Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Entre na moda. É UMA ORDEM! - I

 

Moda seria uma arte, como se fosse a de um pintor. Dizem, ainda, que existiria um estudo significativo para sua criação.  Então, alguns devem estudar o que é significativamente mais bem aceito, no momento, para dar mais lucro ao bolso e ao ego. 

 
Já o modismo... Bem, por mais efêmero que seja, por mais rápido que passe, é o modismo que nos dirige, que nos indica para onde ir, que decide o que vamos usar, fazer, falar, ou mesmo pensar.  É ele que nos leva a tudo, pois o homem não foi habituado a pensar por si mesmo, segue os valores (ou falta deles) de sua época ou meio social.

 

O que é bom para uns, é bom para todos?
E o que fica bem em uns, ficará bem em todos?

 

Modismo é uma espécie de vício imperceptível, habilmente aproveitado pelos chamados formadores de opinião.  É a dependência mental daqueles que se acham obrigados a fazer parte de um grupo.  Para isso, eles precisam ser iguais aos outros seguidores, mesmo que abram mão de ser quem são.  Como todo vício é prejudicial, podemos concluir que o modismo político está para a sociedade assim como o crack está para os drogados.
 
O seguidor da moda de sua época, para se sentir bem no meio em que vive, aceita regras obrigatórias sem perceber que está seguindo determinações e sendo manipulado pelas intenções alheias (muitas vezes escusas). Se considera criatura inteligente pela escolha “acertada” que não foi feita, como pensa, mas que lhe foi induzida. A fraqueza de sua personalidade o leva a achar lindo o que, normalmente, acharia horrível. 

 As pessoas se vêem forçadas a aderir aos modismos, não importa que eles estejam de acordo com sua personalidade ou critérios. Importante é ser "bem visto" pelos outros, não por si mesmo.  Afinal sua opinião não vale nada, ao menos é assim que ele ' pensa'.
 

Para os menos esclarecidos, o modismo se impõe como um verdadeiro dogma.  É a predileção obrigatória ou crença num fato certo e indiscutível. Ao menos enquanto dure, pois há o risco de o que hoje é inaceitável passe a ser elogiável logo em seguida e vice-versa. Modismo é tão volátil quanto as mentes despreparadas .   
 

“Usarás as mesmas peças, cores ou acessórios que outros estejam usando,
independente de suas preferências.
Caso sejas milionário, serás defensor da admirável pobreza,
embora durmas em cima do ouro e não dividas nada do que possuis com os menos favorecidos.” 
 

A insegurança, moral ou financeira, é o maior alvo da política.  Das criaturas mais frágeis é que a desonestidade se aproveita com promessas eleitoreiras. Os cabos eleitorais são profissionais em colocar o desconhecimento do povo a favor da futilidade de promessas levianas. Direcionam, vantajosamente,as escolha dos inconscientes.   

Principalmente os formadores de opinião, mal intencionados, são pacientes. Sabem transformar as idéias mais trôpegas em modismo e colocá-las numa bandeja para oferecer ao público. Vão ‘manuseando’ a idéia popular aos poucos, de acordo com os ventos, até atingir as vantagens desejadas. Com calma, usam a mídia, o método da repetição, o poder da influência, o sentimentalismo, a distorção dos fatos, pois têm um objetivo bem definido: o controle das mentes para atingir total poder sobre elas. 

Temos como exemplo de “modismo político” o que ocorreu a partir de l964.  Foi quando um grupo de baderneiros, que atirava bombas, assassinava e mutilava passou de agressor a agredido e, aos poucos, influenciou grande parte da população a acreditar em suas verdades deformadas como fatos incontestáveis.