Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Pérolas dilmescas


Depois de diversos vídeos com as asneiras ditas…

cala a boca , burro 3

 A questão da educação é uma questão fortíssima no Brasil. Acho que ela é, o Brasil hoje é um país, do meu ponto de vista, que tem na educação o seu grande caminho, porque, através da educação eu estabilizo a saída da miséria e a ida para a classe média. Só através da educação que nós vamos estabilizar, e educação de qualidade, senão você não estabiliza, ou então a pessoa fica lá. Então, discutiam porta de saída. A grande porta de saída é uma porta de entrada: é a educação”.

 “Nesse Pronatec Brasil Sem Miséria, nós já formamos 850 mil pessoas. E formar 850 mil pessoas é dar condição a eles de ter uma profissão. Você forma de ajudante para tratamento de idoso, até a quantidade imensa de cabeleireira que tem nesse país, né meninas? Vocês sabem que nós somos um dos países com maior consumo na área de indústrias da beleza. E prolifera essa questão. Faz parte da inserção, eu acho, da mulher no mercado de trabalho. Não sei se vocês viram essa mulher formada no Pronatec, era engraçadíssima, a unha era desse tamanho assim, pintada assim, toda bonita pintada, e ela era torneira mecânica. Estava formando em torneira mecânica. Mulher vai para torneira mecânica de unha pintada. Acho que esse é um processo inclusivo”. 

 
 “Então, do meu ponto de vista acho que 2013 foi o momento em que a chamada crise, que muitos economistas internacionais discutiam se era em U, se era em V, se era em W. Ela é, eu acho, que num W mais profundo para esse momento, se você olhar do ponto de vista da economia internacional como um todo. De alguma economia pode até dizer: olha, foi pior no primeiro momento, lá em 2009. Eu acho que foi pior quando se aprofunda da crise da Europa e se combina com a crise americana, e além disso, com uma redefinição da economia chinesa. E isso indica uma perna para baixo do W mais profunda”.
 
A questão ´da educação é tão forte para a presidentA do nosso país que, ao invés de abrir escolas, preferiu abrir Estádios de Futebol. Aliás ela também deveria ter trocado o “CION”  por alguma escola pública!


 

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Novos ensinamentos

APRENDA A ROUBAR

Dizem que, atualmente, os políticos têm vergonha até de dizer que são candidatos a síndico.  Isso saiu, ontem,  em um jornal!   Só que, mesmo assim, eles se candidatam na próxima eleição!
 

Se quiser eleger um ladrão,

dê seu voto na próxima eleição.

Livro de Tuma Jr. mostra os bastidores do governo petista


LIVRO BOMBA - Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado

 

O LIVRO-BOMBA – Tuma Jr. revela os detalhes do estado policial petista. Partido usa o governo para divulgar dossiês apócrifos e perseguir adversários. Caso dos trens em SP estava na lista. Ele tem documentos e quer falar no Congresso. Mais: diz que Lula foi informante da ditadura, e o contato era seu pai, então chefe do Dops.

 
 
Romeu Tuma Junior conta como funciona o estado policial petista
O “estado policial petista” não é uma invenção de paranoicos, de antipetistas militantes, de reacionários que babam na gravata dos privilégios e que atuam contra os interesses do povo. Não! O “estado policial petista” reúne as características de todas as máquinas de perseguição e difamação do gênero: o grupo que está no poder se apropria dos aparelhos institucionais de investigação de crimes e de repressão ao malfeito — que, nas democracias, estão submetidos aos limites da lei — e os coloca a seu próprio serviço. A estrutura estatal passa a servir, então, à perseguição dos adversários. Querem um exemplo? Vejam o que se passa com a apuração da eventual formação de cartel na compra de trens para a CPTM e o metrô em São Paulo. A questão não só pode como deve ser investigada, mas não do modo como estão agindo o Cade e a PF, sob o comando de José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça. As sentenças condenatórias estão sendo expedidas por intermédio de vazamentos para a imprensa. Pior: as mesmas empresas investigadas em São Paulo se ocuparam das mesmas práticas na relação com o governo federal. Nesse caso, não há investigação nenhuma. Escrevi a respeito nesta sexta.

