Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Busca e apreensão de um morto

 
 Presidente de CPI sugere que morto está vivo e cria confusão
Polêmica fúnebre -
 
 
Saiu no Jornal O Globo de hoje, a notícia de que o deputado Hugo Motta (PMDB da Paraíba) propôs exumar o corpo do MENSALEIRO José Janene, ao dizer que havia dúvidas de que ele, de fato, havia morrido em 2010.  Diante da revolta da família do ex-parlamentar MENSALEIRO, ele foi obrigado a recuar .
 
Só nos restar saber por que motivo o deputado  não  quis ter tanta certeza da tal morte naquela época, só o faz\endo agora.  
 
   "Se ele estiver vivo, será feitO  BUSCA E APREENSÃO."


Biografia do mensaleiro morto José Janene - http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Janene

José Mohamed Janene (Santo Inácio, 12 de setembro de 1955 - São Paulo, 14 de setembro de 2010) foi um empresário, pecuarista e político brasileiro. Dono de várias fazendas e negócios, principalmente na cidade de Londrina, onde viveu, foi na política que Janene ganhou visibilidade como um dos pivôs do escândalo do mensalão  .
Janene era o líder do PP na Câmara dos Deputados na época do escândalo, sendo apontado como o destinatário de R$ 4,1 milhões repassados pelo esquema operado pelo publicitário Marcos Valério. Dos 19 parlamentares acusados de envolvimento no chamado "valerioduto", Janene foi o último a ser julgado pelo plenário da Câmara. Mesmo com o processo instalado em 17 de outubro de 2005, a Comissão de Ética da Câmara demorou mais de treze meses para votar o parecer que recomendava a cassação de Janene. Desde setembro de 2005, quando entrou em licença médica, Janene conseguiu por várias vezes atrasar o processo, alegando problemas de saúde. Chegou a pedir aposentadoria antes da votação, mas o pedido foi rejeitado pela direção da Câmara.
No dia 6 de dezembro de 2006, o então deputado licenciado foi absolvido em uma sessão esvaziada. Na votação secreta, 210 deputados votaram pela cassação, 128 pela absolvição, cinco em branco e 23 abstenções. Para cassá-lo, seriam necessários pelo menos 257 votos, mas o baixo quórum da sessão ajudou a livrá-lo. Em 31 de dezembro de 2006, o Diário Oficial da União publicou decisão da Câmara Federal, que concedeu à Janene aposentadoria de 12,8 mil reais por invalidez.2 3 4 5 Em 15 de setembro de 2006, teve uma fazenda, a 3 Jota, que fica no distrito de Guaravera, em Londrina, invadida por integrantes do MST que alegavam que a propriedade havia sido adquirida com dinheiro proveniente de corrupção, devendo ser destinada à reforma agrária.6 Para muitos o uso do MST foi revanche do então presidente Lula7 , em resposta a extorção que Janene fazia ao Presidente.
Em 2009 novas denúncias sobre lavagem de dinheiro voltaram a atormentar a vida de José Janene, agravando sua cardiopatia.8 Desde então Janene vinha sendo investigado novamente. Devido ao agravamento de seu estado de saúde causado por um acidente vascular cerebral9 e da criação da Lei da Ficha Limpa, Janene se viu obrigado a abandonar definitivamente sua carreira como político e passou a operar nos bastidores.
Foi vítima de AVC em fevereiro de 2010, quando então planeja sua volta à política. Ficou três meses aguardando na fila um transplante cardíaco, que não ocorreu, morrendo em 14 de setembro de 2010, no Instituto do Coração, na cidade de São Paulo.10 Seu corpo foi enterrado no Cemitério Islâmico de Londrina.
No ano 2014, Janene volta a mídia, quando o MPF evidencia que fora ele o mentor do esquema de propinas nas estatais brasileiras11 , beneficiando políticos da base aliada do PT. Desta vez integrantes de sua família são arrolados como réus em um dos inquéritos da operação Lava Jato.
Após a viúva de Janene, Stael Fernanda Janene, relatar que não viu o corpo do ex-marido após sua morte, o presidente da CPI da Petrobrás, deputado Hugo Motta (PMDB-PB), afirmou em 20/05/2015 que pedirá a exumação do corpo do ex-deputado, teoricamente morto em 2010, vítima de um AVC.
 
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Biografia do deputado que pretendia fazer 'busca e apreensão', provavelmente de um corpo:
 

Hugo Motta Wanderley da Nóbrega (João Pessoa, 11 de setembro de 1989) é um médico e político brasileiro filiado ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). É deputado federal pelo estado da Paraíba.
Foi o deputado mais jovem da história do país ao se eleger, aos 21 anos, nas eleições de 2010 com 86.150 votos.
É filho de Nabor Wanderley da Nóbrega Filho e Ilanna Araújo Motta. De família tradicionalmente ligada à política, é neto de Nabor Wanderley, avô paterno, que foi prefeito do município de Patos, no Sertão da Paraíba, de 1956 a 1959. Também político, o avô materno foi eleito deputado estadual por cinco vezes e por duas vezes deputado federal, e Francisca Motta, avó materna, foi deputada estadual por cinco mandatos e eleita prefeita de Patos nas eleições de 2010 (5). O pai, Nabor Wanderley da Nóbrega Filho, foi prefeito do mesmo município por dois mandatos consecutivos, de 2005 a 2012 (6) (7).