Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Desespero presidencial

 
Segundo um dito popular
 
"Para afogado, jacaré é tronco."




 Governo ainda tenta acordo de última hora com
Eduardo Cunha    
GUSTAVO URIBE /MÁRCIO FALCÃO/
MARINA DIAS/ DE BRASÍLIA
 
Preocupado com a possibilidade de sucesso do encaminhamento do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, o governo ainda tenta um acordo de última hora com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para tentar postergar o anço da proposta.
Desde a semana passada, ministros próximos a presidente, como Jaques Wagner (Casa Civil) e Edinho Silva (Comunicação Social), procuraram o peemedebista na tentativa de fechar um acordo que adiasse a decisão do deputado sobre o pedido de impeachment elaborado pelos advogados Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior.
A ideia inicial de Cunha era divulgar nesta terça (13) se arquiva ou dá aval ao pedido.  
Segundo a Folha apurou, o governo sinalizou com a possibilidade de dar uma espécie de trégua a Cunha no episódio das contas reveladas pelo governo da Suíça em seu nome, cuja existência ele nega, o que pode levar a seu pedido de cassação. 
A bancada federal do PT evitaria fazer críticas públicas, não defenderia seu afastamento e manteria distância de movimento pela cassação do peemedebista por quebra de decoro parlamentar. 
A base aliada, segundo a proposta, também não apoiaria um eventual processo no Conselho de Ética, cujo pedido deve ser protocolado nesta terça pelo PSOL. 
Hoje, o Palácio do Planalto tem influência sobre pelo menos 7 dos 21 deputados que integram o colegiado. Com o grupo, somado aos aliados do peemedebista, ele disporia de maioria para se tentar manter seu mandato. 
O acordo, no entanto, sofre resistência de Cunha. As conversas caminhavam bem até a quinta (9), mas a divulgação pela Procuradoria-Geral da República de detalhes das movimentações de dinheiro supostamente oriundo do petrolão pelas contas atribuídas a Cunha na sexta (10) fizeram o clima azedar. 
Cunha atribui ao Planalto o foco dado pela PGR a seu caso no escopo da Operação Lava Jato. Ele nega ter negociado com o Planalto. 
Se o acordo não vingar, o governo se preparará para o enfrentamento. Tentará carimbar no deputado a pecha de que age por vingança contra Dilma e irá liberar a base para trabalhar pela cassação do peemedebista.
Em outra frente, o governo segue sua cruzada jurídica contra as alegações que fundamentam os pedidos de impedimento da presidente. O PT já tem um parecer defendendo que as "pedaladas fiscais" não podem ser consideradas motivo para o eventual processo. Já trabalham na defesa do governo advogados como Dalmo Dallari, Fábio Comparato, Gilberto Bercovici, Heleno Torres e André Ramos Tavares. 
Nesta segunda-feira (12), a presidente se reuniu no Palácio do Alvorada com os ministros Ricardo Berzoini (Governo), José Eduardo Cardozo (Justiça), Jaques Wagner (Casa Civil) e o assessor especial Gilles Azevedo para discutir a crise
 
Caso o tão esperado impeachment aconteça, veremos a nossa Presidenta será apontada,  pelo seu criador,  como uma pobre coitada vítima de um golpe.  Será nessa hora que os brasileiros esquecerão que o desemprego é  grande, que os preços estão subindo assustadoramente, que o poder de compra dos desvalidos diminuiu e, consequentemente, sua geladeira está cada vez mais vazia!  QUE MORRAM DE FOME, POIS FOI NO PT QUE  O  POVO VOTOU.   
O DESESPERO É DA CRIATURA E DO SEU CRIADOR.