Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

segunda-feira, 30 de março de 2015

Getúlio e o ex-presidente - Comparações

RECEBIDO POR E.MAIL.
 
 
Getúlio e Lula - duas biografias
Ivar Hartmann
 
 
Há semanas escrevi as biografias comparativas de Hitler e Lula. Alguns não gostaram. Mas nada foi ideia minha: apenas comparei as igualdades existentes.
 
Vamos então comparar Getúlio Vargas e Lula da Silva.
 
O primeiro nasceu rico, o segundo pobre.
 
Getúlio morreu com o que herdou dos pais, pois sua vida foi dedicada à política. L---  enriqueceu por caminhos que só a cúpula petista conhece, e sua vida é dedicada à política.
 
Getúlio formou-se em advocacia e foi um bom promotor de justiça. 
L---  formou-se na escola primária e foi um mau metalúrgico, tanto que perdeu o dedo.
 
Getúlio liderou uma revolução popular contra a corrupção e o empobrecimento do país. L--- lidera uma revolução de canalhas proeminentes a favor da corrupção.
 
Getúlio, presidente e ditador, levava multidões de trabalhadores aos estádios para ouvi-lo.
 
L---  leva multidões de empregados do governo para ouvi-lo.
 
Getúlio continua sendo “o pai dos pobres”. L--- é o padrasto dos pobres e o protetor de bandidos.
 
Getúlio criou a CLT para proteger os operários. L---  acoberta o MST para proteger os desocupados.
 
Getúlio, amigo de alemães e americanos, usou a 2ª Guerra para trazer dinheiro americano e iniciar o processo de industrialização do país, através da CSN. L---, amigo da Bolívia, Cuba, Uganda, Guiné Bissau e Nicarágua, manda o dinheiro dos brasileiros, via BNDES, para industrializar estes países. 
 
Getúlio criou a Petrobras. L--- destruiu a Petrobras.
 
Getúlio era o homem do chimarrão. L--- é o homem da cachaça.
 
Getúlio fazia promoção do Brasil levando a imagem de um estadista sempre bem vestido e bem falante com uma esposa que se dedicava aos pobres do Brasil. L--- tem a imagem do Jeca Tatu do Monteiro Lobato, com uma esposa alheia aos interesses dos pobres.
 
Getúlio teve um caso de corrupção em seu governo, chefiado por Gregório Fortunato, chefe de sua guarda pessoal. Pelo cargo de Gregório, já imaginam os leitores o valor do escândalo. Getúlio matou-se de vergonha.  L--- teve vários casos de corrupção em seu governo. Muito ainda agora sendo apurado, como é o caso da Petrobras. Ministros, parlamentares e amigos próximos dele ou cumprem pena por bandidos ou estão respondendo a processo. Bilhões e bilhões de reais roubados dos brasileiros.
 
Até o momento em que concluo, não há notícias de que tenha o L--- tentado o suicídio.
 
 
Ambos brasileiros.
Getúlio um homem.
Lula um molusco.
 
 
 PARABÉNS AO ESCRITOR PELA COMPARAÇÃO
 
 
 
 

Dê, a quem pede, um palmo de terra

 
RECEBIDO POR EMAIL
 
Exércitos e milícias. Porque não falar deles? 

Marco Antonio dos Santos

 
L..., mesmo em ato falho, sabe do que fala. 

Ele tem uma organização paramilitar para chamar de sua, para chamar de exército, mesmo que isso não seja totalmente incondicional. 

Infelizmente, o ninho de cobras há 3 décadas incubado, foi explicitamente mencionado por ele como o braço armado do movimento revolucionário em curso no Brasil. Nada que surpreendesse os iniciados. 

O MST está pronto para a luta. L---  deu a notícia para o país e para o mundo. O inimigo, vagamente denominado por ele de "eles", certamente é a democracia e a sociedade brasileira. Fácil entender isso. 

Que não se espere, marchas pacíficas de "margaridas", de "sem terrinhas" ou entrega de flores à presidente. O quadro político indica que isso pode ter ficado no passado. 

