Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

segunda-feira, 4 de abril de 2016

IMPEACHMENT- populismo é mais um artifício

 
Dizem - o que não comprova nada - que o pró impeachment tem ao menos 261 votos na camara .  Mas, como dito antes,  isso não garante nada, porque político, no geral,  é como uma prostituta que 'vai para o lado' que lhe oferece mais... e nunca se sabe qual será 'o lado' mais vantajoso para eles.
 
Enquanto isso, vamos lendo  os diversos artigos sobre isso e quais serão os artifícios usados pelo partido que quebrou o país para se livrar de seu afastamento obrigatório (impeachement)
 
Uma das apelações do governo será  usar o esquema Bolsa Família para se  defender.  Um esquema usado indecorosamente por um partido que nunca soube coisa alguma sobre a administração do dinheiro público, levando o Brasil à bancarrota em que se encontra.
 
Nunca vou esquecer, por exemplo, um caso comentado raivosamente por uma  pessoa que me ajudava na casa.  Na rua em que ela morava, uma ricaça ganhava (ou ganha até hoje!)  todas as bolsas que o Estado distribuía com o nosso dinheiro e nosso trabalho, sem se preocupar se ela precisava, mesmo, de tais benesses, pois o que interessava a 'eles' era apenas mais um voto que ganhariam.  Vale comentar, também, que o Estado não é babá de ninguém, e não existe para cuidar da vida dos outros.
 



  


 

 
 

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domingo, 3 de abril de 2016

Olha a xepa aí, minha gente

 
 Armínio Fraga e Henrique Meirelles são os nomes preferidos para o Ministério da Fazenda caso a presidente Dilma Rousseff sofra impeachment e o vice, Michel Temer, assuma o cargo.  
 
A Folha apurou que, embora negue publicamente, o grupo de aliados de Temer avalia os nomes para ocupar a área econômica, sensível no atual quadro de recessão.
  
Artigo completo em
 

 
 
 
 



 



Dizem que Armínio Fraga nãa aceitaria um Ministério caso ele lhe fosse oferecido.  Talvez não goste muito desse  SENTA, LEVANTA .
 

sábado, 2 de abril de 2016

Para Planalto, L.estancou sangria de aliados - Josias de Souza

Em conversa com o blog, um auxiliar de Dilma Rousseff resumiu assim a semana: “Quando o PMDB anunciou o desembarque, propagou-se a tese de que o governo estava à beira do abismo e a presidente havia pisado no sabonete. Chegamos ao final de semana em pé. Contrariando todas as expectativas, não houve uma sangria na base do govenro no Congresso.”
 
O Planalto atribui o torniquete a L. . Entrincheirado num hotel próximo ao Palácio da Alvorada, o ministro informal de Dilma manuseou cargos e verbas sem nenhuma hesitação ética. Guiou-se por duas bússolas: a moral da sobrevivência e a Lei da Silva. E conseguiu ganhar tempo com legendas como PP, PR e PSD, que ameaçavam desertar nas pegadas do PMDB.  Quando se tornou presidente, L. encontrou uma cumbuca cheia de dinheiro. Nela mergulhou achando que era toda  dele, podendo fazer o que quisesse  e que ela nunca ficaria vazia.  Duplo engano! Nem era dele como ficaria vazia depois de tanta  "sede ao pote".  Agora, com o pote vazio, ou  l. vai aumentar os já escandalosos impostos ou fará com que outras 'moedas' sejam feitas no Tesouro Nacional, o que provocará ainda maior inflação.  De qualquer jeito, a imagem de L. vai se esvair tanto quanto o dinheiro do pote.
 
O governo ainda não reuniu a infantaria de 172 deputados de que precisa para enterrar o impeachment. Mas celebra o fato de que a oposição também não obteve os 342 votos necessários para fazer o pedido chegar ao Senado. Num colegiado de 513 deputados, estima-se que algo entre 40 e 50 estão indecisos ou simulam indecisão para valorizar os respectivos passes.
 
