Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

sexta-feira, 6 de março de 2015

Fétido Senado brasileiro

 

A vida pregressa de quem representa nosso Senado:

 
Renan Calheiros é o atual Presidente do nosso combalido Senado.  Ele seria a  verdadeira imagem de um Senado que não aqui serve parapermitir que se aproveitem do cargo que estão exercendo.  

 

Trechos do artigo de Paulo Rabello de Castro

Renan fez bonito. E agora, Renan?

 
 
 
"...  o Parlamento ainda existe (andava bem empoeirado...) como também que a sociedade brasileira, que vive pagando a conta da má gestão pública, merece mais respeito. O principal desse episódio, no entanto, foi o Parlamento brasileiro ter acordado de um longo sono. "
 
Desde quando o Congresso votou e promulgou o Plano Real, em 1994, nunca mais se aprovou algo de grande relevância para aperfeiçoar as instituições econômicas do país. Pelo contrário, o Congresso tem se limitado, talvez com injustiça de avaliação, a dizer “amém” para a maior escalada tributária e a mais louca gastança estatal da história deste país, razão principal do impasse que vivemos no momento.
 
"...  mesmo com todos os apertos e cortes anunciados, pode ser que o ajuste do ministro Levy fique aquém do necessário para a retomada do crescimento. "
 
 
"Agora é contigo, Renan. É com Vossa Excelência e com seus colegas de Congresso, a quem cabe o resgate institucional deste país, tão maravilhoso quanto maltratado. "
 
 
Artigo completo em





Renan Calheiros se formou como advogado, mas é um político brasileiro há muitas décadas, sua verdadeira e bastante rendosa 'profissão'.
 
Está cumprindo seu TERCEIRO mandato no Senado Federal do Brasil (1994/2002 - 2002/2010 - 2010/2018) como representante do Estado em que nasceu, Alagoas. Foi Presidente do Senado também em 2005, quando se viu obrigado a renunciar, por  denúncias de corrupção, embora tenha sido absolvido por votação de seus pares no Senado  .
 


Alguns escândalos em que se envolveu Renan Calheiros
  •  Renangate - Caso do laranjal alagoano
    • Envolvimento
      Em 1998, Renan Calheiros planejava se candidatar ao governo de Alagoas, mas sabia das resistências de um ex-aliado, o ex-presidente Fernando Collor, que lhe fazia oposição por meio de suas emissoras de rádio, TV e do maior jornal do estado, a Gazeta de Alagoas. VEJA revelou em 2007 que Renan tentou montar sua própria rede de emissoras a partir das outorgas de concessões públicas garimpadas em Brasília. Por meio de contratos de gaveta, comprou duas emissoras de rádio e um jornal em nome de laranjas e em sociedade oculta com o usineiro João Lyra, sogro de Pedro Collor. Os pagamentos foram feitos com dinheiro vivo, parte em dólar, parte em real.
      O que aconteceu
      A sociedade secreta com Lyra durou de 1999 a 2005. A partir daí, Renan e Lyra tornaram-se adversários. Quando o caso veio à tona, Renan tentou desqualificar o usineiro, dizendo que ele responde a diversos processos e que fez as denúncias motivado por ressentimento. Segundo a versão do senador, ele recebeu de fato a proposta de venda de um grupo de comunicação e apenas a encaminhou a João Lyra. O caso levou Renan pela segunda vez a julgamento em plenário. O senador foi outra vez absolvido por seus pares. Na mesma sessão, deixou a presidência da Casa. Mas ainda não se livrou da Justiça. É alvo de inquérito no STF, que corre em segredo de Justiça.
      Entenda o escândalo
      Atualizado em 17/04/2012
  •  Renangate - Caso Mônica Veloso
    • Envolvimento
      Ao longo de 21 meses, o senador e então presidente da Casa, Renan Calheiros, pagou 400 000 reais de pensão à jornalista Mônica Veloso, através do lobista de uma empreiteira, segundo perícia da Polícia Federal. Renan reconheceu que usou os serviços do lobista, mas disse que o dinheiro lhe pertencia e mostrou suas declarações de renda para comprovar renda advinda da pecuária.
      O que aconteceu
      O caso levou ao primeiro processo no Conselho de Ética contra Renan. O senador afastou-se da Presidência, mas escapou da cassação - duas vezes -, em votação secreta. Para tanto, contou com a ajuda do governo e não mediu esforços para constranger e chantagear aliados e adversários. Embora absolvido pelos pares, Renan não se livrou da Justiça. Em 2010, o STF aceitou pedido da Procuradoria-Geral da República e abriu inquérito para investigar o senador por improbidade administrativa e tráfico de influência. O caso corre sob segredo de Justiça e tem como relator o ministro Ricardo Lewandowski. Em 2011, o Ministério Público Federal em Brasília abriu inquérito para apurar o pagamento da pensão alimentícia da filha de Renan pelo lobista Cláudio Gontijo. Em janeiro do ano seguinte, o MP encaminhou uma denúncia ao STF contra o senador pelos crimes de falsidade ideológica, uso de documentos falsos e peculato. De acordo com o parecer, Renan apresentou, em 2007, notas fiscais frias relacionadas à venda de bois. O parecer da promotoria fora pedido pelo próprio Supremo. Em fevereiro de 2013, foi alçado por seus pares à presidência do Senado.
      Entenda o escândalo
      Atualizado em 01/02/2013
  •  Renangate - Caso Schincariol 

    •   
      VEJA revelou que a Schincariol comprou uma fábrica da família de Renan por um preço exorbitante. Em troca, o senador pressionou para que a Receita e o INSS não executassem os débitos fiscais da cervejaria.
    • O que aconteceu
      O caso levou à abertura do segundo processo contra Renan no Conselho de Ética, mais tarde arquivado.
      Entenda o escândalo
      Atualizado em 17/04/2012
  • Renangate - Caso do golpe no INSS


  • Ministério Público vai à Justiça pedir cassação de Renan Calheiros por improbidade
     
      http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2015/01/brenan-calheiros-usa-jatob-da-fab-para-fazer-impante-de-cabelos.html