Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Fragilidade Feminina - Redação do ENEM

 
 
A Delegacia  das Mulheres é minha arma
 
 
Dizem que nas camadas sociais mais baixas é muito comum os homens baterem nas mulheres. Isso deve ser porque elas náo conhecem seus direitos (conhecem seus deveres?). 
 
 
Em outros meios, ao menos, é bastante comum as mulheres fazerem os homens de 'gato e sapato', ao ponto de  chegarem a bater neles e, sem seguida, fazerem uma ameça : "Se encostar sua mão em mim (para bater, não para fazer carinho, é lógico) , irei à Delegacia das Mulheres."  Existe, ainda, a Lai Maria da Penha!

 
Com medo da ameaça, que certamente será cumprida, os homens se encolhem e apanham 'calados' (quietos). 
 
 
Que tal uma espécie de análise da suposta fragilidade feminina feita por uma mulher ? É bom lembrar que as opiniões aqui colocadas são meramente pessoais. 
 
 
Seria até vantajoso para todos uma visão fria e realista de um lado feminino que ninguém comenta, nem mesmo elas próprias.  Os casais não lucram nada ao encarar seus parceiros como rivais.  A convivência com o sexo oposto vem sendo muito mal aproveitada.   Portanto, vamos supor que tais divagações sejam referentes apenas à determinado tipo de pessoa.
 

Foi assimilada uma doce imagem da mulher sempre carinhosa, dedicada, amorosa, sensível e frágil. Sua própria aparência ajuda a manter esta fantasia. Difícil mostrá-la de outra forma. Não as estou acusando de monstros (depende, não é mesmo?), mas também não são o que aparentam. Há certas características, encobertas, que somente as próprias representantes do suposto sexo frágil têm condições de conhecer.
 

Passamos a vida inteira lendo livros, artigos, reportagens, ouvindo entrevistas, em que os homens são apontados como verdadeiros seres insensíveis e as mulheres as coitadinhas, obrigadas a tolerar todas as dores e sofrimentos decorrentes do atual machismo.  É uma idéia tão arraigada, que elas próprias não se conscientizam de que houve quase uma troca de papéis. Esse conceito, distorcido para a presente realidade, nos acompanha há tanto tempo que é quase impossível ser alterado. 


Nossa sociedade, insistindo em preservar uma fantasia, moldada em épocas passadas, mas já superada, prefere ignorar o poder de fogo feminino, hoje sabiamente explorado por elas. Apesar de toda mudança existente, as representantes do sexo feminino continuam sendo apresentadas como frágeis.  

Quando menciono fragilidade, não me refiro ao lado físico, pois não é o mais importante. A capacidade de “detonar”  que as mulheres possuem, tem mais força que uma granada.  E aí não há músculo que se iguale; é o que torna os homens tão vulneráveis, embora muitos nem queiram admitir  isso.  


Desmascarar o mito da fragilidade feminina talvez seja desconfortável para todos, tanto para as mulheres quanto para os homens.  Acostumados à fama de dominadores, uma visão diferente pode não lhes agradar. Para eles talvez represente uma inversão de valores, na qual passem a ser apontados como fracos, o que não é verdade. Ainda não perceberam a desvantagem da atual situação camuflada . Comumente os homens elogiam as mulheres e falam sobre sua fragilidade, embora saia de uma casamento, por exemplo, sem absolutamente nada e ainda são obrigados a pagar uma eterna pensaão para uma mulher que vivem apelando para a igualdade.  Só gostaria de saber que igualdade pode existir entre homens e mulheres, de verdade,  pois são tão diferentes.

 
Provavelmente os  homens  se iludem, tornando-se ingênuos pela falta de acesso ao interior da alma de uma mulher, tão diferente do seu.  NOTA:  Comentar sobre a ingenuidade masculina não significa crítica, muito pelo contrário. Ingenuidade não é fraqueza, ainda mais numa questão tão complexa, pois os homens precisam lidar com grande contradição: a cândida mulher irreal (em que continuam acreditando),  e aquela com quem convivem.  
 
