o assunto no dia  24/12/2015 :

" ...  destaque-se a arrogância do fidalgo, que começou a vida sendo incensado porque, afinal, era filho de Sérgio Buarque de Holanda, o autor, entre outros, do clássico “Raízes do Brasil”. É nesse livro que Buarque de Holanda, o pai, explica Buarque de Holanda, o filho.  Por mais que Chico  Buarque tenha se lançado principalmente por ser filho de Sérgio Buarque de Holanda, o que não passa de grande sorte, a criatividade e a qualidade de suas músicas não podem ser negadas.   Chico Buarque sempre se mostrou um grande compositor, embora tenha se aproveitado de sua situação, e tenha ideias e comportamentos não aceitáveis.
 
Vejam lá com que sem-cerimônia Chico exige credenciais de seus interlocutores. Diz um dos jovens, aludindo ao fato de que o cantor, de fato, passa a maior parte do tempo em Paris: “Meu pai também está em Paris. É gostoso Paris, né?”. E Chico, com a empáfia do patronato descrito por seu pai: “Rapaz, engraçado, eu não tou te reconhecendo!”. Aí diz o outro: “Você é famoso! Eu não sou!”. Indagado, o interlocutor revela seu sobrenome, e o Chico do Sérgio o repete, com esgar de desprezo. O filho de Sérgio Buarque exige credenciais de quem fala com ele. O pai diria que o comportamento de seu rebento é a cloaca moral do “homem cordial” de “Raízes do Brasil”.

E quer saber a quais “nomes de família” ele dá a graça de suas bobagens. Sai perguntando a cada um. Um barbudo, visivelmente alterado pela consciência etílica, quer saber de “onde” é um dos que conversam com ele. Ao ouvir um “não interessa”, o pançudo grita: “Interessa! De onde cê é?”.

Há outras coisas até divertidas no vídeo. Quando um dos rapazes lembra que Chico mora a maior parte do tempo em Paris, o que é fato, ele diz, em tom de acusação, que o outro é leitor da VEJA.  Digamos que seja. Chico certamente gosta da imprensa de nariz marrom que incensa tudo o que ele produz e escreve, preste ou não.

...

No site http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/as-mentiras-asquerosas-de-stedile-e-chico-buarque/, citado numa página de Reinaldo Azevedo, se pode ver o vídeo por ele gravado  com João Pedro Stedile, o chefão do MST, em que ambos sustentam haver um plano de privatização da Petrobras. Vejam vídeo [AQUI], embora   inexista plano para privatizar a Petrobrás.  MENTIRA SE TORNA NORMAL PARA QUEM CONVIVE COM ELA.
 
...

Chico, em suma, é o homem que seu pai lastimou em “Raízes do Brasil”.

Será que Chico Buarque é um merda?

 
Talvez Chico Buarque tenha sido arrogante, como disse Reinaldo de Azevedo, mas ele pode ter feito isso como uma forma de auto-defesa.  





sábado, 26 de dezembro de 2015

REAÇÃO de um porteiro

 
"A sorte dos governantes é que os homens não pensam."
- Adolph Hitler  -
 
 
 
 
O Partido das Trapaças me fez trocar o dinheiro tão aguardado como forma natalina de  agradecimento por  serviços prestados por um cartãozinho de Natal,  comprovando que a manipulação popular tornou o  'povo mais pobre' inimigo do povo  'mais rico'.  NOTA: povo rico é aquele  que cria empregos necessários à subsistência.
 
Um dos porteiro de nosso prédio considerou uma piada de mal gosto o presentinho dado a eles indo contra não quem os tapeou durante tanto tempo, mas contra quem teve que aguentar  os trapaceiros por  culpa deles próprios, que escolheram a situação em que se encontram atualmente.
 
Ignorância é isso: é  não compreender o recado que deveriam assimilar para as próximas eleições, mas verem como seus inimigos quem supre suas necessidades, à base de seus salários . 
 
