Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

terça-feira, 9 de junho de 2015

Político é tudo igual .

 
 
 
Governo vai procurar Alckmin para discutir alternativa à redução da maioridade - Presidente vê no aceno do governador meio de barrar mudança radical da lei
 
 
Diálogo interessa aos dois lados - Presidente cria 'ponte', e governador se mostra como oposição ponderada.
 
 
Ou seja, é tudo farinha do mesmo saco. 
HAJA SACO !




 
 
Dilma Rousseff e Geraldo Alckmin estão tramando para impedir a redução da maioridade penal. Em vez de mandar prender os criminosos, a dupla pretende apenas aumentar o teto de internação dos adolescentes para 8 anos.
 
Uma fonte de O Antagonista que trabalha com o assunto comentou o seguinte: "Sobre a súbita simpatia de Dilma com a proposta do Alckmin de endurecimento da lei infracional juvenil, alguns pontos merecem destaque.
 
Um deles é o aumento do teto de internação para 8 anos. Atualmente, por lei, a medida socioeducativa de internação é por tempo indeterminado (art. 121, §2º, ECA), respeitado o limite de 3 anos ou a idade de 21 anos (o que vier primeiro):  2º A medida não comporta prazo determinado, devendo sua manutenção ser reavaliada, mediante decisão fundamentada, no máximo a cada seis meses;  § 3º Em nenhuma hipótese o período máximo de internação excederá a três anos.
 
Aumentar o teto para 8 anos não quer dizer ABSOLUTAMENTE NADA, pois os profissionais que integram sistema socioeducativo (em sua maioria psicólogos e assistentes sociais) são contra internações próximas do teto.
 
Aliás, a própria lei estabelece o 'princípio da brevidade' para as medidas socioeducativas, em especial a internação.
 
Poucos setores da justiça brasileira são tão ideologizados como a justiça infracional juvenil.
 
A deformação começa na linguagem: a expressão menor infrator, alguns anos atrás, foi substituída por 'adolescente em conflito com a lei', o que revela doença mental.   Crime? Não há crime. 'Adolescente não comete crime, e sim ato infracional', conforme já decidiram vários tribunais.  Uso de maconha por adolescente vira 'abuso de maconha'. Ou pior: 'uso prejudicial de maconha'. Como se houvesse uso benéfico ou tolerável de maconha por garotos de 13 ou 14 anos...
 
Eu deveria ganhar o dobro por trabalhar na insalubridade desse ambiente sintático".