Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

segunda-feira, 2 de março de 2015

Trechos do artigo 'De esperança à ameça', de Ricardo Noblat

 
Trechos do artigo De esperança à ameça
escrito por Ricardo  Noblat
 
''L--- é tão grosseiro quanto ela  (Dilma).  Tão arrogante quanto.
Em caso de dúvida ver o livro imperdível Viagens com o Presidente,
escrito pelos dois fotógrafos que acompanhavam o ex-metalúrgico em seus passeios pelo mundo
 
 
''L--- não pode fingir que não tem nada com isso.
Foi ele (o ex-presidente) que inventou ela (Dilma).''
 
 
 
''L---- não perdoa Dilma por ela não ter lhe cedido a vez como candidato no ano passado.
Mas não é por isso que opera para enfraquecê-la s3empre que pode. Procede assim por defeito de caráter. Com Dilma e com qualquer um que possa causar-lhe embaraço. 
Se precisar, L--- deixa os 'amigos' pelo  meio do caminho. ''
 
 
 
''Disputou  cinco eleições presidenciais e ganhou duas vezes... "
Quando ele sai supostamente em defesa de alguém, não pensem os otários que está defendendo o outro como parece.  Está, na verdade, defendendo a si mesmo e o futuro de um megalômano.  
 
 
Embora o  ex-presidente e ex-metalúrgico tenha ajudado a eleger desconhecidos não quer  dizer que ele tenha, como dizem, grande carisma.   Quem  tem carisma não perde tantas eleições.  E quando votaram em pessoas indicadas por ele, o povo estaria votando nos privilégios adquiridos que não gostariam de perder.

 
 
Palavras de Washington Quaquá, baseadas no palavrório infeliz de L---:
 
"Contra o facismo, a porrada.  Não podemos engolir esses facistas burguesinhos de merda. Está na hora de responder a esses filhos da puta que roubam e querem  achincalhar o partido  que melhorou a vida de milhões de brasileiros.  Agrediu, damos porrada."
 
 
 
 
 
Quer votar num ladrãozinho,
dê seu voto ao Fernandinho.
 
 
 
 
 

domingo, 1 de março de 2015

Contra quem a Petrobras deve ser defendida?

 

O perigo mora ao lado ou em Brasília?
 
 David Coimbra
 
Cuidado, o PT quer defender a Petrobras
 
 
Os petistas estão quase me convencendo de que a Petrobras tem de ser privatizada. Eu era figadal, intestinal e cerebralmente contra a privatização, mas eles estão me abrindo os olhos. Imagine você, estupefato leitor, que um grupo de petistas botou camisas vermelhas e saiu por aí, gritando "em defesa" da Petrobras. Mas como? Os petistas defendendo a Petrobras? Contra quem?
Juro que fiquei confuso e, quando fico confuso, apelo para a matemática. Faço uma espécie de teorema para tentar entender o assunto. Então, vamos lá. Temos um problema a resolver, resumido na seguinte pergunta: contra quem a Petrobras deve ser defendida? Os dados concretos:
1. A Petrobras está sendo mesmo roubada. Isso está provado de sobejo.
2. A revelação do roubo prejudicou a empresa, o valor de suas ações despencou e ela está sendo olhada com desconfiança por investidores. Isso também é fato.
3. Conclusão: a Petrobras precisa realmente de defesa.Leia todas as notícias da Operação Lava-Jato
Com o que, voltamos à questão original: quem são os responsáveis? Talvez o roubo venha desde a década de 50, quando Getúlio Vargas discursava no São Januário e dizia que o petróleo era nosso. Talvez tenha havido roubo quando Ernesto Geisel foi presidente da Petrobras, quando Shigeaki Ueki anunciou a descoberta de petróleo no mar do Rio de Janeiro, quando Sarney, Collor e Fernando Henrique foram presidentes da República. Talvez. Se esse roubo pretérito for comprovado, que sejam manchadas as memórias dos ditadores Vargas e Geisel e que sejam punidos os vivos.
Só que há mais de 12 anos a Petrobras está sendo controlada por governantes do PT. E são 12 anos de roubo comprovado. E as investigações apontam que, nesses 12 anos, o roubo foi sistematizado, tornou-se um roubo orgânico e metódico.
Doze anos... Transforme esse tempo em bilhões de dólares, tente imaginar o tamanho do que foi subtraído do país e se assombre.
Doze anos... Vamos acreditar que nenhum petista tenha posto a mão em qualquer centavo sujo nesse tempo todo. Vamos acreditar que a corrupção não serviu ao projeto de eternização no poder do PT. Sejamos crédulos: os outros roubaram; eles, não. Mas, em 12 anos, eles não viram nada? Eles estavam no comando da Petrobras, e não perceberam nem um único bilhãozinho sendo desviado? Neste caso, o PT foi de uma incompetência retumbante, coisa nunca vista na história da administração pública mundial.
Pensando nessa óbvia, clara e corrosiva incompetência, não em desonestidade ainda não julgada, concluo que os petistas não têm moral para sair à rua em defesa da Petrobras. Os petistas dizem que algo tem de ser feito com a Petrobras? Faça-se o contrário. Petistas gritam que a Petrobras não pode ser privatizada? Opa! Aí está uma forte indicação de que a Petrobras talvez tenha de ser privatizada. Porque a Petrobras tem de ser defendida, sim. Defendida de quem a rouba e de quem a comanda e não vê quem a rouba. Defendida do PT.
 