Dividido em grupos de 500 famílias, denominados brigadas, com comandos locais, regionais e nacional, o MST reúne mais de 1 milhão (é isso mesmo) de famílias em mais de 10 mil assentamentos e acampamentos em 24 unidades da federação, a entidade política MST tem estrutura paramilitar e está aprestada para o combate. Além disso, tem comitês específicos para saúde, mulher, direitos humanos, logística, imprensa e Inteligência (é, meios de obter informações acionáveis, como já demonstrou). Faz trabalho de estado-maior de causar inveja aos militares. 

Cada grupamento de acampados ou assentados está localizado, tática e operacionalmente, de acordo com o plano de manobras previsto pelo comando central (Comitê Político). Em geral próximos de entroncamentos intermodais de transporte (o que facilita a logística), de usinas geradoras de energia, polos de agronegócios e áreas produtoras de hortifrutigranjeiros, regiões de fronteira com países limítrofes "bolivarianos" e cidades de porte (onde exista mídia em condições de repercutir ações). 

Óbvio entender que as concentrações estratégicas estão em condições de facilitar a manobra. 

Durante os 30 anos de existência, o MST deu sobejas provas de capacidade de mobilização de massas populares específicas (povo, políticos, mídia desinformada e ONG) e de recursos financeiros e meios de logística de transporte e abastecimento (especialmente de água e alimentação) e capacidade de operar em longas distâncias. 

Em 2005, curiosamente durante o desenrolar no Congresso do caso "mensalão", o MST executou espetacular manobra estratégica ao colocar em Brasília mais de 50 mil pessoas, vindas de todas as partes do Brasil, inclusive Sul e Sudeste, em notável demonstração de força. Para comparação, a primeira leva de invasão da França, em 06 de julho de 1944, o famoso Dia D, na II GM, desembarcou 100 mil homens, com imenso esforço. 

Durante uma semana, eu pude ver isso, o MST transportou, alimentou, acampou (junto ao Estádio Mané Garrincha), deu banho, uniformizou e, em perfeita ordem, promoveu ameaçadores desfiles diários em torno da Praça dos 3 Poderes, com formações de dar inveja às falanges romanas, aos camisas pardas de Hitler e aos desfiles do exército soviético na praça Vermelha de Moscou. Cumprida a missão, retirou-se de forma muito mais organizada que o exército de Napoleão na Campanha de 1812 na Rússia. Foi uma incrível demonstração de forças, repito. As distâncias são semelhantes. 

Violência o MST tem praticado em inúmeros incidentes localizados, mas de grande repercussão política, como o de Eldorado de Carajás, onde emboscou a tropa da PMPA, em abril de 1996, provocando a morte de 19 sem-terras, autênticos buchas de canhão. Fácil repetir.

 

De lá para cá, só aperfeiçoou seus princípios doutrinários e aumentou as capacitações operacionais. Formou, treinou e aperfeiçoou quadros com mercenários das FARC e incorporou reforços de milicianos bolivarianos originários da Venezuela, de haitianos trazidos ao Brasil sem prévia verificação de antecedentes, de cubanos do programa governamental de intercâmbio na área de saúde, e outros idiotas ideologizados nacionais. Ainda, infiltrou agentes em todas as organizações e entidade de seu interesse, como já deu prova cabal de que o fez. 

Presentemente, com o ensaiado armistício entre as FARC e o governo da Colômbia, o MST pode vir incorporar mais guerrilheiros, desmobilizados, que dificilmente encontrarão afazeres fora do uso ilegal de armas de guerra, como alguns o fizeram ao longo de suas vidas naquele país. Armas de fogo, como já foi observado em alguns episódios, existem e na hora adequada, surgirão aos borbotões em mãos treinadas de seus integrantes. 

Isso aconteceu diante dos olhos da sociedade inerte e com o beneplácito e a conivência de governantes. 

É factível considerar que o MST pode comprometer, na oportunidade politíco- estratégica selecionada, a ordem e a segurança públicas, com objetivo pré- estabelecido, uma vez que detém a inciativa estratégica, perdida pelas forças da lei , há muito tempo. Tem condições de bloquear vias de transportes em âmbito nacional, ocupar usinas geradoras de energia e fontes de abastecimento de gêneros, invadir propriedades rurais e urbanas, órgãos de governo e privados de interesses, tomar de assalto o Congresso Nacional e Câmaras Legislativas estaduais além de sedes de Executivo e outros pontos sensíveis de caráter estratégicos, imobilizando consideráveis efetivos das forças policiais e militares. 

