Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

sábado, 7 de novembro de 2015

Tratamento Desigual - NELSON MOTTA

Tratamento desigual 

   http://oglobo.globo.com/opiniao/tratamento-desigual-17976417#ixzz3qjjpSvKl

Pai de três filhas e avô de duas netas, hoje cedo com prazer meu espaço para uma mulher vitoriosa, que muito respeito e admiro, a mestre e doutora em Economia Maria Silvia Bastos Marques. #AgoraÉQueSãoElas#:
Devemos tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na medida de sua desigualdade.
Inúmeras vezes me questionaram sobre as diferenças entre homens e mulheres na vida profissional. Mulheres são diferentes dos homens — é fato. Nisso reside nossa força e beleza — e também a deles. Diversidade, diferentemente de igualdade, é a chave para um mundo mais completo e feliz.
Minha vida profissional se desenvolveu em ambientes predominantemente masculinos. No mestrado, duas mulheres numa turma de 15. No doutorado, quatro homens e eu. Fui a primeira mulher a ocupar os cargos de diretora do BNDES, secretária de Fazenda do Rio, presidente da Companhia Siderúrgica Nacional e da Icatu Seguros. Nem por isso quis comportar-me como homem, mas procurei reforçar a boa característica feminina de trabalhar melhor em equipe, falar mais “nós” do que “eu”.
Muitas organizações tratam mulheres como homens, ignorando nossa condição especial de mãe, por exemplo. Em algumas atividades, as mulheres são maioria entre os funcionários, mas poucas chegam ao topo. Muito se fala em igualdade, mas, para termos condições iguais, precisamos ser tratadas de forma diferente.
Já sofri preconceito? Claro que sim! Velada e abertamente. De homens e também de mulheres. Nada, porém, comparado à dura realidade de grande parcela da população feminina que ainda é submetida a abusos e maus-tratos e está fora do mercado de trabalho.
Pais e mães tendem a repetir o padrão — “Isto é coisa de menino, isto é coisa de menina”. Independentemente da classe social, a mulher, geralmente, é responsável pela casa e pelos filhos, acumula dupla ou tripla jornada.
A mudança precisa começar na família. Na escola. Temos que educar nossos filhos e filhas valorizando as diferenças e as complementaridades. Cotas ajudam? Só acredito em sua eficácia como ponte transitória para uma nova realidade. A solução dos problemas está na base, não no topo. É preciso reconhecer as diferenças para criar igualdade de oportunidades no estudo, no trabalho e nas relações afetivas. Na vida.
 
*****
 
Virou um hábito entre as mulheres exigirem uma igualdade que não existe.  Homem é homem e mulher é mulher.
A famosa igualdade serve apenas na hora de as mulheres exigirem direitos inexistentes, exibirem faixas e saírem às ruas e fazerem beicinho na TV.   Mas no cotidiano... , bem no cotidiano a coisa é bem diferente:  as mulheres preferem mostrar uma fragilidade que não têm e apontar os homens como seus carrascos.  
Os maiores sofredores são os homens nas mãos de uma mulher.  Quando resolvem se separar em um casamento, por exemplo, são os homens que saem de  casa com "uma mão na frente e outra atrás", embora alguns tenham saído com as cuecas acumuladas durante anos.
 
QUE OS HOMENS DESPROTEGIDOS PELAS LEIS E POR SI MESMOS
CONTINUEM DEFENDENDO AS MULHERES.
E SEJAM 'ENGOLIDOS'
(Opinião de uma mulher)