Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

terça-feira, 13 de outubro de 2015

O 'milagreiro'

 


O conhecido como ‘Lulinha” era Monitor de Zoológico.  Monitor seria o mesmo que  um instrutor .

 
Caso Gamecorp - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. 
Artigo completo: 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Caso_Gamecorp

O Caso Gamecorp compreende os acordos da Gamecorp com a Telemar e a Rede Bandeirantes, nos quais, alega-se, a Gamecorp teria sido politicamente beneficiada por ser propriedade do filho do presidente Lula em sociedade com os filhos do político Jacó Bittar, um dos fundadores do PT.
 
Como surgiu a polêmica :  A Gamecorp é um empreendimento de Fábio Luís Lula da Silva, mais conhecido como Lulinha. Segundo matéria publicada na revista Veja em 2006, Lulinha teve um grande incremento patrimonial com este negócio nos primeiros anos do governo de seu pai  (Terá sido coincidência?).
Formado em biologia na UNIP e monitor do Parque Zoológico de São Paulo, Fábio Luís recebia um salário de pouco mais de 600 reais em 2002. Menos de um ano após a posse de seu pai na Presidência da República, em 2003, tornou-se sócio da então chamada G4 Empreendimentos, empresa de Campinas, São Paulo, especializada em entretenimento e games, da qual os filhos do político Jacó Bittar já participavam.

Em janeiro de 2005, apenas um ano depois da entrada de Lulinha como sócio da empresa - agora chamada Gamecorp - a Telemar, empresa de telefonia cujo negócio é concessão governamental, fez um aporte de 5,2 milhões de reais a título de investimento.   (MAIS UMA GRANDE E RENDOSA COINCIDÊNCIA!) 

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Como se deu a ascensão de Fábio Luiz da Silva (entrevista com Alexandre Oltramari conta revista Veja ).
Em entrevista à Folha, o ex-presidente da república  afirmou que Lulinha é o seu “Ronaldinho”, querendo dizer que seu filho também é um fenômeno.   Segundo o jornalista  Reinaldo Azevedo, ”estamos começando a perder a noção do certo e do errado” ,  “a ficar sem parâmetros”, se  é que isso tudo já existiu um dia .  Por mais de uma vez ouvi pessoas dizendo que "FARIAM AS MESMAS COISAS  (DESONESTAS) CASO FOSSEM POLÍTICOS  TAMBÉM ".
A transformação  de um  monitor de Jardim zoológico (até o fim do ano  2003) em um milionário,  é assunto que sempre foi evitado pelas oposições brasileiras, por ser considerada uma “questão pessoal”.   (MILAGRES ACONTECEM... QUANDO NOSSO 'PAI-PAI' É PRESIDENTE).
 
Vamos aos fatos (e aos milagres) :
Em  2003, o  filho do ex-presidente  se tornou  sócio de Fernando e Kalil Bittar, filhos de Jacó Bittar, amigo de L--- , na empresa  que ganhou o codinome  Gamecorp.  A Telemar  (concessão pública, com quase metade do capital dividido entre o BNDES e fundos de pensão — injetara nada menos de R$ 15 milhões no empreendimento, tornando-se sócia dos rapazes.  
Lulinha e seus amigos viraram lobistas com trânsito no Palácio do Planalto; 2 - Lulinha e seus amigos passaram a ter uma relação íntima com APS. Tão próxima, que ganharam uma sala exclusiva na mansão em que o homem trabalha.
 
 
QUEM NÃO DESEJA SUJAR SUAS MÃOS, NÃO AS COLOCA NO LIXO

Quem é APS?  Informações da revista VEJA:

“O lobista Alexandre Paes do Santos é homem de relações perigosas e de uma vasta ficha criminal. APS, como ficou conhecido em Brasília, fez carreira – e, posteriormente, fama policial – no submundo das negociatas da Esplanada dos Ministérios, aproximando-se de raposas da política e cultivando a imagem de personagem misterioso e poderoso. As estripulias de APS nas sombras de Brasília vieram a público em 2001, quando a Polícia Federal apreendeu a agenda do lobista. Ali, escondia-se o inventário das atividades subterrâneas de APS, como pagamentos de propinas a parlamentares e funcionários do governo, histórias de chantagens e esquemas de superfaturamento em contratos com órgãos públicos. Minucioso e detalhista, o lobista anotava na agenda valores de suborno ao lado da letra “K”, que os investigadores descobriram tratar-se de um código que correspondia ao acréscimo de três zeros ao valor registrado. Ao lado de nomes de deputados e servidores públicos havia, por exemplo, a inscrição “50K” (ou 50 000, reais ou dólares).”

 “Além da sala, APS também colocou sua frota à disposição da dupla. Quando Lulinha e Kalil começaram a freqüentar o escritório do lobista, seus deslocamentos por Brasília eram feitos em Ford Fiesta. Com cerca de 1,90 metro de altura, Kalil reclamou que o Fiesta era desconfortável e disse que gostaria de um carro mais espaçoso. APS substituiu o Fiesta por um Omega. Enquanto despachavam na mansão de APS durante o dia, Kalil e Lulinha eram hospedados na Granja do Torto ou no Palácio da Alvorada, residências oficiais da Presidência da República. Quando isso não era possível, Kalil ia para o hotel Blue Tree, a menos de 1 quilômetro do Alvorada. Não se conhecem bem as razões pelas quais Lulinha e Kalil mantinham uma sala no escritório do lobista de métodos heterodoxos. O que faziam ali? Por que despachavam dali? Em busca dessas respostas, VEJA descobriu que a sala foi cedida a Lulinha e Kalil como parte de um acordo dele com a francesa Arlette Siaretta, dona do grupo Casablanca, um conglomerado de 54 empresas que, entre outras atividades, faz produção de filmes e eventos, gravação de comerciais e distribuição de DVDs.”
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