Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

sábado, 31 de dezembro de 2016

Fim terrível ou terror sem fim



E se Michel Temer cair? Você já parou para se perguntar quais seriam as implicações para o seu bolso? A esta altura, imagino que você já tenha feito essa pergunta a si mesmo. Se não a fez, sugiro que a faça agora…  


É o seu patrimônio que está em jogo. 


Mais do que isso, o seu emprego, a estabilidade financeira da sua família e até mesmo a escola do seu filho podem estar ameaçados.
O risco de o presidente Temer não terminar o mandato aumenta a cada dia.


As delações de executivos da Odebrecht já arranham a credibilidade do governo e há a possibilidade da chapa Dilma-Temer ser cassada pelo TSE.


E isso é apenas o que está ao nosso alcance hoje. Eventos materiais, que acontecerão nos próximos dias e meses.


Não bastasse, devemos nos preocupar também com aquilo que ainda não está no radar.


As ameaças ocultas, aquelas a que hoje atribuímos probabilidade zero, podem ter impacto devastador sobre uma base de governo que já se encontra extremamente fragilizada.


O que a maioria das pessoas ainda não percebeu, porém, é que independentemente de Temer cair ou não, haverá mudanças importantes no padrão de consumo de todos os brasileiros nos próximos meses.


Não se surpreenda se os seus destinos de viagem tiverem de ser alterados, a escola dos seus filhos for revista e a forma com que a sua família faz compras tenha de mudar, assim como o local.


Infelizmente, são desdobramentos naturais — e esperados — pela magnitude do novo choque econômico a que estamos expostos.


Talvez você não tenha percebido a dimensão do que estou falando…


Em meio à maior recessão econômica da história brasileira e de uma crise política sem precedentes, a hipótese de enfrentarmos a segunda queda de presidente em menos de um ano fica cada vez mais provável.


Trata-se de algo sem qualquer paralelo na história do País.


Se a queda de um presidente gera impactos importantes sobre o câmbio, os juros, a Bolsa e a confiança de consumidores e empresários, dentre outras variáveis econômicas… a segunda queda consecutiva de um presidente, em intervalo inferior a um ano, teria potencial para devastar a percepção de risco atrelada ao País.


Isso, obviamente, teria uma série de desdobramentos, incorporando um adicional perturbador de volatilidade sobre todo e qualquer ativo denominado em reais.


O Brasil está diante de uma escolha séria, com implicações imediatas no bolso de todos os cidadãos. Seguiremos o caminho da Venezuela? Ou vamos renascer a partir do choque?




As próximas linhas tratarão dessa escolha, revelarão as potenciais consequências para o seu bolso e apontarão exatamente quais passos você deve dar para proteger-se imediatamente do que ainda não foi revelado.

Antes de entrarmos nos passos práticos,
você precisa estar ciente de alguns pontos…

 

Primeiramente, NÃO estou afirmando que o presidente renunciará, será cassado ou sofrerá impeachment.  Essa não é a questão aqui.   Ninguém sabe o futuro.


Assim como é impossível antecipar o movimento dos mercados, absolutamente ninguém é capaz de prever com grande precisão qual será o desfecho da crise política atual.


Não estou aqui para julgar se o presidente reúne (ou não) elementos para ser deposto.


Essa é uma avaliação que foge à minha alçada e ao escopo deste documento.


Toda a minha argumentação em sequência se baseia nos potenciais desdobramentos econômicos de um risco que – veremos – cresce em velocidade espantosa.


Como estrategista-chefe da maior consultoria de investimentos do Brasil, a Empiricus, com mais de 1,5 milhão de leitores diários, meu dever fiduciário é alertar os meus clientes para os grandes movimentos econômicos — protegendo-os e permitindo que ganhem dinheiro com as oportunidades que deles surgirem.


Nenhum outro economista ou casa de análise financeira no Brasil acertou mais do que a Empiricus nos últimos 48 meses. Há um motivo por trás disso…


Dentre outros movimentos importantes, fomos os primeiros (e, por muito tempo, os únicos) a alertar para choques como:
    • “O Fim do Brasil”
    • A disparada do dólar a R$ 4 (quando a moeda ainda estava a R$ 1,9)
    • A destruição da Petrobras (antes do estouro do Petrolão)
    • O rali do impeachment
    • A recuperação do mercado no início de 2016 (quando rigorosamente todos os analistas recomendavam ficar fora da Bolsa)

O que a maioria das pessoas não percebe é que em NENHUM desses casos a minha equipe fez qualquer previsão econômica ou financeira.


Se houve algum mérito nesses acertos, foi o de termos levado em consideração possibilidades ignoradas pela grande mídia e pelo restante do mercado — recomendando aos nossos leitores a compra de seguros para o chamado risco de cauda (eventos improváveis de grande impacto).


Mais do que isso, nos posicionamos de forma clara e consistente.
Defendemos posições que muitas vezes contrariaram os interesses do governo, das grandes corporações e das demais instituições do setor financeiro (notadamente bancos e corretoras).


Naturalmente fomos pressionados por isso
Sofremos ameaças físicas de militantes, tentativa de censura do governo e diversas tentativas de intimidação.


Somente encontramos condições para seguir em frente pela completa isenção de nossa consultoria, que não possui qualquer relação com bancos, corretoras ou demais companhias objeto de análise — não vendemos serviços financeiros e somos integralmente financiados pelos nossos leitores.


E neste exato instante, a história novamente se repete…


Identificamos um novo choque econômico de grandes proporções.
Esse choque terá implicações sérias sobre o bolso das pessoas — mas também gerará oportunidades pontuais para quem se posicionar corretamente.


O alerta das próximas linhas pode ofender determinadas audiências e parecer absurdo em primeiro momento…


Isso porque ele contraria o senso comum e os interesses do poder incumbente.


E, mais uma vez, é baseado em algo que a maioria das pessoas ainda não percebeu.

Por que você deve preferir
um fim terrível a um terror sem fim


Se queremos um Novo Brasil, precisamos de uma faxina irrestrita.
O processo de limpeza ética, moral e institucional não pode poupar ninguém.


Não tenho apego a Michel Temer. Tenho apego ao que é certo para o Brasil. Não defendo nenhum partido ou ideologia. Sou pró-mercado. Meu único compromisso é com os meus clientes.


Hoje ninguém investe no Brasil. Justamente porque não sabe quem vai amanhecer na presidência de cada um dos poderes.


Peço um instante da sua atenção para o trecho do documento abaixo. Ele é parte da delação do ex-executivo da Odebrecht, Cláudio Melo, sobre o envolvimento do presidente Temer na Operação Lava Jato:




As acusações de Melo foram posteriormente avalizadas pela versão do ex-presidente da construtora, Marcelo Odebrecht, em seu depoimento à Polícia Federal.