Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Vida militar/As Forças Armadas são assim - Ernesto Caruso

Reforma da Previdência.

 
De início, vale lembrar-se do presidente Castelo Branco (1964/1967) que ampliou o tempo de serviço dos militares das Forças Armadas, de 25 para 30 anos, conforme a Lei nº 4.902/1965, coerente com a realidade: Art. 12. O militar passa para a Reserva... Art. 13. A transferência para a Reserva, a pedido, poderá ser concedida: ao militar da ativa que contar, no mínimo, 30 anos de efetivo serviço.
 
Regra de transição: Art. 60. Fica assegurado ao militar que na data de 10 de outubro de 1966 contar 20 ou mais anos de efetivo serviço o direito à transferência, a pedido, para a Reserva Remunerada a partir da data em que completar 25 anos de efetivo serviço.
Anteriormente, pela Lei nº 2.370/1954 e Art. 13, “A transferência para a reserva, a requerimento, só poderá ser concedida ao militar que contar, no mínimo, 25 anos de efetivo serviço...”
 
Houve quem recorresse, não tendo os vinte anos de serviço, mas diante da “expectativa de direito”, fundamento aceito, cumpriu-se a nova regra normalmente.
 
Tal fato foi trazido à tona nesta oportunidade em que a Nação debate a necessária reforma da previdência (PEC 287/2016), face ao descompasso entre o arrecadado pela União e os compromissos em manter assistida parte da população que se aposenta ou é pensionista.
 
A Carta Magna de 1988 faz distinção entre os servidores públicos (Sec. II, Art. 39), os militares dos Estados — policiais e bombeiros — (Art. 42) e, os militares das Forças Armadas (Art. 142), cada conjunto com as suas especificidades. E assim, devem ser apreciadas com as evoluções naturais e as necessidades que satisfaçam a sociedade como um todo.
 
As atividades dos servidores públicos civis são mais bem conhecidas fruto do relacionamento com a sociedade e das reivindicações rotineiras próximas da legislação que rege as atividades privadas entre empregadores e empregados.
 
O cerne da atividade das Forças Singulares está na preparação precípua de formar militares para a guerra com as vicissitudes expostas na mídia, fatos do passado e do presente, morte, invalidez, amputações, neuroses. Incontestável que não se faz guerra no carpete e ar condicionado.
 
Independentemente da iminência da guerra, cenário no Oriente Médio ou, possibilidade remota como historicamente registrada no Continente Americano, a preparação se impõe nos moldes mais realistas possíveis, desde o básico ao tratar da guerra química, bacteriológica e nuclear, aos exercícios de tiros com armamento pesado, canhões, sobrevivência em regiões inóspitas, etc.
 
E mais, envolvendo material bélico de alta sofisticação tecnológica, como navios, aviões, helicópteros, foguetes e mísseis. Sempre um perigo nas mãos de militares mal formados. Daí, a exigência extrema na prevenção de acidentes e a prioridade no ensino eficiente e seguro para se lidar com artefatos que exigem perícia e com isso, evitar danos materiais e pessoais à sociedade.
 
Todo quartel é uma escola; os oficiais são instrutores, auxiliados por sargentos e cabos; professores e monitores que transmitem o conhecimento formam combatentes na ordem 100 mil recrutas por ano. Os professores não têm aposentadoria especial?
 
As organizações mantêm serviços diários que zelam por sua segurança, dos veículos, armamentos e munições. Nesse particular, diferente de outras categorias de servidores, e da iniciativa privada sob a capa protetora das leis trabalhistas que não enquadram os militares.
 
Um serviço de escala que comece às 7 horas de um domingo e termina na mesma hora na segunda-feira, não isenta o militar de prosseguir no expediente até às 16 horas, que pode não terminar nessa hora por qualquer eventualidade. São 33 horas em atividade; quatro jornadas de 8 horas mais uma hora. No dia seguinte, não tira folga também; vai ao expediente. Na mesma semana pode ser escalado de serviço, em dia útil, ou sábado, ou domingo. Sem hora extra, sem adicional noturno...
 
