Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

sábado, 3 de outubro de 2015

QUEM DÁ MAIS ?


O jogo arriscado de L---
Depois de maldizer Dilma, ex-presidente volta a acreditar que pode virar o placar 
 
Quando a crise política do segundo governo Dilma tomou proporções dramáticas, o ex-presidente L--- passou a maldizer sua escolhida aos quatro ventos, atribuindo o quadro caótico à inabilidade política dela e, principalmente, à insistência em ignorar os seus conselhos.
Sem ver saída para sua sucessora, buscava afastar-se do lamaçal. O movimento levou o mundo político a interpretar o descolamento como uma estratégia de L--- para manter-se no jogo eleitoral, com vistas a 2018, ainda que inevitavelmente o ex-presidente tenha que lidar com o desgaste de ser o inventor de Dilma.
 
Por esse raciocínio, quanto mais cedo terminasse o atual governo, mais tempo Lula teria para recuperar seu prestígio, atuando na oposição, campo em que se sente muito confortável. Militaria, é bom lembrar, contra um governo ainda em crise. E o tempo ajudaria a cicatrizar feridas.
Nos últimos dias, o quadro mudou. Para salvar seu mandato, Dilma sucumbiu. Entregou o filé da Esplanada ao PMDB e o coração do governo a L---. Peças estratégicas foram mexidas, mas o símbolo maior da mudança foi a troca na Casa Civil: saiu Aloizio Mercadante, dono das orelhas mais quentes de Brasília, e entrou Jaques Wagner, lulista de primeira hora.
Mas por que L---, que parecia já ter desistido de Dilma, decidiu embarcar nessa imprevisível empreitada? Qual é, afinal, o jogo do ex-presidente?
Só há uma hipótese razoável: L--- ainda acredita que, dando as cartas, pode virar o placar. CASO O PLACAR VIRE , ELE COMENTARÁ EM TODAS AS SUAS ORATÓRIAS JUNTO AO POVO QUE NUNCA ACOMPANHOU NADA DO QUE ELE FEZ DE ERRADO.  Tentará reestabelecer uma mínima base aliada, aprovar parte do ajuste fiscal, conter os ânimos dos movimentos sociais e, assim, chegar às vésperas da eleição presidencial num ambiente mais ameno. Contra uma oposição desorganizada, a disputaria em condição ao menos não tão desigual. 
A estratégia, é claro, tem incontáveis furos. Para citar alguns: o Congresso pode não entregar o prometido, a economia pode chegar a um ponto de descontrole e Dilma, claro, pode criar mais crises políticas. Apesar do risco, Lula decidiu dobrar a aposta.
 
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Posso estar enganada, mas Dilma deve 'sangrar' até o final do  último dia de seu mandato.  Para que todos passem fome, inclusive eu, que perdeirei mais do que os seis quilos que ganhei .