PREVISÕES - ALGO VAI ACONTECER


*O santo nome de Luiz Inácio L--- da Silva não figurou entre os cotados a prisão no desdobramento da Operação Lava Jato (citado por dois delegados federais de peso) para não desmoralizar, completamente, a figura institucional da Presidência da República.

Brevemente, os escândalos vão atingi-lo diretamente. Provas documentais vindas da Suíça e da Holanda, com aval do Departamento de Justiça dos EUA (que investiga a Petrobrás) serão letais para os corruptos.

As manifestações deste 15 de novembro, pró-impeachment, vão ganhar impulso.* (estarão com mais força em 15 de março)

*Tal avaliação foi feita por um grupo de magistrados que acompanha, em Berlim, na Alemanha, os desdobramentos imediatos do cumprimento, desde ontem, dos 85 mandados judiciais de prisão ou coerção temporária e mais 123 ordens de busca e apreensão de documentos em grandes
empreiteiras  suspeitas de superfaturar margens de lucro em obras e serviços com o governo, principalmente nos contratos com a Petrobrás, para distribuir corrupção a políticos, lavando
bilhões de dólares no Brasil e no exterior.

Foi mais uma ordem judicial  do juiz Sérgio Fernando Moro, o "Homem de Gelo", da 13ª Vara Federal em Curitiba.*

*Um integrante do governo - que só pode ser esquizofrênico - teve a coragem de comentar por escrito, em documento reservado, que "Dilma está blindada". O mesmo interlocutor alega que Dilma não será prejudicada pelos problemas na Petrobrás na gestão do antecessor Luiz Inácio da Silva.  Apesar da "blindagem de Dilma", o assessor próximo reconhece que a gestão da estatal durante o período Lula "já está atingida".*


*A recomendação interna é que Dilma faça um discurso preventivo, elogiando as ações da Polícia Federal  e mostrando que ela, na luta contra corrupção, iniciou mudanças na empresa, demitindo diretores.
Outro conselho tático complicadíssimo é que Dilma estabeleça, urgentemente, uma separação entre as administrações na Petrobras no "período L---" e no "período Dilma". Tal missão é impossível na prática. No governo L---, quando os problemas ocorreram, Dilma ocupava nada menos que o cargo de "Presidente do Conselho de Administração da Petrobrás".*

 *O primeiro governo Dilma acaba mal, sem ter começado direito. O segundo mandato dela já tem riscos concretos de nem acontecer. Nem um malabarismo jurídico no Supremo Tribunal Federal  conseguirá evitar, em breve, a desproclamação da República Sindicalista do Brasil. Por ironia,  a salvação nacional é costurada a partir da Alemanha, país que nos impôs a vexaminosa goleada de '7 x 1' na Copa do Mundo de 2014.
 
Um magistrado da força-tarefa "germânica" adverte seus pares : "A nova etapa da Lava Jato não produzirá somente efeitos bombásticos. Arrastará a república petista ao maior descrédito e fará com que Dilma fique mais isolada.  Estamos no término de um dos mais venais e sacanas governos da república das bananas".* 
 
*Os futuros acordos de leniência, firmados pelo judiciário com empreiteiras que participaram do esquema de corrupção e lavagem de dinheiro, tendem a ser fatais para dezenas de importantes figurões políticos beneficiados. A Lava Jato no Petrolão cumpre o papel saneador que ficou incompleto no Mensalão. Na Ação Penal 470 quem se ferrou concretamente foi o rigoroso Joaquim Barbosa - forçado a aposentar a toga por pressões muito além da coluna cervical. O resultado prático do Mensalão é sinônimo de impunidade, tendo apenas Marcos Valério como grande bode expiatório que continuará por bom tempo na cadeia, em troca de um silêncio que pode ser quebrado a qualquer momento.*

*Na Lava Jato a coisa fica mais preta e suja que Petrolão na cueca de petralha sofrendo de "desenteria".  Foi preso ninguém menos que o homem de confiança do reeducando José Dirceu na Petrobrás,  Renato Duque, o  "Diretor de Serviços" de 2003 a 2012 - só sendo demitido no mesmo ano do "Diretor  de Abastecimento" Paulo Roberto Costa, convertido em "colaborador premiado" do Judiciário e do MPF.