Ora, um plantão de 24 horas (três jornadas de trabalho), pressupõe uma folga de 36 ou 48 horas. Não, para o militar, que ao longo do ano de instrução vai participar de vários acampamentos de 3 ou 4 dias, sob calor escaldante, frio ou chuva, manuseando gases, atirando com canhões, explodindo granadas, não contemplados com os mandamentos da Lei Maior (Art. 7º - São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:... XXIII – adicional de remuneração para as atividades penosas, insalubres ou perigosas, na forma da lei;). Diferentemente dos celetistas e servidores públicos.
 
No artigo “Militar é diferente”, em O Globo/1999, o deputado Aldo Rebelo (PC do B), escreveu: “Em 30 anos, a jornada regular de um civil é de 56.760, enquanto a da caserna soma 83.800 horas. Um militar que vai para a reserva após 30 anos de serviço na verdade trabalhou 44 anos.” Bem antes de ser ministro da Defesa.
 
A MP 2131, DE 28/12/2000, depois MP 2215, cancelou para efeito de proventos a promoção ao posto seguinte, aumentou o percentual de descontos para o Fundo de Saúde e para a pensão militar (7,5%) e, cancelou a licença especial e a pensão para as filhas, a partir daquela data, criando mais uma cobrança 1,5%, por opção. Uma perda da ordem de 20% ao passar para a reserva, daquele que tinha 15 anos de serviço antes da MP. Perda maior para os que tinham menos tempo de serviço. Os militares ainda arcam com 20% dos gastos com exames laboratoriais, despesas de hospitalização e as consultas, estas, com médicos conveniados.
 
O Estado não desconta dos militares valores para fins de “aposentadoria”, mas sim, para assistência médica e para a pensão, que advém do Montepio, instituído na Guerra do Paraguai e que desde então todos, na ativa ou na reserva, reformados, contribuem. Os vencimentos e os proventos são considerados como despesas orçamentárias, cabendo à Nação defini-las como investimento em segurança ou não, função do patrimôniofísico e histórico do Berço Esplêndido — Brasil Continente.
 
 
 
 
 
*****
 
A ESCOLHA É SUA:

Se você deseja ter as 'vantagens' militares, aprenda a cumprir ordens.
Se você deseja as 'vantagens' de um funcionário público, faça concurso.
Se você deseja não ter medo de tiroteio, seja um traficante.
Se você deseja roubar ou desviar e não ser preso, se torne político.
 
 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

FAÇA SUA PARTE: 12 DE MARÇO







Se todos nos unirmos não haverá trambiqueiro capaz de nos deter. 
VAMOS NOS UNIR E IR ÀS RUAS!
 
 
Pode parecer que estaremos sendo usados, quando nós é que usaremos quem pensa nos usar, mas a união é nossa grande arma. 
 
 
Vamos nos unir
contra toda essa patifaria que está querendo se impor.  
SÓ QUEM TEM DIREITO DE SE IMPOR SOMOS NÓS
E NÃO SABEMOS APROVEITAR ISSO!
 
 
 
 

RECADO


Em RECADO AO STF,
Maia diz que eleição na Câmara
é questão interna

- DANIEL CARVALHO -
 



Após um ano marcado pelo choque entre Legislativo e Judiciário, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), mandou nesta segunda-feira (2) um RECADO AO STF (Supremo Tribunal Federal): o imbróglio jurídico sobre a possibilidade de ele disputar a reeleição é uma questão interna da Casa.


"É uma questão política, uma questão da Casa. É um momento em que a Casa precisa reafirmar o seu poder e decidir internamente. A gente sempre reclama que o Supremo decide pela Câmara. Na hora que a gente tem o poder de decidir no voto, muitos não querem, querem que o Supremo decida. Olha que incoerência", afirmou Maia, após dar posse a oito deputados que ocupam as vagas deixadas por parlamentares que assumiram cargos em prefeituras neste ano.  (*)  

Maia ainda não oficializou sua candidatura, mas já tem se movimentado com uma série de conversas com deputados e com o Palácio do Planalto. 
 