Quando se anuncia que o PT criou um estado policial, convenham, não se está a dizer nenhuma novidade. Nunca, no entanto, alguém que conhece por dentro a máquina do governo havia tido a coragem de vir a público para relatar em detalhes como funciona o esquema. Romeu Tuma Junior, filho de Romeu Tuma e secretário nacional de Justiça do governo Lula entre 2007 e 2010, rompe o silêncio e conta tudo no livro “Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado”, publicado pela Editora Topbooks (557 págs., R$ 69.90). O trabalho resulta de um depoimento prestado ao longo de dois anos ao jornalista Cláudio Tognolli. O que vai ali é de assustar. Segundo Tuma Junior, a máquina petista: 1: produz e manda investigar dossiês apócrifos contra adversários políticos; 2: procura proteger os aliados.

O livro tem um teor explosivo sobre o presente e o passado recente do Brasil, mas também sobre uma história um pouco mais antiga. O delegado assegura que o sindicalista Luiz Inácio Lula da Silva — que nunca negou ter uma relação de amizade com Romeu Tuma — foi informante da ditadura. A VEJA desta semana traz uma reportagem sobre o livro e uma entrevista com o ex-secretário nacional da Justiça. Ele estava lá. Ele viu. Ele tem documentos e diz que está disposto a falar a respeito no Congresso. O delegado é explícito: Tarso Genro, então ministro da Justiça, o pressionou a divulgar dados de dossiês apócrifos contra tucanos. Mais: diz que a pressão vinha de todo lado, também da Casa Civil. A titular da pasta era a agora presidente da República, Dilma Rousseff.

Segue um trecho da reportagem de Robson Bonin na VEJA desta semana. Volto depois. (…) Durante três anos, o delegado de polícia Romeu Tuma Junior conviveu diariamente com as pressões de comandar essa estrutura, cuja mais delicada tarefa era coordenar as equipes para rastrear e recuperar no exterior dinheiro desviado por políticos e empresários corruptos. Pela natureza de suas atividades, Tuma ouviu confidências e teve contato com alguns dos segredos mais bem guardados do país, mas também experimentou um outro lado do poder — um lado sem escrúpulos, sem lei, no qual o governo é usado para proteger os amigos e triturar aqueles que sio considerados inimigos. (…)

Segundo o ex-secretário, a máquina de moer reputações seguia um padrão. O Ministério da Justiça recebia um documento apócrifo, um dossiê ou um informe qualquer sobre a existência de conta secreta no exterior em nome do inimigo a ser destruído. A ordem era abrir imediatamente uma investigação oficial. Depois, alguém dava urna dica sobre o caso a um jornalista. A divulgação se encarregava de cumprir o resto da missão. Instado a se explicar, o ministério confirmava que, de fato, a investigação existia, mas dizia que ela era sigilosa e ele não poderia fornecer os detalhes. O investigado”, é claro, negava tudo. Em situações assim, culpados e inocentes sempre agem da mesma forma. 0 estrago, porém, já estará feito.

No livro, o autor apresenta documentos inéditos de alguns casos emblemáticos desse modus operandi que ele reuniu para comprovar a existência de uma “fábrica de dossiês” no coração do Ministério da Justiça. Uma das primeiras vítimas dessa engrenagem foi o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Senador época dos fatos, Perillo entrou na mira do petismo quando revelou a imprensa que tinha avisado Lula da existência do mensalão. 0 autor conta que em 2010 o então ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, entregou em suas mãos um dossiê apócrifo sobre contas no exterior do tucano. As ordens eram expressas: Tuma deveria abrir urna investigação formal. 0 trabalho contra Perillo, revela o autor, havia sido encomendado por Gilberto Carvalho, então chefe de gabinete do presidente Lula. Contrariado, Tuma Junior refutou a “missão” e ainda denunciou o caso ao Senado. Esse ato, diz o livro, foi o primeiro passo do autor para o cadafalso no governo, mas não impediu novas investidas. (…)