Aposta-se que Duque acabará forçado a aderir à "delação premiada". Acordo parecido(denominado  de leniência, quando se refere a pessoas jurídicas) deve valer para diretores de grandes empreiteiras envolvidas nas falcatruas bilionárias. Em "prisão domiciliar", Dirceu deve estar PT da vida e preocupadíssimo com o que vem por aí ... Imagina o amigo L---, o chefão de todos ...*

*O cataclismo político é inevitável. Se L--- for afetado, Dilma fica frágil para cair por tabela. O mercado brasileiro fica desmoralizado perante o resto do mundo, com as maiores empresas(representativas do PIB) tendo seus dirigentes presos por corrupção, mesmo que temporariamente.
Vem aí um inédito e gigantesco acordo de leniência (nunca antes visto na história do Brasil)entre o MPF, Judiciário e empreiteiras. A moeda de troca das delações dos nomes de político será uma espécie de perdão aos dirigentes das empresas que acabarão condenadas a pagar multas milionárias, que, somadas, podem chegar a bilhões de reais (ou dólares). Isto só nos processos brasileiros. Sem falar nos que já correm (civis e criminais) nos Estados Unidos.*

*O juiz Sérgio Fernando Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba, tem um papel chave no "saneamento" da Lava Jato. Ele e outros membros do judiciário, do Ministério Público, da Polícia e da Receita Federal, que não aceitam mais o degradante grau da corrupção sistêmica no Brasil, merecem todo apoio individual  e popular. Lugar de ladrão é na cadeia ! Lugar de político corrupto é no parlatório da Penitenciária. De preferência, pagando pena e pagando multas, com o patrimônio
pessoal ou familiar, pelo que roubou do poder público. Qualquer coisa diferente disto é barbarie e impunidade.

Os brasileiros não aguentam mais tanta sacanagem ! Chega de Pizza !*

*A República precisa ser reproclamada com urgência urgentíssima, baseada em princípios verdadeiramente federativos, com democracia, gestão pública de qualidade e transparência absoluta sobre investimentos  e despesas com o dinheiro público.
 
 
 
 
Até agora não vimos um único político preso . 
Mas um dia a casa cai...
ou a bolha estoura
 
 
 

 

Denúncia


Recebido por email


Ao Excelentíssimo Procurador-Geral da República
Doutor Rodrigo Janot Monteiro de Barros
Referência: Inquérito Policial 1114/2014 DPF Curitiba – Operação Força-Tarefa Lava-Jato
Denúncia crime no setor petroquímico brasileiro 

 
Para: CARTORIO CIC <cartoriocic@cartoriocic.com.br>
Auro Gorentzvaig, brasileiro, empresário, portador do RG 11.620.589-1 SSP-SP e do CPF 033.972.698-90, residente e domiciliado  na Rua Jaime Costa, 360, Vila Andrade, São Paulo, SP CEP 05692-140, vem por meio desta apresentar denúncia contra: Dilma Vana Rousseff, presidente da República Federativa do Brasil; Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República; José Sérgio Gabrielli de Azevedo, ex-presidente da Petrobras; Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento e Petroquímica da Petrobras, pelo fato relevante que segue:
1 – A reunião
Em 26 de Fevereiro de 2009, às 16h30, na sede do Centro Cultural do Banco do Brasil, em Brasília, onde à época funcionava o gabinete da Presidência da República do Brasil, participei de reunião marcada pelo prefeito de São Bernardo do Campo (SP), Luiz Marinho, com o então presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva; o então ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o então diretor de Abastecimento e Petroquímica da Petrobras, Paulo Roberto Costa, e o presidente da Petrobras Química SA (Petroquisa) José Lima.
A reunião foi solicitada por Auro Gorentzvaig, conselheiro e acionista da Petroquímica Triunfo, sociedade entre a Petrobras e a Petroplastic no Rio Grande do Sul. Na referida reunião, disse o presidente da República que tinha ganhado todas as ações judiciais contra a Petrobras e que de tal modo havia se esgotado toda a discussão sobre a Petroquímica Triunfo e, portanto, a estatal deveria respeitar tanto o acordo de acionistas quanto as decisões do Poder Judiciário. Ao que o então presidente Lula respondeu, após, em um gesto de informalidade, colocar a mão sobre a minha perna: “...O Poder Judiciário não vale nada, o que vale é a relação entre as pessoas...”.
Em claro jogo de cena e farsa, o Presidente da República pediu a Paulo Roberto Costa que fosse nomeado um juiz arbitral para tentar dirimir o impasse e a minha consequente recondução ao Conselho de Administração da Petroquímica Triunfo de imediato.
Paulo Roberto Costa disse:“...Presidente, sua ordem é uma determinação...”.Confirmando o jogo de cena, quarenta dias depois fomos expropriados à sombra de uma operação de incorporação, na totalidade das ações da Petroquímica Triunfo, as quais foram repassadas para a Braskem, empresa do grupo Odebrecht, em total e flagrante desrespeito aos direitos da acionista Petroplastic: direito de preferência, direito adquirido e o Programa Nacional de Desestatização do Governo Federal, sendo que a Petrobras está qualificada como sócia promotora da iniciativa privada brasileira e fomentadora do desenvolvimento permanente da companhia.
2 – Quem estava por trás de Paulo Roberto Costa:
A decisão de falar pessoalmente com o presidente da República se deu pelo fato de que todas as decisões do setor petroquímico no País passam pelo gabinete presidencial. Todos os empresários do setor, incluindo eu, sabiam que Paulo Roberto Costa funcionava como operador de Lula dentro da Petrobras. Meses antes, Paulo Roberto Costa, hoje um dos réus nos processos decorrentes da Operação Lava-Jato, que apura desvios na Petrobras, comandou reunião na sede da Petrobras, no Rio de Janeiro, com a presença de Boris Gorentzvaig, Caio Gorentzvaig e Auro Gorentzvaig, representantes da Petroplastic. Na ocasião, Paulo Roberto Costa, diretor da área de petroquímica nos informou: “...No setor Petroquímico já estava definido que só empresas atuariam no setor: uma era a Odebrecht, a outra será definida”.
Ao que perguntei : “E a Petroquímica Triunfo?” Ele respondeu: “...A Triunfo será eliminada, conforme as diretrizes estabelecidas pelo presidente da República”. A saída, então, foi conversar com quem de fato dava as ordens a Paulo Roberto Costa: o então presidente Lula.
3 – Oferta pelas ações da Petrobras
 
