Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

sexta-feira, 31 de julho de 2015

''Tudo como dantes no quartel de Abrantes''


Brasília se tornou, há muito tempo, uma enorme casa de tolerância, onde, naturalmente, tudo é tolerado. Mas, impressionante mesmo é o incansável clima de suruba política. O fôlego daquele pessoal é invejável, pois não há um único dia sem que apareçam, nos jornais, as diversas sacanagens praticadas na véspera. Esse trecho, muito de acordo com o  que vem acontecendo, foi escrito no ano de 2007, com o título "CPMF, o Viagra Presidencial "

 



Outra 'coincidência':

Tudo como dantes no quartel d¿Abrantes: 

A frase surgiu no início do século 19, com a invasão de Napoleão Bonaparte à Península Ibérica. Portugal foi tomado pelas forças francesas, porque havia demorado a obedecer ao Bloqueio Continental, imposto por Napoleão, que obrigava o fechamento dos portos a qualquer navio inglês. Em 1807, uma das primeiras cidades a serem invadidas pelo general Jean Androche Junot, braço-direito de Napoleão, foi Abrantes, a 152 quilômetros de Lisboa, na margem do rio Tejo. Lá instalou seu quartel-general e, meses depois, se fez nomear duque d’Abrantes.

O general encontrou o país praticamente sem governo, já que o príncipe-regente dom João VI e toda a corte portuguesa haviam fugido para o Brasil. Durante a invasão, ninguém em Portugal ousou se opor ao duque. A tranqüilidade com que ele se mantinha no poder provocou o dito irônico. A quem perguntasse como iam as coisas, a resposta era sempre a mesma: “Esta tudo como dantes no quartel d’Abrantes”. Até hoje se usa a frase para indicar que nada mudou.
 

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Ou seja, a sacanagem política já vem desde a época de todos os antecessores de Dilma. Foi-se agravando na época de seu criador, embora muitos digam que não.  O que ela está fazendo é aumentar  a mixórdia que já havia se instalado aqui no nosso brasil em nada varonil.