Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Arrependimento

 RECEBIDO POR EMAIL
  Diário de São Paulo - 20 de dezembro de 2015
 

 Roger Moreira, vocalista do Ultraje à Rigor em Carta publicada no jornal Diário de São Paulo:
 

 ”Lutei contra a ditadura, sim! Tomei borrachadas, engoli gaz lacrimogênio, corri da cavalaria na Av. São João em direção à Praça Antonio Prado e à Praça da Sé.   
 Participei das perigosas assembléias dos sindicatos, onde milicos escondidos na massa guardavam na memória o rosto dos mais exaltados.   Arrisquei o emprego, pichei muro com o slogan “Abaixo a Ditadura”.  Distribui panfletos.  Morri de medo. 

 Chorei quando anunciaram a devolução do poder ao povo: eu e mais alguns milhões.  Hoje, vendo pessoas morrendo em filas de hospitais, bandidos matando por R$ 10, pessoas andando feito zumbi nas ruas por causa das drogas, adolescentes que não sabem quanto é 6 x 8, meninas de 14 anos parindo filhos sem pais, toda a classe política desse país desfilando uma incompetência absurda, o nosso país sendo ridicularizado por tantos escândalos...

Eu peço perdão ao Brasil pela porcaria que fiz...

Deveria ter ficado em casa.”


 

QUEM É SÉRGIO FERNANDO MORO:


Muitos podem pensar que ele surgiu de repente, num passe de mágica,  para ser e se transformar no cavaleiro da esperança do povo  brasileiro. Encarnou e se revestiu da moralidade clamada pela população e vai com determinação marcando novos rumos. Na verdade  foram anos de preparo, amadurecimento pessoal e jurídico. Acima de  tudo a competência que lhe ampara em todas as decisões.

  Sérgio Fernando Moro, natural de Maringá, nascido em 1972, filho de  Odete Starke Moro e Dalton Áureo Moro, ex-professor de geografia da  Universidade Estadual de Maringá, formou-se em direito pela  Universidade Estadual de Maringá em 1995, tornando-se juiz federal um  ano após, em 1996.
Cursou o programa para instrução de advogados da  Harvard Law School em 1998 e participou de programas de estudos sobre  lavagem de dinheiro promovidos pelo Departamento de Estado dos Estados  Unidos. É Mestre e Doutor em Direito pela Universidade Federal do  Paraná. Juiz Federal da 13.ª Vara de Curitiba. Ministra aulas de  processo penal na Universidade Federal do Paraná e comanda a operação  "Lava Jato". Casado, tem dois filhos.

  Além da Operação Lava Jato, o juiz também conduziu o caso Banestado,  que resultou na condenação de 97 pessoas, atuou na Operação Farol da  Colina, onde decretou a prisão temporária
de 103 suspeitos de evasão  de divisas, sonegação, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro .  No caso do Escândalo do Mensalão, a ministra do Supremo Tribunal  Federal Rosa Weber convocou o juiz Sergio Moro para auxiliá-la, devido  sua especialização em crimes financeiros e no combate à lavagem de  dinheiro.

  Foi indicado pela Associação dos Juízes Federais do Brasil para  concorrer a vaga deixada por Joaquim Barbosa no STF. Eleito o  "Brasileiro do Ano de 2014" pela Revista "Isto É". Um dos 100 mais  influentes do Brasil em
2014 pela Revista "Época". Na décima segunda  edição do Prêmio Faz Diferença do jornal O Globo, foi eleito a  "Personalidade do Ano" de 2014 por seu trabalho frente às
  investigações da Lava Jato.

Sugiro àqueles que desejam conhecer os posicionamentos de Sérgio Moro,  não de hoje, mas de 11 anos passados, que leiam e releiam na íntegra o  seu artigo, em que fala sobre uma das maiores faxinas ocorridas na  Europa, intitulado "Considerações sobre a Operação Mani Pulite"  (Operação Mãos Limpas), publicado na época, na Revista do Conselho da  Justiça Federal. Está tudo lá. Na Operação Mãos Limpas, 6 mil pessoas  foram investigadas, três mil mandados de prisão, com 872 empresários,  muitos ligados a petroleira italiana e 438 parlamentares enrolados  nesta rede, inclusive, com alguns suicídios.

 A Operação Mãos Limpas, diz Moro em seu artigo: "A ação judiciária  revelou que a vida política e administrativa da Itália, estava  mergulhada na corrupção, com pagamento de propina para
concessão de  todo contrato público, o que levou Milão ser classificada como "cidade  da propina". Igualzinho aqui no Brasil!