Em audiência de conciliação na Justiça Estadual do Rio Grande do Sul, a Petrobras pediu R$ 355 milhões pela sua parte na Petroquímica Triunfo.
Em juízo, a Petroplastic concordou em pagar (oferta vinculante) o valor pleiteado pela petroleira nacional. A Petrobras recuou em sua decisão e, oito meses após a audiência de conciliação, repassou de maneira ilegal 100% das ações da Petroquímica Triunfo, transação avaliada em R$ 117 milhões. Ou seja, recusou R$ 355 milhões em dinheiro à vista, por 85% do capital social da empresa, operação que causou prejuízo de R$ 305 milhões à Petrobras, aos cofres públicos e ao Tesouro Nacional, um claro crime de lesa pátria em benefício da Braskem, do Grupo Odebrecht.
Os participantes da transação são: Paulo Roberto Costa, Dilma Vana Rousseff, José Sérgio Gabrielli de Azevedo e Luiz Inácio Lula da Silva.
No mesmo período, como demonstrou a Operação Lava-Jato, da Polícia Federal, coincidentemente Paulo Roberto Costa recebeu US$ 23 milhões de propina em bancos na Suíça. O pagamento foi feito pela Odebrecht, sendo o diretor de plantas industriais da empresa o senhor Rogério Santos  de Araújo.
4 – Compra de Petroquímicas pela Petrobras:
Durante anos fomos convidados a fazer parte de um esquema criminoso que funcionava na Petrobras. Acionistas das empresas recebiam, inclusive, os dividendos em pagamentos por fora.
Por rechaçar a oferta ilegal, fomos sistematicamente atacados pela presidência da Petrobras, através de José Sérgio Gabrielli de Azevedo, pelo diretor Paulo Roberto Costa, pelo Conselho de Administração, sob o comando de Dilma Vana Rousseff. Todos faziam questão de ressaltar que tinham costas quentes: o então presidente Lula. Quem aceitou fazer parte do jogo de corrupção, agora comprovado pela Operação Lava-Jato, recebeu aportes bilionários. O Grupo Suzano, por exemplo, vendeu a Suzano Petroquímica para a Petrobras e Unipar por R$ 4,1 bilhões. A Ipiranga foi comprada pela Petrobras por US$ 4,6 bilhões. E a Unipar integralizada à Petrobras e sócias por valores bem acima do mercado.
Vale ressaltar que uma avaliação independente feita a pedido do Grupo Odebrecht pelo Banco Bradesco de Investimentos estimou que a Quattor (junção das petroquímicas Suzano e Unipar) valia R$ 2,56 bilhões. Causa estranheza o valor excessivo que a Petrobras pagou pela Suzano, que possuía dívida de R$ 1,4 bilhão. Não obstante, o Grupo Suzano de Papel e Celulose obteve um empréstimo de R$ 1 bilhão junto ao BNDES.
Vários empresários do setor nos procuraram para dizer que enquanto todos estavam ganhando dinheiro, poderíamos ser prejudicados. Isto fica evidente ao observarmos, agora, a situação da Petroquímica Triunfo e 33% do Copesul, cujo valor do patrimônio deveria ser de aproximadamente a R$ 1,8 bilhão.
Quattor, Ipiranga e Petroquímica Triunfo foram incorporadas pela Braskem, que se apoderou de tudo em clara demonstração de concentração de mercado e conflito de interesses. Os acionistas da Ipiranga, Unipar e Suzano também foram remunerados com valores bilionários.
Nós, acionistas da Petroquímica Triunfo e Copesul, ficamos sem nada, apenas discordar do monopólio idealizado por Odebrecht e executado por Lula e Dilma.
5 – Da participação de Dilma Rousseff
Dilma Rousseff, ex-secretária de Energia do Governo do Rio Grande do Sul, na gestão do petista Olívio Dutra, iniciou o assédio à nossa empresa, já naquele período. A Triunfo e o Copesul estão localizadas na cidade de Triunfo, no Rio Grande do Sul.
Já na condição de Conselheira da Petrobras e Ministra do Governo Lula, a agora presidente reeleita Dilma Vana Rousseff deixou claro, em várias ocasiões, que seguia ordens do então presidente da República para concentrar o monopólio do sistema Petroquímico Brasileiro nas mãos da Odebrecht, beneficiando o estado da Bahia na arrecadação de impostos. Operação que contrariou a legislação vigente – Lei nº 6151 do II Plano Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – que estabeleceu a Indústria Petroquímica Nacional, de economia de mercado e livre concorrência, fomentando o regime de competição e desenvolvimento tecnológico de forma a beneficiar o consumidor final. È o que determina a lei!
 
