Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

segunda-feira, 4 de julho de 2016

As razões dos ingleses na escolha pela saída


Artigo de Rodrigo Constantino

Agora os ingleses uma vez mais tomam uma decisão impactante. Será o começo da salvação da Europa novamente? Ninguém sabe ao certo. O futuro é imprevisível. A imprensa em geral, o establishment político, a elite intelectual e financeira, todos têm lamentado a decisão e muitos entraram até em pânico: o “fim da globalização”, alegam.

Tenho resgatado artigos meus mostrando que não é bem assim, que há todo um contexto explicando a escolha dos ingleses, e que ela pode fazer sentido sim.O inglês é um povo diferente mesmo. Responsável pela civilização ocidental como a conhecemos, em grande medida, foi esse povo que nos forneceu dois dos grandes estadistas que impediram, em seus respectivos tempos, o declínio de tal civilização: Churchill e Thatcher. Essa, aliás, tinha sempre razão mesmo: não queria a união forçada com o resto da Europa. A mulher sabia das coisas, e por isso não é enaltecida pelas feministas, apesar de ter sido pioneira em tudo, independente, bem-sucedida. É porque era conservadora.

Mas, agora, vou tentar explicar as razões dos ingleses nessa decisão com base em uma única imagem. Mérito do meu amigo Roberto Rachewsky, que a publicou, comentando: “Elisabeth II carrega sua própria sombrinha, já a socialista Anne Hidalgo, prefeita de Paris, precisa de um serviçal para carregar a sua”. A rainha da Inglaterra, velhinha, pode carregar sua própria sombrinha, mas a jovem política precisa de assistentes apenas para isso. Como uma “presidenta” que conhecemos e que, felizmente, está afastada do cargo, diga-se de passagem *. Vejam:



Os ingleses não querem carregar a sombrinha dos outros. Entendeu? Eles querem uma rainha independente, capaz de andar com as próprias pernas, não esses políticos e burocratas encantados com o aparato estatal, uma neo-aristocracia que fala em igualdade o tempo todo, mas age como se fosse… da família real! Ou pior: com mais privilégios do que o rei ou a rainha.

Quer moleza, quer luxo, quer conforto? Então tem que trabalhar por isso! Cada um! Os ingleses já flertaram com o socialismo fabiano sim. Foi justamente quando Thatcher veio lhes salvar. Será que Nigel Farage será o novo resgate? Será que a Inglaterra vai produzir algum novo estadista que poderá liderar seu país – e por tabela o mundo, pois é sempre assim – na direção correta, para longe desse globalismo forçado com o poder todo concentrado nos políticos e burocratas em Bruxelas?

Não sabemos ainda. Mas enquanto esperamos – e torcemos – já podemos bradar: God Save the Queen!
* Eis a imagem que mostra nossa “realeza” tupiniquim, a “mãe do povo”, a representante “popular” que luta por igualdade:



Para Dilma não basta um serviçal levando a sombrinha. É preciso mais! Cada membro da família deve ter um, para mostrar como se constrói igualdade na prática. Esses socialistas…

 31/07/2016 AV. ATLÂNTICA RJ. MANIFESTAÇÃO POR UM NOVO GOVERNO DIGNO E  HONRADO.