Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Malhando judas

 
 
O que essa gentalha, que tomou o governo na mão grande, estaria dizendo (ou gritando) se hoje fosse oposição e visse o nosso país na situação em que está?
 
Como agiriam os representantes do PT-Partido de Trapaceiros, caso eles fossem  a 'oposição' e vissem o povo tendo tendo que enfrentar a crise atual, a falta de emprego e de dinheiro, a inflação galopante,  e outros que tais no nosso Brasil que um dia foi varonil? 
 
Nós, brasileiros,
temos partidos oposicionistas
ou a verdadeira e única
oposição somos nós?
 
 
 
 Sobre a malhação de judas :
Políticos malhados como judas - No  Ceará encomendas de bonecos de Dilma, Lula e Eduardo Cunha
 
 

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Brasil no lixo petista

 
"Em uma tentativa de superar a atual crise política,
o comando nacional do PT pediu à presidente Dilma Rousseff
que se reaproxime dos movimentos sociais e que recrie as conferências nacionais,
 encontros temáticos com setores da sociedade promovidos
no governo ..."  (no governo anterior) 
 
 
De acordo com informações do PT-Partido de Trapaceiros, Dilma estaria disposta a promover encontros com diversos movimentos sociais. 
 
Segundo o presidente nacional do PT, Rui Falcão, a presidente está se mostrando disposta a promover um encontro com movimentos sociais.   É o mesmo que "trancar uma porta,  depois que os assaltantes entraram na casa,  pois agora não adianta mais fazer nada.  Para usar termos do próprio ex-presidente da República, o povo SIFU, o   Brasil SIFU .  Ou seja, SIFU, hoje, é o nosso 'lema' .  http://jurema-cappelletti.blogspot.com.br/2015/03/sifu-mal-gosto-e-mentiras.html

 
"Nós estamos debatendo com o governo federal a necessidade de sinalizar
para a nossa base social e eleitoral". 
Palavras de Rui Falcão..
 
Rui Falcão,  atual presidente do vergonhoso e esquálido PT, um partido que chegou enganosamente como sendo um Partido de Trabalhadores (como se apenas os pobres trabalhassem!) e provou que nunca passou de um Partido de Trapaceiros, parece que não entendeu que seu partido jogou nosso país no lixo petista e que a crise que estamos enfrentando, apenas começou.    E vai se agravar ainda mais.   Por isso iremos às ruas, de novo, agora no dia  12  de abril.  Não aceitamos a ideia de arcar com o desvio do dinheiro público.  E quem neles deu sua confiança e seu voto deve estar morrendo de arrependimento.


ELES GASTAM, E QUEM PAGA SOMOS NÓS.
 

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/03/1610477-pt-pede-a-dilma-que-se-aproxime-de-movimentos-sociais.shtml








quarta-feira, 1 de abril de 2015

“Vem Pra Rua” no dia 12 de abril - Reinaldo Azevedo


Reinaldo Azevedo



O “Vem Pra Rua”, um dos maiores movimentos que convocaram a megamanifestação nacional do dia 15 de março, acaba de adotar uma palavra de ordem clara e sem ambiguidades: “Fora Dilma”. É o que se ouvirá em uníssono no novo protesto, marcado para o dia 12 de abril. A expectativa dos organizadores é que o evento se repita em todas as capitais e se espalhe por um número ainda maior de cidades.

 
Até havia pouco, o “Vem Pra Rua” chamava os brasileiros a expressar publicamente a sua insatisfação, acusava as lambanças do governo e do PT, mobilizava a população contra a corrupção desabrida, mas não dava especial relevo à reivindicação para que Dilma deixasse a Presidência. O que se avalia é que a dinâmica na rua e o encadeamento dos fatos impõem o lema aglutinador. O grupo acha que a presidente tem de deixar o cargo, dentro dos rigores da lei, seja por renúncia — e esse é um ato unilateral —, seja por cassação, seja pelo caminho do impeachment.
 
