Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

quarta-feira, 8 de março de 2017

Dia da Mulher - 8 de março



Não existiria mulher se não fossem os homens,
pois um completa o outro.
 
 
 
 O lado avesso das mulheres não costuma ser divulgado, nem pelos homens que  já passaram por experiências desagradáveis nas mãos delas.
 
O que está aqui escrito vai causar, além de uma certa dúvida, alguma indignação. Vão achar que tudo  foi abordado  injustamente, que estou generalizando, que              seria um texto 'machista', embora escrito por uma mulher, que meu problema é "falta de homem", embora tenha o melhor marido do mundo.  Muitos irão discordar, principalmente nossas representantes do sexo feminino.
 
 
Sendo igualmente mulher, me sinto isenta de qualquer julgamento tendencioso e bastante à vontade para expor, livre de hipocrisia, o que cansei de constatar e aparentemente ninguém enxerga. Talvez apresentar a mulher como aquela coisinha linda, doce e frágil seja um tabu que não pode ser derrubado. Aliás nos convém ser frágeis em algumas situações e fortes em outras.    

 

Gostar do sexo oposto
é um tremendo  “peso” ,
mas continuem gostando, por favor.
 

Minhas companheiras do sexo frágil, sentindo-se expostas, vão me criticar. Podem alegar falta de embasamento para meus comentários. Negarão tudo com veemência. Provavelmente muitos dirão se tratar de um mea-culpaMas as mulheres que me perdoem e...  aproveitem, mais uma vez, para se proclamar injustiçadas (seu papel predileto).