Talvez essa não seja a melhor maneira de mostrar aos ignorantes que não se deve saber o nome de um jogador de futebol no lugar de  quem  cria obstáculos à sua vida . 
 
 
 
O CARTÃO DE NATAL CONTINUARÁ A SER  DISTRIBUIDO
 
A QUEM  NÃO SABE .LER

 (OU SE  HABITUOU A NÃO LER)
 
NEM SE INTERESSA EM SE INFORMAR ANTES DE

ESCOLHER SEU(s)  MANDATÁRIO(s).
 
 

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Criador e criatura - destino

 
P R E C I P Í C I O 
 
 
Depois que  Dilma teve seu impeachment afastado,
ao menos por enquanto, 
vimos seu criador e ela dando mais um passo,
em nova direção.
 
 
 
 
 
 

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

COMEMORAÇÕES


FELIZ NATAL em dois tempos


PRIMEIRO TEMPO:

 
 
SEGUNDO TEMPO:

Deixado na Portaria (talvez seja isso o que vem fazendo com que todos os trabalhadores no prédio, sem contar com aqueles que aqui deixam um envelopinho, sintam tanta "simpatia" pela moradora).  Nada melhor do que realidade batendo à nosasa porta!

 
 
 

O Choro de Janeiro não é um botequim.



Por mais necessidades de ajuda de um governo inepto, o Estado do Rio (Choro) de Janeiro, não é um restaurante.  
 
Por mais que a Saúde do Estado esteja cada vez pior, o nosso Estado não é um barzinho.
 
Por maior que seja o número de pessoas morrendo à porta dos hospitais,  que não têm mais nem o básico para atendimento, o Choro de Janeiro não é uma lanchonete.
 
Por mais que a cor vermelha seja a cor que nos lembra o Natal, quanto mais calor haja em nossa terra, maior é a necessidade de cores consideradas frias. 
 

Podem dizer, acertadamente, que a cor vermelha é a cor originária do Natal, pois representa algo começado em lugares frios, por ser uma cor que nos traz, além do desejo de comer, a vermelhidão acalorada.
 
Acontece que vivemos num país muito quente, que pede outras cores, como o verde ou azul.   Dizem que o calor bateu um recorde, ao chegar aos 43,2  (no Rio de Janeiro, em janeiro de 1984).  Se os termômetro podem chegar a essa barbaridade, porque também não podemos chegar  à barbaridade de trocar as cores do nosso Papai Noel?
 
 
 
Aliás, alguém pretende comer (ou beber)
o Cristo Redentor? 
 
 

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Traição


RECEBIDO POR EMAIL 

 
"O ministro JAQUES WAGNER, numa  entrevista , disse, com toda clareza, de quem trai uma vez, trairá 10 vezes no mínimo. Ele como ministro da atual presidentA,  tem bastante conhecimento para dizer um coisa como essa, pois vive no meio desse tipo de gente. Como exemplo, ele deve estar se referindo a PresidentA Dilma e ao seu criador, que por várias vezes já traíram o povo brasileiro.
 
Uma das traições mais recentes, feitas por nossa PresidentA, foi mentir, durante a campanha, prometendo um Brasil melhor, quando ela e seu antecessor  já tinham afundado o nosso PAÍS.
 
Mas ... ( sempre tem um mas...)  ela aprendeu mentir e trair com o nosso ex-presidente.
 
Grata ao senhor Jaques Wagner, por nos ajudar a entender melhor, os meandros de nossa política. "
 
 
 
 
 
 
 

Arrependimento

 RECEBIDO POR EMAIL
  Diário de São Paulo - 20 de dezembro de 2015
 

 Roger Moreira, vocalista do Ultraje à Rigor em Carta publicada no jornal Diário de São Paulo:
 

 ”Lutei contra a ditadura, sim! Tomei borrachadas, engoli gaz lacrimogênio, corri da cavalaria na Av. São João em direção à Praça Antonio Prado e à Praça da Sé.   
 Participei das perigosas assembléias dos sindicatos, onde milicos escondidos na massa guardavam na memória o rosto dos mais exaltados.   Arrisquei o emprego, pichei muro com o slogan “Abaixo a Ditadura”.  Distribui panfletos.  Morri de medo. 