Celso Daniel, trens, mensalão… Vejam o que vai acima em destaque. Qualquer semelhança com os casos Alstom e Siemens, em São Paulo, não é mera coincidência. O livro traz revelações perturbadoras sobre: a: o caso do cartel de trens em São Paulo: b: o dossiê para incriminar Perillo; c: o dossiê para incriminar Tasso Jereissati (com pressão de Aloizio Mercadante); d: a armação para manchar a reputação de Ruth Cardozo; e: o assassinato do petista Celso Daniel, prefeito de Santo André; f: o grampo no STF (todos os ministros foram grampeados, diz Tuma Junior); g: a conta do mensalão nas Ilhas Cayman…

 

Morte de Nelson Mandela – O homem por de trás da lenda.

 

No dia 05 de dezembro de 2013 morreu Nelson Mandela.
 

 
Nenhum de nós é totalmente bom nem totalmente mau.
Temos apenas um lado que predomina. 
 
*****

Mandela: o outro lado - Rodrigo Constantino

Morre Nelson Mandela e muitos tiram da gaveta aquele obituário escrito há anos e quase mofado (ok, sei que estamos na era da informática, mas a ideia é clara). O homem era praticamente um santo, um grande estadista, uma unanimidade! Mas, tal como Nelson Rodrigues, tenho receios com unanimidade…
Quem quiser textos glorificando o homem, esse não é o local (tem muitos outros por aí). Quem quiser um texto maniqueísta demonizando o homem, tampouco esse é o local (e haverá bem menos fonte, mas nas redes sociais você encontra). Mandela era, afinal, humano, com defeitos e virtudes, um tanto ambíguo.
Para começo de conversa, não é possível elogiar seu passado. Não foi preso do nada. O Congresso Nacional Africano (CNA) que ajudou a criar foi, sim, um grupo com viés terrorista, como Thatcher acusou, e por isso ele foi parar na cadeia. Claro que tem o contexto do apartheid e tudo. Mas é preciso cautela antes de aplaudir métodos injustos para combater injustiças.
Lênin combatia o regime condenável dos czares, Fidel combatia a ditadura condenável de Fulgêncio Batista, Robespierre combatia o regime condenável dos Bourbons, mas todos, quando venceram, trouxeram regimes ainda piores, mais sangrentos, mais opressores. Seria diferente se Mandela fosse vitorioso naquela época? Provavelmente não.
Seu grande valor, portanto, veio após a saída da prisão, quando resolveu deixar de lado o rancor e a amargura, e lutar por um país mais unido (ainda que não tenha sido como romanceado em “Invictus”). Ou seja, a maior virtude de Mandela foi ter evitado uma guerra civil. Mas vale notar que seus velhos amigos, mesmo o braço armado, não foram rechaçados ou afastados do poder.
Se a África do Sul evitou o derramamento de sangue em uma guerra contra os brancos, por um lado, não foi capaz de avançar muito rumo a um país mais civilizado com império das leis e respeito às liberdades individuais, por outro. O coletivismo racial, de ambos os lados (e isso inclui o CNA), ainda impede o foco liberal nos indivíduos.
Como colocou meu vizinho virtual Reinaldo Azevedo, será que negros não divergem de negros? Não é possível termos um negro e um branco concordando com algo importante ou mesmo essencial, e ambos discordando de outro negro ou outro branco? Claro que é! Mas tal realidade não faz parte ainda do cotidiano da África do Sul, e isso pode ser colocado na cota de fracassos de Mandela. Sem falar dos índices de violência no país, um dos mais altos do mundo.
Outro aspecto negativo em sua biografia: nunca deixou de ser amigo, até próximo, dos piores ditadores do mundo. Mandela se dava bem com todo mundo! Mas opa, isso não é um pouco como o Zelig, de Woody Allen? Então é louvável ser camarada de gente como Fidel Castro, Qaddafi, Saddam Hussein e Yasser Arafat? Mandela foi amigo de todos eles.
Seus discursos públicos atacavam com freqüência os países ocidentais, mas nunca tinham coisas muito desagradáveis para dizer sobre as ditaduras comunistas. Em 1990, Mandela chegou a afirmar que Cuba se sobressaía perante os demais países por seu amor aos direitos humanos e liberdade. Pergunto ao leitor: pode alguém que considerava Cuba um exemplo de liberdade ser visto como “herói da liberdade”? Pois é…
Alguém que escreveu um texto chamado “Como ser um bom comunista” não pode merecer minha estima. Reconheço as virtudes de Mandela, principalmente quando saiu da prisão e quis deixar para trás a visão de guerra total de “nós contra eles”. Tentou, dentro do possível, alinhar alguns interesses. Evitou uma guerra civil. Mas foi basicamente isso.
Não é o suficiente para tanta reverência, para tanto louvor, para tanta devoção. Não foi um demônio como Robert Mugabe, mas tampouco foi o santo que pintam por aí, agora que está morto.
 
