Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Tudo vira bosta - Rita Lee e Maduro quase podre

 
 PACOTE DE AUMENTOS
  
Presidente da Venezuela
 "quebra tabu de 20 anos e reajusta em 6.000 %  (SEIS MIL POR CENTO) A GASOLINA:
 
Bolivar é desvalorizado" 

 
 
 Sugiro que a música acima se torne uma espécie de Música-Lema do Presidente venezuelano. Além disso, seria aconselhável que o Presidente Maduro quase pobre o faça antes que a Presidente do Brasil a adote para si, até porque ela pertence a um grupo que adora se apoderar do que 'pertence' aos outros. E O FAÇA LOGO, ANTES QUE ELA CONSIGA DESTRUIR AS MÚSICAS BRASILEIRAS TAMBÉM.
 
Sem leite, farinha, remédios e papel higiênico nas estantes dos supermercados há meses, a Venezuela agora pode ficar sem outro item básico da alimentação local: temendo a escassez do trigo, as padarias começaram a diminuir a produção de pão. No total, sete dos 12 moinhos estão em funcionamento no país. E a quantidade da matéria-prima produzida ali duraria mais duas semanas, de acordo com o cálculo de especialistas — o governo é responsável por comprar trigo no México e no Canadá. Até as fábricas de biscoitos foram obrigadas a parar as máquinas.



Depoimentos: Como a crise afeta sua vida?   
Incompetência mudou de nome.  A roubalheira também.
CRISE passou a ser o seu nome. 

Relato de alguns venezuelanos

Adrian Chirinos, economista: “As pessoas têm privilegiado comprar apenas o básico. No supermercado não há variedade de marcas. Compramos o que tem ali, quando tem. O acesso restrito aos dólares afeta toda a produção. O governo aumenta o salário mínimo por meio de decretos e os preços aumentam de novo.”
 
Rita Coello, consultora de gerenciamento: Para comprar remédios, as pessoas recorrem a seis ou sete farmácias para, com sorte, conseguir o que querem. Moro a quatro horas da fronteira com a Colômbia. Às vezes saíamos do país para conseguir remédios, mas, com o fechamento das fronteiras, essa opção fica mais difícil.”
 
Santiago Rosas, economista: “O mais complicado é a escassez. Não achamos nos supermercados massa, arroz, frango e carne. Precisamos sair do trabalho para procurá-los em um, dois, três, quatro ou até cinco lugares. Às vezes não encontramos shampoo e desodorante. O pior são os remédios: há pessoas literalmente morrendo sem eles.”
 
Yudhexi Rodríguez, auxiliar administrativa: “Normalmente, a situação é difícil em todas as partes do dia. O maior problema é encontrar os produtos de limpeza e de uso pessoal, como sabonete de banho, shampoo, desodorante e até pasta de dente. A nível alimentar também temos dificuldades, incluindo para comprar alimentos básicos como o arroz, por exemplo.”
 
Mercedes de Freitas, diretora da ONG Transparência Venezuela: “Meu automóvel está desligado porque não há bateria. Com a insegurança, não posso ficar sem carro. Hoje, saí às 4h para conseguir sabão em pó. Pessoas lavam o cabelo com sabão para roupas. Falta açúcar. Minha mãe, de 92 anos, não entende isso. Dedicamos grande parte do dia para conseguir comida.”
Depoimento às estagiárias Heloísa Traiano e Júlia Cople, sob supervisão de Sandra Cohen e Cristina Azevedo