Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

QUEM 'PENSA TORTO', 'AGE TORTO'

 
 
MÃOS SUJAS OU CÉREBRO ENEVOADO?
 

Geddel Vieira Lima, que foi ministro da Integração Nacional do governo do presidente petista do antecessor da afastada PresidentA Dilma, é hoje ministro da Secretaria de Governo de Temer e se disse favorável à anistia de políticos que beneficiam de um caixa dois:
 Geddel foi favorável ao projeto de lei que abria uma saída para anistiar políticos alvos da Operação Lava Jato.
 
Temer, entretanto, se disse surpreso com a opinião de Geddel, que qualificou como pessoal, não sendo a opinião de seu governo.  
 


Articulador político de seu governo, Geddel disse
nesta terça (20) ao jornal "O Globo"
ser pessoalmente a favor da anistia para quem praticou caixa dois.
 "Quem foi beneficiado no passado, quando [caixa dois] não era crime, não pode ser penalizado", afirmou. "
Esse debate tem que ser feito
sem medo, sem preconceito, sem patrulha e sem histeria."  
 
Geddel Quadros Vieira Lima, mais conhecido como Geddel Vieira Lima (Salvador, 18 de março de 1959) é um administrador de empresas, pecuarista, cacauicultor, mas sempre teve na política a sua principal atividade. É irmão do Deputado Federal Lúcio Vieira Lima. Vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa, ex-deputado federal eleito cinco vezes consecutivas, esteve licenciado da função parlamentar entre 2007 e 2010 para exercer o cargo de ministro da Integração Nacional do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva[1], período em que privilegiou o estado baiano com 90% das verbas liberadas, segundo auditorias do Tribunal de Contas da União.[2] Neste período, conseguiu liberar quase R$ 255 milhões para obras em 137 cidades da Bahia, principalmente na área de saneamento e abastecimento de água. Por liberar essas verbas, Geddel foi acusado de favorecimento, mas todas as acusações foram desmentidas pelo presidente Lula [3]. Foi, assim o principal responsável pela reeleição de João Henrique Carneiro em 2008. Geddel conseguiu ainda a neutralidade do então presidente Luís Inácio Lula da Silva nas eleições para governador da Bahia em 2010, tendo mesmo assim sua candidatura derrotada por Jaques Wagner (PT-BA). 
Histórico político - Filiado ao Partido  do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), jamais mudou de partido. Formou-se em Administração de Empresas pela Universidade de Brasília, em 1981, e começou na atividade política ainda estudante, como assessor parlamentar da Câmara dos Deputados, na capital federal. 
Como administrador, exerceu a função de diretor da corretora do Banco do Estado da Bahia (BANEB), entre 1983 a 1984. Neste cargo, Geddel foi acusado por adversários políticos de ter se favorecido com rendimentos acima da média em aplicações bancárias. Mas, em 1987, um relatório do Banco Central definiu pelo arquivamento do processo por não haver indícios de irregularidade na atuação do ex-diretor. O caso não foi à Justiça por falta de provas. 
Geddel Vieira Lima também foi assessor da Casa Civil da Prefeitura de Salvador, entre 1988 e 1989; diretor da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (EMBASA), em 1989; e presidente na Bahia da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER) em 1990, ano em que se filiou ao PMDB e deu início à sua carreira na disputa por cargos eletivos.
 
 
QUEM 'PENSA TORTO',
'AGE TORTO'.