 QUER SER SANTO?  MORRA.
OU TORNE SEU ENTERRO VANTAJOSO.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Tome conta de seu país, seu Mujica

 

 
Ao invés de tanto chorar pelo Mercosul que chore pelo estado deplorável em que anda a  capital do seu país.
 
 
Em entrevista ao “TV Folha” deste domingo, o presidente uruguaio, José Mujica, fala sobre a legalização da maconha no país: “Vamos regular um mercado que já existe. Não podemos fechar os olhos para isso. A via repressiva fracassou”. O vídeo com a entrevista dada pelo presidente uruguaio está no site  http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/12/1379291-regulacao-da-maconha-no-uruguai-e-questao-de-tradicao-para-mujica.shtml .
 
 
Se a maconha deve ou não ser regulada em um país é um assunto bastante discutível, até porque a opinião de cada um de nós deve ser respeitada por todos. Mas daí a se meter em assuntos pertinentes a países dos outros é outra coisa.  Que cada presidente cuide apenas de seu próprio país. 
 
 
Em entrevista, o Presidente uruguaio critica a “burguesia paulista”, enquanto a capital do Uruguai vem  sendo destruída, como PODEMOS CONSTATAR em nossas viagens ou em algum endereço virtual como  http://juremacappelletti.com.br/2013/05/parece-mas-nao-e-2.html, para tirar qualquer dúvida .
 
 
Em tempo: Quem cuida (ou descuida?) da capital uruguaia é  Ana Oliveira,  eleita como “prefeito de Montevidéu. Ela, a prefeita que vem acabando com a capital de seu país, é membro do Partido Comunista do Uruguai.
 
 
Quando alguém pretender esculhambar o lugar em que vive, 
deverá eleger um comunista?
 
QUANTO AO MERCOSUL, O ‘POBRECITO’ MUITO CITADO PELO PRESIDENTE URUGUAIO,
QUE VIVA A BURGUESIA, SEJA LÁ  QUAL FOR O SIGNIFICADO DISSO PARA OS COMUNISTAS!!!
 
 

Partido despudorado

 

PT PASTELÃO2
 
 
Denis Lerrer Rosenfield escreveu, em um jornal, seu artigo chamado “Ausência de Pudor”. (http://oglobo.globo.com/opiniao/ausencia-de-pudor-10926800).  Nesse artigo ela comenta sobre a prisão dos mensaleiros e, consequentemente, sobre a falta de pudor de um partido que chegou para enganar os trôxas necessitados de alguma coisa em que acreditar.  Chegou, foi se chegando até tomar conta de tudo  (por enquanto!).
 
 
“Aliás, o PT não se entendeu nem consigo mesmo.”
 
 
Se alguém ainda acredita em “”Papai Noel”", afinal estamos no mes do Natal, que vote no Partido dos Trambiqueiros. E, depois, se descabele.
 

Imagem adaptada