6 - Da participação de Edison Lobão
Na condição de Ministro das Minas e Energia do Governo Lula, o maranhense Edison Lobão também deixou claro que Paulo Roberto Costa, Dilma Vana Rousseff, José Sérgio Gabrielli de Azevedo e ele próprio seguiam as determinações do presidente Lula.
Reforçou também que era Lula quem determinava como deveriam ser tocados os esquemas dentro da Petrobras. Hoje, com as estarrecedoras descobertas da Operação Lava-Jato, vemos que tudo o que nos foi dito era verdade. Edison Lobão dizia que Lula mandava fazer. Não dava atenção à Lei, como o então presidente deixou claro ao afirmar, em seu gabinete provisório no Centro Cultural do Banco do Brasil, que “o Poder Judiciário não vale nada”.
 
7 – Da participação de José Sérgio Gabrielli
Sindicalista e nascido na Bahia, José Sérgio Gabrielli de Azevedo foi o executor do monopólio que beneficiou o grupo Odebrecht. Coube a ele, durante anos a fio, facilitar o acesso da companhia baiana em várias obras de grande porte e negócios superfaturados feitos nas altas esferas da Petrobras.
A Operação Lava-Jato demonstra, depois de meses de investigações, que o grupo Odebrecht participou de esquemas bilionários e criminosos dentro da estatal.
8 – Da participação de Paulo Roberto Costa
Réu em vários processos decorrentes da Operação Lava-Jato, Paulo Roberto Costa fez acordo  de delação premiada, instrumento jurídico contemplado pela legislação nacional e que obriga o acusado a relatar o que sabe em troca de redução de pena.
Operador do esquema de corrupção que funcionava em algumas diretorias da Petrobras, Paulo Roberto Costa confessou que recebia propina de várias empresas, entre elas justamente o Grupo Odebrecht, para facilitar negócios superfaturados e, na sequência, repassar recursos a  partidos políticos, como o PT, o PMDB, PP, entre outros.
Paulo Roberto Costa Sempre nos procurou para ofertas escusas. Diante de nossa recusa em participar dos esquemas criminosos, hoje claramente revelados pela Operação Lava-Jato, o então diretor da estatal transferiu a Petroquímica Triunfo de forma graciosa para a Braskem, beneficiando de maneira escandalosa o Grupo Odebrecht, assim como o Estado da Bahia na arrecadação tributária, em detrimento de outros estados da federação.
Realizada de forma ilegal, a operação criminosa envolve cifras bilionárias, em claro prejuízo aos cofres públicos e ao povo brasileiro.
 
9 – Da formação do monopólio
A arquitetura da construção do monopólio do setor petroquímico (indústria de base de primeira e segunda geração) responsável entre outras coisas pela produção de eteno e cloro, matérias primas básicas para fabricação de fios, cabos, móveis, pneus, automóveis, aviões, eletroeletrônicos, embalagens, brinquedos, garrafas, etc.
O monopólio do setor foi idealizado por Emílio Odebrecht, que disse ao então presidente Lula que deveria ter crescimento de escala na indústria petroquímica para participar do mercado global. É o marketing superando o direito. Lula, Dilma, Edison Lobão, José Sergio Gabrielli, Paulo Roberto Costa, juntamente com os grupos Suzano, Ipiranga, Unipar e Odebrecht criaram então a Braskem, que tem como sócia minoritária a Petrobras, com 49,99% e o Grupo Odebrecht como sócio majoritário com 50,01%, com contrato de exclusividade de 25 anos!
Como uma indústria de base de tal importância pode estar concentrada nas mãos de uma única família? Como a Petrobras pode ter como sócio, na Braskem, o Grupo Odebrecht, envolvida em crimes de corrupção conforme revela a operação “Lava Jato”? Pagando propina de US$ 23 milhões para o diretor da estatal, Paulo Roberto Costa? A quem interessa que poucas empresas controlem o setor? Quem ganha com isso?
Basta verificar quanto o Grupo Odebrecht gasta com o financiamento de muitas campanhas eleitorais dos partidos políticos flagrados na Operação Lava-Jato! Em quanto a Braskem e o Grupo Odebrecht, o Grupo Suzano foram beneficiados com financiamentos públicos através de bancos como o BNDES, Banco do Brasil e Caixa, com juros subsidiados?
10 – Abuso de poder
A Petrobras, sócia institucional, na qualidade de promotora e fomentadora da Petroquímica Triunfo, empresa de natureza privada, como determina a lei, com 30 anos de existência, não poderia estatizar a companhia para depois entregar à concorrente, a Braskem (Grupo Odebrecht).
A Petroplastic, por sua vez, participava do empreendimento (Petroquímica Triunfo) na condição de sócio privado nacional e controlador da companhia, qualificado pelo acordo de acionistas e com base no plano do governo. Vale destacar que o status de “controlador” é condição personalíssima do acionista privado nacional. De tal modo, passa a ter o benefício dessa condição a partir do cumprimento da obrigação de fazer, como de fato, ao honrar a obrigação, o fez.
A Petrobras desrespeitou de forma flagrante o direito de preferência da acionista Petroplastic e o Programa Nacional de Desestatização do governo federal. A Triunfo foi eleita a melhor empresa do setor petroquímico brasileiro de 1989 a 2009, conquistando todos os prêmios das revistas especializadas, com caixa permanente de US$ 100 milhões, para um plano de futuro desenvolvimento.
11 - Concorrência desleal
A Petrobras, na qualidade de promotora da iniciativa privada brasileira, assume a administração da Petroquímica Triunfo em 1985 com um marketing share de 24% do mercado nacional e transfere para a Braskem a maior fatia do setor, reduzindo a participação da Triunfo para 3% do mercado nacional em 2009. Ou seja, a incorporação, além de ser feita por um preço bem menor do que realmente valia, provocou uma diminuição da importância da Triunfo no mercado, centrando força apenas na Braskem.
 