O desabastecimento de alimentos, combustíveis, água e medicamentos será recorrente. 

O caos estará implantado. 

As forças da lei e ordem terão que ser empregadas na totalidade de seus efetivos. À exceção das tropas das três Forças Armadas, preparadas para operações de longa duração, as polícias estaduais sucumbirão em cerca de setenta e duas horas. Tal fato já se verificou nos idos dos anos 1980, em São Paulo, e 1990 no Rio Janeiro. 

A Polícia Rodoviária Federal, caracteristicamente desdobrada na malha rodoviária federal não será suficiente para bloquear todas as "brigadas" em deslocamento para seus pontos de ação estratégica. 

Mesmo que todo o aparato de segurança descrito possa ser mobilizado, só poderá fazer uso legal de armas de menor poder letal (comumente denominadas de "armas não letais"). Afinal, será que algum comandante estará disposto a promover o emprego da violência necessária, em critério altamente subjetivo, mesmo que em defesa da lei e da ordem, e sofrer penalidades aquelas dos policiais de Eldorado dos Carajás ou do episódio do complexo penitenciário do Carandiru, em São Paulo? 

É, parece que L--- sabe do que fala. 

Evidentemente que não sou ingênuo para imaginar que o MST devota apoio e fé incondicionais ao L---, mas o momento conjuntural particularmente crítico ora instalado no país, faz pensar em aliança política para o atendimento aos objetivos comuns. 
 

O dia 15 de março pode ser mais um marco de mudanças democráticas promovidas
pelo povo no país.  

É preciso retomar a inciativa. 
 

 

O autor do texto acima é empresário e professor,
além de ser Coronel da Reserva do EB.

Dê terra a quem precisa.

 
 
Exércitos e milícias. Porque não falar deles?
 
Marco Antonio dos Santos*
 
 
L..., mesmo em ato falho, sabe do que fala.
 
Ele tem uma organização paramilitar para chamar de sua, para chamar de exército, mesmo que isso não seja totalmente incondicional.
 
Infelizmente, o ninho de cobras há 3 décadas incubado, foi explicitamente mencionado por ele como o braço armado do movimento revolucionário em curso no Brasil. Nada que surpreendesse os iniciados.]
 
O MST está pronto para a luta. L---  deu a notícia para o país e para o mundo. O inimigo, vagamente denominado por ele de "eles", certamente é a democracia e a sociedade brasileira. Fácil entender isso.
 
Que não se espere, marchas pacíficas de "margaridas", de "sem terrinhas" ou entrega de flores à presidente. O quadro político indica que isso pode ter ficado no passado.
 
Dividido em grupos de 500 famílias, denominados brigadas, com comandos locais, regionais e nacional, o MST reúne mais de 1 milhão (é isso mesmo) de famílias em mais de 10 mil assentamentos e acampamentos em 24 unidades da federação, a entidade política MST tem estrutura paramilitar e está aprestada para o combate. Além disso, tem comitês específicos para saúde, mulher, direitos humanos, logística, imprensa e Inteligência (é, meios de obter informações acionáveis, como já demonstrou). Faz trabalho de estado-maior de causar inveja aos militares.
 
Cada grupamento de acampados ou assentados está localizado, tática e operacionalmente, de acordo com o plano de manobras previsto pelo comando central (Comitê Político). Em geral próximos de entroncamentos intermodais de transporte (o que facilita a logística), de usinas geradoras de energia, polos de agronegócios e áreas produtoras de hortifrutigranjeiros, regiões de fronteira com países limítrofes "bolivarianos" e cidades de porte (onde exista mídia em condições de repercutir ações).
 
Óbvio entender que as concentrações estratégicas estão em condições de facilitar a manobra.
 
Durante os 30 anos de existência, o MST deu sobejas provas de capacidade de mobilização de massas populares específicas (povo, políticos, mídia desinformada e ONG) e de recursos financeiros e meios de logística de transporte e abastecimento (especialmente de água e alimentação) e capacidade de operar em longas distâncias.
 
