Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

O FIM DO BRASIL - Mandato 2 e Empiricus 2

  

Há quatro meses, apresentei aos clientes da minha consultoria uma tese chamada O Fim do Brasil.
Foi um alerta para uma grave crise chegando à porta das famílias brasileiras.

Suas consequências serão sentidas de maneira dramática nos patrimônios financeiros e, ainda mais importante, no modo de vida de cada cidadão.

Aos que não me conhecem, deixe-me apresentar brevemente antes de prosseguir. Meu nome é Felipe Miranda. Tenho formação em Economia pela USP e um mestrado em Finanças pela FGV. Sou fundador, junto com meus amigos Caio Mesquita e Rodolfo Amstalden, da Empiricus Research, a primeira casa de pesquisa independente voltada a investimentos do Brasil.

Há alguns meses, detectei uma situação muito ruim para a economia brasileira, que afetaria nossos clientes direta e profundamente. Cumprindo meu dever, avisei os leitores da necessidade de se proteger.

Os comentários negativos não foram bem recebidos pelo governo e por sua militância. Fui acusado de antipatriota, radical, sensacionalista. Passei por um momento especialmente delicado, com ameaças e perseguições pessoais. E sofri uma tentativa de censura explícita pelo poder incumbente.
 
Sou um jovem pai de família, com um filho pequeno,  empreendedor e apaixonado pelo próprio trabalho. Cheguei a temer pela segurança de meus familiares. Ver a minha mãe sendo ofendida no supermercado por militantes radicais foi algo que me marcará para sempre. Aquelas palavras ainda me perturbam: “a senhora acha que o seu filho pode fazer o que está fazendo? A senhora concorda com tudo isso? Vai embora do Brasil”.
 
Infelizmente, eu não podia parar. Ainda acredito em coisas como honra, vocação e obstinação. Se você atende a um chamado e está convencido de uma tese, tem de seguir em frente, sem tergiversar.
 
Muita coisa mudou na economia brasileira em 120 dias. E para pior.
 
Agora, posso dizer sem medo de errar: nunca estive tão convicto a respeito dos pontos, um a um, de minha tese original. Conforme ficará claro nas próximas linhas, a deterioração dos fundamentos econômicos, políticos e sociais nos últimos meses tem referendado, com precisão cirúrgica, cada um dos elementos.
 
Explico do que estou falando exatamente…
 
Do lado financeiro, forte queda das ações, aumento das taxas de juro, disparada do dólar e risco de controle de capitais. No limite, até mesmo restrição a planos de aposentadoria e algumas contas de poupança/investimento.
 
Sob a ótica da economia real, fechamento de postos de trabalho, queda dos salários e forte diminuição do bem-estar, com piora do padrão de vida das famílias.
 
Rigorosamente todas as previsões que fiz há quatro meses – e eu peço que você mesmo confira nas linhas seguintes – estão se confirmando.
 
Devo reconhecer, entretanto: não esperava uma velocidade tão grande de convergência rumo ao cenário negativo traçado.
 
Eu estava certo de que teríamos uma recessão, de que o desemprego começaria a aumentar, de que pioraríamos indicadores de distribuição de renda e que as contas públicas escapariam ao controle – não imaginaria, porém, a chegada tão súbita de cada um dos elementos, de forma simultânea.
 
Por um lado, admito certa satisfação, sensação de dever cumprido. Por meio de nossos alertas, a Empiricus conseguiu proteger o patrimônio de seus clientes, mesmo em tempos extremamente difíceis. Em muitos casos, pudemos incrementá-los de forma substancial.
 
Não há nada mais gratificante para um sujeito com formação jesuíta, como é meu caso, do que atender a sua vocação.
 
Veja só um exemplo…
Quando iniciei meus alertas mais pesados sobre a situação periclitante da economia brasileira, o dólar custava R$ 2,20 – a rigor, já havia sugerido a compra de dólares mesmo antes, a R$ 1,90. Atualmente, a moeda norte-americana é cotada em torno de R$ 2,60.
 
