Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

'Bandido bom é bandido morto'. Qualquer tipo de bandido!


 
Depois que uma mulher foi morta a tiros por ter entrado, por engano,  com seu carro numa favela do Rio de Janeiro e de diversas outras violências, havidas principalmente nas grandes cidades, foi feita uma pesquisa e  pelo menos metade das pessoas chegou à conclusão de que  'bandido bom é bandido morto'.




Metade da população das grandes cidades brasileiras acredita que "bandido bom é bandido morto".
 

A constatação aparece em pesquisa Datafolha encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, ONG que reúne especialistas em violência urbana do país. 
O levantamento foi realizado no final de julho e fará parte do 9º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que será divulgado nesta semana.
O instituto ouviu 1.307 pessoas em 84 cidades com mais de 100 mil habitantes.  
Para a pergunta se bandido bom é bandido morto, 50% disseram concordar, 45% discordaram e o restante não soube responder ou não concorda nem discorda. 
Como a margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, há empate técnico, e a pesquisa indica a sociedade dividida. 
Para o sociólogo Renato Sérgio de Lima, vice-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, essa divisão no país é um bom sinal. 
"Como o copo está meio cheio e meio vazio, metade da população é contra [à afirmação], e isso pode ser visto com uma janela para a construção de políticas públicas. Há espaço para mudança." 
A mudança prioritária desejada por Lima é no sistema da polícia, que privilegia o enfrentamento a criminosos e o confronto violento.
 
Esse resultado da pesquisa reforça a sensação de especialistas da área de que a sociedade é tolerante com a matança de suspeitos por policiais —PMs e policiais civis mataram ao menos 3.022 pessoas em 2014 no país, como a Folha revelou no sábado (3).
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Vamos levar em conta que os bandidos andam armados, são violentos e vivem soltos, enquanto cada de um de nós está obrigatoriamente desarmado, indefeso e vive atrás das grades para evitar que possíveis ladrões possam entrar em suas residências.  Aqui escreve uma mulher que  já acordou, ao morar sozinha,  com um ladrão dentro de seu quarto, o que não é nada agradável.