Em 2005, curiosamente durante o desenrolar no Congresso do caso "mensalão", o MST executou espetacular manobra estratégica ao colocar em Brasília mais de 50 mil pessoas, vindas de todas as partes do Brasil, inclusive Sul e Sudeste, em notável demonstração de força. Para comparação, a primeira leva de invasão da França, em 06 de julho de 1944, o famoso Dia D, na II GM, desembarcou 100 mil homens, com imenso esforço.
 
Durante uma semana, eu pude ver isso, o MST transportou, alimentou, acampou (junto ao Estádio Mané Garrincha), deu banho, uniformizou e, em perfeita ordem, promoveu ameaçadores desfiles diários em torno da Praça dos 3 Poderes, com formações de dar inveja às falanges romanas, aos camisas pardas de Hitler e aos desfiles do exército soviético na praça Vermelha de Moscou. Cumprida a missão, retirou-se de forma muito mais organizada que o exército de Napoleão na Campanha de 1812 na Rússia. Foi uma incrível demonstração de forças, repito. As distâncias são semelhantes.
 
Violência o MST tem praticado em inúmeros incidentes localizados, mas de grande repercussão política, como o de Eldorado de Carajás, onde emboscou a tropa da PMPA, em abril de 1996, provocando a morte de 19 sem-terras, autênticos buchas de canhão. Fácil repetir.
 
De lá para cá, só aperfeiçoou seus princípios doutrinários e aumentou as capacitações operacionais. Formou, treinou e aperfeiçoou quadros com mercenários das FARC e incorporou reforços de milicianos bolivarianos originários da Venezuela, de haitianos trazidos ao Brasil sem prévia verificação de antecedentes, de cubanos do programa governamental de intercâmbio na área de saúde, e outros idiotas ideologizados nacionais. Ainda, infiltrou agentes em todas as organizações e entidade de seu interesse, como já deu prova cabal de que o fez.
 
Presentemente, com o ensaiado armistício entre as FARC e o governo da Colômbia, o MST pode vir incorporar mais guerrilheiros, desmobilizados, que dificilmente encontrarão afazeres fora do uso ilegal de armas de guerra, como alguns o fizeram ao longo de suas vidas naquele país. Armas de fogo, como já foi observado em alguns episódios, existem e na hora adequada, surgirão aos borbotões em mãos treinadas de seus integrantes.
 
Isso aconteceu diante dos olhos da sociedade inerte e com o beneplácito e a conivência de governantes.
 
É factível considerar que o MST pode comprometer, na oportunidade politíco- estratégica selecionada, a ordem e a segurança públicas, com objetivo pré- estabelecido, uma vez que detém a inciativa estratégica, perdida pelas forças da lei , há muito tempo. Tem condições de bloquear vias de transportes em âmbito nacional, ocupar usinas geradoras de energia e fontes de abastecimento de gêneros, invadir propriedades rurais e urbanas, órgãos de governo e privados de interesses, tomar de assalto o Congresso Nacional e Câmaras Legislativas estaduais além de sedes de Executivo e outros pontos sensíveis de caráter estratégicos, imobilizando consideráveis efetivos das forças policiais e militares.
 
O desabastecimento de alimentos, combustíveis, água e medicamentos será recorrente.
 
O caos estará implantado.
 
As forças da lei e ordem terão que ser empregadas na totalidade de seus efetivos. À exceção das tropas das três Forças Armadas, preparadas para operações de longa duração, as polícias estaduais sucumbirão em cerca de setenta e duas horas. Tal fato já se verificou nos idos dos anos 1980, em São Paulo, e 1990 no Rio Janeiro.
 
A Polícia Rodoviária Federal, caracteristicamente desdobrada na malha rodoviária federal não será suficiente para bloquear todas as "brigadas" em deslocamento para seus pontos de ação estratégica.
 
Mesmo que todo o aparato de segurança descrito possa ser mobilizado, só poderá fazer uso legal de armas de menor poder letal (comumente denominadas de "armas não letais"). Afinal, será que algum comandante estará disposto a promover o emprego da violência necessária, em critério altamente subjetivo, mesmo que em defesa da lei e da ordem, e sofrer penalidades aquelas dos policiais de Eldorado dos Carajás ou do episódio do complexo penitenciário do Carandiru, em São Paulo?
 
É, parece que L--- sabe do que fala.
 
