
"Reportagem de capa da revista afirma que maior ameaça à reeleição da presidente Dilma Rousseff não é a oposição, mas sim a divisão interna no PT, onde o movimento "Volta, Lula" estaria cada vez mais forte; editorial da revista destaca "As virtudes de Dilma", em contraponto ao que seriam as supostas desvirtudes de Lula, o que não significa adesão a ela; Dilma e Lula são retratados como "os dois lados de um mesmo problema"
Embora a respeitável revista diga que o movimento "Volta L..." vem sendo uma manobra petista feita sem a aprovação de Luís Inácio, a falta de sua aprovação é bastante discutível, levando em conta seu excesso de egolatria .
O que podemos colocar em dúvida seria se ele, egolatria à parte, não atenderia a tal chamado para salvar seu partido de uma derrota garantida, pois a queda de Dilma é cada vez mais evidente e dificilmente ela seria reeleita, com a desculpa de que ele estaria se sacrificando para salvar o país.
Aí vem aquela dúvida atroz. Será que o vaidoso ex-presidente pegaria de volta um Brasil à beira do abismo, com tantos escândalos petistas na boca do povo, já que o pegou prontinho para ser administrado e a única coisa que fez foi afundá-lo, além de viajar. E mesmo sabendo que a péssima administradora presidencial foi recomendação sua, que a levava embaixo do braço para onde ía para apresentá-la a um povo ignaro que nem sabia quem ela era anteriormente? Ou seja, a presidente atual é responsabilidade dele e apenas dele que a apresentou aos eleitores como sendo sua mais perfeita continuação.
Ou será que o ex-presidente petista, elevado à categoria de salvador da nação, resistiria ao "apelo nacional", mesmo pegando um país na fase dos vários escândalos prontos a estourar, grande parte deles tendo origem na sua gestão?
Da mesma forma que sua tendência a voltar ao poder tenha sido antecipada desde que ele saiu (espero que seja um enorme erro!), imaginamos o que ele dirá ao não conseguir se sair tão bem quanto o fez anteriormente (e graças aos governos que o antecederam). Apresentará, como desculpa, que um mandato apenas seria muito pouco para consertar o estrago que anda aparecedo e... precisará de mais tempo. E os eleitores, imbecis, nele tornarão a votar.

Opiniões pessoais,
às quais nunca permitirei que me proíbam de ter.
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