 Chorei quando anunciaram a devolução do poder ao povo: eu e mais alguns milhões.  Hoje, vendo pessoas morrendo em filas de hospitais, bandidos matando por R$ 10, pessoas andando feito zumbi nas ruas por causa das drogas, adolescentes que não sabem quanto é 6 x 8, meninas de 14 anos parindo filhos sem pais, toda a classe política desse país desfilando uma incompetência absurda, o nosso país sendo ridicularizado por tantos escândalos...

Eu peço perdão ao Brasil pela porcaria que fiz...

Deveria ter ficado em casa.”


 

QUEM É SÉRGIO FERNANDO MORO:


Muitos podem pensar que ele surgiu de repente, num passe de mágica,  para ser e se transformar no cavaleiro da esperança do povo  brasileiro. Encarnou e se revestiu da moralidade clamada pela população e vai com determinação marcando novos rumos. Na verdade  foram anos de preparo, amadurecimento pessoal e jurídico. Acima de  tudo a competência que lhe ampara em todas as decisões.

  Sérgio Fernando Moro, natural de Maringá, nascido em 1972, filho de  Odete Starke Moro e Dalton Áureo Moro, ex-professor de geografia da  Universidade Estadual de Maringá, formou-se em direito pela  Universidade Estadual de Maringá em 1995, tornando-se juiz federal um  ano após, em 1996.
Cursou o programa para instrução de advogados da  Harvard Law School em 1998 e participou de programas de estudos sobre  lavagem de dinheiro promovidos pelo Departamento de Estado dos Estados  Unidos. É Mestre e Doutor em Direito pela Universidade Federal do  Paraná. Juiz Federal da 13.ª Vara de Curitiba. Ministra aulas de  processo penal na Universidade Federal do Paraná e comanda a operação  "Lava Jato". Casado, tem dois filhos.

  Além da Operação Lava Jato, o juiz também conduziu o caso Banestado,  que resultou na condenação de 97 pessoas, atuou na Operação Farol da  Colina, onde decretou a prisão temporária
de 103 suspeitos de evasão  de divisas, sonegação, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro .  No caso do Escândalo do Mensalão, a ministra do Supremo Tribunal  Federal Rosa Weber convocou o juiz Sergio Moro para auxiliá-la, devido  sua especialização em crimes financeiros e no combate à lavagem de  dinheiro.

  Foi indicado pela Associação dos Juízes Federais do Brasil para  concorrer a vaga deixada por Joaquim Barbosa no STF. Eleito o  "Brasileiro do Ano de 2014" pela Revista "Isto É". Um dos 100 mais  influentes do Brasil em
2014 pela Revista "Época". Na décima segunda  edição do Prêmio Faz Diferença do jornal O Globo, foi eleito a  "Personalidade do Ano" de 2014 por seu trabalho frente às
  investigações da Lava Jato.

Sugiro àqueles que desejam conhecer os posicionamentos de Sérgio Moro,  não de hoje, mas de 11 anos passados, que leiam e releiam na íntegra o  seu artigo, em que fala sobre uma das maiores faxinas ocorridas na  Europa, intitulado "Considerações sobre a Operação Mani Pulite"  (Operação Mãos Limpas), publicado na época, na Revista do Conselho da  Justiça Federal. Está tudo lá. Na Operação Mãos Limpas, 6 mil pessoas  foram investigadas, três mil mandados de prisão, com 872 empresários,  muitos ligados a petroleira italiana e 438 parlamentares enrolados  nesta rede, inclusive, com alguns suicídios.