A esse ponto chegou o governo: depois de terceirizar o poder a L., Dilma dedica-se a fazer figuração em cerimônias oficiais. Com carta branca para dispor de todos os cargos e recursos orçamentários que o déficit público for capaz de prover, L. ainda não seduziu nem um terço do plenário da Câmara. Mas o Planalto está feliz porque sobreviveu a mais uma semana.  O Planalto pode até sobreviver até o último  dia de seu mandato, mas será bastante difícil governar sem apoio da Câmara Federal e sem apoio popular.
 
A tarefa da oposição é mais trabalhosa que a de L.. Os aliados do governo irão à votação do impeachment se quiserem. Votando contra ou ausentando-se, socorrerão Dilma da mesma maneira. Basta que impeçam que os adversários do governo fechem a conta de 342 votos. Se a oposição reunir em plenário até 341 votos, Dilma prevalecerá mesmo que ninguém vote contra impeachment.
 
Nessa hipótese, a presidente ainda teria pela frente um país por refazer. Minoritária no Congresso, não lhe restaria senão manter ativado o balcão fisiológico em que L. encostou sua barriga. Num instante em que a Lava Jato exuma até o cadáver do ex-prefeito Celso Daniel é temerária a estratégia de plantar novos escândalos em Brasília. Já se vê ao longe o pus no fim do túnel.
 
De resto, é preciso considerar que o voto na sessão do impeachment será aberto. Nada impede que se repita com Dilma o que sucedeu com seu o aliado Fernando Collor, escorraçado da Presidência em 1992. Na véspera da votação do impeachment de Collor, um de seus escudeiros mais fieis, o então deputado Onaireves (pode me chamar de Severiano ao contrário) Moura, ofereceu um jantar ao inquilino do Planalto e aos seus apoiadores. Antes de deixar a casa de Onaireves, os deputados 'colloridos' ganharam de presente uma garrafa de uísque, “para celebrar a vitória do dia seguinte.'' Na hora de pronunciar o voto, sob refletores, até Onaireves votou contra Collor.
 
 
 

IMPEACHMENT OU FOME

 
 
Depois de várias pessoas irem às ruas em defesa do indefensável, como a inflação galopante, a economia e o desemprego em declínio cada vez maiores (para os que trabalham, não para o que vivem às  custas dos outros!), verificamos boquiabertos que justamente os mais tapeados (os mais necessitados)  são aqueles que saem em defesa de um governo vergonhoso diante até mesmo de uma visão mundial.
 
 
São justamente aqueles que precisam de uma simples mortadela para sobreviver , ou  necessitam de um transporte qualquer para levá-los às manifestações, que defendem um governo incecoroso como o nosso, ao serem literalmente CARREGADOS às ruas em defesa de quem sempre os enganou,  oferecendo o paraíso, dando-lhes o inferno.
 
 
E não é apenas um governo corrupto.  Além de corrupto e safardana, o mentiroso governo atual é também incapaz .  É tão ignorante quanto parte do povo que governa e o reelegeu.
 
 
Enquanto o Brasil briga e se divide em petistas (a favor do "comunismo") e coxinhas (a favor de atitudes mais decentes), Cuba e EUA se abraçam.  
 
 
Enquanto o comunismo e o  capitalismo andam de braços dados, os comunistas tupiniquins usam seu vandalismo contra o que representaria seu país.
 
 
Mas aqui fica uma dúvida:  De onde os oportunistas tiram dinheiro para distribuir pão com mortadela e oferecer transportes a  quem de graça não iria à parte alguma?


Todos os brasileiros, coxinhas ou não, encontram-se numa situação inusitada!  Vamos supor que o impeachment não se concretize, como ficará nosso país?  Como ficará o estômago dessa gente que não suporta mais os aumentos exagerados que os impedem até de fazer compras num Supermercado ou na padaria ali da esquina?





 

REPETIÇÃO

 
Democracia é um sistema em que as pessoas de um país podem participar da vida política.
 

Um homem chegou da rua comentando a 'manifestação' feita pelos taxistas que haviam bloqueado as ruas do  Rio de Janeiro.  Em seguida aos seus comentários, muito sério, ele disse:  "Tudo pela democracia. ".  Quem  ouvia  seus comentários se assustou e perguntou se  usar a alegação de fazer qualquer coisa pela democracia havia mesmo se tornado um modismo.  Foi quando ele disse que era apenas uma brincadeira, pois os taxistas não haviam misturado a democracia em suas  'palavras de ordem'. 

