Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

quarta-feira, 8 de julho de 2015

COMAM O RESTO




"Eu não vou cair" ,
palavras de nossa presidentA em relação ao impeachment. 
Aécio seria um golpista.
 
Aécio Neves, NETO DE TANCREDO NEVES,  disse que a presidentA estaria inibindo as instituições e a imprensa. Segundo ele, ela é que seria seria golpista.
E foi um tal de um chamar o outro de golpista, alegando diversos motivos, que os eleitores ficaram só olhando sem poder opinar, pois a briga é deles e  não nossa.  Afinal, o mundo político é subserviente  a eles e não a nós, embora eles sejam nossos empregados, pois somos nós que lhes pagamos o salário mensal (fora outras coisitas mais).
 
 Dilma e oposição trocam acusações  de golpismo no jornal O GLOBO de hoje.
Até agora ainda não descobri que oposisão é essa que só se interessa em acusar o que não lhe CAI bem,
e nunca faz nada a nosso favor!
 

Integrantes do grupo político do vice-presidente Michel Temer no PMDB passaram a pressioná-lo para deixar a articulação política do governo Dilma Rousseff.  A saída de Temer do posto já havia sido pregada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que lidera sua própria ala na sigla. Agora, no entanto, a mudança de posição passou a ser defendida pelos principais interlocutores de Temer. 
 
"Nós dissemos a ele que o papel que lhe deram na articulação política termina por apequenar a sua história. O colocam como responsável por negociar cargos e não é essa a contribuição que ele deve dar", avalia o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA). "O vice-presidente não tem que ficar debatendo sobre as vagas na Docas do Pará, entende?" 
 
Segundo pessoas próximas a Temer, a ala de entusiastas da sua saída do posto de articulador político do governo conta ainda com o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha, e o ex-ministro Moreira Franco. 
 
O vice-presidente e coordenador político do governo, Michel Temer esteve reunido na noite de ontem com políticos do partido.
 
"Esses interlocutores avaliam que Temer deveria assumir um papel "de estadista", articulando uma saída para a crise com setores que hoje estão em conflito com o governo Dilma. "   http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/07/1653008-aliados-querem-que-temer-deixe-articulacao.shtml
 

 
 
Aliados do vice-presidente têm buscado diálogo com líderes da oposição e de grupos que estão divorciados da petista, como o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). O próprio Temer tem conversado discretamente com nomes como o senador José Serra (PSDB-SP). "
 
Ele também enviou sinais de que gostaria de marcar uma reunião com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Os dois nomes têm externado uma postura mais amena no tucanato em relação a um desfecho para a crise que atinge a presidente Dilma.
 
A oposição aposta em duas frentes para ter base jurídica para formular um pedido de afastamento: uma condenação no TCU (Tribunal de Contas da União) pelas chamadas pedaladas fiscais, ou uma condenação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2014.
No primeiro caso, apenas a presidente ficaria vulnerável ao impeachment. Uma condenação eleitoral, no entanto, poderia contaminar toda a chapa da disputa presidencial, o que implicaria o risco de afastamento de Dilma e Temer, seu vice.
 
A ala paulista do PSDB tem dito que a queda de todo o governo ampliaria o clima de instabilidade no país, o que vem sendo interpretado como um sinal de que teria preferência pela saída menos "traumática": a manutenção de Temer no poder até 2018.
 
Auxiliares diretos do vice-presidente, no entanto, dizem que ele não vai influenciar essas conversas e que agora está preocupado em cumprir seu papel institucional de auxiliar o governo e o país a atravessarem a crise.
 
"O Temer chegou aonde chegou sendo cauteloso e moderado. Até porque sabe que, num movimento em falso, pode se tornar alvo dos dois lados [PT e PSDB]", avaliou um colaborador do vice.
 
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Afastamento ? Quem ouve essa converinha entre malandros até pode acreditar que haveria alguma preocupação com o país e não com a própria imagem!  Só agora? Um possível 'afastamento' poderia - E DEVERIA - existir entre dois partidos que, supostamente, têm ideias e ideais tão diversos.

Caso não houvesse crise alguma e todos os brasileiros estivesasem satisfeitos,  esse partido nem pensaria em se afastar!  Que comam o que sobrou no prato!