Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

domingo, 12 de julho de 2015

Próxima eleição 2016 - I



 No próximo ano (2016) você será INTIMADO a eleger os vereadores ou os prefeitos e seus vices que pretende sustentar.

 

 
Muitos herdam ou se aproveitam do conhecido nome dos pais ou avós, na ganância de se elegerem, com a fama de continuarem um trabalho que nem sempre  continuarão. Muitas vezes é até melhor que não continuem mesmo!
 
Mas tudo depende de nós, eleitores.  Tanto o futuro do nosso país como nosso próprio futuro, como o arrependimento atual já demonstrou.
 
A única maneira que temos para demonstrar nosso repúdio à atual politicagem é virarmos nossas  costas para todos que se enfiam nessa corja que anda à solta por aí.  É o nosso desprezo, seja  nosso amigo ou não. 

Ao verem nossa reação contrária, muitos até dirão que escolheram uma pessoa mais séria e honesta em quem votar. 
 
 
 
Testes:
 
I - Se colocarmos uma laranja inteirinha num cesto de laranjas já apodrecidas, ela permanecerá como é ou também apodrecerá, mesmo que seja antes do tempo?  
 
 
II - Caso você seja contrário a algum palavrão, ponha-se diante de um espelho e o repita várias vezes por vários dias.  Verá que, em pouco tempo, o adimitirá como parte do seu vocabulário.
 
 
III - Um rapaz bastante  sério  é eleito.  Ele chega em casa e conta à sua esposa, horrorizado, que viu uma tremenda tramóia entre seus "iguais".   Numa outra vez, ele se espanta, mas não se horroriza tanto. Chega em casa e narra o episódio menos chocado como na primeira vez.  Com o tempo passa a presenciar outros casos de corrupção.  Chega em casa e nem conta mais o que presenciou,  por não achar mais que fatos sejam tão horripilantes,  pois fazem parte de seu cotidiano. Ele começa a perceber que os outros têm o que sua honestidade nunca o deixaria ter.   Futuramente, ele mesmo já está metido em maracutaias e o faz calmamente sem  nenhum sentimento de culpa, pois aquilo já se tornou banal.