Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

domingo, 19 de junho de 2016

Minha Casa, MINHA VIDA BANDIDA

 
MINHA CASA MINHA VIDA,
UM PROGRAMA HABITACIONAL
JÁ EXISTENTE
 
 

Wellington Ramalhoso (UOL, São Paulo) escreveu sobre um programa alardeado com o  codinome  Minha Casa, Minha Vida. 
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2016/06/19/minha-casa-minha-vida-deu-certo-veja-pontos-positivos-e-negativos.htm
 
Esse tão alardeado programa já existia antes, porém com outro nome e foi muito usado para fins eleitorais. 
 
Anteriormente esse programa podia atingir bem menos pessoas, por reduzir os gastos públicos, e tinha um nome diferente e menos apelativo, se  chamando Programa Habitacional.
 
A  invenção do petista se limitou ao nome do programa e não ao programa em si.  antes os apartamentos eram aparentemente mais sólidos, ao menos é essa a impressão que nos dá ao vê-los.    Também foi essa a aparência que nos deu quando foram dadas as chaves aos moradores de imóveis inacabados com a seguinte desculpa "Não foram colocados azulejos, porque todos gostam de azulejos diferentes". As cores  também."    
 
Pode ser verdade que cada um tenha gosto diferenciado, mas todos gostam de apartamentos acabados e não 'no casco'.
  
Como esse foi um programa usado com fins eleitorais não houve preocupação alguma em verificar o seu andamento mais ... honesto, vamos dizer assim.  Lembro de uma pessoa que me ajudava nos afazeres domésticos estar sempre reclamando das dádivas a uma mulher que morava num casarão com piscina do outro lado da rua e a algumas quadras de distância.  Embora não precisasse (pelo menos era essa a impressão que dava) recebia mais de uma Bolsa Alimentação e teve acesso, DESNECESSÁRIO, ao programa que lhe daria uma casa que já possuía.