Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Jogos apoiados pelas ratazanas X Jogo do Bicho

 "Legalizar os jogos de azar , por meio do PLS 186/14, que não prevê mecanismos rigorosos de controle,
implicará na dominânia do crime organizado."
 
Ministério Púiblico Federal,
em nota sobre projeto em debate no Congreasso, com o apoio do governo.
Notícia que saiu na coluna de hoje de Ilimar  Franco, em Panorama Político
 
 
Incompreensível a preocupação do MP Federal com o povo que aposta nos jogos de azar, se todos os brasileiros já estão sob o controle de um crime organizado! E porque nosso governo insiste em impedir o Jogo do Bicho se existem outros jogos de azar sob as asas governamentais.  Será  por medo da competição?  Se é por uma boa causa, só se essa causa for boa para o governo e seus iguais.
 
  
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Você se lembra?  Isso aconteceu há 23 anos atrás (em l993).
 
Houve uma CPI, a chamada CPI dos Anões do Orçamento, que resolveu  investigar 37 parlamentares por suposto envolvimento em esquemas de fraudes na Comissão de Orçamento do Congresso Nacional.
 
 De todos eles, apenas 6 foram punidos: Carlos Benevides (PMDB-CE), Fábio Raunhetti (PTB-RJ), Feres Nader (PTB-RJ), Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), Raquel Cândido (PTB-RO) e José Geraldo (PMDB-MG). Quatro renunciaram antes: o chefe do bando, João Alves (sem partido-BA) (à esq.), Manoel Moreira (PMDB-SP), Genebaldo Correia (PMDB-BA) e Cid Carvalho (PMDB-MA). Oito foram absolvidos: Ricardo Fiúza (PFL-PE), Ézio Ferreira (PFL-AM), Ronaldo Aragão (PMDB-RO), Daniel Silva (PPR-RS), Aníbal Teixeira (PTB-MG), Flávio Derzi (PP-MS), Paulo Portugal (PP-RJ) e João de Deus (PPR-RS).  ANOTARAM OS NOMES?
 
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Para fazer a "lavagem" do dinheiro obtido ilegalmente, João Alves apostava milhares de dólares em loterias. Perdia mais do que ganhava, mas conseguia legalizar parte do dinheiro das propinas que recebia. João Alves morreu em novembro de 2004, aos 85 anos, vítima de câncer pulmonar, após duas semanas internado da UTI de um hospital em Salvador.
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Além dos parlamentares, José Carlos Alves citou como envolvidos no esquema o então governador maranhense, Edison Lobão, Joaquim Roriz, do DF, e a ministra Margarida Procópio, com quem João Alves tinha brigas homéricas, “porque ela era conhecida de infância e era gananciosa”.