 
Conversei há pouco com Rogério Chequer, um dos coordenadores do movimento, e ele explica por que adotar o “Fora Dilma”: “Sempre dissemos que temos consciência de que não somos representantes do povo legitimados por eleições, mas acabamos nos tornando porta-vozes e catalizadores de uma insatisfação clara, de milhões de pessoas. E as bases querem o ‘Fora Dilma’ porque entendem que há motivos para tanto”.
 
Só isso? Não! O “Vem pra Rua” entende ainda que a forma como o governo vem atuando para firmar os acordos de leniência com as empresas acaba atrapalhando o processo de investigação, podendo caracterizar a interferência do Poder Executivo no Poder Judiciário e preparar o terreno para a impunidade.


 
Chequer explica: “Queremos também chamar a atenção para o fato de que, quando menos, Dilma tem de ser investigada. O deputado Raul Jungmann (PPS-PE) já entrou com este pleito no Supremo, e o ministro Teori Zavascki pediu que Rodrigo Janot, procurador-geral da República, se manifeste a respeito. A Constituição não impede que a presidente seja investigada. Até porque a investigação de atos cometidos antes do exercício do seu mandato pode remeter a questões que se deram no curso do mandato. Consideramos a investigação imperiosa”.
 
Pergunto a Chequer se ele não teme que o “Fora Dilma” se confunda com uma radicalização do movimento de rua. Ele responde: “Não tem radicalização nenhuma. Vamos ser claros: foi o que as ruas pediram já no dia 15 de março, num clima de ordem e respeito às instituições. Nós estamos dizendo ‘Fora Dilma’ porque temos uma Constituição e uma lei que tratam da possibilidade. Pode haver divergência sobre se há ou não motivos, mas é absurdo falar em radicalização ou golpismo quando se cobra o império da Constituição e das leis”.
 
E Chequer acrescenta: “O nosso movimento se chama ‘Vem pra Rua”, e a voz da rua é uma só: ‘Fora Dilma!’”.

 




Mensalão, Petrobrás e BNDES.


 
Fala-se muito em rombo do BNDES. Alguns falam em até R$ 1 trilhão a ladroagem do maior banco de fomento do País. Tem ladroagem, sim. Isto não tenho nenhuma dúvida. O MPF investiga a relação incestuosa do presidente do Banco com a instituição BNDES. Também, é de conhecimento público a ascendência do L--- sobre o Luciano Coutinho.
 
Com relação à relação promíscua entre o Luciano Coutinho e o BNDES, se refere à empresa de consultoria que elabora os projetos de financiamento junto ao Banco. A ex-empresa de consultoria é contratada para ter sucesso no financiamento. A empresa tinha como sócio o próprio Luciano Coutinho até assunção dele como presidente do Banco. Nada há de ilegal, uma vez que o Luciano Coutinho não é mais sócio daquela empresa de consultoria. Mas tudo parece que os atuais sócios são "laranjas" do próprio.
 
 
O projeto do L--- tentar criar os maiores "players" brasileiros atuando no mundo com o PSI - Programa de Sustentação de Investimentos, criado por ele no auge da crise financeira mundial em 2009, nada haveria de anormal, se não não funcionasse como Bolsa Empresário. Para criar "players" brasileiros, o BNDES emprestou e empresta a alguns poucos privilegiados a juros de 3,5% ao ano, enquanto o Tesouro paga Selic, hoje em 11,75% ao ano, para captar os mesmos recursos.
 
O Tesouro injetou no BNDES, segundo balanço semestral de 2014, exatos R$ 431,4 bilhões, nominal. Isto é o valor que foi injetado, sem considerar a equalização de juros. No apagar das luzes de 2014, Dilma autorizou injeção de mais R$ 30 bilhões no mesmo esquema do PSI, somando hoje R$ 461,4 bilhões.
 