A Operação Mãos Limpas, momento extraordinário na história  contemporânea do judiciário, iniciou-se em meados de fevereiro de  1992, redesenhando o quadro político, talvez não encontrando paralelo de ação
judiciária com efeitos tão incisivos na vida institucional de um país. Em 2004, Sérgio Moro falava em seu artigo: "Encontram-se  presentes várias condições institucionais necessárias para a realização de ação semelhante no Brasil", mas enquanto Sérgio Moro  liberava seu escrito, os políticos e seus representantes encomendados,  "metiam a mão", sem dó, no dinheiro brasileiro, transferindo-o para o  exterior e para suas contas pessoais, em quantidades incalculáveis.
 
 
  O Moro de 2004, que é o mesmo de hoje, bem mais aperfeiçoado, em seu
  artigo afirma, "é ingenuidade pensar que processos criminais eficazes  contra figuras poderosas como autoridades governamentais ou  empresários, possam ser conduzidos normalmente, sem reações. Um  judiciário independente, tanto de pressões externas, como internas, é  condição necessária para suportar ações desta espécie. Entretanto, a  opinião pública, como ilustra o exemplo italiano, é também essencial
  para o êxito da ação judicial".

  "Na Itália uma nova geração dos assim chamados "giudici ragazzini"  (jovens juízes), sem qualquer
senso de deferência em relação ao poder  político, iniciou uma série de investigações sobre a má conduta  administrativa e política."

 Acrescenta: "talvez, a lição mais importante de todo episódio seja a de que a ação judicial contra a
corrupção se mostra eficaz com o apoio  da democracia. É esta quem define os limites e as possibilidades da  ação judicial. Enquanto ela contar com o apoio da opinião pública, tem  condições de avançar e apresentar bons resultados".

  Embora estejamos em momento triste,
dolorido, com desemprego avançando  em números jamais vistos, é muito positivo sentir que o Ministério  Público, Polícia Federal, Imprensa, todos vivem o momento da verdade.  Concluo com três frases significativas de compromisso.


  A primeira, do ministro Celso de Mello: "É preciso esmagar, sim. É  preciso destruir, esmagar com
todo o peso da lei, respeitada sempre a  garantia constitucional do devido processo, esses agentes criminosos  que atentaram contra as leis penais da República e contra o sentimento  de moralidade e de decência do povo brasileiro".

  A segunda, da ministra Carmem Lúcia: "Na história recente da nossa  pátria, houve um momento em que a
maioria de nós, brasileiros,  acreditou que a esperança tinha vencido o medo. Depois, descobrimos  que o cinismo tinha vencido aquela esperança. Agora parece se  constatar que o escárnio venceu o cinismo. O crime não vencerá a  justiça".

 Por último, do juiz Sérgio Moro: "O político corrupto, por exemplo,  tem vantagens competitivas no mercado político em relação ao honesto,  por poder contar com recursos que este não tem. O
corrupto costuma  enxergar o seu comportamento como um padrão e não a exceção. A  corrupção envolve quem paga e quem recebe. Se eles se calarem não  vamos descobrir jamais. A corrupção política italiana assemelha-se  bastante à brasileira na amplitude, na naturalidade com que era  praticada e até mesmo na aura protetora e fatalista que parecia  torná-la invulnerável".

  "...  

 "VIVA A INTEGRIDADE MORAL!"   
 
OBS.:  Algumas frases foram ditas por pessoas imprensadas entre o petismo e a vigarice e  podem ser consideradas falsas.
 
 
 
         

Pagar o pato, sem comer

Políticos roubam, desviam o nosso dinheiro. 
É como pagar o pato ...
sem comer !

 
O NOVO ministro do Planejamento, Valdir Simão, afirmou ao GLOBO que quer aproveitar sua experiência adquirida no comando da Controladoria-Geral da União (CGU) para passar um pente-fino em todos os programas sociais do governo federal. Em sua primeira entrevista exclusiva no cargo, ele levantou suspeita de irregularidades no seguro defeso (pago a pescadores em períodos de pesca proibida de algumas espécies) e seguro-desemprego. Simão quer instalar um sistema de monitoramento e controle “em tempo” real de todos os benefícios pagos pelo governo para evitar fraudes. O ministro é favorável a uma ampla reforma da Previdência, para os novos trabalhadores, com regras de transição para os atuais. Ele defendeu ainda uma discussão sobre o fim da vinculação dos benefícios previdenciários ao salário-mínimo, sob alegação de que a lei prevê apenas a reposição da inflação. Simão admitiu ainda que a meta de superavit fiscal primário de 0,5% do PIB em 2016 é “ousada”, mas que o governo fará de tudo para honrar esse compromisso.
 
