Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

quarta-feira, 22 de julho de 2015

"Pedalar"


SIGNFICADO DE  PEDALADA FISCAL
 A expressão “pedalar” costuma ser usada pelos técnicos que lidam com o orçamento público como sinônimo de postergar uma despesa. Foi exatamente isso o que a equipe econômica comandada pelo ex-ministro da Fazenda Guido Mantega fez nos últimos dois anos.   Com dificuldades para arrecadar e sem conter gastos, o governo tentou melhorar as estatísticas das contas públicas adiando despesas de um mês para outro. Assim, o resultado fiscal de um mês acabava parecendo melhor do que de fato era.  Essa prática foi batizada de0 “pedalada fiscal” O assunto virou até motivo de piada no Ministério da Fazenda e no Tribunal de Contas da União (TCU). No ano passado, por exemplo, correu o boato de que o então secretário do Tesouro, Arno Augustin, considerado o pai das manobras, desistira de ir trabalhar de bicicleta para não correr o risco de ser visto pedalando pela cidade.


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Apesar de todo esforço do Palácio do Planalto para mostrar ao TCU (Tribunal de Contas da União) que as pedaladas fiscais não são uma criação petista, ministros do órgão avaliam que a ofensiva do governo reforça a tendência de julgar irregulares as contas de 2014 da presidente Dilma Rousseff.
Segundo relatos obtidos pela Folha, os ministros do TCU estão incomodados com o tom "beligerante" utilizado em reuniões no Planalto sobre o tema, com auxiliares da presidente acusando o tribunal de agir politicamente.
Um ministro disse à Folha que o posicionamento do tribunal será técnico, baseado em documentos do próprio governo, nos quais órgãos federais, como o Banco Central, apontavam problemas nas pedaladas fiscais.
Entenda a discussão sobre as contas do governo Dilma do ano passado
Por meio das pedaladas, o governo usou bancos públicos, como a Caixa, para pagar benefícios sociais como Bolsa Família e seguro-desemprego em momentos de falta de recursos no Tesouro Nacional.
O TCU argumenta que a manobra é uma operação de crédito e que a Lei de Responsabilidade Fiscal PROÍBE que bancos públicos financiem o governo federal.
 O governo anunciou entrevista nesta quinta (23)  (?)  para explicar o documento de resposta aos questionamentos do TCU que será enviado ao órgão. Em junho, o tribunal deu 30 dias de prazo ao governo para se defender da avaliação de que suas contas de 2014 estão irregulares.
O TCU deve julgar as contas na segunda quinzena de agosto, após ouvir o governo. A dúvida é se o relator Augusto Nardes vai colocar em votação parecer pedindo a REJEIÇÃO DAS CONTAS ou c CLASSFICANDO-AS COMO IRREGULARES.
 Nesse segundo caso, o TCU deixaria o Congresso decidir por conta própria se rejeita ou não as contas –atribuição que é do Legislativo.
A oposição aposta na rejeição das contas da petista no Congresso para justificar a abertura de processo de impeachment contra Dilma.
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/07/1658783-ofensiva-do-planalto-incomoda-tribunal-de-contas.shtml
DEFESA
A gravidade do assunto  ... “