Nada haveria de anormal se a injeção do dinheiro fosse na forma de investimento da parte da União. A crítica de analistas econômicos, na qual eu me incluo, é que a injeção de recursos da União está sendo feito em forma de "empréstimos" do Tesouro para o BNDES. O Tesouro capta o recurso no mercado pagando juros Selic e empresta ao BNDES. O empréstimo feito pelo Tesouro no mercado para este fim não entra no cômputo da dívida pública líquida.
Desta forma o dinheiro repassado pelo Tesouro para o BNDES sob forma do PSI, não entra também como despesa da União. Resumindo, os R$ 461,4 bilhões estão na contabilidade do Tesouro e do BNDES como uma espécie de "volume morto". O volume de dinheiro é de responsabilidade, portanto, do contribuinte.
 
Os principais recursos do BNDES para empréstimos vem do Tesouro em forma de PSI, do FAT, do Fundos PIS/PASEP e do Fundo de Marinha Mercante e de outros fundos constitucionais. No total, considerando o empréstimo do Tesouro, o passivo do BNDES é de cerca de R$ 544 bilhões. Em tese, este é o montante que está no risco do BNDES e em consequência do contribuinte. No entanto, o BNDES, pelo menos em  cima do papel está enquadrado nas regras do BIS, banco central dos bancos centrais.  
 
Na coluna de ativos constam como realizável a Curto e Longo Prazo, cerca de R$ 300 bilhões em empréstimos diretos do BNDES e cerca de R$ 217 bilhões em empréstimos com aval dos agentes financeiros. Somado os ativos referentes aos empréstimos alcança R$ 517 bilhões. Ainda na coluna de ativos consta a aplicação, no dia 31 de julho de 2014, em ações das empresas com financiamento no Banco, no montante de R$ 66,9 bilhões e R$ 10,4 bilhões em debêntures.
 
O problema de tudo isto é que o Patrimônio Líquido do sistema BNDES, incluindo BNDESpar, é de R$ 74,1 bilhões em 31 de julho de 2014. Outro problema grave é com referência à qualidade do crédito de responsabilidade direta do BNDES no montante de R$ 300 bilhões.  O crédito referente ao repasse às instituições financeiras no montante de R$ 217 bilhões não tem tanta preocupação.  Não se sabe qual é o percentual de "empréstimos podres" dentre os R$ 300 bilhões.
 
No mercado financeiro, até o engraxate da BMFBovespa sabe, de duas verdades. A primeira verdade é de que o presidente Lula teria intermediado a negociação de empréstimos do PSI no montante de R$ 300 bilhões, da parte do empréstimo direto do BNDES. Se realmente houve, qualquer 3% daria R$ 9 bilhões de comissionamento para o L---.  Isto merece investigações por parte do TCU e MPF, mas negadas pelo BNDES. Para ser negado acesso às informações para os órgãos de controle da União, é de supor que o "boato" do engraxate deve ser verdadeiro.
 
A segunda preocupação do mercado é quanto à natureza das garantias oferecidas pelos tomadores preferenciais dos empréstimos do sistema BNDES. Muitos dos empréstimos destinados aos amigos do L--- e do Palácio do Planalto, as garantias são as próprias ações das companhias. São empréstimos no montante de R$ 300 bilhões com alto risco de não receber de volta o empréstimo. Comenta-se que cerca de R$ 100 bilhões é quase como crédito podre. O montante é superior ao Patrimônio Líquido do sistema BNDES.
 
O rombo só vai aparecer no decorrer dos próximos anos, pois que o financiamento concedido pelo Banco é de longo prazo.  Alguns antes, como foi o caso dos empréstimos de R$ 10,6 bilhões concedidos ao grupo OGX.  Outra empresa que tem um passivo próximo de R$ 30 bilhões com o sistema BNDES é o grupo JBS/Friboi, a juros subsidiados de 3,5% ao ano. A empresa com dificuldade econômica conhecida no mercado que tem passivo alto junto ao sistema BNDES é a empresa de telefonia Oi.  A Construtora Odebrecht, em dificuldade por conta da Operação Lava Jato, tem também tem passivo muito alto junto ao BNDES.
 
