Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

domingo, 4 de outubro de 2015

Linguagem do Partido de Trapaceiros


Em entrevista a CartaCapital, Secco explica como o modelo de gestão petista, baseado no
“deixou uma margem de manobra crítica para os setores médios”.
“O erro do PT é esse. O partido jamais quis acirrar a luta de classes,
mas o modelo de governo que ele constituiu, que elevou uma parte das classes pobres socialmente,
acirraria inevitavelmente a luta de classes”.
 
 
 
Grande erro de um historiador.  O ex-presidente petista sempre quis acirrar não apenas uma luta de classes, mas a divisão de brasileiros entre brancos e negros, entre trabalhadores e patrões, entre pobres e ricos, como se uns tivessem culpa pela qualidade de vida dos outros ou pela cor de cada um. 
 
 
Ao citarmos o racismo,  por exemplo, a primeira coisa que nos vem à cabeça são os negros que  procuram aparecer ao lado de brancas assim que galgam uma situação mais privilegiada.  Resta saber se tais brancas ou louras se 'encantariam' tanto, caso os negros em questão fossem  uns baixo assalariados ou, pior ainda, desempregados, como  estão muitos brasileiros, atualmente, sejam da cor que forem.
 
 
No ano de 2011, esse historiador escreveu um livro com o nome História do PT.  Como provavelmente ele não conta ,  em seu livro, as trapaças que o partido cometeu  (e continua cometendo),  vamos acreditar que sua história seja uma história da carochinha.
 
 

Em seu livro, ele fez uma espécie de GLOSSÁRIO de termos usados por petistas, que poderiam ser usadas não da forma que apresentou, mas da forma que vemos agora:
 
Ativo -  um agrupamento em torno de  uma causa setorial.  O correto seria um indivíduo imiscuído na política para tirar vantagens;
 
Base - segundo os petistas, base seria a militância, mas que poderia ser considerado um apunhado de gente, de diversos partidos, amontoadas no interesse de se manter no Governo.
 
Entrismo - tática usada por grupos de extrema-esquerda para atuar dentro do partido. Chamaria de entrismo essa mania que tem, principalmente o ex-presidente anterior a Dilma, de entrar e enfiar o nariz onde não é chamado ou não deveria entrar.
 
 
 Aí em cima está o glossário, da nova língua, o 
ESQUERDÊS, A LÍNGUA DA ESQUERDA  
(comentários sobre o assunto na Coluna do Ancelmo Goes)