12 – Conflito de interesse
Como pode a Petrobras, sócia institucional na Petroquímica Triunfo, trabalhar para a concorrente Braskem?
Isso é uma clara demonstração de que a estratégia da Petrobras, da Presidência da República e do Grupo Odebrecht era usar dinheiro público e da estatal na compra e eliminação de concorrência, repassando o monopólio do setor para a Odebrecht, em clara e inconstitucional concentração de mercado.
13 – Improbidade administrativa
Não poderiam os funcionários da estatal Petrobras prejudicar a Petroquímica Triunfo e trabalhar em prol da Braskem.
Hoje, boa parte deles trabalha justamente na Braskem. Ou seja, transferiram patrimônio público para uma empresa privada para, em seguida, serem contratados pela Braskem, que foi a beneficiada em um negócio bilionário no setor petroquímico.
14 – Atentado
O Excelentíssimo Juiz de Direito de Porto Alegre, Mauro Caum, sentenciou que se houvesse qualquer movimento de ações na Triunfo, antes da reforma do capital, dar-se-ia como um atentado. O juiz Mauro Caum foi afastado, sendo nomeada para cuidar do caso a desembargadora Ana Maria Nedel Scalzilli que não estava preventa na Câmara, mas cassou a liminar do juiz, admitindo a incorporação da Triunfo pela Braskem, sem entrar no mérito da questão, e ignorando todos os direitos da Petroplastic (sócio privado da Triunfo). Um claro desrespeito ao acordo de acionistas, ao Programa Nacional de desestatização do Governo Federal e da legislação vigente no País. Coincidentemente, o escritório de advocacia Scauzilli advogados associados, que presta serviços para a Odebrecht, pertence ao filho da desembargadora, Dr. Fabrício Scalzilli.
Diante do aqui exposto e após ser orientado pelo Excelentíssimo Procurador da República, Douglas Fischer, o Procurador da República, Bruno Calabrich, em reunião realizada na sede da Procuradoria-Geral da República, em Brasília, em 28 de janeiro de 2015, às 15 horas, apresento esta denúncia por escrito endereçada ao Procurador-Geral da República, Dr. Rodrigo Janot Monteiro de Barros, ao Juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, e à Polícia Federal, a fim de que as providências legais sejam tomadas conforme determina a legislação brasileira.
Saliento e deixo claro que a presente denúncia tem por objetivo a apuração dos fatos ilegais e criminosos aqui relacionados, envolvendo autoridades, funcionários públicos, privados e empresários. Todos os fatos aqui descritos foram por mim presenciados e vivenciados como cidadão e empresário.
Sendo o presente relato a máxima expressão da verdade, coloco-me, desde já e em qualquer tempo, à disposição das autoridades brasileiras para novos e esclarecedores depoimentos e apresentação de documentos, fotos, ações judiciais e tudo o mais necessário para o completo esclarecimento de como um esquema bilionário montado dentro da Presidência da República prejudicou os cofres públicos, a Petrobras, o País e o povo brasileiro.
Atenciosamente,
Auro Gorentzvaig
Petroquímica Triunfo
São Paulo, 2 de fevereiro de 2015
 
Segue em anexo a lista das pessoas que participaram da constituição do monopólio ilegal:
Maria das Graças Silva Foster, ex-diretora de Gás e Energia da Petrobras e atual presidente da estatal; Miguel Soldatelli Rossetto, ex-ministro da Agricultura e atual ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República; Gilberto Carvalho, ex-ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República; Carlos Heitor Rodrigues, ex-presidente do Sindipolo (Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Petroquímica de Triunfo – RS); José Lima, ex-presidente da Petrobras Química SA (Petroquisa); Andreia Damiani, advogada da Petroquisa; Djalma Rodrigues, diretor da Petrobras; Patrick Horbach Fairon, diretor da Petrobras; Paulo César de Aquino, ex-presidente da Petroquisa; Edmundo Aires, ex-diretorda Petroquisa e ex-presidente do Conselho de Administração da Petroquímica

 

ELES GASTAM E QUEM PAGA 'O PATO' SOMOS NÓS !