 

Depois de alcançar a liberdade que não tinham antes, po is eram 'escravizadas', as mulheres tiveram chance de liberar sua crueldade felina - arma indispensável na eterna competição entre elas - usando-a também contra os homens.  Sendo assim, eles se tornaram indefesos, pela dificuldade de entender coisa tão complicada da qual são isentos. 

 

Não posso deixar de citar Machado de Assis que, em quase todos os seus livros, deixa a arte de dissimulação de uma fêmea, perigosa aliada, à mostra na maioria das suas personagens. Poucos homens vizualizaram com tanta clareza as garras do chamado  sexo frágil. 
 
Existem duas mulheres numa só. A auto-suficiente e independente e aquela pobre coitada, dependendo das circunstâncias e dos interesses do momento. Podem mostrar que são um verdadeiro  trator (em caso de confronto) ou um pobre ser indefeso. É interessante, portanto, que sua fraqueza pareça real, podendo usá-la oportunamente.  
 
Não me baseio em épocas anteriores ou em povos não civilizados como os muçulmanos, por exemplo, onde a mulher não tem direito sequer de mostrar o rosto. O comportamento aqui comentado é o de agora, em nossa sociedade. Quanto aos homens, não me refiro àqueles violentos, problemáticos como drogados, alcoólatras ou psicopatas e sim à maioria deles, o homem comum, a este presente (pouco valorizado) que foi ofertado, às privilegiadas mulheres, pela natureza. 
 
 
Para eles é bem mais estimulante acreditar que detêm a força, após serem convencidos disto durante toda a história da humanidade. E como não acreditar, se faz parte da nossa cultura? Gerações a gerações, essa idéia nos é transmitida.  Além disso, é uma crença que  faz bem ao ego do macho, embora não seja em nada vantajoso.    

 
Todas as mulheres, sem exceção, mesmo as menos esclarecidas, possuem uma malícia impiedosa. Obvia-mente, algumas a sabem usar mais e outras menos. Mas é um talento(?) próprio que estará sempre presente. Naturalmente, nenhuma delas se vê dessa maneira, da mesma forma que nenhum homem quer enxergar isso. 
 
Como cúmplices, há diversos fatores incentivando a crença na fraqueza feminina. O clamor da sociedade - através dos meios de comunicação (sempre em sua defesa, mesmo injustamente), o apoio e proteção de várias entidades, e o interesse na comodidade que tudo isto proporciona a elas, ajudando a “sofrida mulher”  e massacrando os homem.  
 
A força física masculina é proporcional à sua ingenuidade perante as mulheres. Às vezes, mesmo alguns dos homens mais autoritários pensam estar tomando as decisões e mandando, quando estão, na verdade, sendo sutilmente encaminhados por suas parceiras. As mais inteligentes preferem convencer com seu jeitinho ao invés de exigir.     
 
 
O raciocínio feminino é sinuoso, cheio de rodeios. Já o raciocínio masculino, mais direto e objetivo, o que os torna mais vulneráveis. O contraste nessa área, não os deixa fazer frente a elas nem na mentira. Não significa que sejam mais verdadeiros e não mintam. Não se trata disso. Mas, por exemplo, é fácil uma mulher perceber quando seu companheiro está mentindo, o que não acontece quando é o inverso.
 
 
São muitas minhas 'amigas' que falam barbaridades dos homens escolhidos para compan heiros, como se eles fossem seus inimigos. O mais complicado é todas adorarem seus inimigos.
 
 



NÃO HÁ MELHOR FORMA PARA SER DETESTADA POR TODOS,
POR HOMENS E POR MULHERES
DO QUE MOSTRAR SUAS 'CARACTERÍSTICAS' VISTAS POR DETERMINADA ÓTICA'.
 
SINTAM-SE À VONTADE AO DISCORDAR, 
 MAS MINHAS IDÉIAS JAMAIS SER4ÃO ALTERADAS. 

Como HOMEM É HOMEM E MULHER É MULHER, CADA UM COM SUAS CARACTERÍSTICAS, o ideal seria chegarmos a um acordo: o homem finge que manda e a mulher finge que obedece, levando todos nós a um casamento feliz.
 



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