Curiosamente, essas empresas falidas ou em dificuldade financeira conta com o apoio explícito do L---.  Não, L--- não é sócio dessas empresas como comentam, mas apenas intermediário nas operações de financiamentos e refinanciamentos.Digamos, que o L--- deve ter amealhado, no mínimo, R$ 5 bilhões em intermediações no BNDES. Claro, os depósitos estão nas contas contas nos paraísos fiscais, por orientação do Henrique Meirelles, principal executivo do JBS/Friboi.
 
Ufa, consegui fazer o resumo do assunto complexo como este. Será que consegui fazê-los entender? Preocupa, não, se não entender o assunto na primeira leitura.  O assunto é para quem tem vivência no mercado financeiro. 
 
         

Ossami Sakamori, Engenheiro Civil, Foi professor da Escola de Engenharia da Universidade Federal do Paraná. Atua no ramo de construção e mercado financeiro. Originalmente publicado no blog do autor.
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Antes, uma subida. Depois uma vergonhosa descida.



Caso o ex-presidente ainda  tivesse capacidade de juntar multidões de otários para ouvirem suas baboseiras, todos os jornais e revistas teriam mostrado sua suposta superioridade nas primeiras páginas ou feito alguma referência ao ocorrido ontem no partido.  Mas todos ficaram mudos como se nada houvesse acontecido.  Ou, no máximo,  fizeram uma rápida referência ao fato.
 
O ex-presidente se arriscou e ontem ficou comprovada a sua DESCIDA vertiginosa.
 
Desceu não apenas o ex-presidente, mas também seu Partido de Trapaceiros.
 
 
 
 
Responda rápido: 
Braços perdem 'carisma' ao longo do tempo? 




 

O dia 12 e a memória das calçadas - Élio Gaspari

 
 
A rua marcou um novo encontro com a doutora Dilma para o domingo, 12 de abril. O 15 de março mostrou ao comissariado o tamanho da insatisfação popular e ele não entendeu nada. O grito geral condenava a roubalheira e recebeu um pastel de vento. Seguiram-se o "Chega de PT" e o "Fora Dilma". Quem sai de casa num domingo para gritar na rua merece respeito, seja qual for o seu grito. Isso não elimina o fato de que uma pessoa tenha gritado por uma coisa e, tempos depois, perceba que foi feita de boba. O único instrumento para se acabar com o PT é o voto em candidatos da oposição. "Chega de PT" ou "Fora Dilma" são palavras de ordem que deságuam numa proposta de impedimento da doutora. Ele seria possível sem o apoio do PMDB de Renan Calheiros, Eduardo Cunha e Michel Temer? Nem pensar. Se esse apoio viesse, como ficariam o petrocomissário Sérgio Machado e o inolvidável Fernando Baiano?

Engano do escritor, ao escrever que ''O único instrumento para se acabar com o PT é o voto em candidatos da oposição''.  Primeiramene, não temos oposição, até mesmo porque não existe partido cujo ideal não passe de algumas notas de 100 reais.
 
Existe um outro meio e talvez o único meio mais impositivo de nos livrarmos desse partido de trapaceiros:  a Intervenção Militar, embora nem todos a queiram, pois isso já se tornou uma espécie de preconceito ou modismo.

A memória das calçadas é cruel. Quem pintou a cara de verde e amarelo em 1992 tem doces lembranças das manifestações que defenestraram Fernando Collor. Um dos líderes desse movimento era o presidente da União Nacional dos Estudantes, Lindbergh Farias. Militava no PC do B, migrou para o PT, elegeu-se prefeito de Nova Iguaçu e senador. Hoje está de cara lavada (embora um tanto lambuzada!)  na lista do procurador-geral Rodrigo Janot, pois o "amigo Paulinho" ajudava-o a captar recursos junto a empreiteiras da Petrobras. Mandar Collor para casa podia ser uma boa ideia, mas na agenda de Lindbergh, do PC do B e do PT havia outros interesses.
 