Evidentemente que não sou ingênuo para imaginar que o MST devota apoio e fé incondicionais ao L---, mas o momento conjuntural particularmente crítico ora instalado no país, faz pensar em aliança política para o atendimento aos objetivos comuns.
 
O dia 15 de março pode ser mais um marco de mudanças democráticas
promovidas pelo povo no país.  
É preciso retomar a inciativa.
 
 
 
 
O autor do texto acima é empresário e professor,
além de ser Coronel da Reserva do EB.
 
 
 

Apertem os cintos: o piloto do Brasil sumiu

 
RUTH DE AQUINO
                                             
Não há antídoto contra a loucura de quem pilota um avião ou um país. Podemos submeter um piloto de Airbus ou o presidente de uma nação a avaliações psicológicas e físicas periódicas, para tentar assegurar um certo equilíbrio e coerência nas decisões tomadas na cabine de comando. Mas nada é 100% garantido. Crises de depressão ou egocentrismo são especialmente perigosas para quem controla a vida de centenas de passageiros ou milhões de habitantes.  (Já imaginaram se uma crise for permanente?)
Vivemos uma situação de descontrole total na cabine de comando do Planalto. A queda do país é abrupta em todos os níveis – e já era esperada por quem não se deixou iludir em 2014. Está claro que a recessão começou no ano das mentiras. Desemprego sobe, renda tem a maior queda em dez anos, preços aumentam 7,9%. Trabalhadores são assaltados nos metrôs, nos pontos de ônibus, nas vias expressas congestionadas, nos túneis. Os Estados estão quebrados, os aliados voam como baratas tontas e moscas azuis, a “comandanta” é chamada de agiota por prefeitos muy amigos.

Só não sabemos ainda quem são hoje o piloto e o copiloto do Brasil – e qual deles é mais propenso a ataques de pânico ou de autoritarismo. Temos apenas duas certezas: uma é que tem gente demais empoleirada no comando, posando de bonzinho, mas querendo derrubar o Brasil de encontro às montanhas, estilhaçar qualquer possibilidade de ajuste de expectativas. A outra certeza é que nós somos os trancados do lado de fora, reféns de um bando de loucos mal-intencionados.

Quem são o piloto e os copilotos hoje responsáveis por nossa vida e a de nossos filhos e netos? Está difícil enxergar Dilma Rousseff sentada na poltrona de quem aperta os botões e define a direção e a velocidade do jumbo Brasil. Se traçarmos um paralelo com a tragédia do Airbus que provocou luto e estupor no mundo, Dilma hoje se parece mais com aquele que foi ao banheiro em hora imprópria, de aterrissagem, e não conseguiu retornar.
Ninguém escuta mais as broncas de Dilma, que estão virando sussurros. Ela pegou o machado para decepar a lei de novembro passado, que aliviava as dívidas dos prefeitos. O machado voltou como bumerangue. Não importa mais o partido político na hora em que o bolso aperta. Pode ser Eduardo Paes (PMDB-RJ) ou Fernando Haddad (PT-SP). Paes já entrou com ação contra Dilma. Haddad já disse que não vai deixar barato. Os calotes se ampliam nos Estados. A irresponsabilidade fiscal compromete o ajuste fiscal prometido pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Trocando em miúdos, os únicos que precisam pagar as contas em dia somos nós, os contribuintes.

Ao enfrentar um clima adverso, nuvens negras e trovoadas, o pior conselheiro é a solidão – por isso, é tão crucial ter “alguém” com experiência, honestidade e credibilidade ao lado do comandante. Quem será?

O jumbo Brasil precisa do tecnocrata Levy como copiloto. Mas lhe faltam experiência e autoridade políticas para lidar com os abutres ou aplacar disputas. Quem teria de enfrentar as rebeliões dos aliados seria a “presidenta”. Não foi ela quem ganhou nas urnas? Só que Dilma foi ao banheiro e não conseguiu voltar, não abrem a porta para ela, não há mais cavalheiros, só cavaleiros do apocalipse, até em seu próprio partido, o PT.
O que parecia inacreditável aconteceu. Quem apoia hoje medidas de austeridade da presidente, quem é contra o impeachment, quem é a favor da governabilidade para não espatifar o Brasil no Planalto Central é uma das instituições mais criticadas por L---, Dilma e sua turma: a imprensa.