 A Operação Mãos Limpas, diz Moro em seu artigo: "A ação judiciária  revelou que a vida política e administrativa da Itália, estava  mergulhada na corrupção, com pagamento de propina para
concessão de  todo contrato público, o que levou Milão ser classificada como "cidade  da propina". Igualzinho aqui no Brasil!

A Operação Mãos Limpas, momento extraordinário na história  contemporânea do judiciário, iniciou-se em meados de fevereiro de  1992, redesenhando o quadro político, talvez não encontrando paralelo de ação
judiciária com efeitos tão incisivos na vida institucional de um país. Em 2004, Sérgio Moro falava em seu artigo: "Encontram-se  presentes várias condições institucionais necessárias para a realização de ação semelhante no Brasil", mas enquanto Sérgio Moro  liberava seu escrito, os políticos e seus representantes encomendados,  "metiam a mão", sem dó, no dinheiro brasileiro, transferindo-o para o  exterior e para suas contas pessoais, em quantidades incalculáveis.
 
 
  O Moro de 2004, que é o mesmo de hoje, bem mais aperfeiçoado, em seu
  artigo afirma, "é ingenuidade pensar que processos criminais eficazes  contra figuras poderosas como autoridades governamentais ou  empresários, possam ser conduzidos normalmente, sem reações. Um  judiciário independente, tanto de pressões externas, como internas, é  condição necessária para suportar ações desta espécie. Entretanto, a  opinião pública, como ilustra o exemplo italiano, é também essencial
  para o êxito da ação judicial".

  "Na Itália uma nova geração dos assim chamados "giudici ragazzini"  (jovens juízes), sem qualquer
senso de deferência em relação ao poder  político, iniciou uma série de investigações sobre a má conduta  administrativa e política."

 Acrescenta: "talvez, a lição mais importante de todo episódio seja a de que a ação judicial contra a
corrupção se mostra eficaz com o apoio  da democracia. É esta quem define os limites e as possibilidades da  ação judicial. Enquanto ela contar com o apoio da opinião pública, tem  condições de avançar e apresentar bons resultados".

  Embora estejamos em momento triste,
dolorido, com desemprego avançando  em números jamais vistos, é muito positivo sentir que o Ministério  Público, Polícia Federal, Imprensa, todos vivem o momento da verdade.  Concluo com três frases significativas de compromisso.


  A primeira, do ministro Celso de Mello: "É preciso esmagar, sim. É  preciso destruir, esmagar com
todo o peso da lei, respeitada sempre a  garantia constitucional do devido processo, esses agentes criminosos  que atentaram contra as leis penais da República e contra o sentimento  de moralidade e de decência do povo brasileiro".

  A segunda, da ministra Carmem Lúcia: "Na história recente da nossa  pátria, houve um momento em que a
maioria de nós, brasileiros,  acreditou que a esperança tinha vencido o medo. Depois, descobrimos  que o cinismo tinha vencido aquela esperança. Agora parece se  constatar que o escárnio venceu o cinismo. O crime não vencerá a  justiça".

 Por último, do juiz Sérgio Moro: "O político corrupto, por exemplo,  tem vantagens competitivas no mercado político em relação ao honesto,  por poder contar com recursos que este não tem. O
corrupto costuma  enxergar o seu comportamento como um padrão e não a exceção. A  corrupção envolve quem paga e quem recebe. Se eles se calarem não  vamos descobrir jamais. A corrupção política italiana assemelha-se  bastante à brasileira na amplitude, na naturalidade com que era  praticada e até mesmo na aura protetora e fatalista que parecia  torná-la invulnerável".

  "...  

 "VIVA A INTEGRIDADE MORAL!"   
 
OBS.:  Algumas frases foram ditas por pessoas imprensadas entre o petismo e a vigarice e  podem ser consideradas falsas.