O uso indiscriminado e repetitivo de uma palavra tira o impacto' que ela pode ter a nossos ouvidos, que se acostumam com aquele termo.  Isso pode acontecer com um palavrão. Basta escolher um termo que jamais usaríamos e repeti-lo diversas vezes, para nos acostumar a  dizê-lo sem o menor constrangimento. 

A palavra democracia, que antes até poderia  ter alguma validade, principalmente pelo seu significado, é como um palavrão.  Após ser repetida exaustivamente perde todo o impacto que teve um dia.    Ainda mais quando é usada de forma indevida. 

Portanto, democraticamente falando,
democracia e um palavrão são a mesma coisa.

GUERRA





OBS.:   O desenho acima, está na página 6, do jornal O GLOBO, sem alterações.  O titulo do artigo é PALÁCIO DO PLANALTO, A TRINCHEIRA DE DILMA (BATALHA DO IMPEACHMENT). - O artigo, de Eduardo Barretto, pode ser lido na íntegra em http://oglobo.globo.com/brasil/palacio-do-planalto-se-torna-trincheira-de-dilma-19005910



sexta-feira, 1 de abril de 2016

MANIFESTAÇÃO CONTRA IMPEACHMENT


Golpe = impeachment


Ontem, pessoas saíram às ruas  em defesa do PT, a maioria sem perceber que estava sendo usada, mas isso é o de menos. Pior vai ser quando irem às ruas não para lutar contra o partido que tomou conta do Brasil e o afundou, mas para fazerem de tudo para se mostrarem coitadinhos,  ao invadirem Supermercados, por exemplo, ou QUEIMAREM PNEUS (como já se tornou um hábito, toda vez que se dizem injustiçados, mesmo que o pneu não tenha nada com isso). 
 
Ontem os pneus foram poupados, pois nem precisavam de mais nada para chamar a atenção.   Bastou estarem pedindo a permanência no cargo presidencial da incompetência que assolou nosso país. Isso bastou .



  
Governo aposta em CARGOS,
L. e regulamento para barrar o impeachment  - Leandro Prazeres

Conversa, cargos, jogo duro, regulamento debaixo do braço e influenciar a opinião pública. Assim poderiam ser definidas as cinco principais estratégias que o governo vai tentar utilizar para impedir o avanço do processo de impeachment que tramita contra a presidente Dilma Rousseff (PT) na Câmara dos Deputados.    

Apesar de a saída oficial do PMDB da base governista ter exposto ainda mais o isolamento do PT na defesa do mandato da presidente Dilma, deputados petistas ainda apostam que é possível barrar o impeachment. 

O PT tem 58 deputados federais e 11 senadores. É a segunda maior força política do Congresso Nacional, mas, sozinho, não tem condições de impedir o avanço da proposta na Câmara.

O "desembarque" do PMDB, anunciado na última terça-feira (29), intensificou a ação dos parlamentares na execução de cinco estratégias que o governo tenta pôr em prática para impedir o afastamento de Dilma.
 

Depois que o antecessor de Dilma, o pior canalha que o país já teve, deixou de ser oficialmente o mandatário da Casa Civil, como já o é, embora isso ocorra 'por baixo dos panos', ao menos por enquanto tornei também a ser contra o impeachment, embora  por um motivo bem diverso.  Prefiro ver a atual presidentA sofrer pressões e amargar até o último dia de seu mandato, para destruir, de vez, com o partido a que diz pertencer, levando junto o ex-presidente.  É verdade que eles terão todo esse tempo pela frente para manipular  a mente de otários, mas ...
 
Dizem que, se o PMDB assumir o posto presidencial  (ele pertence ao governo, embora faça de conta que não, pois fez questão de  "virar as costas para o próprio  governo") uma das coisas que ele fará será acabar de vez com a Operação Lava Jato, pois ela está apontando a roubalheira de diversos políticos, de todos os partidos.  Mas, como temos que fazer uma coisa de cada vez, primeiro vamos destruir o PT, contando com a ajuda de um partido que se destrói a cada dia.