Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Onde estava a midia?


A calúnia como arma de destruição
No editorial da nova edição de ISTOÉ:
o massacre de reputações promovido pelo PT é algo sem precedentes na história do Brasil

 Carlos José Marques

EDITORIAL
REVISTA ISTO É

Foram dias de massacre de reputações sem precedentes. Para se manter no poder, os articuladores da candidata Dilma Rousseff adotaram o que chamaram de estratégia de desconstrução do adversário cuja essência era um bombardeio de mentiras e calúnias, transformando essa na mais torpe eleição dos últimos tempos.
 
Nas peças de campanha e nas palavras dos principais arautos petistas, liderados pelo ex-presidente L---, o oponente de Dilma, Aécio Neves, foi classificado de nazista, que agride mulheres, não gosta de trabalhar, tem problemas com bebida e, para completar, iria desempregar os brasileiros e acabar com o programa “Bolsa Família”.
 
Qualquer um que avaliasse mais detidamente a tática oficial, que despejou milhões em campanha, poderia perceber a inconsistência de tamanha artilharia de insultos e ilações – e o intuito por trás dela. Nada ficaria de pé nesse carnaval de difamações. Mas o seu martelar incessante nas propagandas de TV, nas mídias digitais e nos palanques Brasil afora foi inebriando massas, tentando convencê-las de uma falsa luta do bem contra o mal, de “nós contra eles”. Faltou lucidez e a esperança de parte da população foi embalada por quem controla a máquina numa caixa de promessas vazias. Nas ruas a militância partidária, incessante no seu afã de caluniar, distribuía panfletos apócrifos com teores terroristas, falando da ameaça que viria de uma vitória da oposição. 
Era o apogeu de um plano covarde que se repetia depois da destruição implacável imposta à ambientalista Marina Silva, chamada até de homofóbica e acusada de assassinato de um manifestante gay por parte de seus seguranças, segundo ela mesma informou em entrevista ao jornal britânico Financial Times. Indignada com o jogo sujo, Marina fez uma declaração de apoio aberto a Aécio e às mudanças propostas por ele que estão no bojo de um amplo anseio da Nação.
 
*****
 
Os comentários acima me lembram quando fui assaltada, por volta de l9 horas, por um grupo de rapazes e reagi;  as pessoas que passavam mudavam de calçada, como se nada estivessem vendo. É  a mesma coisa.  Há um trecho que diz tudo: martelar incessante nas propagandas de TV, nas mídias digitais e nos palanques Brasil afora foi inebriando massas, tentando convencê-las.  Por que motivo só agora as revistas e os jornais passaram a 'atropelar' a presidentA, o Partido de Trapaceiros e o altamente nocivo ex-presidente da República, criador da falsa imagem da Dilma e do seu partido?   Por que não falavam nada antes ou o faziam de  maneira um tanto velada ?   Não percebiam o que estava acontecendo, deviam alguma coisa aos ladrões de casaca ou  tinham medo da reação popular caso eles fizessem o que deveriam fazer?
 
 
AGORA É UM TANTO TARDE !  Até parece que só resolvemos trancar a porta depois que nossa casa foi invadida por  ladrões!  Pena ter tantas coisas interessantes para ler, do contrário não leria nem revistinhas como Veja,  Isto É ou a Revista Época.  Será que  o melhor seria cancelar a assisnatura de uma delas e de um jornalzinho  que só me traz notícias já conhecidas ? 
 
 
 Será que só depois que apareceu o Juiz Sérgio Moro
é que as revistas e jornais se encheram de uma coragem que nunca tiveram ?