O jumbo Brasil está sem rumo. E quem está aboletado na cabine de comando são os amotinados do PMDB, a dupla caipira Renan Calheiros e Eduardo Cunha, um alagoa­no e um carioca com milhares de fios de cabelos implantados e muitos delírios de Poder na cabeça. Ambos odeiam um tripulante da nave Brasil com fama de oportunista, Gilberto Kassab. A manobra de Kassab para criar mais um partido, o PL, é chamada por Renan de “molecagem” e por Cunha de “alopragem”.

Sob a pressão de moleques, aloprados e loucos, Dilma é a primeira refém da

armadilha que Lulalá e ela criaram. Já não lhe compete demitir ou nomear. Dilma hoje é torpedeada até quando tenta acertar. Mas é impossível ter pena. Se a hora é de arrocho, Dilma, dê o exemplo, ceda à jogada do novo PMDB e comece a cortar seus 39 ministérios e seus 22 mil cargos de confiança. Porque é imoral o tamanho dessa máquina e das boquinhas públicas.


 Confiança se ganha devagar e se perde muito rápido.
Poucos de seus eleitores embarcariam hoje
num avião pilotado pela senhora.
Os maiores reféns somos nós.
 
Apertem os cintos.
 
 
 

"Ele" também está de ''bagus plenus' ?

 
 
O ex-presidente  da república, petista, afirmou que não aguenta mais ver o PT envolvido em deníuncias de corrupção, como se o fato de ele ficar ou não de saco cheio, como disse na sua repetitiva oratória  pudesse mudar alguma coisa, ou transformar gente do nível dele em pessoas decentes.  
 
Aproveitou para pedir à  militância para "não abaixar a cabeça" diante das acusações de que o partido está mais envolvido que todos os outros no caso escabroso da Petrobrás, como se  tudo não passasse de uma mentirinha de criança.
 
  

 "Todo o ano é a mesma coisa.
É sempre o mesmo cenário: eles começam a levantar as denúncias,
que não precisam ser provadas.
É só insinuar que a imprensa já dá destaque.
Eu quero dizer para vocês que eu já estou de saco cheio.
"Daqui a pouco eles estarão investigando como nós nos portávamos dentro do ventre da nossa mãe".
 
completou ele, bem de acordo com os comentários que costuma fazer e que não estariam de acordo com quem já ocupou e pretende voltar a ocupar o 'trono' presidencial .  
 
 
 
O ex-presidente não deixou a oportunidade de falar contra a imprensa, como se não devesse a ela a divulgação de seu nome quando ainda era um simples metalúrgico e muitos nem o conhecessem.
 
Como é um hábito petista, na ocasião  o ex-presidente olhou para trás, mas muito lá atrás, e viu um fantasma do passado: o governo de Fernando Henrique que, segundo ele apenas governou para a elite.   Não se sabe  exatamente o que ele  considera 'elite', pois ele sempre gostou de se  considerar como elite (aliás, seu filho também).  Para completar, falou sobre supostos preconceitos que, se existissem, de fato, eu não teria votado nele na primeira vez.  Mas foi só na primeira vez, porque o memo erro duas vezes seria burrice demais! 
 
Até agora não entendemos direito porque esse sujeito continua a falar do governo de FHC, depois que seu partido está no poder há mais de 12 anos!
 
Ao invés de fazer de contas que seu partido é tão  confiável como foi apresentado, ele deveria perguntar aos outros ratos porque insistem em abandonar o barco petista.
 
 

 
 

domingo, 29 de março de 2015

Com odor bem específico


Augusto Nunes
27/03/2015

Surto de sinceridade

 

“O PT é uma merda mas é o meu partido. Ele não presta mas é meu”.

Maria da Conceição Tavares, economista que erra todas há 50 anos, ao encontrar-se com L---  há seis meses, explicando que o PT pode ser o que é, desde que seja seu.



 

“É um governo de merda, mas é o meu governo”.

Rui Falcão, presidente do PT, nesta semana, confirmando que o governo e o PT são a mesma coisa.
 


Conclusão: Tanto o  PT-Partido das Trapaças quanto o atual  governo, igualmente petista, não passam de uma merda, segundo opinião de petistas.