O grupo de seus adversários –Jovair Arantes (PTB-GO), Rogério Rosso (PSD-DF) e André Figueiredo (PDT-CE)– questiona na Justiça a possibilidade de Rodrigo Maia tentar ser reconduzido, já que a Constituição veda reeleição ao comando da Casa dentro de uma mesma legislatura.


 (*) Ou seja, Maia mandou o seguinte recado para o STF:  "Não se meta quando não for chamado."
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 NÚ MERO DE  DEPUTADOS

Quantidade de deputados federais: atualmente temos uma câmara Federal com  513 deputados.  Como uma Lei Complementar   estabeleceu que o número de Deputados não pode ultrapassar quinhentos e treze, estamos com o número máximo de deputados lá em Brasília.
 
 




 

Os bandidos e a Justiça brasileira

 



Nosso sistema penitenciário é uma vergonha, como tudo que vem das mãos SUJAS de nossos políticos, sem a menor condição ao menos higiênica de vida.  No presídio, todos ficam se espremendo num espaço apertadinho, sem camisa, misturando suor de um em outro.
 
 
Pior, naquela muvuca há pessoas que nem deveriam estar ali, pois nunca foram julgadas, ou são até inocentes à espera de que alguém tenha a dignidade de os soltar, mesmo que ao menos não  lhes peçam desculpas pelo erro cometido .
 
 
Quanto aos  verdadeiros bandidos,  a escolha foi deles, embora nos presidios haja a presença da indecência brasileira.
 
 
Quando alguém mata ou assalta já sabe o risco que corre: ele sabe que pode ser apanhado um dia e levado para um lugar como esse que está ao lado.  Portanto, a escolha foi feita e deve ser cumprida.
 
 
 
Você daria a seu algoz um lugar com ar condicionado no calor ?
 
 
Quanto às revoltas que ocorrem em presídios,  é inexplicável aquela  gente conseguir se armar, sem contar que têm acesso a telefones celulares, o poder de fazer suas festinhas e manter guerra  entre as gangues num lugar como aquele.
 
 
 
 
 

Briga de fações nos presídios?
Que eles "comam" uns aos outros
e nunca sejam soltos,       
para que o perigo não venha atrás de nós.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

VÍDEO IMPERDÍVEL



OS DOIS LADOS


 
Vítima de chacina era
 inteligente e dedicada
ao jiu-jítsu, diz colega
 
 
 
 
 
 
Quando um indivíduo é morto antecipadamente (suposição, porque ninguém morre antes) ele certamente virará uma santa criatura.
 
 
Sempre lemos sobre as qualidades que tinham os que morreram por causa de algum assassinato, de alguma ação terrorista, um bombardeio ou seja lá o quê.  Ninguém cita os defeitos dos mortos, como se eles não existissem.  Quem morre vira santo, mesmo sem ser.  Por motivos culturais, não se vai falar mal de quem acabou de morrer, principalmente se morreu de maneira agressiva.  Portanto, seria melhor que mantivessem a boca fechada e não dissessem nada.
 
 
Não deixa de ser doloroso saber que alguém morreu por causa do erro dos outros, mas ninguém deveria ser lembrado pelo santo que nunca foi.   Até porque isso o faria perder sua verdadeira identidade.
 
 
TODOS NÓS temos os dois lados.  Tanto o lado bom, quanto o ruim. Claro que alguns são melhores ou piores que os outros.
 
 
Essa 'mania' lembra uma 'senhôra' arrogante que conheci e que ''tratava seu marido como um capacho''.  Depois que ele morreu... bem .... depois que morreu passou a ser adorado como gostaria de ser adorado em vida.
 
 

domingo, 1 de janeiro de 2017

Ignorancia é o meu nome!





Que ao invés de eliminar todos nós, 
como desejou erradamente o veriador  acima, 
que seja eliminado 
o analfabetismo de nossas vidas.

E OS IGNORANTES TAMBÉM!