 
A emancipação feminina 
Nos anos 60, houve o grito de independência feminina. As mulheres não aceitavam mais, com toda razão, continuar em segundo plano.
Além da conscientização, veio o anticoncepcional que as ajudou a se rebelarem e  se  esforçarem para reverter o quadro. Passaram a participar  mais  dos  acontecimentos, entrar em áreas que antes não estavam a seu alcance, sentir o sabor da emancipação financeira. 
Foi uma fase em que houve realmente o desejo de liberdade. Tudo era conquista, novidade. 
Entretanto, parece que foram, aos poucos, descobrindo que a independência, embora tão esperada, tem seu ônus, gerando não só direitos, mas deveres e obrigações.  
Aconteceu o que as “feministas” jamais esperavam. As mulheres adquiriram diversas vantagens que não tinham antes, mas, em se tratando de relacionamento homem/mulher, preferiram deixar os encargos com os homens.  Atualmente,  elas vêm passando a impressão de que,  com esta descoberta, houve grande retrocesso em relação  ao desejo  da  tão alardeada emancipação feminina.   
A mulher vive gritando e brigando por sua independência, se diz injustiçada, quer todos os direitos que os homens têm.  Mas quem será que tem mais direitos?  
A opinião pública não se cansa de apontar a discriminação sofrida pelas mulheres. Mas, em muitos casos, essa desvantagem vem sendo bastante aproveitada e se tornou arma letal. Por acreditar serem as mulheres discriminadas,  a sociedade se penaliza e elas acabam vencendo, muitas vezes, em situações absurdas.  
Antigamente as mulheres costumavam ter filho muito cedo.  Depois a vida moderna  fez com que percebessem não ser o ideal.  Passaram a estudar, trabalhar e a maternidade passou a ficar para mais tarde.  Em determinada época,  para tarde até demais, após os 40 anos. Hoje, de repente, as adolescentes vêm fazendo como suas avós ou bisavós, comprovando um retrocesso no modo de vida.  É cada vez maior o número de meninas que se tornam mães aos quatorze,  quinze anos. Até já existem escolas que mantêm, paralelamente, uma creche para abrigar os filhos das suas alunas, enquanto estudam.  
Com o desejo de independência, talvez não tenham pensado que liberdade implica em responsabilidade.   
O desejo de uma autonomia, tão esperada, é discutível. Um exemplo bobo disso é que, ainda hoje, há mulheres que dizem não gostar de dirigir automóvel, porém o acabam fazendo após a separação.  Na verdade, era cômodo ter um motorista particular (o ma-rido) que as iam buscar onde estivessem e quando precisassem. Onde está a auto-suficiência? 
Grande número de mulheres, morando sozinhas, mesmo com filhos, são  financeiramente  independentes. Porém, caso  venham depois a se casar ou morar com um homem, embora continuando em sua profissão, passam a  vê-lo como principal responsável pelo sustento da  casa. E ele também se vê dessa forma, pois é o exigido pela sociedade. Em caso contrário é considerado fraco e incompetente.   
Tem havido casos verdadeiramente escabrosos, em que elas se aproveitam de uma relação, ainda que passageira.  De alguns  anos para cá houve um recuo e  esse comportamento vem sendo usado como nunca.  
O “sexo frágil” está numa situação privilegiada.  Quando quer é auto-suficiente,  mas,  quando convém, se  lembra  imediatamente de que há uma legislação que ainda as protege e exige que o homem cumpra o seu papel de protetor.    
Em se tratando de homens famosos e de excelente situação financeira, então, nem se fala. Eles se tornam lindos ($$$$$) e cobiçadíssimos. O mais interessante é ver alguns que, se fossem meros trabalhadores, mal assalariados, aquelas mulheres lindas sequer olhariam para eles.  
Se aproveitando de seus dotes físicos, muitas se aproximam de  jogadores de futebol em evidência, de cantores ou  grandes atores,  “fazendo fila para se candidatar ao cargo de namorada”.  Em vários casos, ser  apenas namorada já é mais do que suficiente,  pois o desejo é de fato conseguir uma escada para a sua ascensão . 
Aparecendo seu nome nos jornais e revistas, logo depois se tornam modelos, atrizes ou coisa parecida.  Fazem do namoro uma ponte para o sucesso.  Se chegam ao casmento,  este geralmente não dura muito,  só o necessário para  a aquisição de um bom lucro. Já aconteceu até de uma  “louca varrida”  guardar um vestido com a marca comprovando uma brincadeirinha sexual que teve com um Presidente americano. Inicialmente, não foi nem interesse financeiro, havia intenção  apenas  de ganhar notoriedade (negativa, mas isto não importa). Em seguida  surgiu um produto para emagrecimento com seu nome (detalhe: ela era meio gordinha).  Não se está discutindo aqui o comportamento presidencial. Mas vale a pergunta:  ela teria  “brincado com o porteiro?” . 
Outras exigem pensão, mesmo não tendo filhos e após pouco tempo de vida em comum. Caso o problema seja levado a Juízo, a mulher vai ganhar a causa.  Ou  seja,  nesses  casos, a mulher cobra pela companhia e pelos carinhos que fez  àquele homem durante o período de convívio. Não deixa de ser uma forma de prostituição com o aval da sociedade e protegida por Lei.   
Temos o caso de uma ex-Ministra da Economia que, após deixar o cargo, acabou se casando com um grande humorista de excelente situação financeira.    
A gravidez ainda é outra forma usada para se alcançar determinado objetivo. Vale lembrar o caso de uma  brasileira  que recentemente ficou grávida de um roqueiro famoso.  O caso, passageiro, foi amplamente divulgado pela imprensa e o incauto ficou sabendo que era pai de um filho de que nem lembrava mais quem era a mãe. Aliás, foi uma  “transadinha”  milionária para ela e onerosa para ele, pois resultou numa pensão de dez mil dólares mensais  “para a criança”. Difícil é acreditar que um menino seja tão dispendioso ou, principalmente, que o roqueiro tenha tido um  prazer que valesse tanto.  
E o caso daquela modelo que há anos insiste em fazer um teste de DNA de um falecido piloto?  Após o teste, feito com o sangue de um parente (os gens são os mesmos), teve a decepção de ver o resultado negativo afirmando que o filho não era dele.  A modelo insistiu em desenterrar o pobre coitado, que não  teve descanso nem depois da morte. 
Para as feministas que iniciaram todo esse processo de libertação das mulheres, deve ser grande a decepção.
 
Dirão as  atuais representantes do sexo frágil que as coisas mudaram . As coisas podem ter mudado, a cabeça delas é que não !
 
 
 
  • Dia Internacional do Homem19 de novembro 
  •  Dia Nacional do Homem:  15 de julho  (no Brasil, é celebrado - NÃO SEI POR QUEM! -  desde 1992