 

Não há amanhã - Rapphael Curvo

 
 
 
Está muito difícil o brasileiro pensar no dia de amanhã pela simples sensação de que ele não existe e nem chegará. Até pouco tempo, o ilusionista L---- e seu mágico Partido dos Trabalhadores-PT inebriaram a população com sonhos e promessas de um paraíso inexistente e que nunca existirá. Bradaram aos céus que o Brasil iria se tornar uma das maiores potências do mundo e que a nossa liderança iria se impor pela força do seu poder econômico. Pensando dessa forma ilusória, o “chefe” e dono do PT, desandou a distribuir dinheiro com programas sociais, todos eles desfigurados de sua finalidade real e assim poder cooptar súditos e seus votos.
 
Dentro da política ilusionista, o governo L---- “expulsou” os Estados Unidos do Haiti e celebrou o discurso de que nós iríamos construir um novo País para os miseráveis haitianos. Passaram-se 10 anos e até agora nada, continua o povo a sofrer de doenças e viver em estado miserável, exceção de poucos. Nada foi feito e nem será. O objetivo único era com esse ato de mentir, buscar por um assento no Conselho de Segurança da ONU e assim dar pitacos prepotentes junto a essa organização internacional nas suas decisões. Não teve sucesso e ainda caiu no ridículo de mal conseguir manter as tropas do Exército em solo haitiano, mas que mesmo assim já consumiu cerca de 4 bilhões de dólares para sua manutenção. Interessante é que deve a ONU várias contribuições em um montante de 185 milhões de dólares e por essa razão o Brasil suspensos de participar das decisões do Tribunal Penal Internacional e da UNESCO, onde deve 14 milhões de dólares.
O que está se vendo do projeto de Poder do ilusionista L----, são verdadeiros descalabros na administração e bem montada equipe para desviar recursos públicos. É um “modus operandi” de organização criminosa que nem mesmo os mafiosos conseguiram estruturar. O interessante de tudo é que, ainda, os comparsas tem protegido o grande chefe, o qual faz uso de toda sua força política respaldada por generosas distribuições de obras, dinheiro e cargos durante seu mandato e no atual governo. Agora se sabe dos rombos nas contas de vários fundos de pensão de estatais que jogaram dinheiro fora com aplicações em títulos de governos bolivarianos, exemplo a Venezuela.  
 
Descobriu-se que o programa “Mais Médicos” foi um canal para enviar dinheiro para Cuba. O objetivo real do programa , apesar de válido desde que de acordo com as normas brasileiras, não era o atendimento da população e sim, dar suporte financeiro com o dinheiro do povo brasileiro ao governo cubano. O Correios deu uma boa ajuda a campanha da presidente, inclusive não entregando correspondências, caso de Minas Gerais, e com apoio deslavado dessa situação pelo próprio presidente da Instituição, flagrado em gravação. Por outro lado a Petrobras enchendo os cofres dos partidos de apoio a presidente e, logo vamos saber, os bolsos de muitos “intocáveis” e chefes quadrilheiros.
 
Não bastasse, explode o caso da Receita Federal que foi surrupiada em mais de 19 bilhões. É quadrilha para todo lado, um assalto generalizado aos cofres do Brasil. Tem mais, o BNDES vem aí com toda a força nesse cenário de gatunagem. Os contratos de financiamento pelo banco de obras fora do Brasil pela Odebrecht, como a cubanas como exemplo, tem que ter um garantidor. Com volume de dinheiro dessa monta, só o governo cubano ou brasileiro poderia assinar tal garantia. A recusa do BNDES em mostrar, tornar pública, tal peça contratual, é um sinal de que há a assinatura do governo do Brasil como garantidor. Suspeita-se isso que poderá incidir em crime de responsabilidade da presidente já que deveria, pela Constituição Federal, ter aprovação do Senado.
 
Vem a pergunta: nesse cenário em que a bandidagem opera em todos os escalões sociais, profissionais e políticos é possível ter um amanhã? Quem sabe sim, depende de você que luta por uma vida melhor, mais honesta, segura, ética e moral sair as ruas porque é a única forma de extirpar as ratazanas do Poder. Dia 12 de abril, “vem pra rua”, caso contrário, não há amanhã.
 
 
 
Rapphael Curvo é jornalista, advogado pela PUC-RIO e pós graduado pela Cândido Mendes.