Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

quarta-feira, 13 de julho de 2016

A VIDA EUROPEIA MORREU EM AUSCHWITZ ...

... MAS A HISTÓRIA DO LAMENTÁVEL NAZISMO, NÃO.
 

O  seguinte artigo publicado em Espanha, em 2008,  foi escrito por um não-judeu.  Nunca veremos  este gênero de artigo na nossa imprensa. Ele  ofenderia muitas pessoas. Foi escrito pelo  escritor espanhol Sebastian Vilar Rodriguez e  publicado num jornal espanhol, em 15 de Janeiro  de 2008. Não é preciso muita imaginação para  extrapolar a mensagem ao resto da Europa e  possivelmente ao resto do mundo.


TODA A VIDA EUROPEIA  MORREU EM AUSCHWITZ
                                                         

 Sebastian  Vilar Rodriguez

 16 Janeiro 2014

Os judeus não tomam aviões, nem matam atletas nos Jogos Olímpicos, nem se fazem explodir em restaurantes alemães. Não há um único judeu que tenha destruído uma igreja. 
 


Desci uma rua em  Barcelona, e descobri repentinamente uma verdade  terrível. A Europa morreu em Auschwitz. Matámos  seis milhões de Judeus e substituímo-los por 20  milhões de muçulmanos.
Em  Auschwitz queimámos uma cultura, pensamento,  criatividade, e talento. Destruímos  o povo escolhido, verdadeiramente escolhido,  porque era um povo grande e maravilhoso que  mudara o mundo. A  contribuição deste povo sente-se em todas as  áreas da vida: ciência, arte, comercio  internacional, e acima de tudo, como a  consciência do mundo. Este é o povo que  queimamos. E  debaixo de uma pretensa tolerância, e porque  queríamos provar a nós mesmos que estávamos  curados da doença do racismo, abrimos as nossas  portas a 20 milhões de muçulmanos que nos  trouxeram estupidez e ignorância, extremismo  religioso e falta de tolerância, crime e  pobreza, devido ao pouco desejo de trabalhar e  de sustentar as suas famílias com  orgulho. Eles  fizeram explodir os nossos comboios,  transformaram as nossas lindas cidades  espanholas, num terceiro mundo, afogando-as em  sujeira e crime. Fechados  nos seus apartamentos eles recebem,  gratuitamente, do governo, eles planejam o  assassinato e a destruição dos seus ingênuos  hospedeiros. E  assim, na nossa miséria, trocamos a cultura por  ódio fanático, a habilidade criativa, por  habilidade destrutiva, a inteligência por  subdesenvolvimento e superstição. Trocamos  a procura de paz dos judeus da Europa e o seu  talento, para um futuro melhor para os seus  filhos, a sua determinação, o seu  apego à  vida porque a vida é santa, por aqueles que  prosseguem na morte, um povo consumido pelo  desejo de morte para eles e para os outros, para  os nossos filhos e para os deles.

Que  terrível erro cometido pela miserável  Europa.
O  total da população islâmica (ou muçulmana) é de,  aproximadamente, 1 200 000 000, isto é um bilhão  e duzentos milhões  ou seja 20% da  população mundial. Eles receberam os seguintes  Prémios Nobel:
Literatura  1988  Najib Mahfooz
                              

Os judeus não estão a promover  lavagens cerebrais a crianças em campos de  treino militar, ensinando-os a fazerem-se  explodir e causar um máximo de mortes a judeus e  a outros não muçulmanos. Os  judeus não tomam  aviões, nem matam atletas  nos Jogos Olímpicos, nem se fazem explodir em  restaurantes alemães. Não há  um único judeu que tenha destruído uma igreja.  NÃO há um único judeu que proteste matando  pessoas. Os  judeus não traficam escravos, não têm líderes a  clamar pela Jihad Islâmica e morte a todos os  infiéis. Talvez os muçulmanos do mundo devessem  considerar investir mais numa educação modelo e  menos em queixarem-se dos judeus  por todos  os seus problemas. Os  muçulmanos deviam perguntar o que poderiam  fazer  pela humanidade antes de pedir que a  humanidade os respeite. Independentemente  dos seus sentimentos sobre a crise entre Israel  e os seus vizinhos palestinianos  e árabes,  mesmo que creiamos que há mais culpas na parte  de Israel, as duas frases que se seguem  realmente dizem tudo: "Se os  árabes depusessem hoje as suas armas não haveria  mais violência. Se os judeus depusessem hoje as  suas armas  não haveria mais Israel."  (Benjamin Netanyahu) Por  uma questão histórica, quando o Comandante  Supremo das Forças Aliadas, General Dwight  Eisenhower, encontrou todas as vítimas mortas  nos campos de concentração nazista, mandou que  as pessoas ao visitarem esses  campos de  morte, tirassem todas as fotografias possíveis,  e para os alemães das aldeias próximas serem  levados através dos campos e que enterrassem os  mortos. Ele fez isto porque disse de viva voz o  seguinte: "Gravem  isto tudo hoje. Obtenham os filmes, arranjem as  testemunhas, porque poderá haver algum malandro  lá em baixo, na estrada da história, que se  levante e diga que isto nunca  aconteceu." Recentemente,  no Reino Unido, debateu-se a intenção de  remover  o holocausto do curriculum das  suas escolas, porque era uma ofensa para a  população  muçulmana, a qual diz que isto  nunca aconteceu. Até agora ainda não foi  retirado do curriculum. Contudo é uma  demonstração do grande receio que está a  preocupar o mundo e a facilidade com que as  nações o estão a aceitar. Já  passaram mais de sessenta anos depois da Segunda  Guerra Mundial na Europa ter  terminado. O  conteúdo deste mail está a ser enviado como uma  cadeia em memória dos 6 milhões de judeus, dos  20 milhões de russos, dos 10 milhões de cristãos  e dos 1 900 padres Católicos que foram  assassinados, violados, queimados, que morreram  de fome, foram  espancados, e humilhados  enquanto o povo alemão olhava para o outro  lado.

Agora, mais do que nunca, com o  Iran entre outros, reclamando que o Holocausto é  um mito, é imperativo assegurar-se de que o  mundo nunca esquecerá isso.
...
 

OBS: Esse texto foi escrito em 2014 e já deve ter alcando seu objetivo.