Hoje, contamos com 20 mil assinantes que se dispuseram a pagar para receber minhas dicas, proteger e aumentar seu patrimônio diante da crise econômica e financeira que se aproxima.
 
Assim, assumindo que, na média, o cliente comprou US$ 1 mil a R$ 2,20 seguindo as recomendações – e essa é uma cifra bastante conservadora -, cada assinante ganhou R$ 400,00, somente nessa recomendação.
 
Multiplicando esses R$ 400,00 de ganho por pessoa pelos 20 mil assinantes, falamos de uma riqueza total gerada, apenas na sugestão em favor do dólar, de R$ 8 milhões.
 
Isso é simplesmente formidável. Pudemos gerar uma quantia enorme de valor, mesmo num ambiente altamente desafiador. É esse tipo de coisa que nos dá orgulho: proteger e incrementar o patrimônio de nossos leitores, mesmo nos tempos mais difíceis.
 
Felizmente, temos conseguido…
 
Quem não seguiu o alerta, porém, pode ter sofrido perdas irreparáveis.
 
O principal índice de ações do Brasil cai cerca de 20% desde então. A moeda brasileira perde valor a cada dia. O juro já começa a subir. Outros investimentos mais exóticos oferecem rendimento ainda pior.
 
Em paralelo, já temos fechamento líquido de postos de trabalho, a inflação mostra-se fora da meta em 12 meses (e, talvez, fora de controle) e as contas públicas estão em frangalhos.
 
Para piorar, o escândalo do Petrolão nos coloca à beira de uma crise política com precedente somente naquele Fiat Elba e no consequente impeachment de Fernando Collor.
 
Infelizmente, isso é só o começo. Os efeitos da crise apenas começam a ser sentidos. Não tenho dúvidas de que os desdobramentos para 2015 serão muito mais problemáticos. Tudo ficará muito claro nos próximos minutos. Peço um pouco de paciência.
 
A mais importante crise para o Brasil desde 1994 impõe seus primeiros sintomas. As mazelas serão sentidas mais fortemente a partir de 2015, com desdobramentos por décadas.
 
Não há nenhum sensacionalismo aqui. Estudo a economia e a política brasileira com afinco há vários anos. O argumento, como você mesmo poderá checar, é estritamente técnico. Cada palavra é escrita com o devido embasamento e as conclusões decorrem de um instrumento bastante tradicional: a simples lógica.
 
Ainda há tempo de evitar o pior.
 
Mas você, e somente você, precisa decidir: agirá agora ou esperará as últimas consequências?
 
Sem a devida orientação, a maior parte das pessoas certamente não está preparada para o que está à nossa frente. E tenho certeza de que nem todos estarão preparados. Alguns prejuízos, dado o tamanho do problema, serão mesmo inevitáveis, infelizmente.
 
Posso garantir-lhe, porém: quem seguir os passos aqui sugeridos estarão em larga vantagem para enfrentar a crise, cujos sintomas ainda se mostram em estágio inicial.
 
Ao final, o que eu proponho é bastante simples: apresentar-lhe exatamente aquilo que eu mesmo estou fazendo para proteger e até mesmo aumentar meu próprio patrimônio. Você poderá seguir cada um dos passos, alçando-se a uma condição muito superior para enfrentar tempos difíceis à frente.
 
Esta carta tem o objetivo único e simples de proteger nossos leitores e suas famílias da catástrofe política e econômica que está sendo produzida.
 
Vou explicar-lhe agora, com a linguagem mais direta possível, exatamente o que está acontecendo, a razão de eu estar tão preocupado e meu prognóstico para este segundo mandato.
 
Peço que leia os pontos com a devida atenção. Julgue-os com o mais rigoroso escrutínio. Vá e volte em meus argumentos. Critique-os o quanto puder.
 
Ao final, você poderá julgar e decidir por si mesmo.
 
 
Restante em