Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Tragédia nossa de cada dia.


A família confirmou a  morte de uma brasileira que ficou desaparecida.
 
 A citada brasileira, que sumiu, era carioca, mas morava na Suíça.  Estava passando férias na cidade de Nice na hora em que um tresloucado terrorista saiu atropelando muitas pessoas,  inclusive ela e sua filha .
 Como o assunto chamou a atenção dos leitores,  essa notícia mereceu até uma boa divulgação, merecendo grande parte de artigos em diversos jornais, como se fosse algo inacreditável. 
 
Mas vamos supor que a citada carioca jamais tivesse saído de seu país.  Pior ainda, que jamais tivesse saído de seu lugar de origem, bairro de Olaria no Rio (ou Choro) de Janeiro.
 
Poderia ter morrido ao ser atingida por uma bala perdida, por conta de um assalto, ou até mesmo fosse atropelada por um desses motoristas que não respeitam os sinais de trânsito como não respeitam a vida dos outros.

Quantos morrem por viverem numa cidade violenta como o Rio de Janeiro? Sua morte sai nos jornais?
 
E as pessoas que morrem na porta de um Hospital Público sem nenhum atendimento?  Isso não é explorado pelos jornais por não chamar a atenção dos leitores e  já fazer parte da loucura nossa de cada dia (ou será a violência nossa de cada dia?).
 
Atrás da tragédia que levou a vida de Crististina de Assis Ribeiro e de seu filha há um  tremendo azar. O de estar no lugar errado, na hora errada.