 
A ENTREVISTA
VAMOS COBRIR O ROMBO FEITO PELO PT
 
A equipe econômica conseguirá cumprir a meta de superávit fiscal primário de 2016?
A meta é bastante ousada, e nós temos de persegui-la.  O DESVIO FEITO TAMBÉM FOI OUSADO?  Para isso, além de buscar maior eficiência na gestão para que nós possamos continuar nesse processo de redução de gastos, precisamos discutir reformas estruturais, em especial a reforma da Previdência.
 

Mas o que fazer para atingir a meta?
Vamos analisar todas as possibilidades. Do lado da receita, precisamos contar com a melhoria da gestão e da arrecadação. A Fazenda e a Receita Federal têm discutido quais são as alternativas possíveis. Temos hoje uma dívida ativa substancial que precisa ser recuperada e várias propostas de mudanças legislativas, sendo que a mais importante talvez seja a da CPMF, que está tramitando no Congresso.  CPMF? PAPAI NOEL VEM AÍ?
 
 
Mas a aprovação da CPMF não será suficiente.
Por isso, temos de trabalhar também do lado da despesa. De um lado, temos de continuar o esforço de contenção de despesas discricionárias. Ao mesmo tempo, precisamos dar mais eficiência à gestão das políticas. Quando você aperfeiçoa a gestão, você também tem resultado nas despesas obrigatórias. Um exemplo, se eu demoro muito para conceder um benefício previdenciário, depois eu tenho de pagar essa despesa retroativamente com atualização. Também é preciso aperfeiçoar o controle do Estado sobre essas políticas, com cruzamento de dados. A CGU tem essa experiência. A integração das informações das diversas políticas públicas é central para que possamos identificar as pessoas que não atendem os critérios de elegibilidade.
 
 
Como a CGU pode ajudar?
Eu pretendo usar a auditoria governamental que a CGU faz para avaliar a qualidade de execução e evitar desperdícios e fraudes. A CGU tem um olhar muito preciso sobre como os recursos são aplicados, lembrando que parte das políticas é executada por estados e municípios. A ideia é criar um ambiente de monitoramento e de controle em tempo real de todos os programas sociais do governo.
 
 
Quais programas serão monitorados?
Todos, Fies, Bolsa Família, benefícios previdenciários. Todos precisam ser monitorados para verificar sua eficiência e se eles estão fazendo as entregas necessárias.
 
 
Há suspeita sobre algum programa específico?
Seguro defeso e seguro-desemprego costumam ter altos índices de fraudes.
TRATA-SE APENAS DE UMA SUSPEITA, PORQUE OS GOVERNOS PETISTAS NUNCA  SABEM DE NADA!
 
 
Qual é a sua opinião sobre a desvinculação do salário-mínimo dos benefícios?
Precisamos discutir isso também. Acho que devemos ter um modelo de reposição que garanta a capacidade de compra, ou seja, a reposição da inflação. É isso que prevê a lei, o INPC. Como nós temos uma parcela significativa dos benefícios que tem como referência o próprio salário-mínimo, é claro que, com o ganho que o salário-mínimo teve nos últimos anos, isso tem impacto maior. Mas, no modelo atual, nós temos nos próximos anos praticamente o reajuste da inflação, o que é correto.
 
 
 
 
 

COMPREM, COMPREM, COMPREM ... e se danem !


VEJAM O VÍDEO ABAIXO

 
Sigam sugestão do ex-presidente  'Pai dos Pobres'
E CONTINUEM COMPRANDO...
Afinal, todos pertencem à classe média depois que o PT chegou ao poder (*)
 
'VIVA'
O PARTIDO DOS TRAPACEIROS!

 
 
 Lembram que o antecessor de Dilma incentivou as  pessoas a consumirem ainda mais para estimular a economia ? 
Lembram  que ele disse, em um de seus 'discursos' ao povo, que ninguém deveria gastar menos com medo do futuro?  Pois o futuro já chegou ... e a inadimplência também!
 
*****
 
 
! - Inflação corroendo a renda da população, juros nas alturas aumentando as despesas financeiras de quem tem dívidas e desemprego ganhando fôlego são os motores de um novo ciclo de inadimplência que se espalha pela economia brasileira. O quadro é de aceleração nos índices de calote ao longo do ano, sem que haja no horizonte uma perspectiva de mudança nessa tendência, dizem economistas ouvidos pelo GLOBO. Pelo menos quatro instituições que acompanham com lupa os índices de inadimplência (Serasa Experian, SPC Brasil, SCPC Boa Vista e Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo - Ibevar) projetam crescimento das dívidas em atraso.

