MÃOS SUJAS OU CÉREBRO ENEVOADO?
Geddel Vieira Lima, que foi ministro da Integração Nacional do governo do presidente petista do antecessor da afastada PresidentA Dilma, é hoje ministro da Secretaria de Governo de Temer e se disse favorável à anistia de políticos que beneficiam de um caixa dois:
Geddel foi favorável ao projeto de lei que abria uma saída para anistiar políticos alvos da Operação Lava Jato.
Temer, entretanto, se disse surpreso com a opinião de Geddel, que qualificou como pessoal, não sendo a opinião de seu governo.
Articulador político de seu governo, Geddel disse
nesta terça (20) ao jornal "O Globo"
ser pessoalmente a favor da anistia para quem praticou caixa dois.
"Quem foi beneficiado no passado, quando [caixa dois] não era crime, não pode ser penalizado", afirmou. "
Esse debate tem que ser feito
sem medo, sem preconceito, sem patrulha e sem histeria."
Geddel Quadros Vieira Lima, mais conhecido como Geddel
Vieira Lima (Salvador, 18 de março de 1959) é um administrador de empresas,
pecuarista, cacauicultor, mas sempre teve na política a sua principal
atividade. É irmão do Deputado Federal Lúcio Vieira Lima. Vice-presidente de
Pessoa Jurídica da Caixa, ex-deputado federal eleito cinco vezes consecutivas,
esteve licenciado da função parlamentar entre 2007 e 2010 para exercer o cargo
de ministro da Integração Nacional do governo do presidente Luiz Inácio Lula da
Silva[1], período em que privilegiou o estado baiano com 90% das verbas
liberadas, segundo auditorias do Tribunal de Contas da União.[2] Neste período,
conseguiu liberar quase R$ 255 milhões para obras em 137 cidades da Bahia,
principalmente na área de saneamento e abastecimento de água. Por liberar essas
verbas, Geddel foi acusado de favorecimento, mas todas as acusações foram
desmentidas pelo presidente Lula [3]. Foi, assim o principal responsável pela
reeleição de João Henrique Carneiro em 2008. Geddel conseguiu ainda a
neutralidade do então presidente Luís Inácio Lula da Silva nas eleições para
governador da Bahia em 2010, tendo mesmo assim sua candidatura derrotada por
Jaques Wagner (PT-BA).
Histórico político - Filiado ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro
(PMDB), jamais mudou de partido. Formou-se em Administração de Empresas pela
Universidade de Brasília, em 1981, e começou na atividade política ainda
estudante, como assessor parlamentar da Câmara dos Deputados, na capital
federal.
Como administrador, exerceu a função de diretor da corretora
do Banco do Estado da Bahia (BANEB), entre 1983 a 1984. Neste cargo, Geddel foi
acusado por adversários políticos de ter se favorecido com rendimentos acima da
média em aplicações bancárias. Mas, em 1987, um relatório do Banco Central
definiu pelo arquivamento do processo por não haver indícios de irregularidade
na atuação do ex-diretor. O caso não foi à Justiça por falta de provas.
Geddel Vieira Lima também foi assessor da Casa Civil da
Prefeitura de Salvador, entre 1988 e 1989; diretor da Empresa Baiana de Águas e
Saneamento (EMBASA), em 1989; e presidente na Bahia da Empresa de Assistência
Técnica e Extensão Rural (EMATER) em 1990, ano em que se filiou ao PMDB e deu
início à sua carreira na disputa por cargos eletivos.
QUEM 'PENSA TORTO',
'AGE TORTO'.
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