 



INFORMAÇÃO  DADA PELO EX-MINISTRO DO TCU, JOÃO AUGUSTO RIBEIRO NARDES, NUMA ENTREVISTA. ELE É  RELATOR DAS DESPESAS DA PRESIDÊNCIA EM 2015: 2,3 TRILHÕES NÃO FORAM CONTABILIZADOS NAS CONTAS DA PRESIDÊNCIA NAS MÃOS DO PT:
  
 
O escândalo – que em qualquer país decente – já teria defenestrado o antecessor de Dilma, continua a todo vapor: as contas da presidência petista não são contabilizadas e não podem ser vistas, ao serem consideradas um segredo

Gastos indecorosos com cartões de crédito corporativos dados aos amigos (esposa ou róseas  amantes) do ex-presidente como se tudo pertencesse a ele, precisam ser vistos como um grande segredo a que o povo não teria qacesso.  Pessoas críticas muitos menos.
 
A quantia das despesas escandalosas presidenciais daria para consertar nossas estradas e ferrovias, para melhorar o sistema de saúde e/ou educação .
 
Não se trata de milhão ou bilhão. Trata-se de trilhão!
 
Mesmo não recebendo nada em troca, o brasileiros ainda precisam pagar taxas ou impostos, como se a responsabilidade pela ingerência do governo coubesse ao povo batalhador, embora a responsabilidade caberia, sim, a todos os que votaram na incompetência.
 
Bom seria se a incompetência petista  cortasse a metade dos cargos de confiança que foram distribuídos, e obrigasse também a 'cumpanherada'' a gastarm menos.
 
 
 
 
'Houve maquiagem nas contas da Presidente Dilma',  afirma ministro do TCU
João Augusto Ribeiro Nardes, ministro do Tribunal de Contas da União e relator das despesas da Presidente Dilma Rousseff em 2015 foi bastante taxativo ao dizer:  “2,3 trilhões de reais não estão contabilizados nas contas da presidência”. Segundo Nardes, esse dinheiro é proveniente da previdência atuarial, que soma a previdência dos funcionários públicos. Em uma entrevista exclusiva à Joice Hasselmann, no ‘Direto ao Ponto’, Nardes afirma que “a proposta este ano era não aprovar as contas de Dilma”. E revela que se o país não voltar a crescer entre 3% e 4%, “não há condições de pagar os aposentados”.



 

Quem pariu Mateus... FERREIRA GULLAR


Posto assim contra a parede,
o PT recorre à prática de sempre:
apresenta-se como vítima de uma conspiração



FERREIRA GULLAR
 
Nas últimas eleições para a presidência da República, votei em Aécio e estava certo de que Dilma Rousseff seria derrotada. Mas ela ganhou. Meu consolo foi verificar que ganhou por pouco mais de 3% dos votos.

De qualquer modo, seria melhor que ela tivesse perdido, pensava comigo mesmo, até que me dei conta de que a coisa não era tão simples assim. Ao considerar a quantidade de problemas que ela teria de enfrentar, avaliei melhor a situação -- conforme escrevi aqui -- e concluí que ela havia deixado, para si mesma, uma verdadeira herança maldita.

E é o que está se vendo. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que ela nomeou para tentar evitar que o barco afundasse, pensa o contrário dela e considera um erro a política econômica por ela imposta ao país.

Por isso mesmo, preparou uma medida provisória, enviada ao Congresso, que atinge algumas conquistas dos trabalhadores -- como o salário desemprego, pensão e auxílio-doença. Mal a proposta chegou à Câmara de Deputados e as centrais sindicais se mobilizaram para impedir sua aprovação. E não só elas -- que representam grande parte do eleitorado petista -- mas também parlamentares da base do governo e até do PT.

Já pensou no que vai dar isso?  (*) Se medidas dessa natureza não contam com o apoio dos trabalhadores e da base parlamentar governista, a situação econômica do país caminhará para um ponto crítico, cujas consequências políticas para o governo serão inevitáveis.

Isso sem falar na Operação Lava Jato, cujas denúncias se multiplicam, envolvendo gente da cúpula petista, como é o caso de João Vaccari Neto, tesoureiro do PT, que teria recebido, das mãos do denunciante, milhões de dólares em propina.