E quem vestiu uma camisa amarela e saiu por aí nas campanha das Diretas de 1984? A ideia era excelente, mas a aprovação da emenda constitucional que restabelecia a eleição para presidente da República era uma impossibilidade aritmética. A agenda de Tancredo Neves era outra. Boa, porém outra. Graças às pessoas que saíram de camisa amarela, Tancredo construiu a conciliação que liquidou o consulado militar.
 
E quem foi à Passeata dos Cem Mil, em 1968? Um pedaço da avenida gritava "o povo unido jamais será vencido" e outro dizia que "o povo armado jamais será vencido". As agendas eram duas. Algumas centenas de pessoas que se julgavam a vanguarda da sociedade armaram-se e o povo dividido foi vencido.
 
Recuando-se um pouco mais, há 50 anos a esquerda foi para o Comício da Central, realizado diante do Ministério da Guerra, onde os blindados pareciam simbolizar o apoio militar ao presidente João Goulart. O gênio de Carlos Lacerda chamou a manifestação de "Comício das Lavadeiras", pois nele só havia "tanques e trouxas". Dias depois os tanques começaram a prender os trouxas. Em resposta ao comício das lavadeiras, realizou-se em São Paulo a "Marcha da Família com Deus pela Liberdade", com um forte componente religioso. Deposto Goulart, o ministro da Guerra, general Costa e Silva, disse que "a doutrina social da revolução coincide com a doutrina social da Igreja". Lorota. Começava ali a hostilidade da ditadura contra religiosos e seis anos depois o secretário-geral da CNBB, D. Aloísio Lorscheider, foi detido por uma tropa do Exército. Nessa época a esquerda divertia-se com um versinho:   "Marcharam com Deus pela democracia?
 
Agora chia... Agora chia."
 
Ir pra rua é sempre uma boa ideia, mas não custa se perguntar: Pra quê? Com quem?
 
 
 
PRECISAMOS TERMINAR O QUE COMEÇAMOS,
 
ATÉ PORQUE NOSSA LUTA CONTINUA.
 
 
NO DIA
12 DE ABRIL 
ENCHEREMOS AS RUAS BRASILEIRAS
COM A NOSSA INSATISFAÇÃO.
 
 
 
 
 
 
 
 
 

PT-Partido das Trapaças é um eterno sofredor

 
Artigo completo em
 
 
 
"..., a “autocrítica” continua a passar ao largo do PT. "
 
 
" ...  depois da descoberta do mensalão, ...
 
 
 
"... após aquele gesto de humilde sinceridade (suposta), o próprio L--- voltou atrás, esqueceu o que disse e passou a NEGAR sequer a existência do golpe ...."
 
 
"Agora, no petrolão — assalto praticado na Petrobras para também financiar o projeto de poder do partido —, a postura de NEGAR evidências se repete.
 
 
""O manifesto aprovado pelos 27 diretórios nacionais do PT, segunda-feira, traz a marca da DISSIMULAÇÃO LULOPETISTA. Vale-se de um dos artifícios do partido quando está acuado, a VITIMIZAÇÃO, e denuncia uma campanha de “cerco e aniquilamento” devido às “virtudes” da legenda, e não por qualquer erro.""
 
No mesmo tom, o documento afirma que vale tudo para “criminalizar o PT, quem sabe toda a esquerda e os movimentos sociais”.
 
 
 
O partido trata de um fato de 26 anos atrás, mas não emite palavra sobre a enxurrada de testemunhos prestados nos últimos meses à Justiça, por ex-dirigentes da Petrobras, donos e executivos de empreiteiras, em que
 
 
Quanto ao tesoureiro igualmente petista, João Vaccari Neto,
as propinas se tornaram “legalizadas” 
 


 Ser uma  'eterma vítima'
é um tremendo sofrimento,
mas ser brasileiro , nas mãos de mafiosos,
é pior ainda!