2 - Não há no horizonte perspectiva de se reverter o aumento da inadimplência até o fim deste ano.   -  MAS O AUMENTO DA INFLAÇÃO, DO DESEMPREGO  E CONSEQUENTE  INADIMPLÊNCIA  SÃO CADA VEZ MAIS ASSUSTADORES.
 

 http://oglobo.globo.com/economia/56-milhoes-de-brasileiros-estao-com-contas-atrasadas-16514044#ixzz3v8AuKaSI   

 Vendas nos supermercados caem mais de 7% - RECUO em novembnro reflete piora no emprego.


 
E a Saúde, heim? Vai bem.  obrigada.  Rumo ao calabouço.
Quando à Educação, não faz muita falta à uma parte dos brasileiros. 
 
 
 
 (*) Pertencer à classe  média não significa comprar mais.  É um modo de ser.  Para isso não há compras que nos igualem! Sem contar que a suposta igualdade não é o aumento dos salários  dos pobres, mas é a diminuição dos salários de quem os sustenta.  Sem contar que só poderemos sustentar, quem nem conhecemos, até que nosso salário se iguale ao deles!  Ou seja:  Não existe Pai dos pobres, mas ENGANADOR DOS POBRES  !
 
 
 
 
 

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Nova língua brasileira

 
"As palavras têm a leveza do vento e a força da tempestade"
 
Victor Hugo
 
 
 
Enquanto um incêndio se encarregou de destruir o Museu da Língua Portuguesa, em  São Paulo, temos um tipo de governo que sempre "aplaudiu" a  INGUINORANÇA que os elegeu e os levou ao Palácio do Planalto.  É aquele tipo de eleitor, o ignorante que não sabe o que acontece no lugar onde vive, até que a desgraça torna seus estômagos vazios.
 
 
Também à maioria das pessoas o incêndio de tal Museu não significa nada, até porque a língua portuguesa, aqui falada, já se deteriorou há muito tempo.  Atualmente ela se resumiu a dois tipos:  um grupo de pessoas que têm seu modo de  falar um tanto  diferentês, como por exemplo, "Ô  cara! Mais é mermo" !.  Um outro grupo que fala o "dilmês", por achar muito bonito a maneira de nossa PresidentA petista de falar ou por não ter uma escola que o ensinasse a falar direito .
 
 
Está sendo lançado um livro com o atual DILMÈS - "O DILMÊS-O IDIOMA DA MULHER SAPIENS" - com palavras da oratória  ""esdrúxula"" de nossa PresidentA Dilma Rousseff.  Este livro seria uma espécie de dicionário  que nos leva a compreender coisas que nossa PresidentA se dispõe a falar.
 
 

 "Aí fomos  para a reunião do G20.  Na reunião do G20... Aliás, desculpa, dos Brics.  Na reunião dos Brics discutiram a questão da crise européia.  Os Brices, eu acho que nenhum deles foi... todos eles acharam que tinha de aumentar, se houvesse uma ajuda, se fosse necessário a ajuda, se ... obviamente, os que são ajudados têm de querer.  Enfim, são discussões.  (pág. 133)


 
 
 

Camelódromo

CAMELÔS DE BRASÍLIA - Os camelôs mais caros do país estão em Brasília.
 
 
 
O Mercador de Brasília - José Casado
 
 
TRECHO:
Eduardo Cunha (PMDB-RJ) transformou a Câmara em um balcão de negócios
e o seu cargo de deputado federal em mercadoria
 — afirmam procuradores federais no pedido ao Supremo para afastá-lo “do exercício de função pública".
 
 





domingo, 20 de dezembro de 2015

Rumo ao precipício .



 
O atual governo, incompetente desde que seu partido tomou conta da presidència e não quer largar de jeito nenhum, deve muitos favores a alguns juizes do STF.
 
Depois, então, que o STF rejeitou o impeachment da nossa PresidentA, devem estar acreditando em Papai Noel, que lhes trouxe, de presente de Natal, a suposta eternização no poder, como eles gostariam de conseguir.
 
Junto com o próximo passo do Partido de Trapaceiros , aconteceu a troca de Levy por Nelson Barbosa, no Ministério da Fazenda.
 
 
 

Pronto!  O Brasil já está prontinho para ser destruído,
e o partido da presidentA também!

 
   Até ao errar  se deve fazer a coisa correta. 
E  isso  a atual presidentA  sabe fazer muito bem: erra como ninguém.
 
  
Isso mesmo, dona  Dilma Rousseff,
termine seu "trabalho".
DEPOIS, QUE SEU PARTIDO VÁ PARA O
PT QUE OS PARIU !