Trata-se de um fato tão grave que o próprio L--- se viu obrigado, na festa de aniversário do partido, a elogiá-lo e aplaudi-lo. Uma farsa, claro, mas também a única alternativa, pois se ficasse calado estaria admitindo como verdadeira a acusação, o que não se pode esperar de nenhum petista, muito menos de Lula, que aprendeu com o mensalão.

Tomado de surpresa, ao saber da denúncia, se disse traído para, depois, afirmar que o julgamento do Supremo Tribunal Federal foi 80% político, muito embora ele e Dilma tivessem nomeado nove dos 11 ministros que julgaram o processo. 
O sempre traído ex-presidente da República estaria admitindo ser um corno?  Só poderia ser por ser sempre tão traído!Sucede que a situação, agora, é outra, não só porque os escândalos se multiplicam como suas consequências atingem a Petrobras, comprometendo seus investimentos e suas obras, de tal modo que a desmoralizaram, como empresa, no âmbito internacional.

É impossível avaliar em que vai dar tudo isso mas, certamente, em boa coisa não será. Para piorar, os trabalhadores de diferentes setores da estatal começam a manifestar publicamente seu descontentamento com os escândalos e o atraso de seus salários.

Certamente, devem se lembrar dos discursos de L--- e Dilma, afirmando que defendiam a Petrobras de seus inimigos, os tucanos, que queriam privatizá-la. Na verdade, quem a "privatizou" foram eles, que a usaram para enriquecer seu partido e se manter no poder.

Postos assim contra a parede, recorrem à prática de sempre: apresentam-se como vítimas de uma conspiração. Rui Falcão, presidente do PT, não teve a coragem de afirmar que a convocação de Vaccari pela comissão que apura os crimes da Lava Jato foi resultado de uma manobra para estragar a festa de aniversário do PT?! Como se alguém estivesse preocupado com semelhante efeméride!

Mas essa é a tática de sempre: quando alguém mostra que o PT pisou na bola, o faz porque está a serviço da elite, inimiga do partido defensor dos pobres e, assim, o petista corrupto passa a ser herói nacional, como José Dirceu e Genoino.

Enquanto isso, L--- e Dilma abrem os cofres do BNDES para dar dinheiro público aos empresários amigos e entregam a Petrobras à sanha das empreiteiras.

É razão suficiente para Aécio dizer: "Ainda bem que perdi as eleições." Com toda a razão. Já imaginou a campanha que L--- e sua turma estariam fazendo contra ele, quando tomasse as medidas que teria de tomar para recuperar a economia que Dilma afundou?


                               Melhor que ela arque com as consequê-ncias de seus equívocos.

Quem pariu Mateus que o embale.


 
 
Ferreira Gullar foi militante do Partido Comunista Brasileiro. 
Ele comentou que bacharelou em subversão em Moscou durante o seu exílio, mas que atualmente devido a uma maior reflexão, experiência de vida, e de observar as coisas irem acontecendo se desiludiu do socialismo e que o socialismo não faz mais sentido pois fracassou. 


Frases de Ferreira Goulart

(...) toda sociedade é, por definição, conservadora, uma vez que, sem princípios e valores estabelecidos, seria impossível o convívio social.
 
 
 
'' O Brasil está encalacrado, com a economia em crise, a inflação subindo, uma corrupção espantosa. Não pode continuar isso. Acho que a saída do PT do poder é uma revolução no Brasil. E a continuação é um desastre. Quando o PT foi criado, eu fiquei a favor, acreditava que seria benéfico para o País, para fazer avançar essa luta pela sociedade mais justa, e depois me desapontei. "


Ferreira Gullar  é um poeta.  Se tornou imortal, ao ser membro da Academia Brasileira de Letras (ABL)

 
 

 





 

 
 
 












 
 
 

INSATISFAÇÃO AMPLA, GERAL E IRRESTRITA




“As contas não fecham, disse um caminhoneiro.   O que e le recebe de frete seria o mesmo que recebia há seis anos atrás, sem cobrir os gastos com o pagamento de  diesel, pedágio,  alimentação e a prestação de um novo caminhão.” 



 Dilma Rousseff, uma presidente da República petista conseguiu  fazer um grande milagre: alcançar o descontentamento geral, amplo e irrestrito. 
 
A petista presidente da República desagradou empresários, porque alguns tiveram que fechar seu negócio, enquanto outros temem fazer o mesmo; desagradou quem foi contemplado com o que nunca teve, retirando deles o que pensavam ter  conseguido até agora, sem contar que nela votaram acreditando em suas promesssas.    
 
Dilma está sendo obrigada a conviver com uma insatisfação que vai desde os Skafs até seus operários.  Mas não podemos ignorar seu grande esforço: desagradar também o Ministro Levy que ela mesma chamou para nos salvar, ou melhor, para salvar as merdas que os petistas vêm fazendo há tantos anos.
 
QUER VOTAR EM LADRÃO?
DÊ SEU VOTO NA PRÓXIMA ELEIÇÃO.
 
Só não venha reclamar depois!
 
AGORA, VAMOS CANTAR!