Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

quinta-feira, 25 de junho de 2015

DESONERAÇÃO nas folhals salariais



Câmara aprova texto de projeto que reduz desoneração da folha de salários - ISABEL VERSIANI/2
 

    
 
O plenário da Câmara aprovou nesta quarta-feira (24) o texto-base do projeto de lei que reduz a desoneração da folha de salários, uma das principais medidas do plano de ajuste fiscal do governo Dilma.
 
O texto aprovado –por 253 votos a favor, 144 contra e uma abstenção– eleva em mais de 100% a taxação para a maioria dos 56 setores beneficiados com o programa de desoneração da folha, mas abre exceções para alguns segmentos, com um aumento mais brando de tributação.
 
Nesta quinta-feira (25), os deputados ainda votarão emendas que podem alterar o teor do texto. Em seguida, o projeto irá para o Senado.
 
Além de transportes, comunicação e call center, o relator Leonardo Picciani (PMDB-RJ) incluiu de última hora o setor calçadista entre as exceções.
 
Ele também determinou que as empresas de massas, pães, suínos, aves e pescados não sofrerão aumento de tributação –uma versão preliminar do seu texto previa um aumento menor das alíquotas para esses setores.
 
Segundo Picciani, que é líder do PMDB na Câmara, com as alterações, o ganho de arrecadação com o projeto cairá para cerca de R$ 10 bilhões ao ano.
 
Ao anunciar a redução da desoneração, em fevereiro, o ministro Joaquim Levy (Fazenda) estimou uma economia anual de R$ 12,8 bilhões. Levy era contra estabelecer exceções, mas o governo foi obrigado a ceder para garantir a aprovação do texto.
 
A desoneração da folha, adotada no primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, permitiu aos setores beneficiados substituir a contribuição patronal ao INSS por uma taxação sobre o faturamento (de 1% e 2%).
 
Neste ano, em um esforço para aumentar a arrecadação e cumprir a meta fiscal, o governo propôs a redução substancial desse benefício, com o aumento da tributação para 2,5% e 4,5%.
 
"É uma sinalização importante para o país", afirmou o líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE). "A aprovação mostra que quando você constrói e pacifica, a base vota".
 
BEBIDAS
 
Picciani também introduziu em seu texto uma mudança na taxação de refrigerantes produzidos na Zona Franca de Manaus que, segundo o deputado, deverá compensar as perdas com o abrandamento proposto por ele na taxação de outros setores.
 
Seu relatório prevê que os créditos tributários obtidos pelas produtoras de bebidas frias, como refrigerantes e chás, instaladas na Zona Franca não poderão ser usados para abater impostos incidentes sobre outros produtos, como cerveja.
 
Segundo Picciani, o uso indevido desses créditos gera perdas para a Receita Federal que chegam a R$ 2,5 bilhões por ano.
 
 
 Para quem quiser, aí está o vídeo  "quanto-custa-um-deputado-federal-no-brasil/"
http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/video-quanto-custa-um-deputado-federal-no-brasil/
E NÃO SE ESQUEÇAM, ESTAMOS NO ANO DE 2015,
OU SEJA, ELES ESTÃO CUSTANDO MAIS DO QUE APARECE NO VÍDEO
 

 
 
 Antes  de ir às urnas procurem saber qual o preço
irrisório, ao menos por enquanto, da multa por não votar.
Certamente a multa lhe custará muito menos que o seu voto.


 
 
Caso queira dar seu voto,
não  se  esqueça
de chegar em frente ao espelho, 
 e dizer 
SOU UM IDIOTA.
 


 
A Câmara se prreocupa tanto com os custos sofridos pelo cofres da União  que continua gastando escandalosamente!
Economizar cabe apenas a quem é obrigado a pagar os gastos deles.